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Futebol
02 Jun 2025 | 18:38 |
O modesto Auckland City, um dos adversários do Benfica na fase de grupos do Mundial de Clubes, já se encontra a caminho dos Estados Unidos da América. A equipa neozelandesa, ao que tudo indica, tem os vistos em dia e já se meteu no avião, numa longa viagem, cuja previsão de tempo de voo pode chegar às 19 horas.
O conjunto oriundo de uma das ilhas da Nova Zelândia, é a única equipa amadora que vai participar na competição e fez questão de salientar sso quando anunciou o resultado do sorteio, realizado no passado mês de dezembro: “Enfrentará a potência europeia Bayern de Munique, o gigante português Benfica e o peso pesado sul-americano Boca Juniors”.
A caminho da terra do Tio Sam, o Auckland City escolheu a cidade de Chattanooga, no estado do Tennessee, como o quartel general durante a sua participação no Mundial de Clubes. Contudo, antes do pontapé de saída da prova, a equipa amadora vai realizar dois amigáveis em solo americano. Primeiro contra os Philadelphia Union, em Filadélfia e, uns dias mais tarde, joga em Washington, com o Al Ain, outra equipa que vai participar na competição.
Quanto ao Mundial em si, o conjunto neozelandês começa a fase de grupos no dia 15 de junho, um dia depois do Benfica, ao defrontar o Bayern Munique em Cincinnati, no Ohio. Cinco dias mais tarde, a 20 de junho, mede forças com o Glorioso, em Orlando, Flórida. Na terceira última jornada do Grupo C, a equipa regressa ao Tennessee, onde vai jogar com o Boca Juniors, a 24 de junho, em Nashville.
Vale recordar que só há uns dias atrás é que a fase de grupos da prova ficou fechada, depois da qualificação do Los Angeles FC, que afastou os mexicanos do Club América. Recorde-se, que o Benfica, a gozar de alguns dias de descanso, regressa aos trabalhos esta quarta-feira, 4 de junho, para preparar o Mundial de Clubes.
Treinador analisou a chegada do novo reforço encarnado e vê potencial de grande valia no jogador, mas também a chance de se tornar bode expiatório
22 Ago 2026 | 16:33 |
Vítor Manuel, pai de Vítor Bruno, analisou o possível impacto da chegada de João Palhinha ao Benfica e deixou um alerta quanto às expetativas que estão a ser criadas em torno do internacional português. Para o treinador, as águias já dispõem de soluções suficientes no plantel para controlar os adversários e impedir que estes criem situações de grande perigo, mesmo sem a contratação do médio.
Vítor Manuel sobre o Benfica: "Palhinha não vai ser o salvador da pátria..."
O técnico e 74 anos considera, inclusive, que o atual plantel se adapta perfeitamente a um sistema de 4x2x3x1: “Atendendo ao perfil dos jogadores deste plantel, o 4x2x3x1 faz todo o sentido. Punha o Prestianni na direita, o Schjelderup na esquerda e o Rafa nas costas do Pavlidis. Atrás, Barrenechea e Aursnes”, explicou ao jornal 'A Bola'.
Com Palhinha, Vítor Manuel admite uma alteração na estrutura da equipa, apostando num meio-campo composto pelo internacional português e Aursnes: “Com Palhinha, metia Palhinha e Aursnes no corredor central e talvez optasse por um 4x4x2 clássico — como o grande Benfica usou nos anos 60, 70 e 80 —, com Rafa e Prestianni (ou Schjelderup) nas alas e, na frente, Durán e Pavlidis”, acrescentou.
Apesar de reconhecer a qualidade do médio, o treinador teme que a mediatização da contratação acabe por colocar uma pressão excessiva sobre Palhinha: “O excesso de mediatização da contratação de Palhinha pode transformar-se em demasiada responsabilidade para o jogador, enquanto os outros médios poderão pensar que para pouco contarão. Palhinha não vai ser o salvador da pátria e, se o Benfica não for campeão, pode tornar-se num bode expiatório”, alertou.
Vítor Manuel destacou, ainda assim, que a decisão cabe a Marco Silva e que o treinador saberá melhor do que ninguém aquilo de que a equipa necessita: “O Marco é que é o treinador e ele sabe, melhor do que ninguém, do que precisa a equipa. Ele acha que o Benfica precisa de um jogador com este perfil e só temos de aceitar”, afirmou.
Comentadora afirma que palavras do próprio Marco Silva deixa situação do jogador como inexplicável após alto valor pago pelo Glorioso
22 Ago 2026 | 15:09 |
O Benfica está disposto a realizar um esforço financeiro significativo para garantir João Palhinha. As águias preparam-se para investir cerca de 14 milhões de euros na contratação do médio ao Bayern Munique, uma operação que, na opinião de Leonor Pinhão, é perfeitamente justificável tendo em conta a influência de Marco Silva no processo. A comentadora critica, no entanto, a contratação de Jakub Kaminski.
“Entretanto, se João Palhinha, como se ouve por aí, assinar pelo Benfica, a sua contratação deve-se ao singular estado de graça que paira sobre Marco Silva na Luz. Os dois, Marco Silva e Palhinha, já trabalharam juntos no estrangeiro. O atual treinador do Benfica quis Palhinha no Fulham e foi do Fulham que o jogador seguiu para o Bayern de Munique”, começou por escrever no jornal 'Record'.
Para Leonor Pinhão, o reencontro entre treinador e jogador poderá concretizar-se precisamente porque Marco Silva voltou a identificar Palhinha como uma peça importante para o plantel encarnado: “Agora, no Benfica, Marco Silva voltou a pedir Palhinha e tudo indica que vai ter Palhinha. Deve-o à sua insistência e ao bom trabalho que tem apresentado, ‘obrigando’ a SAD do Benfica ao esforço financeiro que é o único tema da atualidade do futebol nacional, como se não houvesse outros temas para conversar”, acrescentou.
A adepta das águias estabeleceu, contudo, uma comparação com outra contratação do Benfica e considera difícil justificar o investimento realizado por Jakub Kaminski, sobretudo depois das declarações públicas de Marco Silva sobre o papel do polaco na equipa.
“Vamos, então, ao tal esforço financeiro do Benfica. Tudo aqui funciona por comparação e até para os amadores nestes temas assombrosos do capital parecerá inteiramente justificada a despesa por Palhinha na mesma medida que vai parecendo inteiramente injustificável o esforço financeiro pelo simpático polaco Kaminski que custou uma fortuna para ser, segundo o próprio treinador afirmou publicamente, a terceira escolha para a sua posição”, afirmou.
Jogador não vem tendo o aproveitamento esperado nas partidas mais recentes e compatriota questiona sobre decisão de Marco Silva
22 Ago 2026 | 15:03 |
Trubin perdeu o lugar no arranque da nova época para Samuel Soares. A decisão de Marco Silva gerou discussão na Ucrânia, país natal do guarda-redes, com o antigo internacional Yevhen Levchenko a procurar explicar os motivos que poderão ter levado o técnico encarnado a promover a alteração.
Levchenko sobre escolha de Marco Silva por Samuel Soares ao invés de Trubin no Benfica: "e não vejo nenhum problema nisso..."
Em declarações ao jornal Tribuna, o antigo ponta-de-lança defendeu que a escolha do treinador pode estar relacionada com as características de cada guarda-redes, nomeadamente na capacidade para jogar com os pés.
“Se tens dois guarda-redes de nível semelhante, o treinador pode escolher, por exemplo, o que joga melhor com os pés, se estiver a montar uma equipa que exija essa capacidade. Se o outro guarda-redes é melhor com os pés do que o Trubin, o que pode o treinador fazer? Percebo que, para nós, ucranianos, seja desagradável não ver o Trubin jogar, mas é uma escolha do treinador, e não vejo nenhum problema nisso”, explicou.
Levchenko deixou ainda a possibilidade de Trubin permanecer como segunda opção, apontando o exemplo do compatriota Lunin no Real Madrid ou até procurar uma saída do Benfica caso a situação se mantenha.Trubin recorreu recentemente às redes sociais para partilhar uma mensagem.
“Estou sempre a definir novos objetivos para mim. Mas nenhum deles faz sentido se, pelo caminho, deixamos de ser quem somos. Para mim, é importante não evoluir apenas como futebolista, mas também continuar a ser uma pessoa em quem os outros podem confiar e encontrar apoio. É por isso que acredito que a força está nas ações, não nas palavras”, escreveu o guardião.