Futebol
António Silva divulga 'aventuras' que os jogadores do Benfica fazem durante as férias
14 Jun 2026 | 10:58
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Futebol
29 Abr 2025 | 14:22 |
A realizar uma temporada de estreia que tem deixado os adeptos franceses em delírio, João Neves tem sido um dos maiores destaques da campanha desportiva do Paris Saint-Germain. Após ter dado nas vistas com a camisola do Benfica, o camisola 87 falou sobre a sua adaptação em França e do que mais gosta no emblema parisiense.
Numa longa entrevista, concedida ao The Athletic, o antigo Benfiquista falou sobre o seu trabalho ao serviço do plantel do crónico campeão francês. Em conversa, o craque revelou qual é a sua preferência de jogo: “Atacar é muito bom, mas a sensação de tirar a bola ao adversário. Muitas pessoas e muitos jogadores não acham que essa parte do jogo seja importante, mas se quisermos passar mais tempo a atacar temos de recuperar a bola se a perdermos”.
João Neves - Atacar é muito bom, mas a sensação de tirar a bola ao adversário
Ainda sobre a forma de jogar, o ex Benfica salientou que Luís Enrique é a grande mente por detrás deste sucesso: “Luis Enrique quer uma equipa que dê 100% nos momentos de ataque e 120% nos momentos defensivos. É por isso que estou aqui e estou a gostar tanto”. De seguida, revelou as palavras que o convenceram a rumar a França: “Disse-me que queria uma equipa que defendesse e atacasse com 11 jogadores. Adorei o que ele me disse”.
João Neves - É por isso que estou aqui e estou a gostar tanto
Além da sua adaptação ao país gaulês, o antigo camisola 87 dos encarnados fez a antevisão do encontro com o Arsenal, para a Liga dos Campeões, onde reconheceu a qualidade do adversário: “Acho que o aspeto mais positivo do Arsenal é o coletivo, tal como nós". Perspectivando um bom duelo em campo. “Vai ser um jogo de futebol muito bom. Acho que eles talvez sejam mais físicos e nós talvez sejamos melhores com a bola. Eles têm os seus pontos fortes e nós temos os nossos pontos fortes”, acrescentou.
A dois jogos de assegurar uma presença inédita na final da prova milionária, João Neves manteve os pés bem assentes: “É a primeira vez que estou nas meias-finais, por isso já tenho muita sorte. Estou a jogar futebol profissional há dois anos e meio, por isso, para mim, estar aqui já é um feito”. Por fim, reforçou que o foco é o jogo e não o troféu. “Não me imagino a levantar o troféu, mas acho que é algo que pode acontecer. Estou aqui e temos dois jogos para chegar à final. O futebol é muito rápido, são apenas três jogos, 90 minutos”, observou o ex Benfiquista.
Antigo treinador do Clube encarnado está próximo de orientar equipa da Arábia Saudita e duelar com o capitão da seleção nacional
14 Jun 2026 | 13:00 |
Bruno Lage está em fase final de negociações para se tornar treinador do Al Diriyah, clube recém-promovido à Saudi Pro League, numa mudança que pode ficar oficializada nos próximos dias. O técnico português, de 50 anos, encontra-se sem clube desde a saída do Benfica, a 17 de setembro de 2025, e vê agora encaminhado o regresso ao ativo num projeto com forte investimento financeiro.
As conversações entre Bruno Lage e a estrutura do Al Diriyah decorrem há vários dias e estão já numa fase muito avançada, faltando apenas ajustar detalhes do contrato, nomeadamente a duração do vínculo. O entendimento entre as partes é considerado iminente.
O Al Diriyah, equipa sediada na cidade com o mesmo nome, situada a cerca de 15 quilómetros a noroeste de Riade, garantiu a subida ao principal escalão do futebol saudita após vencer o Al Ula, orientado por José Peseiro, no play-off de promoção, por 2-1.
Deste modo, o projeto saudita aponta para um investimento significativo no plantel, com o objetivo de garantir competitividade imediata na Saudi Pro League, prova na qual Cristiano Ronaldo disputa. Na última temporada, a equipa contou, entre outros nomes, com o avançado Moussa Marega, de 35 anos, com passado no Porto.
Caso o acordo se concretize, Bruno Lage volta a um contexto onde já trabalhou no passado, depois de ter orientado os sub-19 e a equipa B do Al Ahli, nos Emirados Árabes Unidos. Recorde-se que o treinador soma ainda passagens pelo Benfica, Botafogo e Wolverhampton, além de experiências como adjunto no Swansea e no Sheffield Wednesday.
Clube encarnado está a viver dias decisivos na preparação da nova temporada e presidente trabalha contra o relógio para satisfazer o treinador
14 Jun 2026 | 11:54 |
O Benfica está numa verdadeira corrida contra o tempo para preparar a nova temporada. Com o arranque da pré-época marcado para 25 de junho, Rui Costa e Mário Branco intensificaram os contactos no mercado, com o objetivo de entregar reforços a Marco Silva o mais rapidamente possível. Fechada a hipótese de Harry Wilson rumar à Luz, as águias já procuram por alternativas.
A estrutura encarnada considera essencial dar ao novo treinador uma base de trabalho sólida logo nos primeiros dias no Seixal. A intenção passa por permitir que Marco Silva possa concentrar-se na observação do plantel e na implementação das suas ideias sem grandes sobressaltos.
A principal prioridade está identificada há várias semanas: o centro da defesa - algo mencionado por Paulo Madeira. O Benfica pretende contratar dois centrais com características distintas. Um deles deverá ser esquerdino, enquanto o outro terá de apresentar versatilidade suficiente para atuar nos dois lados do eixo defensivo, independentemente do pé dominante.
Mas os planos da SAD não ficam por aí. Os encarnados procuram também reforçar as alas ofensivas. Apesar de Harry Wilson estar fora de hipótese, o perfil desejado é semelhante ao do internacional galês: um extremo capaz de desequilibrar no um para um, criar oportunidades e acrescentar qualidade ao ataque.
Outro aspeto importante da estratégia benfiquista prende-se com o Mundial. A SAD liderada por Rui Costa decidiu afastar a possibilidade de contratar jogadores que estejam envolvidos na competição, privilegiando atletas disponíveis de imediato. Em simultâneo, Marco Silva e a estrutura trabalham também na definição dos jogos particulares de pré-temporada, numa fase decisiva para preparar uma época que começará cedo: a 23 de julho, com a segunda pré-eliminatória da Liga Europa.
Novo treinador do Clube encarnado inicia funções numa das fases mais delicadas dos últimos anos e tem dossiês para solucionar
14 Jun 2026 | 11:49 |
Marco Silva já começou a preparar a nova época do Benfica, mas herda um cenário exigente e repleto de desafios. Depois da saída de José Mourinho para o Real Madrid, o técnico português assume o comando das águias num momento de mudança profunda, com a missão de lançar um novo ciclo desportivo na Luz.
Uma das primeiras tarefas passa pela construção de uma nova identidade competitiva. Mourinho deixou uma marca forte dentro e fora do balneário, sustentada por experiência, títulos e liderança. Agora, Marco Silva regressa a Portugal após vários anos na Premier League, com a responsabilidade de afirmar as suas ideias e conquistar rapidamente a confiança dos adeptos encarnados.
A pressão aumenta devido ao calendário. O Benfica inicia a pré-época a 25 de junho e terá pouco menos de um mês para preparar a segunda pré-eliminatória da Liga Europa, marcada para 23 de julho. Além disso, vários internacionais poderão chegar mais tarde ao Seixal devido ao Mundial de 2026, dificultando a preparação da equipa.
O mercado é outro dos grandes dossiers. A saída de Nicolás Otamendi deixou um vazio na defesa e a contratação de pelo menos um central parece inevitável. Em simultâneo, Marco Silva terá de recuperar jogadores que ficaram aquém das expectativas, como Dodi Lukebakio - que pode estar de saída, Franjo Ivanovic e Georgiy Sudakov, um atleta cujas características são particularmente apreciadas pelo novo treinador.
Por fim, existe uma missão que vai além das quatro linhas: reconquistar os adeptos. Após uma temporada dececionante, os benfiquistas esperam uma resposta forte da equipa e da estrutura. Marco Silva terá de devolver entusiasmo à Luz, reforçar a ligação entre equipa e bancada e aproveitar também o talento da formação, num Clube onde o sucesso passa tanto pelos resultados como pela identidade.