Futebol
João Rego vence prémio internacional e chama a atenção do Benfica e de Marco Silva
15 Jun 2026 | 13:12
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01 Set 2024 | 11:15 |
Na manhã deste sábado, dia 31 de agosto, os Juvenis do Benfica receberam o Vitória de Setúbal no Campo nº7 do Benfica Campus. O jogo, que contou para a 5ª jornada da Série Sul da 1ª fase do Campeonato Nacional, foi marcado por várias oportunidades dos encarnados, mas terminou empatado a 0-0.
Ao longo da partida, as águias procuravam o remate certeiro e, logo no início, Nilson Semedo atirou ao lado e por cima da baliza do Vitória. Aos 11 minutos, voltou a cabecear, mas o guardião Luís Alberto defendeu. Ainda em ameaças, aos 13’, os encarnados travaram a tentativa de Rodrigo Rodrigues e fizeram o nulo subsistir até ao intervalo. A segunda parte não foi diferente e nenhuma das equipas conseguiu o tão desejado golo.
Para onze, Pedro Faria apostou em Leonardo Lopes, Daniel Banjaqui, Rafael Quintas, Pedro Izbisciuc, José Neto, Miguel Galinho, Miguel Figueiredo, Tiago Rodrigues, Nilson Semedo, Isaac Ferreira e Anísio Cabral. No banco, Ihor Kostenko, Dilan Neves, Ismael Dabo, Gil Neves, Guilherme Castro e António Ferreira aguardavam a chamada.
Já a turma do Vitória de Setúbal, contava com nomes como Luís Alberto, Isaac Santos, Rafael Piedade, Afonso Pinto, Duarte Rosa, Eugénio Bordiyanchuk, Afonso Mendes, Afonso Silva Rodrigo Rodrigues, Tomás Galamba e Martim Pina em campo. Como suplentes, estavam Santiago Neto, Tomás Pascoal, Santiago Guinot, Diogo Ricardo, Gabriel Paulino, Enzo Gomes, Gustavo Vicente, Afonso Galvão e Marco Pereira.
Os Juvenis do Benfica voltam a jogo só no dia 22 de setembro, depois da pausa para os compromissos das seleções nacionais. Nesse dia, as águias vão deslocar-se ao reduto do Torrense para disputar a partida da 6ª jornada da Série Sul da 1ª fase do Campeonato Nacional, com relógio marcado para as 11h00.
Perante possibilidade de José Mourinho sair para o Real Madrid, técnico foi visto como um dos alvos de Rui Costa para substituir 'Special One'
15 Jun 2026 | 16:49 |
É oficial. César Peixoto foi anunciado como novo treinador do Wolverhampton, numa mudança que marca o início da sua primeira experiência fora de Portugal. O técnico português sucede a Rob Edwards no comando da equipa inglesa, onde Jorge Mendes tem grande influência.
De recordar que o técnico chegou a ser apontado ao Benfica por vários órgãos de comunicação social perante a possibilidade de José Mourinho sair para o Real Madrid. No entanto, tal como o nosso Jornal adiantou, em Exclusivo, o treinador não fazia parte dos alvos de Rui Costa (Recorde AQUI).
César Peixoto deixa o Gil Vicente depois de uma época de bom nível, na qual conduziu o clube à sexta posição na Liga portuguesa. O acordo com o emblema inglês é válido por duas temporadas e fica apenas dependente da obtenção da licença de trabalho em Inglaterra.
Nas primeiras declarações enquanto técnico dos Wolves, o português mostrou-se entusiasmado com o desafio: “Estou orgulhoso por chegar a um clube grande e histórico em Inglaterra. É uma grande oportunidade para mim e vou fazer tudo para devolver os Wolves ao lugar que merecem, a Premier League”, afirmou.
O técnico definiu ainda a sua identidade como treinador, sublinhando a exigência e intensidade das suas equipas, e destacou referências no futebol português. O Wolverhampton chega a esta nova fase após uma temporada negativa na Premier League, que terminou com a despromoção ao segundo escalão.
Veja a publicação:
Presidente do Clube encarnado está de olho no mercado e ouve aviso ao líder das águias da maneira como vai olhar para os reforços
15 Jun 2026 | 16:24 |
Benfica já sabe as posições que tem de reforçar e já definiu a sua política de contratações. Rui Costa e Marco Silva vão trabalhar mutuamente, mas José Manuel Delgado aconselha os encarnados a evitarem os erros do passado, como a contratação falhada de atletas.
J. M. Delgado: " O Clube da Luz não pode adquirir cromos repetidos"
"O Benfica precisa de aprender com os erros cometidos e, dentro do orçamento disponível, deve dar a Marco Silva os jogadores que este entende necessários para levar por diante o seu projeto. O Clube da Luz não pode adquirir cromos repetidos, apenas porque constituem boas ocasiões de mercado, nem dar tiros no escuro – que acabam normalmente por acertar-lhe no pé - em lugares-chave da equipa", escreveu, na sua crónica ao jornal 'A Bola'.
No mesmo texto, o jornalista realça o pouco tempo que o novo treinador vai ter para preparar a nova época. "Marco Silva precisa de saber com quem conta e com quem não conta, para lançar os alicerces da equipa que quer construir, num contexto particularmente ingrato, quer pela entrada mais cedo do que o esperado", analisou.
J. M. Delgado: "Necessita igualmente de chegar ao cara-a-cara com os sócios"
José Manuel Delgado relembra que Rui Costa terá de enfrentar a ira dos adeptos nas próximas assembleias gerais. "Marco Silva, a 25 de junho, precisa de ter o grupo com que vai trabalhar já bastante estruturado, Rui Costa, que tem de enfrentar duas Assembleias Gerais (AG´s) dois dias depois, necessita igualmente de chegar ao cara-a-cara com os sócios com argumentos concretos e fiáveis, que contraditem a imagem de indeciso que a oposição interna desenhou dele", pode ler-se.
Para concluir, o jornalista fez um resumo geral da sua crónica. "O plantel do Benfica precisa de ser requalificado, em tempo recorde para que lhe seja devolvida a coerência perdida há uns anos. É esse o desafio de Marco Silva, é essa a obrigação de Rui Costa", finalizou.
Treinador de 48 anos de idade passa então a integrar uma lista extensa que a estrutura encarnada tem praticado nos últimos anos
15 Jun 2026 | 16:20 |
Marco Silva torna a colocar em evidência uma tendência já consolidada no Benfica no que diz respeito à escolha de treinadores, reforçando a aposta em técnicos que estavam a trabalhar no estrangeiro. O técnico passa a integrar uma lista extensa que a estrutura encarnada foi buscar fora do futebol português.
No século XXI, essa prática incluiu nomes como Fernando Santos, Jorge Jesus, Bruno Lage e José Mourinho, todos eles contratados quando se encontravam fora do país ou sem ligação ao campeonato português no momento da chegada à Luz. No entanto, os resultados foram variáveis e nem sempre corresponderam às expetativas.
O Benfica, ainda assim, já tinha registado anteriormente algumas experiências semelhantes, com apostas como Graeme Souness, Jupp Heynckes, Giovanni Trapattoni, Ronald Koeman, Quique Flores ou Roger Schmidt. Entre estes, apenas Trapattoni e Schmidt conseguiram sagrar-se campeões nacionais, o que reforça o caráter irregular desta estratégia ao longo dos anos.
A exceção à regra tem sido mais rara, com alguns casos pontuais de treinadores recrutados dentro do campeonato português, como Manuel José (Marítimo), Jorge Jesus (Braga) e Rui Vitória no Vitória de Guimarães. Ainda assim, a tendência dominante mantém-se na procura externa, sobretudo no mercado internacional.
Agora é Marco Silva quem assume o desafio, depois de uma carreira construída entre Portugal e Inglaterra, com passagem por clubes como Hull City, Watford, Everton ou Fulham. Neste momento, o técnico já procura reforçar o plantel das águias.
João Rego vence prémio internacional e chama a atenção do Benfica e de Marco Silva
15 Jun 2026 | 13:12
Luís Mateus é arrasador nas críticas a Rui Costa e expõe contradições do Presidente do Benfica
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15 Jun 2026 | 13:39