Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
23 Out 2024 | 11:27 |
Luís Pedro Ferreira, diretor do jornal A Bola, trouxe para cima da mesa a possibilidade de o Benfica perder referências importantes no plantel. Neste cenário, Fredrik Aursnes foi destacado pelo jornalista como o potencial sucessor para a liderança das águias.
“O Benfica reencontra o Feyenoord depois de uma goleada de pré-temporada, numa altura em que a esperança de um "regresso" de Roger Schmidt ainda estava viva e o clube vivia numa ilusão. Muitos jogos depois (muitos porque mal a Liga começou se percebeu que o germânico podia estar em apuros), Bruno Lage pegou na equipa e percebeu-se que começou por resolver o meio-campo”, começou por dizer.
“Quando se diz que Bruno Lage pôs os jogadores nas posições certas, passou por este pensamento de recuperar Orkun e Fredrik. Agora, provavelmente também, é o norueguês que é a estrela discreta enquanto o turco recupera a reputação e a alegria”, sublinhou Luís Pedro Ferreira.
“Aursnes é capaz de surpreender qualquer treinador, pois a amplitude do seu jogo é imensa e a sua adaptabilidade um fator determinante. Falta, talvez, a parte menos visível, mas que começa a notar-se. A sua liderança”, continuou o jornalista, insinuando que o craque das águias poderá ser o próximo capitão.
"Aursnes está na fila da frente para essa sucessão, independentemente da braçadeira”
“O Benfica vai perder, em breve, algumas das suas referências. Di María e Otamendi, um mais líder que o outro, no sentido que o central é capitão e mais vocal do que o compatriota, e precisa de novos líderes. Aursnes está na fila da frente para essa sucessão, independentemente da braçadeira”, prosseguiu.
“Seria curioso, já agora, fazer uma sondagem entre adeptos de Benfica e Feyenoord. Se só pudessem ter um, quem contratariam? Kokcu ou Aursnes? Desconfio que as respostas seriam opostas...”, terminou o jornalista, em jeito de pergunta.
Comentador entende que encarnados tiveram capacidade para construir uma vantagem muito mais confortável diante do Aarhus (3-1)
21 Ago 2026 | 12:30 |
Luís Pedro Sousa considera que a vitória do Benfica frente ao Aarhus (3-1) soube a pouco e deixa uma crítica à utilização de Lukebakio, que considera ter um "perfil pouco trabalhador". O comentador entende que os encarnados tiveram capacidade para construir uma vantagem muito mais confortável e questiona também algumas das opções de Marco Silva, nomeadamente a utilização tardia de Richard Ríos e Schjelderup.
"Foi uma vitória que soube a pouco, sim. Pelo caudal ofensivo e as oportunidades desperdiçadas durante a primeira parte, o Benfica esbanjou uma oportunidade soberana de sentenciar a eliminatória. Meio caminho está percorrido, é verdade, mas o Aarhus saiu da Luz com uma réstea de esperança que não justificou", pode ler-se no jornal 'Record'.
As entradas de Ríos e Schjelderup apenas nos últimos 20 minutos também foram alvo de reparos: "É difícil de justificar, claro. Em primeiro lugar porque, ao sétimo jogo oficial, não se percebe como é que estes dois jogadores ainda não integram o onze. Depois, porque a equipa, logo no início da 2.ª parte, precisava de ser espevitada. Estava a perder ritmo e discernimento. No caso do miolo do terreno, acresce ainda o facto de Leandro Barreiro estar com um cartão amarelo madrugador e de arriscar uma expulsão que seria altamente penalizadora para o Benfica".
L. Pedro Sousa: "Marco Silva, tal como José Mourinho, não é adepto do perfil pouco trabalhador do belga"
Já sobre a opção de lançar Kaminski em vez de Lukebakio, Luís Pedro Sousa não atribui grande significado à decisão, mas aponta uma característica ao canhoto que não reúne a preferência do atual treinador do Benfica. "Significa pouco. Já sabemos que Marco Silva, tal como José Mourinho, não é adepto do perfil pouco trabalhador do belga".
A análise deixa críticas a diferentes aspetos da gestão da equipa, desde a margem curta da vitória à utilização tardia de jogadores que podem assumir um papel importante no onze. Ainda assim, o Benfica parte para a segunda mão com vantagem de 3-1 e em posição favorável para confirmar a passagem à fase de liga.
Comentador desportivo teceu comentários sobre a partida da primeira mão do play-off de aceso à fase de liga da UEFA Europa League
21 Ago 2026 | 11:52 |
O Benfica deu um passo importante rumo à fase de liga da Liga Europa ao vencer o Aarhus, por 3-1, na primeira mão do play-off, que se jogou esta quinta-feira no Estádio da Luz. Enzo Barrenechea foi titular e fez mais uma boa exibição, tendo sido enaltecido por Tomás da Cunha.
T. da Cunha: "Enzo Barrenechea é a outra surpresa do inicio de época do Benfica"
"Enzo Barrenechea é a outra surpresa do inicio de época do Benfica, o que está longe de significar que é a solução ideal a longo prazo. De qualquer forma, recuperou a confiança para jogar sob pressão e arriscar alguns passes verticais", escreveu nas redes sociais.
Mesmo assim, o comentador apontou falhas a Tomás Araújo e Clément Lenglet. "Benfica teve novamente um caudal ofensivo relevante na primeira parte e não o manteve. Os cantos abertos continuam a valer situações de finalização. Não foi um jogo brilhante de Tomás Araújo ao nível do passe e ficam dúvidas sobre a solidez de Lenglet quando a exigência subir", pode ler-se.
T. da Cunha: "Fica a ideia de que Marco Silva poderia ter refrescado mais cedo"
Sobre Marco Silva, Tomás da Cunha defende que o técnico podia ter feito as substituições mais prematuramente frente ao Aarhus. "Fica a ideia de que Marco Silva poderia ter refrescado mais cedo para responder à quebra de ritmo", defendeu.
O jogo da volta está marcada para a próxima semana, no Cepheus Park Randers, na Dinamarca. Pelo meio, o encontro com o Moreirense, referente à terceira jornada da Liga, foi adiado para 9 de setembro, permitindo às águias concentrarem-se agora na conclusão do apuramento para a Liga Europa.
Além do mais, considera que João Palhinha pode ser uma das peças fundamentais para a equipa encarnada no ataque ao título
21 Ago 2026 | 11:51 |
Vítor Pinto considera que João Palhinha pode ser uma das peças fundamentais para o Benfica implementar o ‘Marcoball’ e atacar uma temporada de sucesso com os olhos postos no título. O comentador vê o internacional português como o elemento que pode dar maior equilíbrio ao meio-campo de Marco Silva.
"Com poucas horas de distância, o Record levantou o véu sobre todos os números da iminente transferência de João Palhinha para o Benfica. (...) As águias olham para o internacional português como o pilar em falta para sustentar uma campanha de sucesso com olhos no título. Os custos são elevados, mas podem ser a chave para proteção de vários dos investimentos da época passada que ainda não deram retorno", pode ler-se no diário desportivo.
O comentador considera ainda que a experiência do atleta poderá ser determinante para reduzir o risco associado à operação. Palhinha conhece o futebol português, chega com qualidade comprovada e, na perspetiva de Vítor Pinto, tem características que lhe permitem encaixar rapidamente nas exigências das águias.
V. Pinto: "Tal com Palhinha tem a cara do "marcoball'. O impacto a curto prazo pode medir-se pelo detalhe de à Luz chegar um jogador feito, sem risco"
Sobre a capacidade de o mesmo para fazer a diferença desde o primeiro momento, acrescentou: "Tal com Palhinha tem a cara do "marcoball'. O impacto a curto prazo pode medir-se pelo detalhe de à Luz chegar um jogador feito, sem risco e de enorme qualidade e que dispensa período de adaptação. É por aí que o Benfica pretende ficar mais próximo do Marquês".
A chegada de Palhinha representa, assim, uma aposta de impacto imediato para o Benfica. Para Vítor Pinto, o atleta pode assumir-se como uma peça essencial no meio-campo das águias e ajudar a equipa a aproximar-se dos objetivos definidos para a temporada.