Futebol
Iturralde González 'imita' Mourinho ao analisar os lances do Gil Vicente - Benfica
04 Mar 2026 | 11:31
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04 Mar 2026 | 12:24 |
Apesar de estar a exercer funções de forma interina até ao final da temporada, Michael Carrick soma seis vitórias em sete jogos e colocou o Manchester United no terceiro lugar da Premier League, reforçando a hipótese de continuidade em definitivo.
Ainda assim, nem todos estão totalmente convencidos. Gordon Strachan, antiga glória dos "red devils", considera que os bons resultados iniciais não chegam para garantir sucesso duradouro em Old Trafford, mencionado o nome de José Mourinho - e há alguém quer quer a continuidade do técnico no Benfica.
Em declarações ao Covers.com, o antigo internacional escocês lembrou que a contratação de técnicos rotulados como "classe mundial" não oferece garantias e recordou que muitos treinadores só ganham esse estatuto com o tempo. Como exemplo, apontou o percurso de José Mourinho, que construiu a sua reputação internacional passo a passo antes de se afirmar nos maiores palcos europeus.
Gordon Strachan também defendeu que o treinador precisa de demonstrar maior firmeza e intensidade competitiva, evocando o perfil de Sir Alex Ferguson como modelo ideal para devolver os grandes títulos ao clube. José Mourinho, em Manchester, conquistou uma Liga Europa, uma Taça da Liga inglesa e uma Supertaça.
Curiosamente, Michael Carrick foi adjunto do "Special One" no Manchester United e mantém forte ligação ao clube, algo que tem sido reconhecido pelos adeptos, que o ovacionaram recentemente após a vitória frente ao Crystal Palace. Resta saber se o bom momento será suficiente para assegurar a sucessão definitiva no banco dos "red devils".
Antigo nome fote do Clube da Luz não ficou indiferente ao resultado obtido em Barcelos e considera que equipa tem condições de sorrir no Clássico
04 Mar 2026 | 12:23 |
O triunfo suado do Benfica, diante do Gil Vicente, não passou ao lado de alguns dos nomes mais ilustres do universo encarnado. No rescaldo da partida, houve quem desse o protagonismo a Andreas Schjelderup - a registar a sua melhor época -, mas Álvaro Magalhães já só pensa no Clássico, frente ao Porto.
Álvaro Magalhães: "E, se vencer o Porto, relança o campeonato"
"Foi uma grande vitória, numa saída difícil. O Benfica tinha de ganhar para deixar a decisão para o próximo domingo", começou por dizer o antigo jogador dos encarnados, em declarações ao jornal Record, depois de assistir à partida que decorreu no Estádio Cidade de Barcelos.
"E, se vencer o Porto, relança o campeonato. Com as 3 equipas ali muito perto umas das outras, vamos ter campeonato até ao fim", reconheceu a antiga glória do Clube da Luz, na esperança de ver os encarnados a fazerem a diferença no Clássico de 8 de março.
Bruno Costa Carvalho: "O mais importante era ganhar a uma equipa muito boa, antes do jogo com o Porto"
"O mais importante era ganhar a uma equipa muito boa, antes do jogo com o Porto. A 1ª parte foi razoável, depois o Gil Vicente empatou, mas o Benfica resolveu o problema. Schjelderup é, neste momento, o jogador em melhor forma. Uma palavra para os adeptos, que tal como em Madrid foram extraordinários", apontou Bruno Costa Carvalho, antigo candidato à presidência das águias.
"Ataque perdulário, falhas na defesa… É difícil entender como é que, tão tarde na época, a equipa tarda em acertar, ainda para mais com os lesionados de volta! Prestianni não esteve bem e pareceu afetado… Valeu a inspiração de Schjelderup, que subiu muito de rendimento. E o regresso do Rafa deu outra dimensão ofensiva à equipa. Não percebi os critérios da arbitragem", apontou, por sua vez, Camilo Lourenço, analista económico.
Lateral internacional português foi titular e fez uma assistência. Porém, não obteve a qualificação para a final da Taça de Espanha, no Camp Nou
04 Mar 2026 | 11:54 |
A equipa de Hansi Flick entrou determinada e assumiu o controlo do jogo desde o início, após a derrota na primeira mão da meia-final da Copa do Rei por 4-0, em Madrid, empurrando o Atlético para o seu meio-campo. Os madrilenos organizaram-se com duas linhas defensivas compactas e resistiram à pressão, contando com várias intervenções decisivas de Juan Musso.
O primeiro revés do Barcelona foi a lesão de Jules Koundé. João Cancelo passou para a direita, Alejandro Baldé entrou para a esquerda, mas também acabou por sair lesionado. Apesar disso, os catalães mantiveram a intensidade e continuaram a criar perigo, enquanto o Atlético raramente conseguia sair para o ataque.
A pressão acabou por dar frutos: Lamine Yamal ganhou espaço na esquerda e cruzou para Marc Bernal marcar aos 29 minutos. Pouco depois, Raphinha esteve perto do segundo, de cabeça, após cruzamento de Cancelo - que também já se tinha destacado contra o Villarreal.
Antes do intervalo, o Atlético ameaçou por Antoine Griezmann, que acertou na trave (num lance duvidoso por possível fora de jogo), e por Ademola Lookman, que cabeceou por cima em boa posição. Já nos descontos, Pedri sofreu penálti e Raphinha converteu, fazendo o 2-0 antes do descanso, aos 45+5.
Na segunda parte, o Atlético tentou subir linhas, mas o Barça retomou o domínio. Cancelo voltou a criar perigo e Bernal bisou, aos 72 minutos, reduzindo a desvantagem na eliminatória para apenas um golo. Até final, os catalães pressionaram em busca do empate no agregado, mas o Atlético resistiu e garantiu a qualificação para a final. Destaque para João Cancelo, muito interventivo no ataque e seguro nas ações ofensivas.
Números revelam que internacional pela seleção da Noruega está numa fase da temporada que nunca tinha sido tstemunhada desde a sua chegada
04 Mar 2026 | 11:53 |
Andreas Schjelderup atravessa aquele que pode ser o seu melhor momento enquanto jogador do Benfica. Pelo que foi apurado, o tento apontado ao Gil Vicente permitiu ao extremo nórdico subir, de forma considerável, na tabela dos melhores marcadores, ficando apenas atrás de um nome: Vangelis Pavlidis.
Segundo deu conta o jornal A Bola, o camisola 21 das águias é atualmente o segundo melhor finalizador do Benfica na presente temporada, depois de contabilizar o seu sexto tento na vitória suada contra o Gil Vicente. Assim, Schjelderup continua a dar que falar, ficando apenas atrás do camisola 14, que lidera de forma bastante destacada.
Fazendo as contas, o internacional grego, apesar da sua fase mais apagada nos últimos encontros, continua a ser o matador da equipa, ao registar um total de 28 golos em todas as competições. Com Schjelderup em segundo lugar, o pódio é fechado por Franjo Ivanovic, que, apesar da sua pouca utilização, conta com cinco disparos certeiros.
Já é, de longe, a melhor época do extremo de 21 anos desde que rumou ao Benfica, no inverno de 2023. Além do registo de golos, onde o norueguês já contabiliza mais um em comparação a 2024/25, o seu rendimento e influência direta nos jogos também subiram de forma exponencial. Há quem já o considere como o novo talismã do Benfica.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Andreas Schjelderup - avaliado em 14 milhões de euros - já realizou um total de 33 partidas oficiais: 18 na Liga Portugal Betclic, 10 na Liga dos Campeões, quatro na Taça de Portugal e uma na Taça da Liga. Nos 1.763 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, registou seis golos e três assistências.
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