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Futebol
09 Set 2026 | 12:02 |
O modelo de centralização dos direitos televisivos continua a gerar forte debate no futebol nacional e a merecer tomada de posição firme por parte da estrutura encarnada. O vice-presidente da SAD do Benfica, Nuno Catarino, abordou o tema e deixou avisos sérios sobre o futuro do setor.
N. Catarino: "O futuro deixa-nos muito preocupados"
"O futuro deixa-nos muito preocupados, como temos dito várias vezes, como tem dito o Presidente (Rui Costa), como tenho dito eu, quer em sede da Liga, quer nos fóruns adequados", afirmou, em entrevista exclusiva à BTV.
O dirigente criticou a fórmula atual e explicou os motivos que levaram o Benfica a avançar com uma iniciativa formal junto da Assembleia da República. "O facto de lançarmos esta petição é exatamente porque achamos que estamos a seguir uma receita de há dez, 15 anos, para uma realidade que já não é de todo a de há dez ou 15 anos", sublinhou.
N. Catarino: "Achamos que este projeto é anacrónico"
Nuno Catarino considerou que o projeto se encontra totalmente ultrapassado face aos desafios modernos das grandes competições europeias. "Achamos que este projeto de centralização tem algumas pechas, é anacrónico, está desadequado. É tão desadequado que os grandes exemplos que sempre eram dados eram o mercado holandês e o mercado italiano, e vimos que são dois mercados que estão a decair profundamente", garantiu.
Para exemplificar a perda de qualidade do futebol transalpino, o dirigente recorreu a um exemplo do passado domingo, coincidindo com o Milan de Ruben Amorim - que impediu um jogador de rumar à Luz. "Basta olhar para o que é hoje o Calcio comparado com aquilo que já foi. Estávamos a ver no passado domingo o jogo Juventus - Milan e já só havia um jogador de nível", rematou.
Guarda-redes pretende aproveitar experiência adquirida ao longo da carreira para ajudar jovens jogadores a desenvolverem as suas capacidades
09 Out 2026 | 17:47 |
Anatoliy Trubin prepara-se para dar um novo passo fora dos relvados e anunciou a criação da sua própria academia de futebol. O guarda-redes do Benfica pretende aproveitar a experiência adquirida ao longo da carreira para ajudar jovens jogadores a desenvolverem as suas capacidades e a aproximarem-se do futebol profissional.
"Olá. Eu sou o Anatoliy Trubin e estou a abrir minha própria academia"
"Olá. Eu sou o Anatoliy Trubin e estou a abrir minha própria academia", revelou o internacional ucraniano de 25 anos - que foi elogiado por um compatriota - numa publicação nas redes sociais, dando a conhecer um projeto que pretende contribuir para a formação de novos talentos.
A iniciativa começa com uma equipa de sub-19, mas o guarda-redes apresenta-a como o primeiro passo de um percurso mais ambicioso. Trubin conhece bem as dificuldades de quem procura chegar ao futebol de alto nível e quer colocar essa experiência ao serviço dos mais novos.
"Eu próprio percorri o caminho desde o futebol de formação até ao nível profissional e sei como este caminho pode ser difícil. Sei quanto trabalho está por trás disso e quão importante é que, no momento certo, um jovem jogador tenha a oportunidade de evoluir e continuar a avançar", explicou.
O jogador do Benfica pretende, assim, criar condições para que os jovens possam progredir: "Hoje tenho a experiência e as oportunidades que quero utilizar para ajudar os jovens jogadores a desenvolverem-se. É exatamente por isso que estou a abrir a Trubin Academy. Começamos com a equipa de sub-19 e este é apenas o primeiro passo".
Conselho de Disciplina instaurou um processo de inquérito na sequência da reclamação apresentada pelas águias sobre vários lances no último clássico
09 Out 2026 | 17:21 |
O Benfica recebeu uma novidade relacionada com a queixa apresentada após o clássico frente ao Porto, disputado a 20 de setembro, no Estádio do Dragão. O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol instaurou um processo de inquérito para analisar as situações contestadas pelos encarnados, numa partida que terminou com uma derrota das águias por 3-1.
Entre os episódios que motivaram a contestação do Clube da Luz está o pisão de Gabri Veiga a Alexander Bah, lance que foi punido apenas com cartão amarelo. Os responsáveis encarnados também questionaram o contacto entre Alberto Costa e Gianluca Prestianni, que deixou o extremo argentino a sangrar durante o encontro.
Contudo, há outro momento que assumiu particular relevância na queixa apresentada pelo Glorioso. Em causa está o lance entre Samu e Alexander Bah, no qual o avançado espanhol atingiu o defesa dinamarquês nas costas, levando o jogador das águias a reagir e a ser admoestado com cartão amarelo.
Na sequência deste episódio e da análise das imagens posteriores ao encontro, o Benfica formalizou uma queixa contra Samu e o Porto, pedindo que o ponta de lança portista fosse castigado. A participação disciplinar dos encarnados abrange, assim, diferentes momentos do clássico que geraram contestação por parte do emblema da Luz.
A abertura do processo de inquérito significa que as situações denunciadas vão ser analisadas pelo Conselho de Disciplina da FPF, não representando, por si só, uma decisão sobre eventuais sanções. É esperado mais desenvolvimento nos próximos tempos.
Além do mais, levantou questões sobre presença de Simão Coutinho, diretor-desportivo do Al Nassr, e de Tiago Craveiro, consultor do jogador, na reunião com JJ
09 Out 2026 | 17:18 |
Alcides Freire, diretor-adjunto do jornal 'O Jogo', criticou duramente Cristiano Ronaldo na sequência do comunicado divulgado sobre a Seleção Nacional, destacando a ausência de Eusébio, lenda do Benfica e a maior referência do futebol português.
A. Freire: "O ego de Ronaldo até de Eusébio se esqueceu"
Num artigo de opinião, o jornalista questiona as escolhas do capitão português - que também foi criticado por António Simões: "O ego de Ronaldo até de Eusébio se esqueceu". O jornalista critica o facto de Cristiano Ronaldo ter mencionado Pelé e Maradona no comunicado, sem fazer qualquer referência ao antigo avançado do Benfica. "Neste particular, o ponto 6, com referências a Pelé e Maradona, ultrapassa o pior guião que se poderia imaginar. Por que não Eusébio? Por esquecimento, porventura".
Para o diretor-adjunto de O Jogo, a dimensão do documento também não se justificava. "Cristiano Ronaldo não necessitava de oito páginas, quase 1800 palavras e cerca de 10 mil caracteres para confirmar o que ficou evidente desde o primeiro dia: é tudo uma questão de ego".
Alcides Freire levantou ainda questões sobre a presença de Simão Coutinho, diretor-desportivo do Al Nassr, e de Tiago Craveiro, consultor de Cristiano Ronaldo, na reunião com Jorge Jesus que terá estado na origem do comunicado. Na sua análise, o texto procurou atingir o selecionador e desvalorizar Pedro Proença: "Pelo meio das habituais frases de amor à Seleção, o comunicado pretendeu punir Jorge Jesus e desvalorizar Pedro Proença".
A conclusão do jornalista é particularmente contundente quanto ao futuro do capitão português na equipa das quinas. "Assim sendo, a conclusão só pode ser uma: uma personalidade assim não pode voltar à Seleção Nacional, por muito bom que tenha sido o jogador", defendeu.
Pedro Sousa diz que salário de Palhinha obriga outro craque a exigir ganhar mais no Benfica
09 Out 2026 | 16:16