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Caso de polícia! Treinador da águia do Benfica traficava droga em Lisboa
14 Set 2026 | 11:39
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04 Abr 2025 | 19:00 |
Em conversa exclusiva com o Glorioso 1904, Mauro Xavier abordou um pouco do universo desportivo e financeiro do Benfica. O Sócio do Clube defendeu um novo modelo para os direitos televisivos e, também, um molde distinto para as competições portuguesa, de forma a mudar a competitividade do futebol luso. Além disso, Mauro Xavier deixou uma certeza que envolve a venda de João Neves, no verão de 2024.
Glorioso 1904 (G). Como analisa o atual momento desportivo do Benfica?
Mauro Xavier (MX). Tem sido um campeonato muito atípico. Parecia que o mundo tinha acabado na terceira ou a quarta jornada, em que o Benfica esteve afastado. Chegamos a estar a 6, quase 7 pontos. Chegamos a entrar em campo com 11 de atraso no momento em que o Sporting esteve num pico de forma. Mudámos de treinador, chegamos a dezembro em primeiro e, de repente, no espaço de uma semana, passamos de primeiro para estar novamente a 6 pontos. Temos tido aqui ataques cardíacos consistentemente e espero que amanhã se recupere o primeiro lugar e se continue a depender de nós. Só estamos a depender de nós numa época em que se chega a abri-lo e que se está a depender dele próprio independentemente dos méritos e deméritos que aconteceram, leva-nos a sonhar. E o direito a sonhar é aquilo que nós gostamos mais. Eu continuo com o direito a sonhar de poder ir à final da Taça de Portugal. Temos umas meias de finais pela frente e temos o direito a sonhar com o Mundial de Clubes. Competição nova, que eu espero que o Benfica possa levantar bem alto o seu emblema e a sua bandeira e que possa estar. Esse é o objetivo de cada adepto. Não é discutir se foi mal planeada ou menos bem planeada. Neste momento estamos todos dentro de um barco, garantir que eles chegavam a um porto. Quando chegarmos ao lado de lá, veremos onde chegamos.
G. Uma das ideias que tem defendido é a manutenção dos jovens da formação pelo menos durante 3 anos na equipa principal. Acredita que é possível segurar jogadores como João Neves mais do que uma temporada?
MX. Acredito piamente nisso e acredito por duas razões, ou seja, eu gosto sempre de explicar. Não é que seja mais imune à venda ou menos imune à venda. O Benfica tem que vender, isso é uma matéria objetiva, mas o Benfica, em primeiro lugar, tem que vender não para pagar as contas do dia-a-dia, mas deve ter que vender para investir e modernizar o clube. E essa é uma grande diferença do ter que vender. Primeira coisa é, tem que vender? Tem. A segunda é, quanto? Portanto, aquilo eu acredito é que o quando é que é um bocadinho diferente do modelo dos últimos anos que nós temos vindo a ver.
Só para se ter noção, em média, passam mil jogadores pelo Seixal por cada fornada de idade. Ou seja, imagine-se, começam a ser vistos mil, chegam duas a três equipas em idade de 17, 18 anos para poderem ver. Portanto, são reduzidos para 60, 70 jogadores e desses dois, três no máximo entram no plantel principal. Aquilo que eu digo é que deve haver uma época de descoberta, uma época de afirmação e uma época de consagração. E porquê que eu falo em três épocas e não cinco, ou dez? Porque estes jogadores com 18 anos, quando entram na equipa principal, até antes de serem conhecidos, eles fazem um contrato do Benfica de cinco anos. O Benfica sabe como qualquer outro clube, que chegando ao terceiro ano de um contrato, se o jogador não renovar, a probabilidade do seu valor começar a descer é grande, porque ele pode sair a custo dele em breve. Portanto, nós temos que o vender no pico da sua valorização. E por isso é que eu digo que desse lado devem ser estas três épocas o momento ótimo para o fazer. Porque, quer se queira, quer não, há muito poucos jogadores no mundo que lhes foi paga a sua cláusula. E um deles não foi o João Félix. O último jogador português que pagaram a sua cláusula chama-se Luís Figo, que foi pago em pesetas pelo próprio depositado em conta. Isso é que significa ao clube não querer vender e ser acionada a sua cláusula, seja ela qual for. Porque a cláusula é uma vontade entre as duas partes. O Benfica não pode dizer que quer 500 milhões de cláusula, se outra pessoa não quiser acionar. Não há cláusula. E existe a boa regra entre pessoas de dizer que se a tua cláusula é de 50 milhões e se alguém trouxer 50 milhões eu considero aceito, que é diferente de pagar a cláusula. É um pormenor diferente de pagar a cláusula, porque pagar a cláusula implicava o clube para onde o jogador fosse a receber desse clube pagar impostos e o próprio jogador ir pagar a sua rescisão contratual e não é isso que acontece.
Mauro Xavier: Estou perfeitamente convencido se Marcos Leonardo e Neres já tivessem sido vendidos nessa altura do mercado, que Rui Costa não tinha vendido o João Neves
Acho que se o Benfica tiver um bocadinho de folga financeira e ser muito claro do ponto de vista estratégico ao dizer: meus caros, nós apostamos na vossa formação nós e não vamos deixar a não ser que seja pela cláusula efetiva, nós estamos bem financeiramente. Estou perfeitamente convencido se Marcos Leonardo e Neres já tivessem sido vendidos nessa altura do mercado, que Rui Costa não tinha vendido o João Neves. O problema é que o mercado pelas questões que sabemos arrancou muito tarde, ao arrancar muito tarde não foi um mercado que se mexeu com as propostas que se estavam à espera inclusivamente nesse momento e acho que se tomou uma decisão mais com a carteira do que com a cabeça e ficámos todos com o coração a chorar.
Acho que é isso que tem que haver com os tais princípios orientadores que obrigam a pensar no futuro mas, para os jogadores saberem que isso vai acontecer, o Benfica deve-lhes dar também um contrato assinado pelo Benfica a dizer que aceitam o seu regresso, desde que em boas condições físicas aprovadas pelo departamento clínico entre os 29 e 32 anos. Aquilo que estamos a dizer aos jogadores é aos 18, 19 e 20 anos estão no Clube, lutam pelo Clube, ganham pelo Clube, vão ganhar a vida durante 10 anos, podem regressar e queremos a experiência outra vez para um contrato de 3 ou 4 anos para o final. Porquê? Para em vez de aproveitamos 6 meses, passamos a aproveitar 6 anos. 3 no início, 3 à frente. Aproveitar o verdadeiro ouro que temos que é a Academia do Seixal, que muito bom resultado tem dado no passado
Volto a dizer isto só é possível se as despesas da operação do Benfica forem iguais às receitas da operação. Ou estão desbalançadas e obriga a ter que vender jogadores. Acho que temos que atacar muito rapidamente o primeiro ponto e depois mudar a estratégia para permitir que a venda dos jogadores seja para investir em infraestruturas.
G.E relativamente aos direitos televisivos, qual é o modelo que defende?
MX. Temos tido aqui uma vertente mais ou menos histórica. Antes de chegar aqui ao modelo dos direitos televisivos, gosto sempre de olharmos para trás, ou seja, o futebol em Portugal durante muito tempo era o feito em canal aberto, com base em receitas de publicidade. Os clubes começaram a não ter receitas e venderam a um player chamado Sport TV, que oportunamente viu que conseguia comprar aqui uns direitos televisivos bastante baratos, durante um período de tempo longo em troca de dinheiro imediatamente. Criou um monopólio, foi transmitido em canal pago, introduziu-se a componente de canal pago em Portugal e o Benfica foi a entidade que desbloqueou isso com a BTV. Nós chegamos a ter 300 mil subscritores, chegamos a transmitir a Liga Inglesa, entre outras. Foi aqui um bocadinho de história
Depois no momento em que a NOS e a MEO se separaram, houve uma corrida aos direitos, Há 10 anos atrás, as pessoas já não se lembram muito bem, mas apareceu um novo operador em Portugal e esse novo operador tentou comprar diretamente, depois perceberam todos que um tinha 6 jogos de um, 6 jogos de outro, que era mais fácil voltar a juntá-los de onde tinham sido originalmente, que era dentro da Sport TV, e depois tinham um produto da Benfica TV e transmiti-los na mesma versão paga. Isto é aqui um bocadinho de história para se perceber o que é que se chegou.
Só há uma entidade que tem interesse em comercializar direitos televisivos que são os operadores de comunicação. Se os operadores de comunicação tiverem um canal e agirem em monopólio, os direitos vão sempre cair. Portanto, o modelo que defendo é que em primeiro lugar a BTV, porque faltam dois anos para a centralização e depois a Liga TV, ou como se chame esse novo momento onde estão centralizados, possa estar disponível num único operador, mas em sinal aberto. Ou seja, é um canal de um operador não pago. E nesse concurso, que seria um concurso por 24 meses, que é o tempo da fidelização, o operador não poderia subir o preço daquele pacote. Portanto, vamos dizer hoje, os pacotes clássicos de 29,99 ou 34,99 seria o limite máximo. E quem quiser futebol, subscreve esse operador.
Quem não quiser futebol, vai para os outros operadores. Mas isto significa que estes operadores passariam a ter um impacto em ter o produto de futebol ou não ter o produto de futebol. E é sobre esse custo de aquisição dos clientes. Dar um exemplo aqui em Espanha, não há uma penetração de cabo como nós temos em Portugal. Nós em Portugal temos mais de 95% dos lares com cabo penetrado, com o triple play. Em Espanha este número não chega a 40. Portanto, os operadores financiam a novos clientes que não tenham cabo. Nós aqui, se queremos ganhar mais receitas, vamos ter que financiar, ou que o produto seja diferenciador, para clientar, trocar o operador de cabo pelo A ou pelo B. Se fizermos um leilão nessas condições, as receitas vão subir. Se não fizermos um leilão nessas condições, todos os outros modelos vão dar menos receitas do que aconteceu há 10 anos atrás, porque o de há 10 anos atrás foi entre concorrência, direto entre operadores. Portanto, se os operadores não concorrerem, todos têm interesse em que aquilo custe o mínimo possível. E depois não querem saber se há pirataria, não querem saber nada porque não perderam clientes, aquilo não é só um custo de operação que tem. E esse é o modelo que defendo. É o modelo de um leilão rápido entre os três operadores, BTV em canal aberto, não pago, combate à pirataria, depois cabe ao operador explora as receitas comercialmente, atrair mais clientes e explorar o espaço de publicidade.
G. Defende uma remodelação dos quadros competitivos?
MX. Acho essencial. Portugal tem perdido alguma competitividade na Europa. Temos visto que não estamos em condições de competir. Temos visto as lesões nos plantéis de todos. Nós não conseguimos ter plantéis muito grandes e muito densos com a mesma qualidade. Hoje fazemos 34 jogos, mais aquilo que é componente da Taça da Liga, mais Taça de Portugal. A Liga dos Campeões acabou de subir de 6 jogos para 8. Dar aqui o exemplo, a Liga dos Campeões já se reinventou 3 vezes, sendo que era um modelo tipo Taça de Portugal, depois modelo de grupos e agora um modelo de Liga. Tem 8 jogos na fase de grupos e o normal a acontecer nas equipas portuguesas é irem ao playoff. Portanto, não são 8, passam a 10. São mais 4 jogos do que tinham antes. Acho que é essencial reinventarmos isto. Mas também sei que nenhum clube vai votar para que haja menos clubes na Primeira Liga. Porque isso é contra a natura, é contra a senso. Ninguém vai votar contra ele próprio.
Mauro Xavier: Defendo adicionalmente o fim da Taça da Liga porque não é uma tradição portuguesa
E as televisões também não vão comprar menos minutos de transmissão televisiva. Também ninguém vai comprar menos do que o que tem. Aquilo que defendo é que a Primeira Liga passa a existir num modelo misto. 18 equipas na mesma, uma primeira volta do campeonato, ou um primeiro momento do campeonato, onde as 18 equipas jogam todas contra todas, mas não em casa e fora. Só a uma mão. São 17 jogos. Portanto, é equivalente à primeira volta do campeonato. Há um sorteio, umas vezes joga-se em casa, outras joga-se fora, mas não se joga com a mesma equipa em casa e fora. É só uma volta. 17 jogos. E depois, as oito melhores equipas, quem ficar classificado nos primeiros 8 jogos vai para um lado da tabela, quem ficar do nono ao 18º fica oito. Portanto, temos uma pole com 10 e uma pole com 8. Isto permite o quê? Que os oito primeiros classificados só façam 31 jogos, menos três do que o atual. O que é que ainda é de melhor deste ponto? É que passa por um lado a haver três Benfica - Sporting e três Benfica- Porto, porque depois a seguir têm a segunda volta a duas mãos. Portanto, são feitos mais que 14 jogos, ou seja, 17 da primeira volta e 14 da outra, que são sete de cada uma da mão. Permite-nos, quando estamos na Europa, poder rodar em Portugal e jogar na Europa, porque só precisam de ficar nos oito primeiros, depois volta a zero e depois uma segunda fase do campeonato, só com oito equipas para discutir o campeonato e com dez equipas para discutir quem é que não desce. Eu acho que isto permite muito mais competitividade e muito mais atratividade do ponto de vista de receitas e de mobilização e esse é um modelo que defendo e que acho que é muito importante juntar as pessoas porque melhora o produto, reduz o número de jogos e permite maior competitividade e, portanto, eu acho que consegue juntar todas ao mesmo tempo.
Defendo adicionalmente o fim da Taça da Liga porque não é uma tradição portuguesa e que a Supertaça passe a ser uma espécie de Final Four da Supertaça que o possa trazer dessa maneira porque eu acho que isso acrescentava muito valor ao produto num momento em que a pré-época precisa de jogos e não num momento em que na época em janeiro que estamos aterrados de jogos até cima.
Estratégia concebida pelo adepto encarnado em prestigiada instituição pretende alcançar receitas recorrentes até patamares de topo mundial
24 Set 2026 | 16:20 |
Mauro Xavier desenvolveu um projeto académico inovador na reputada universidade norte-americana de Harvard. A iniciativa do conhecido adepto do Benfica enquadra-se no prestigiado programa de gestão executiva daquela instituição de ensino e visa redefinir completamente a estrutura económica das águias
O objetivo central do partner da PwC passa por criar mecanismos sustentáveis para elevar as receitas anuais do emblema da Luz para um patamar recorrente situado entre 450 e 550 milhões de euros. A investigação desenvolvida sob a mentoria do prestigiado professor Krishna Palepu analisa em detalhe a vulnerabilidade do modelo atual, excessivamente dependente dos direitos televisivos e das competições europeias.
Mauro Xavier explicou os motivos que o levaram a focar esta análise no clube do seu coração. "Uma das componentes desse programa tinha a ver com a construção da criação de uma estratégia ou para um negócio fictício ou para um negócio existente, onde nós quiséssemos aplicar os conhecimentos que fomos retirando ao longo do programa de passar para alguma coisa disruptiva", detalhou ao ECO.
Entre as várias propostas revolucionárias apresentadas destaca-se a instalação de uma cobertura amovível no Estádio da Luz para permitir a realização constante de espetáculos e concertos multimilionários - à imagem do Benfica District. Além disso, o plano defende a recompra integral das ações da SAD para retirar a instituição da bolsa de valores. Posteriormente, o projeto sugere a abertura de capital a três parceiros estratégicos de longo prazo destinados a alavancar cada uma das áreas chave de rendimento do Benfica.
A visão apresentada mereceu rasgados elogios por parte da liderança académica da universidade norte-americana que acompanhou de perto todo o desenvolvimento do estudo. O mentor do projeto destacou publicamente a qualidade e a viabilidade do plano elaborado para a instituição lisboeta. "Ele mostrou muita criatividade e potencial de liderança imaginativa no seu trabalho. Tenho a certeza de que, se as suas ideias forem implementadas, o clube beneficiará imensamente", declarou Krishna Palepu.
Com a confirmação de renovação com a Adidas, empresa vai trazer de volta clássico detalhe na farda das águias após uma década
19 Set 2026 | 13:00 |
A camisola do Benfica deverá recuperar um elemento clássico na próxima temporada. Segundo o 'Footy Headlines', portal especializado em equipamentos desportivos, o modelo dos encarnados para 2027/28 deverá voltar a apresentar a tradicional gola, numa mudança que acontecerá precisamente 10 anos depois da última vez em que o detalhe marcou presença na camisola principal, em 2017/18.
A gola já fez parte do equipamento das águias em várias ocasiões ao longo dos últimos anos, nomeadamente nas temporadas de 2007/08, 2009/10, 2010/11 e 2012/13. O novo equipamento deverá ser apresentado, como é habitual, no início do verão de 2027, altura em que será conhecida a nova ‘pele’ do Clube da Luz.
A camisola continuará a ser produzida pela Adidas, depois de o Benfica ter oficializado recentemente a renovação da parceria com a marca alemã até 2033. O novo acordo representa também um importante reforço financeiro para os cofres encarnados.
Segundo os valores divulgados, o contrato irá render 120 milhões de euros ao Benfica ao longo de seis anos, correspondentes a 20 milhões de euros por temporada. A verba representa o dobro do valor previsto no vínculo anterior e estabelece um novo máximo em Portugal no que diz respeito a acordos de fornecimento de equipamentos desportivos.
A Adidas mantém-se, desta forma, como fornecedora oficial das equipas de futebol do Benfica, bem como das restantes modalidades do clube. A renovação da parceria foi inicialmente avançada pelo Record. Para 2027/28, a marca alemã prepara, assim, uma camisola com um detalhe que promete recuperar uma imagem bem conhecida pelos adeptos encarnados.
Valor representa dobro da verba prevista no anterior vínculo e estabelece um novo recorde em Portugal no que diz respeito a contratos do género
15 Set 2026 | 09:49 |
O Benfica oficializou a renovação da parceria com a Adidas até 2033, num acordo que representa um importante reforço financeiro para os cofres do Clube da Luz. O novo contrato vai render 120 milhões de euros ao Benfica ao longo dos próximos seis anos, à razão de 20 milhões por temporada.
O valor representa o dobro da verba prevista no anterior vínculo e estabelece um novo recorde em Portugal no que diz respeito a contratos de equipamentos desportivos. A Adidas mantém-se, assim, como fornecedora oficial das equipas de futebol do Benfica e das restantes modalidades. A renovação foi avançada pelo Record.
Mas a nova parceria vai mais longe. A marca alemã adquiriu também os direitos de naming do centro de formação encarnado, no Seixal. Desta forma, o atual Benfica Campus passa a chamar-se Adidas Benfica Campus, reforçando ainda mais a presença da multinacional na estrutura do Clube.
O acordo agora anunciado surge depois de cerca de um ano de negociações entre as duas partes. Benfica e Adidas decidiram rever antecipadamente as condições do contrato assinado em 2021, que tinha validade até 2027. A evolução da marca Benfica e o crescimento da sua valorização comercial permitiram às águias renegociar os termos da parceria e alcançar uma atualização financeira bastante significativa.
Com 20 milhões de euros por ano garantidos, o Benfica assegura uma fonte de receita de enorme dimensão e estabelece um novo máximo no mercado nacional. A extensão da parceria até 2033 confirma ainda a confiança da Adidas no projeto encarnado e aprofunda uma ligação que se mantém há vários anos.