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Futebol
09 Ago 2023 | 09:21 |
“Vlachodimos, Alexander Bah, Otamendi, António Silva, Jueásek, Florentino, Aursnes, Kokçu, Di María, Rafa e Musa”. É o onze provável de Pedro Brinca, conhecido adepto do Benfica, que fez a antevisão ao confronto entre os encarnados e o Porto, a contar para a disputa da Supertaça Cândido de Oliveira, desta quarta-feira, dia 9 de agosto. Em exclusivo ao Glorioso 1904, revelou-se, ainda, confiante com o triunfo do Glorioso diante do eterno rival.
Importância da conquista da Supertaça
O embate que coloca frente a frente os dois rivais é visto como uma final, onde, após o fim da partida, o único que interessa é erguer o troféu. Pedro Brinca acredita que a vitória no Clássico e a conquista da Supertaça podem-se revelar essenciais para o desempenho do Glorioso ao longo da época 2023/24.
“Pode dar a confiança necessária para que haja de facto uma subida de mentalidade competitiva coletiva. Mais uma vez, qualidade individual abunda. É preciso que esta se exprima no coletivo, principalmente em termos de intensidade e maturidade competitiva”, afirmou o comentador do Glorioso 1904.
Além disso, também, considera que o duelo desta quarta-feira vai ser um “teste da capacidade mental do Benfica, no que diz respeito à mentalidade competitiva”.
Ausência de Gonçalo Ramos e aposta de Schmidt para a frente do ataque
O nome de Gonçalo Ramos é a grande ausência do onze titular e do plantel de Roger Schmidt, após saída das águias para reforçar o PSG. Pedro Brinca acredita que a venda do avançado não veio na altura certa, considerando que os encarnados vão entrar em campo sem a primeira opção de ponta-de-lança bem definida para a época.
“A aposta deverá recair em Musa que terá a sua oportunidade de ouro para mostrar que é mais do que um suplente útil”, começou por dizer. Ainda, relembrou das ocasiões em que o técnico das águias optou por Gonçalo Guedes como alternativa a Gonçalo Ramos, que estava indisponível para jogar, reforçando, também, que não será um caminho por onde Schmidt possa ir.
Abundância de opções com grande qualidade
Quanto à qualidade presente na formação orientada por Roger Schmidt, o comentador do Glorioso 1904 reforça o facto de que o modelo de jogo vai fazer depender a escolha das opções. “Dada a necessidade de equilíbrio no meio-campo, acredito que Neres parte atrás de Aursnes, Di María, Rafa e João Mário para o onze inicial”, analisou.
Ainda assim, falando da qualidade de opções, é da opinião que será um dos Clássicos mais desequilibrados dos últimos anos. Deixa claro, ainda, que o Benfica deve ‘apagar’ a má imagem do último Clássico.
É importante recordar que o Benfica vai medir forças com o Porto, nesta quarta-feira, dia 9 de agosto, pelas 20h45, no Estádio Municipal de Aveiro. Em disputa, encontra-se a Supertaça Cândido de Oliveira.
Especialista reconheceu que houve infração num dos lances da partida, mas frisou que a equipa de arbitragem tomou decisões bem ajuizadas
04 Jan 2026 | 10:25 |
Jorge Faustino afirmou que não ficou nenhum penálti por assinalar a favor do Estoril e que a grande penalidade a beneficiar o Benfica foi bem marcada. No rescaldo da vitória frente ao conjunto canarinho, o especialista analisou os lances capitais do primeiro jogo do ano, dirigido por Anzhony Rodrigues.
Jorge Faustino: "Marqués tocou a bola com braço estando este claramente aberto e em movimento para a bola"
"Marqués tocou a bola com braço estando este claramente aberto e em movimento para a bola. Boa intervenção VAR. Penálti", afirmou Jorge Faustino, em declarações ao jornal Record. Marco Ferreira partilhou da mesma interpretação: "Marqués salta para a bola, num movimento deliberado, desviando-a com o seu braço direito. Penálti bem assinalado após intervenção do VAR".
Relativamente aos lances que ficaram por assinalar, o especialista considera que houve falta ofensiva na primeira situação: "Marqués obstruiu a progressão de Dedic que reage empurrando o jogador do Estoril. A assinalar infração seria a primeira, atacante. Com posterior amarelo a Dedic pela reação".
Jorge Faustino: "Remate bateu no braço de Otamendi quando este o tinha encostado ao corpo sem volumetria não natural"
Mais tarde, Jorge Faustino manteve o mesmo critério no lance que envolveu o capitão das águias: "Remate bateu no braço de Otamendi quando este o tinha encostado ao corpo sem volumetria não natural. Sem penálti. Boa decisão", análise partilhada igualmente por Marco Ferreira.
"Lance na área do Benfica com a bola a bater no corpo/braço de Otamendi sem infração. O defesa tem o braço junto ao corpo num movimento natural. Boa decisão", concluiu o segundo especialista, sobre o lance que marcou o encontro entre encarnados e estorilistas.
Novo camisola 15 dos encarnados reagiu ao seu primeiro jogo com o Manto Sagrado e falou sobre os primeiros dias de trabalho no Seixal
04 Jan 2026 | 09:52 |
Sidny Cabral viveu um verdadeiro turbilhão de emoções no Estádio da Luz. Contratado na abertura do mercado de inverno, o cabo-verdiano fez a sua estreia frente ao Estoril e não deixou de marcar presença no jogo, ao assistir para o terceiro golo do Benfica. No final do encontro, o lateral mostrou-se muito satisfeito.
Sidny Cabral: "Estou muito feliz com a minha estreia, com a minha assistência"
"Nem sei o que dizer!", começou por afirmar o camisola 15 do Benfica, momentos após o apito final, em declarações à BTV. De seguida, o futebolista — que mereceu elogios de José Mourinho — falou sobre a sua participação no encontro frente ao conjunto canarinho.
"Estou muito feliz com a minha estreia, com a minha assistência, por ajudar Pavlidis a marcar o hat-trick, estou feliz, estou muito feliz", afirmou Sidny Cabral, depois de ter causado impacto imediato com a camisola do Glorioso, algo que o Special One pretendia ver.
Sidny Cabral: "Incrível, a equipa deu-me grande receção"
"Incrível, a equipa deu-me grande receção, parecia que já jogava aqui há muito tempo", acrescentou o polivalente lateral, ao abordar os seus primeiros dias no Benfica, a forma como foi acolhido pelo plantel e o trabalho desenvolvido com a equipa técnica.
Vale a pena recordar que o Benfica iniciou o ano de 2026 com uma vitória difícil, frente a uma equipa que procurou jogar olhos nos olhos. Vangelis Pavlidis foi a grande figura do encontro, ao apontar os três golos das águias. Do lado estorilista, João Carvalho, formado no Benfica, marcou o tento de honra do adversário.
Treinador dos encarnados concedeu uma flash interview no final da partida, na qual deixou alguns reparos, mas também elogios à exibição dos jogadores
04 Jan 2026 | 09:28 |
José Mourinho assumiu que se tratou de uma vitória difícil, mas justa. No final do encontro frente ao Estoril — no qual o Benfica venceu por 3-1 —, o treinador português analisou os momentos que marcaram a partida, reconhecendo as dificuldades criadas pelo adversário, mas elogiando a resposta da sua equipa.
José Mourinho: "Vitória difícil, mas merecida"
"Vitória difícil, mas merecida. Já estávamos à espera de um adversário complicado. Não era novidade para nós. Estávamos preparados para isso e para, em alguns momentos, não pressionarmos alto, porque são uma equipa tecnicamente boa", começou por afirmar o Special One, em declarações à BTV.
"Decidimos esperar um pouco mais. Não se pode sofrer aquele golo, pelo momento e pela forma como acontece. Não se pode. Uma coisa é ir para o intervalo a vencer por 2-0, outra é ir com o 2-1. A minha preocupação era que a equipa não sentisse demasiado esse golo", acrescentou Mourinho, deixando reparos à abordagem defensiva no lance do Estoril.
José Mourinho sobre a estreia de Sidny Cabral: "Entra, a primeira coisa que faz é boa, tira um pontapé de canto e o 3-1 acaba com o jogo"
"Na segunda parte, estávamos à espera que o Estoril tentasse assumir mais o jogo, mas não houve um único momento em que suspirássemos de alívio por uma defesa fantástica do Trubin", constatou o treinador, de 62 anos, sublinhando o controlo do encontro.
"Era um risco grande, mas senti que a equipa precisava da sua tranquilidade e da explosão, do ritmo e da profundidade do Sidny. Entra, a primeira coisa que faz é boa, conquista um pontapé de canto e o 3-1 acaba com o jogo. Três pontos difíceis", concluiu José Mourinho, na flash interview à BTV.