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Última hora! Marco Silva recebe regresso de peso antes do Benfica - Aarhus
19 Ago 2026 | 12:10
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14 Out 2023 | 22:09 |
A Seleção de Portugal de sub-21 venceu a Bielorrúsia, por 6-1, na passada sexta-feira, dia 13 de outubro. No onze titular de Rui Jorge, apenas Rafael Rodrigues, lateral-esquerdo do Benfica, não tem minutos na primeira divisão. Todos os outros atletas alinham ao mais alto nível. Vítor Couto, ex-treinador da formação encarnada, que acompanhou o jovem durante vários escalões, abordou a decisão das águias em manterem o jogador na equipa B, em declarações ao Record. O agora técnico-adjunto dos sub-23 do Estoril entende a decisão, mas acredita que é necessário maior nível competitivo para o atleta chegar ao seu auge. "É verdade que tem tido pouca oportunidade no plantel, fez a ultima pré-época, é também verdade que já esteve em algumas convocatórias da Champions e treinou algumas vezes com a equipa principal. Agora, obviamente que não tem nenhum jogo oficial pelo clube e penso que era justo que tal acontecesse pelo trajeto que tem vindo a fazer no clube. Foi tendo consistência numa equipa B ao longo destes anos, onde melhorou algumas questões defensivas que ainda não tinham sido estimuladas no processo de formação. Sobretudo em ações individuais, no choque, carga, jogo aéreo, os laterais precisam de ter propensão ofensiva, mas também têm de ser funcionais defensivamente", começou por afirmar o timoneiro português. "Tecnicamente é bastante evoluído, cruza muito bem e precisava de melhorar apenas questões defensivas, o que tem conseguido nestes 2 anos. É tecnicamente evoluído, na recepção, no passe, no jogo interior, é superior na fase de criação no que diz respeito ao cruzamento. Tinha maiores fragilidades a nível físico, nomeadamente no jogo aéreo, no 1x1 defensivo, no confronto e foi ganhando cada vez mais eficácia nestas ações. Desenvolver individualmente esses aspetos foi sempre uma preocupação que a equipa técnica onde tive inserido se debruçou", acrescenta, avaliando as qualidades do atleta. Vítor Couto garante que é preciso outros patamares para o jogador: "A titulo individual, não será o melhor para ele manter-se na B, pois precisa de outro estimulo, a nível de clube é positivo contar com o Rafael, pois mantém um ativo de qualidade e que ajuda no desenvolvimento de outros jogadores que estão a surgir na B. Não tendo oportunidade de ainda jogar na equipa principal, é verdade que acabou por ser, na seleção sub-21, no último onze, o único que não tem jogos na primeira liga e isso é demonstrativo da qualidade que tem, independentemente, do patamar onde está. E sempre que é chamado tem um rendimento acima da média". "Chegar à equipa principal do Benfica e ter oportunidade de lutar por mais minutos era muito bom para o Rafael Rodrigues, mas acho que um contexto de primeira liga, onde já houve casos semelhantes de crescimento, com empréstimos que permitem ajudar a evoluir era o ideal. Estou a falar a título individual, seria benéfico para ele crescer ainda mais e ganhar confiança. Isto, tendo em conta o tempo que está no clube e das poucas oportunidades que tem tido de forma concreta e oficial. Ainda não tem minutos numa primeira Liga e para um jogador que já está um rendimento muito bom numa segunda liga, acho que teria forçosamente de ter outra oportunidade noutro patamar", terminou Vítor Couto. Na última temporada, Rafael Rodrigues - avaliado em 1,3 milhões de euros - alinhou em 31 partidas, ao serviço da equipa B, onde registou uma assistência. Esta época, o lateral continua na Liga SABSEG, onde leva seis partidas disputadas (472 minutos).
Fotografia de Benfica
Jogador não entra nas contas do treinador e está próximo de seguir seu rumo na carreira longe das águias após negociação fracassada
19 Ago 2026 | 13:04 |
Tiago Gouveia está a caminho do Gençlerbirliği, da Turquia, segundo revela o jornalista Yetkiner Mayda. A saída do extremo português do Benfica ganha, assim, novos contornos neste mercado de transferências, depois de uma primeira tentativa de transferência ter acabado por cair por terra.
O jogador, de 25 anos, não entra nas contas de Marco Silva para a nova temporada e continua à procura de uma solução que lhe permita relançar a carreira. Agora, a possibilidade de rumar ao futebol turco surge como a mais forte para o futuro do extremo.
Recorde-se que a transferência para o Atlas acabou por ser cancelada. O emblema mexicano anunciou o fim das negociações, justificando a decisão com “divergências surgidas com os representantes do jogador durante a fase final das negociações”.
O negócio com o clube mexicano poderia ter rendido até sete milhões de euros aos cofres do Benfica. O Atlas estava disposto a pagar três milhões de euros por 50% dos direitos económicos de Tiago Gouveia, ficando ainda prevista uma opção para adquirir mais 40% do passe por quatro milhões de euros.
Na última temporada, o internacional português esteve cedido ao Nice, onde participou em 25 encontros e apontou dois golos. Já neste arranque de época, foi utilizado por Marco Silva na derrota do Benfica frente ao St. Gallen, por 2-1, na primeira mão da segunda pré-eliminatória da Liga Europa, tendo entrado durante a segunda parte.
Agora, a aventura na Turquia poderá permitir a Tiago Gouveia encontrar a estabilidade necessária para relançar a carreira, ao mesmo tempo que o Benfica procura encontrar uma solução definitiva para um jogador que não faz parte dos planos de Marco Silva.
Águias estão dispostas a fazer tudo para conseguir assegurar o médio para o plantel de Marco Silva e podem fazer ‘loucura’ financeira
19 Ago 2026 | 12:39 |
Que o Benfica está na luta por João Palhinha já não é segredo. As águias sabem que o Bayern Munique não pretende voltar a emprestar o médio e, por isso, estão a preparar uma proposta para garantir o internacional português a título definitivo. A SAD encarnada oferece 15 milhões de euros fixos, aos quais podem acrescer mais cinco milhões mediante o cumprimento de objetivos.
Segundo avança o Record, caso o negócio avance nos moldes previstos, é este o valor que poderá chegar aos cofres do emblema bávaro. No entanto, o custo total da operação será bastante superior. O Benfica pretende evitar, acima de tudo, que Palhinha escape por questões financeiras.
Nesse sentido, Rui Costa e a restante administração estão disponíveis para realizar um esforço significativo para garantir o regresso do internacional português à Luz. Além dos cerca de 2,5 milhões de euros líquidos por época, num contrato válido por quatro temporadas, as águias estão também dispostas a pagar um prémio de assinatura de um milhão de euros. Feitas as contas, a operação poderá ultrapassar os 40 milhões de euros no total, entre transferência, salários e prémio de assinatura.
Apesar do esforço financeiro, o negócio continua longe de estar fechado. O Newcastle também entrou na corrida pelo médio e tem capacidade para apresentar argumentos mais fortes ao Bayern, que avalia Palhinha em cerca de 25 milhões de euros. As águias sabem que dificilmente conseguirão acompanhar todas as propostas dos clubes interessados, mas acreditam que podem encontrar uma solução através de dois fatores: a vontade do jogador e o esforço financeiro que o Benfica está disposto a fazer.
E é precisamente nesse capítulo que existe bastante otimismo na Luz. Os encarnados mantêm, há algum tempo, um entendimento com Palhinha relativamente às condições para um eventual regresso a Portugal. Aos 31 anos, o médio vê com bons olhos a possibilidade de voltar ao país e representar o Benfica.
Médio internacional português está cada vez mais perto de juntar-se ao Clube da Luz e desvincular-se em definitivo do Bayern Munique
19 Ago 2026 | 12:16 |
João Palhinha continua a ser a prioridade do Benfica para reforçar o meio-campo e Rui Costa está disposto a fazer um esforço significativo para garantir o internacional português na Luz. Contudo, João Janeiro não olha com agrado para este negócio.
J. Janeiro: "Acho que já não é uma boa transferência nesta altura"
"Eu não vou na cantiga da maior parte da comunicação social, que parece fazer aqui uma adoração em todos os canais que sigo. Acho que já não é uma boa transferência nesta altura. Terá sido boa no início, se se tivesse concretizado, independentemente dos valores económicos. Nesta altura já não acho boa, porque há demasiado ruído e os valores saltam cá para fora", disse na BOLA TV.
O antigo treinador-adjunto do Estoril e Belenenses reforçou a sua opinião. "Há muita coisa que não é explicada na imprensa. Há impostos para pagar, que são mais de 23%, por exemplo. Portanto, ao todo, o bolo de salários e contratação até ao final do contrato, e se fizermos em parcelas, para não parecer tão pesado, o pacote custará quase 12 milhões de euros por ano ao Benfica. Agora tirem as vossas ilações", falou.
Vale lembrar que a SAD encarnada está disposta a oferecer 2,5 milhões de euros líquidos por temporada, valor ao qual deverá juntar-se ainda um prémio de assinatura de 1 milhão. A intenção passa por aproximar as condições oferecidas a Palhinha daquelas que poderá encontrar noutros destinos.
Na última temporada, ao serviço do Tottenham, João Palhinha — avaliado em 15 milhões de euros — realizou 45 partidas oficiais: 33 na Premier League, oito na Liga dos Campeões, duas na Taça da Liga inglesa, uma na Taça de Inglaterra e uma na Supertaça Europeia. Nos 2.917 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o trinco apontou sete golos e fez duas assistências.