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Conselho de Disciplina da FPF obriga diretor de comunicação do Benfica a pagar milhares de euros
10 Mai 2026 | 13:14
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14 Set 2024 | 17:00 |
O sol vai alto, a contenda está lançada. João Diogo Manteigas desembainhou a espada, empunha-a agora contra dívidas e tempestades e vai lutar pelo desiderato mais alto, a cadeira do poder mais desejada no desporto nacional. Temos o primeiro candidato à Presidência do maior, do Sport Lisboa e Benfica, e temo-lo aqui na casa dos Benfiquistas, onde queremos também ter Rui Costa (primeiro convite para entrevista da história do Glorioso 1904, “comme il faut” devido à sua condição de Presidente) e quaisquer outros candidatos.
João Diogo Manteigas não deixa nada por dizer nesta grande entrevista. Fala-nos de objetivos, da falta de empenho em manter João Neves, do erro da renovação de Roger Schmidt, do pulso fraco de Bruno Lage, do descontrolo das dívidas e dos custos com fornecedores, e da incapacidade de Rui Costa cortar com o passado.
Os Lannister, os Stark, os Targaryen e os Baratheon estão de lâminas afiadas. É série que vai estar no ar por 13 meses. Começou a Guerra do Trono.
Glorioso 1904. O que o leva a candidatar-se à Presidência do Benfica?
João Diogo Manteigas. O que me leva a candidatar é muito simples. Diria que é a emoção, ambição e desejo. Um misto. Emoção por causa do sentimento de Benfiquista que eu tenho há muito tempo. Ambição porque quero aplicar aquilo que sei, o meu conhecimento todo dos últimos 17 anos em termos práticos e, pela minha experiência profissional, no universo do Benfica. E a parte mais sentimental de querer servir todos os Benfiquistas, Sócios e adeptos. Portanto, é um mundo muito específico, mas enquadro-me perfeitamente para o poder servir”.
G. Com 43 anos, será um dos candidatos mais jovens à Presidência do Benfica. A juventude aqui não é uma desvantagem?
JDM. "É extremamente positivo. Não consigo retirar pontos negativos. Compreendo que seja um tema controverso, mas o tema é controverso devido aos atuais Estatutos do Benfica. Ou seja, existe muito o tema da idade, sem necessidade. Esses Estatutos foram alterados em 2010, propositadamente para este efeito, entre outros. A minha idade não tem nada de negativo, é extremamente positivo. Já tenho experiência de alguns anos, também, não sou propriamente um jovem. Quando for candidato, tenho 43 anos de idade e há outros exemplos em clubes e sociedades desportivas em Portugal. Para mim, faz todo o sentido o Benfica, quando virar a página, vire uma página para um contexto mais jovem, sim, mas obviamente experimentado, profissionalizado. As últimas Presidências não tiveram nada de novo em termos daquilo que é mais emoção, mais virtude, mais vontade, mais capacidade, porque isso também é fruto da idade. Aos 40 anos é quando se tem maior capacidade para trabalhar".
G. As pós-graduações em direito desportivo e o MBA em liderança e gestão desportiva tinham como objetivo último a Presidência?
JDM. Confesso que sim. Ou seja, estamos aqui a falar de um tema que me é muito querido, porque desde há muitos anos que sempre ambicionei chegar a este ponto. Foi minha intenção pessoal desde sempre a formação especializada na área desportiva, porque efetivamente, no Benfica, o seu núcleo é o desporto; na sua transversalidade, não é só o futebol, há as modalidades, e, também, a parte institucional. Ainda assim, essa era a minha ambição, acabei por fazê-lo e especializar-me várias vezes, até porque são cursos repetidos ao longo dos anos. Fui-me atualizando. Ao mesmo tempo, precisava de alguma formação fora da caixa, daquilo a que estava habituado, fora também do trabalho. Por outro lado, a minha experiência profissional não é só desporto. Desde que me formei, trabalhei sempre em todas as áreas de direito.
G. Uma coisa são diplomas académicos, outra é a prática. Quais as experiências que o tornam apto para o cargo?
JDM. "Desde o momento em que me quis formar em direito desportivo, fiz por começar a trabalhar também dentro da área. Não havia praticamente nenhum trabalho, na altura; havia muita teoria. Temos muitas boas cabeças em Portugal que pensaram em direito do desporto e foram implementando, com os governos de 1996 para a frente, alguns diplomas produtivos. Portanto, apanhei uma onda em que comecei a trabalhar em direito do desporto quando ele praticamente não existia no mercado. Isso fez com que, desde há 17 anos, conseguisse representar federações, associações, clubes, treinadores, jogadores, representei tudo e mais alguma coisa na FIFA. Por acaso, curiosamente, no TAD não, porque tenho conflitos de interesses. Acabo sempre por ser advogado ou conselheiro de organizações e depois não posso ser o advogado desses conflitos quando surgem. Portanto, intencionalmente, quis meter-me a trabalhar com as pessoas que precisavam disso. Na altura, os clubes praticamente não tinham departamento jurídico. Hoje têm e grandes. Havia muito trabalho externo. Foi um nicho de mercado que se foi criando e, felizmente, estive no início desse nicho de mercado. Havia poucas cabeças que pensavam nisso. Tive o prazer de as conhecer todas. Isso também me empurrou para continuar a trabalhar com esta área de mercado".
G. Diga-nos as três principais metas para cumprir no seu mandato caso seja eleito.
JDM. "Há metas e objetivos. É extremamente importante debater e pensar no Benfica. Há duas premissas essenciais. Nunca houve, na história do Benfica, tempo e calma para pensar e debater junto dos Sócios e dos adeptos. Não interessam, ou não me interessa a comunicação social em torno daquilo que é o habitual durante o dia que é o futebol, o jogo jogado, as táticas, as técnicas, os árbitros. Não é isso que é o interessante. Hoje em dia, os Benfiquistas começaram a pensar noutras coisas, sobretudo agora nos últimos dois/três anos, no mandato do atual Presidente do Benfica. Têm mais acesso à informação. Portanto, as premissas que estão em cima da mesa são: pensar e debater no Benfica e, acima de tudo, olhar para esta candidatura, não só para mim, mas para quem está comigo, e não associarem a qualquer tipo de interesses ou de objetivos secundários. É uma campanha completamente despida dessa intenção; é uma candidatura para debater com quem quiser debater connosco. Queremos desmistificar aqui algum caminho de oposição, e certamente serei acusado disso e percebo. Mas é uma questão de comunicação. A sensação que se tem é exatamente que isto é uma oposição, mas não é. Não é oposição absolutamente nenhuma. É abrir um caminho para que quem quiser falar e debater no Benfica, transversalmente, tenha aqui uma pessoa com quem o fazer".
G. Voltando às metas…
JDM. "Algo essencial que me preocupa bastante é a dívida. Não é só a dívida da SAD, mas também a dívida do Clube. A segunda (meta), obviamente, é a desportiva. E a terceira é dar mais poder aos Sócios e aos adeptos. A primeira, recentemente, soubemos pelo Relatório e Contas da SAD, e não é nada que não fosse previsível. É possível fazer-se projeções à medida que os mandatos vão avançando. Há que estruturar, imediatamente, tudo aquilo que é o passivo e a dívida global da SAD, mas assente no modelo desportivo que vai ter de ser reconfigurado. Depois, a dívida do clube, que é algo que me toca pessoalmente e que tive de oportunidade de falar sobre isso na Assembleia Geral de junho, e, inclusivamente, fruto dessa intervenção, o Benfica contactou-me para explicar-me o universo da dívida do Benfica. Fiquei ainda mais preocupado".
G. Pode concretizar?
JDM. "O Clube, que é uma associação, não tem fins lucrativos, tem uma exposição gigantesca (à dívida), que a qualquer momento pode colapsar se não houver um estudo de viabilidade económica para ser executado. Preocupa-me bastante. O segundo objetivo é o desportivo. Mesmo com todas as mudanças que têm de ser feitas, o desporto tem de se manter o objetivo principal: tem de se ganhar. A primeira tendência em que as pessoas pensam é ‘mas se ele vai reconstruir tudo e reconfigurar tudo, se calhar, vamos desinvestir para não conseguirmos, depois, ter os títulos’. É o contrário. Há uma reestruturação, tendo sempre como objetivo principal ganhar e manter essa sustentabilidade desportiva. A terceira (meta) tem a ver com os Sócios. Nós temos percebido ao longo deste mandato que a alteração aos Estatutos chegou tarde, a auditoria chegou tarde. Quando foi bandeira e premissa eleitoral por parte de quem lá está. Há temas demasiados significantes e intensos que devem ser do interesse dos Sócios e quero dar essa possibilidade de abrir (a porta aos Sócios). Não é só uma auditoria. É uma questão de a transparência ser um ativo extremamente tangível, porque as pessoas têm de ter acesso a essa informação e não sou eu que a tenho de avaliar. Basicamente, tenho de abrir essa porta, fazer a transparência e entregá-la aos Sócios".
“Nasci Benfiquista”
G. Uma candidatura destas, calculamos, não se faz sem apoios fortes: quem está por detrás da sua candidatura?
JDM. Neste preciso momento, o que vos posso dizer é que isto tem vindo a ser preparado há algum tempo. Não nasceu ontem. Não nasceu no último ano. É uma vontade minha já de há algum tempo e, ao longo dos anos, fui-me preparando. Neste momento, em termos institucionais, e é algo só mais à frente verão, porque, como temos aqui um ano e um mês praticamente, importa, também, não ter tudo em cima da mesa para, mais tarde, mostramos e, provavelmente, mostrar até mais aquilo que queremos fazer. Há que abrir, também, uma porta a uma coisa: a partir do momento em que lançamos esta candidatura, certamente, mais pessoas se juntarão a nós.
G. Mas quais os nomes que estão consigo? Noronha Lopes, Benitez?
JDM. Atualmente, não estão, mas a candidatura está de porta aberta. Gostava muito de falar quer com Benítez, quer com Noronha Lopes, ou qualquer outro candidato que tenha surgido no passado. Quero falar com todos. Todos aqueles que queiram o bem para o Benfica e todos aqueles que quiseram ou queiram uma mudança para o Benfica. Acho que Benitez e também Noronha Lopes encaixam perfeitamente nesse segmento. Teria todo o prazer em falar com eles. Acho que falarei com eles, muito sinceramente. Se tiver essa oportunidade, tenho a certeza que vamo-nos entender e que eles vão-me apoiar.
“Noronha Lopes e Benitez, atualmente, não estão comigo, mas a candidatura está de porta aberta. Gostava muito de falar quer com Benitez, quer com Noronha Lopes, ou qualquer outro candidato que tenha surgido no passado. Quero falar com todos.”
G. Como descreve a sua ligação emocional ao Benfica? Qual é a memória mais marcante que tem como adepto do clube?
JDM. Tive a felicidade de nascer Benfiquista. Lembro-me de há alguns anos, num debate, o Dr. João Vale e Azevedo ter dito ‘que era mais Benfiquista quem conscientemente adquiriu essa ligação’ e discordo completamente. Não há aqui comparações. Não me lembro de ser benfiquista, eu nasci Benfiquista. A felicidade do meu pai ter passado essa ligação, nem sequer foi questionado o porquê de ser Benfiquista. Quer dizer, nasci Benfiquista. Não tenho de estar a pensar porque é que sou ou deixo de ser. Depois, tive outra felicidade, confesso. Os meus pais tiveram um ginásio de musculação no antigo Estádio da Luz. Na minha pré-adolescência e parte da minha adolescência, a minha vida era estar no Estádio da Luz e a estudar. Ou seja, saía de casa, ia para a escola e depois ia para o Estádio da Luz. O ginásio estava aberto de segunda a sábado, das 8h até às 22h e tinha de estar lá sempre. Nas férias de verão, era mesma coisa. Portanto, a minha vida, entre os oito e os 17 anos, era passada sempre no Estádio da Luz e o estádio antigo dizia-me muito. Conhecia-o como a palma da minha mão. O ginásio era na antiga porta 7, primeiro piso, ao lado de praticamente todos os Sócios, ao lado da loja do Benfica, por cima do Pavilhão Borges Coutinho, ao lado dos pavilhões de treino de basquete, atletismo, ping pong. Depois, o estádio estava aberto e andava pelos camarotes todos. Não é como hoje. Não havia segurança. Eram outros tempos. Essa ligação emocional, à parte da afetividade obviamente da família, foi muito mais forte para mim por causa de todos esses anos, finais de 80. Efetivamente, criei uma ligação muito mais forte. Tive muita dificuldade quando o estádio foi destruído. Era apologista que podia ter sido, de alguma forma, rejuvenescido, restruturado. Fiquei com pena. Portanto, a minha ligação emocional acaba por ser afetiva e familiar, mas também diretamente relacionado com a presença física que ainda hoje tenho presente na minha cabeça.
“Os meus pais tiveram um ginásio de musculação no antigo Estádio da Luz. Na minha adolescência, a minha vida era estar no Estádio da Luz e a estudar. Ou seja, saía de casa, ia para a escola e depois ia para o Estádio.”
Confira aqui as declarações de João Diogo Manteigas:
Entrevista exclusiva de João Diogo Manteigas ao Glorioso 1904:
- Parte 1: Exclusivo Glorioso 1904 - “Tenho a certeza que Noronha Lopes e Benitez vão-me apoiar”
- Parte 2: Exclusivo Glorioso 1904 – João Diogo Manteigas: “Não tenho Bruno Lage como uma pessoa de pulso forte”
- Parte 3: A publicar no próximo domingo (15 de setembro)
- Parte 4: A publicar no próximo domingo (15 de setembro)
- Parte 5: A publicar no próximo domingo (15 de setembro)
- Parte 6: A publicar na próxima segunda-feira (16 de setembro)
- Parte 7: A publicar na próxima segunda-feira (16 de setembro)
- Parte 8: A publicar na próxima segunda-feira (16 de setembro)
Antigo vice-preseidente dos encarnados abordou novamente tema da venda das ações do Rei dos Frangos e deixou um alerta sobre possíveis consequências
16 Mai 2026 | 10:29 |
A venda de mais de 15% da SAD do Benfica a um fundo norte-americano continua a dar que falar, e Jaime Antunes voltou a tecer comentários a respeito desse tema sensível. Numa entrevista recente, o antigo vice-presidente dos encarnados alertou que o Clube da Luz, liderado por Rui Costa, deve colocar os interesses do Glorioso à frente e bloquear a compra.
Jaime Antunes: "A SAD do Benfica e a administração da SAD do Benfica só aceitam este negócio se quiserem"
"A SAD do Benfica e a administração da SAD do Benfica só aceitam este negócio se quiserem, porque os estatutos dizem que, quando se compram blocos de ações superiores a 2%, as ações de tipo A, ou seja, as ações que são detidas pelo Benfica, têm o direito de veto sobre essas transações, desde que o comprador esteja numa situação de concorrência com o Benfica", disse Jaime Antunes, em declarações à Agência Lusa.
"Por outro lado, os estatutos também definem o que é concorrência: é o comprador ter atividades na área do futebol ou da organização de eventos desportivos. Ora, é público que este fundo tem atividades na área da organização de eventos desportivos, porque gere arenas desportivas, e, agora, também foi anunciado o seu envolvimento, direto ou indireto, na compra do Veneza, em Itália. Portanto, a administração da SAD do Benfica tem tudo nas mãos para vetar o negócio, e eu acho que é isso que deve fazer", sublinhou o antigo vice-presidente do Glorioso.
Jaime Antunes: "Se a SAD não vetar o negócio, nós podemos considerar que há um prejuízo grave de uma estratégia futura do Benfica"
"A administração do Benfica na altura vetou o negócio e, por isso, é que John Textor acabou por não concretizar a compra das ações da SAD, porque era concorrente do Benfica em determinadas áreas. Portanto, agora, a administração da SAD tem todas as possibilidades, se assim entender, para vetar esta compra", apontou Jaime Antunes, recordando o artigo 13 que impediu a entrada de John Textor na sociedade vermelha e branca.
"Se a SAD não vetar o negócio, nós podemos considerar que há um prejuízo grave de uma estratégia futura do Benfica e da SAD do Benfica, e os sócios do Benfica poderão ser parte interessada numa contestação. Mas, para já, vamos esperar pela decisão da direção do Benfica", avisou o ex-dirigente à Lusa.
Comunicado das águias revela igualmente a localização do evento, tal como temas que vão figurar e ser debatidos com os associados das águia
13 Mai 2026 | 15:20 |
Terminada a temporada desportiva, que vai acontecer no próximo sábado, 16 de maio, o Benfica revelou as datas para a realização das próximas Assembleias Gerais do Clube. Segundo uma convocatória, emitida pelos encarnados, as duas reuniões vão decorrer a 27 de junho, ambas no Pavilhão n.º 2 da Luz. Confira o comunicado.
"Realizam-se no próximo dia 27 de junho (sábado) duas Assembleias Gerais Ordinárias do Sport Lisboa e Benfica, no Pavilhão n.º 2 do Clube", pode ler-se no comunicado partilhado pelo Benfica através das suas plataformas oficiais. De relembrar que as águias não corresponderam ao 'desafio' lançado por João Diogo Manteigas.
"A Assembleia Geral destinada a apreciar e discutir o planeamento, a gestão e os resultados desportivos da época 2025/26 do futebol, bem como das restantes modalidades do SLB, após o final da respetiva temporada desportiva, tem início marcado para as 8h30", pode ler-se na mesma convocatória, emitida pelo Benfica.
"No mesmo local, às 14h00, decorrerá a segunda Assembleia Geral (AG) do dia 27 de junho, para apreciar e votar o orçamento de despesas e receitas, o plano de investimentos e o parecer do Conselho Fiscal, para a época de 2026/27", acrescentou a mesma nota partilhada pelas águias.
No mesmo comunicado, o Benfica também deixou umas breves explicações sobre o processo de deliberação que vai acompanhar a realização das Assembleias gerais. No Pavilhão da Luz, será feito através de sistemas eletrónicos que vão estar disponíveis, no site oficial dos encarnados, na plataforma onde será acompanhada a transmissão, e, por fim, na app oficial do Clube da Luz.
Ex-dirigente, responsável por um dos departamentos mais importantes no Clube da Luz, abordou ainda os recentes resultados obtidos nas eleições de 2025
13 Mai 2026 | 13:21 |
João Carvalho não ficou por meias palavras ao afirmar que o principal problema do Benfica é Rui Costa. Numa entrevista recente, o antigo presidente do Conselho Fiscal, que já tinha abordado o negócio do Rei dos Frangos, apontou que a maior lacuna do Clube da Luz passa pelo dirigente máximo e que, não é com contratações que se vai encontrar uma solução.
João Carvalho: "Pode vir o Klopp, pode vir o Guardiola, que o problema do Benfica é o Presidente e a Direção"
"Pode vir o Klopp, pode vir o Guardiola, que o problema do Benfica é o Presidente e a Direção", começou por dizer João Carvalho, numa entrevista à Bola Branca, onde deixou duras críticas à estrutura encarnada, depois de um empate frente ao Braga que deu um rombo grande nas aspirações do Clube da Luz na Liga dos Campeões.
"O Benfica tem de ter um líder e não tem. Não tem um líder há bastante tempo. Era importante que as pessoas que rodeiam Rui Costa façam com que ele perceba isso, já que é natural que a pessoa não reconheça as próprias fraquezas", apontou o antigo dirigente dos encarnados, deixando críticas ao atual Presidente das águias.
João Carvalho: "Houve eleições há pouco tempo. Nessa altura, deviam ter ponderado bastante bem. Os sócios enganaram-se"
"Houve eleições há pouco tempo. Nessa altura, deviam ter ponderado bastante bem. Os sócios enganaram-se", atirou João Carvalho, na entrevista à Bola Branca, onde afirmou não estar de acordo com a decisão de dar mais quatro anos de mandato a Rui Costa. O ex-dirigente defende que se deveria ter dado um rumo diferente em novembro de 2025.
"Nesta altura, ainda não se sabe quem fica em segundo lugar. Vamos lá ver se vamos para o Marquês comemorar o segundo lugar. Ao ponto que chegámos", ironizou o antigo presidente do Conselho Fiscal. "Há que acabar a época, que já falta pouco, preparar a próxima e deviam ser preparadas novas eleições", concluiu João Carvalho.
Conselho de Disciplina da FPF obriga diretor de comunicação do Benfica a pagar milhares de euros
10 Mai 2026 | 13:14
Negócio Rei dos Frangos: saiba o que é o artigo 13 dos Estatutos do Benfica
09 Mai 2026 | 09:23
Jaime Antunes deixa sério aviso à SAD do Benfica e atira: "O artigo 13 dos Estatutos..."
08 Mai 2026 | 11:39