Futebol
Juventus em contactos com Jorge Mendes por central que Rui Costa quer no Benfica
25 Set 2026 | 15:02
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Futebol
04 Ago 2024 | 09:29 |
Depois de ter começado a passada temporada apenas com um defesa destro no plantel, Rui Costa vai mesmo avançar para a compra de um novo lateral-direito, evitando repetir um erro que causou algumas 'dores de cabeça' a Roger Schmidt. Posto isto, há quem garanta que o principal alvo dos dirigentes encarnados está encontrado.
Segundo informa o jornal português Record, este domingo, as águias pretendem apostar a fichas todas em Zakaria El Ouahdi, sendo este o nome referenciado pelos responsáveis do Benfica. É certo que os encarnados ainda não terão feito uma proposta pelo defesa do Genk, porém os rumores de mercado dão conta do sério interesse do Clube da Luz.
Aliado ao desejo dos encarnados está também a vontade do futebolista marroquino. Tal como foi noticiado, El Ouahdi estará a pressionar o Genk para sair, vendo com bons olhos vestir o Manto Sagrado em 2024/25.
Importa recordar que, antes do particular com o Fulham, Rui Costa, que abordou vários temas em declarações à comunicação social, acabou por garantir que pretende encontrar um substituto para Alexander Bah. Assim sendo, El Ouahdi não chegará ao plantel de Roger Schmidt para assumir a titularidade.
Durante a temporada 2023/2024, Zakaria El Ouahdi – atualmente avaliado em 4,5 milhões de euros – marcou presença em 26 partidas ao serviço do Genk: 23 na Liga da Bélgica, duas na Taça da Bélgica e uma na Liga Conferência. Nos 2.126 minutos totalizados o lateral apontou quatro assistências, não somando qualquer tiro certeiro.
O marroquino, que está agora na mira do Benfica, mudou-se para o Genk no início da temporada transata, chegando do Molenbeek, a troco de 2,5 milhões de euros, equipa que representou por duas temporadas. Durante o seu processo de formação, Ouahdi também jogou ao serviço do FC Rupel-Boom, novamente da Bélgica.
Na Madeira, em jogo em atraso da 1.ª jornada, águias não deram hipóteses à formação insular e continuam a subir posições na tabela
25 Set 2026 | 16:33 |
O Benfica venceu o Marítimo por 3-1, na Madeira, em jogo em atraso da 1.ª jornada da 1.ª fase da Liga Next Gen. Peter Edokpolor, Deivid Vieira e Chrystian Djaló marcaram os golos das águias, enquanto Tyler Keating apontou o único tento dos insulares. Igor Said, reforço que chegou do Real, foi titular.
Os encarnados entraram melhor e chegaram à vantagem aos 21 minutos. Alan Santos protagonizou uma boa combinação ofensiva e, de calcanhar, assistiu Peter Edokpolor, que apareceu em posição privilegiada e finalizou rasteiro, sem dar hipóteses ao guarda-redes contrário.
A equipa da casa reagiu ainda antes do intervalo e conseguiu restabelecer a igualdade aos 44 minutos. Na sequência de um livre cobrado pelo lado esquerdo, Tyler Keating apareceu na área para desviar de cabeça e levar o encontro empatado para o descanso.
O Benfica voltou a colocar-se na frente logo aos 55 minutos. Deivid Vieira isolou-se perante o guarda-redes madeirense, ultrapassou-o e, perante a baliza deserta, limitou-se a encostar para o 2-1. As águias controlaram depois o encontro e acabariam por ampliar a vantagem.
O resultado final ficou fechado aos 70 minutos, com Chrystian Djaló a aproveitar um cruzamento preciso vindo da esquerda para desviar para o fundo das redes. Com este triunfo, o Benfica sobe ao sexto lugar, à condição, com 10 pontos.
O onze inicial da equipa de Vítor Vinha foi composto por: Luis Xavier (Guarda-redes), Igor Said, Diogo Rocha, Guilherme Gaspar, Leandro Martins, Miguel Galinho, Deivid Vieira, Isaac Ferreira, Felipe Lima, Alan Santos e Peter Edokpolor
Desempenho de atleta chama a atenção após a primeira jornada com dois golos e encontra-se na lista da UEFA após primeira ronda
25 Set 2026 | 15:38 |
Marit Lund foi distinguida pela UEFA após a grande exibição na vitória do Benfica frente à Juventus, por 2-1, na primeira jornada da fase de liga da Liga dos Campeões Feminina. A lateral norueguesa integrou a Equipa da Semana da competição, depois de ter sido decisiva no triunfo das águias em Turim.
A internacional norueguesa assinou os dois golos da formação orientada por Ivan Baptista, assumindo-se como a grande figura da partida e recebendo também o prémio de Mulher do Jogo. O desempenho valeu-lhe o reconhecimento do Grupo de Observadores Técnicos da UEFA.
A Juventus entrou melhor no encontro e teve maior iniciativa, mas encontrou um Benfica muito organizado defensivamente. As italianas criaram perigo em apenas duas ocasiões na primeira parte, antes de as encarnadas começarem a equilibrar as operações.
Aos 40 minutos, após intervenção do VAR, a árbitra assinalou grande penalidade por falta de Rosucci sobre Anna Csiki. Marit Lund assumiu a responsabilidade e não desperdiçou, colocando o Benfica em vantagem antes do intervalo. Na segunda parte, Chandra Davidson ainda marcou, mas o golo foi anulado por falta da avançada canadiana. Pouco depois, aos 61 minutos, Lund voltou a aparecer em grande plano. Na cobrança de um livre direto à entrada da área, a lateral norueguesa executou de forma irrepreensível e colocou a bola no ângulo superior direito da baliza defendida por De Jong, assinando o 2-0.
A Juventus ainda reduziu aos 86 minutos, através de Alba Redondo, mas o Benfica segurou a vantagem até ao apito final. As águias iniciam assim a caminhada europeia com um triunfo de peso, enquanto Marit Lund vê o seu desempenho ser reconhecido ao mais alto nível pela UEFA.
Jornalista considerou que intenção e contexto devem ser avaliados antes de uma decisão disciplinar com consequências relevantes para o encontro
25 Set 2026 | 15:34 |
Eduardo Dâmaso analisou a expulsão de Clément Lenglet e questionou a proporcionalidade da decisão tomada pelo árbitro no Porto - Benfica. O jornalista recorreu aos princípios jurídicos da necessidade, adequação e proporcionalidade para explicar por que razão considera que a arbitragem também deve ter em conta o contexto de cada lance.
E. Dâmaso: "A expulsão do Lenglet fez-me lembrar o pouco que me ficou da passagem pelo curso de Direito"
"A expulsão do Lenglet fez-me lembrar o pouco que me ficou da passagem pelo curso de Direito. Os princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade são critérios jurídicos que limitam o exercício do poder público e emanam do bom senso, em geral. Quando um tribunal ou o Estado restringem direitos, têm de perguntar se a medida é adequada para atingir o fim; se é necessária ou existia outra menos gravosa; se o sacrifício imposto é proporcional ao benefício que se pretende alcançar", explicou no jornal 'Record'.
Dâmaso defendeu que estes princípios, ainda que de forma implícita, estão presentes nas decisões tomadas pelos árbitros: "O árbitro não exerce exatamente esse tipo de poder. Aplica um regulamento privado cujo objetivo principal é garantir igualdade competitiva e previsibilidade. Aqueles princípios, porém, não podem ser-lhe estranhos. É de elementar bom senso. Quando o árbitro decide se uma entrada é apenas negligente, imprudente ou usa força excessiva, está a fazer um juízo de proporcionalidade. Quando decide entre uma advertência verbal e um cartão por protestos, está a fazer um juízo de necessidade. Quando opta por deixar seguir uma vantagem em vez de interromper o jogo, está a ponderar adequação", afirmou.
O jornalista considerou ainda que a intenção e o contexto devem ser avaliados antes de uma decisão disciplinar com consequências relevantes para o jogo: "A esta luz, o lance de Lenglet justificaria a intervenção disciplinar máxima possível, sabendo o árbitro que um segundo amarelo alteraria profundamente o jogo? Esta é uma pergunta legítima. Um juiz, um procurador, um polícia e um árbitro exercem um poder que pode alterar profundamente a vida — ou, no caso do futebol, o resultado — de terceiros. Quanto maior é esse poder, maior deve ser a prudência na sua utilização», defendeu.
Além do mais, considerou que a decisão acabou por prejudicar o próprio espetáculo: "Na verdade, a justiça não deve só aplicar mecanicamente a norma. Também tem de compreender o seu fim. Naquele lance, a falta de equidade saltava à vista. Não porque o árbitro tenha errado na leitura das regras, mas porque poderá ter privilegiado uma aplicação estritamente literal em detrimento de uma gestão prudente e proporcional do jogo. E isso matou o próprio jogo. Foi uma expulsão capital. Não era suposto ser assim", concluiu.