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Futebol
15 Nov 2024 | 15:38 |
Enquanto decorre a pausa para as seleções, o Benfica, apesar de estar desfalcado com 13 jogadores indisponíveis, entre estágios de seleção e lesionados, foi a jogo com o Mafra, num particular, onde deslizou com um empate a duas bolas.
Como tinha sido anunciado por Bruno Lage, após o triunfo sobre o Porto, no passado domingo, os encarnados entraram esta sexta-feira, dia 15 de novembro, em campo, no centro de treinos do Seixal, onde mediram forças com o Mafra da Liga Portugal 2, num particular à porta fechada. No entanto, o resultado final (2-2) contra os mafrenses, não seria o resultado desejado pelo treinador do Glorioso, com golos de Arthur Cabral e Benjamín Rollheiser.
Sem contar com muitas peças fundamentais, o Benfica recorreu aos plantéis da equipa B e da formação sub-23, que disputa a Liga Revelação. Bruno Lage foi 'obrigado' a apresentar um onze diferente do que costuma apostar com regularidade. A formação titular do Clube da Luz escolhido para o duelo contou com Samuel Soares na baliza, uma defesa constituída por Aursnes, Florentino, Diogo Prioste e Álvaro Carreras. O centro do campo contou com as presenças de Renato Sanches, Benjamin Rollheiser e de Gerson Sousa. As tarefas ofensivas ficaram à responsabilidade de Ángel Di Maria, Arthur Cabral e Beste.
Bruno Lage aproveitou o encontro para lançar alguns jovens da formação, como Pedro Souza, Nuno Félix, Lenny Lacroix, Gustavo Marques, Francisco Domingues, Hugo Félix, Diogo Spencer, Rafael Luís, Ivan Lima e José Melro. O Glorioso beneficiou dos golos marcados por Arthur Cabral e de Benjamin Rollheiser, já o Mafra empatou o encontro através do tentos certeiros de Etim e Alamara.
Recorde-se que os encarnados estão a preparar o regresso aos jogos oficiais, que será já no próximo dia 23 de novembro, quando o Benfica receber o Estrela Amadora, no Estádio da Luz, encontro a contar para a quarta eliminatória da Taça de Portugal.
Vários críticos têm apontado falta de controlo e organização na estrutura encarnada; Episódio junta-se a outras situações recentes que deram que falar
18 Abr 2026 | 11:09 |
Rui Costa está a ser fortemente criticado dentro do universo benfiquista após o episódio ocorrido no Estádio da Luz, considerado por vários membros dos órgãos sociais como uma situação embaraçosa para a imagem do Clube. Em causa está o apelo feito no intervalo do jogo com o Nacional para que os adeptos gritassem o nome da 'Norauto'.
Internamente, há quem veja este momento como um sinal de desgovernação na liderança do Presidente encarnado. O facto de a iniciativa não ter sido conduzida pelo habitual speaker do estádio aumentou ainda mais o desconforto e a estranheza em torno do que aconteceu, segundo o Correio da Manhã.
O mal-estar agrava-se, uma vez que a marca em questão não é um dos principais patrocinadores do Benfica, tratando-se antes de um parceiro inserido no programa comercial. A presença do CEO da empresa na tribuna presidencial também não passou despercebida.
Passados vários dias, continuam a surgir dúvidas sobre quem autorizou a ação e como foi possível a sua realização naquele contexto, com vários críticos a apontarem falta de controlo e organização na estrutura encarnada, liderada por Rui Costa.
O episódio junta-se a outras situações recentes em que Rui Costa tem sido alvo de críticas, nomeadamente os alegados insultos racistas de Gianluca Prestianni ou por não se impor quantos aos erros das arbitragens e queixas de José Mourinho em relação ao plantel.
Presidente da Liga Portugal teceu comentários sobre contradição do Clube encarnado acerca de tema fundamental do futebol português
18 Abr 2026 | 10:21 |
Após aprovação do novo modelo de comercialização dos direitos, Reinaldo Teixeira, presidente da Liga Portugal, reagiu relativamente a este novo passo. Entre vários assuntos, o dirigente abordou o voto contra do Benfica - que pode perder cerca de 15 milhões de euros.
R. Teixeira: "Contamos com eles"
"O Benfica tem uma posição clara, transparente e pública. Tal como disse antes da Assembleia Geral, reafirmo: no passado, o Benfica saiu da 'Liga da Centralização', mas, mesmo tendo optado por sair, contamos com eles. Tem a dimensão que todos sabemos", começou por dizer.
Mesmo com a refutação encarnada, o presidente da Liga elogiou a postura das águias. "Nos diálogos com o Benfica, foram sempre cooperantes e participativos, naturalmente que sabemos que são a Sociedade Desportiva que recebe mais", falou.
R. Teixeira: "A posição do Benfica foi condizente com a que tem vindo a ter"
Reinaldo Teixeira realçou a coerência do Benfica sobre este tema. "A posição do Benfica foi condizente com a que tem vindo a ter. O Nacional absteve-se num processo simples. Entendiam que a chave deveria ser votada em simultâneo com a comercialização. Estamos num caminho onde as Sociedades Desportivas estão comprometidas com a nova realidade: o nosso futebol ser centralizado", confessou.
Sobre os passos seguintes, Reinaldo Teixeira adiantou que a aprovação total do novo modelo está quase a chegar. "O dossiê está fechado, aprovado por esta larga maioria. É o primeiro passo do documento da comercialização, para que, no fundo, entreguemos à Autoridade da Concorrência. A chave de distribuição vai ser submetida a aprovação e apreciação, após nova conversa com as Sociedades Desportivas. Queremos que seja feito o quanto antes. Aí, vai ser marcada uma Assembleia para aprovar a chave" , finalizou.
Comentador diz que indefinição em torno do técnico não ajuda a criar um ambiente sólido para desenvolvimento do projeto encarnado
18 Abr 2026 | 09:56 |
Bernardo Ribeiro abordou o momento do Benfica, sublinhando a incerteza em torno do futuro de José Mourinho e o impacto que isso pode ter na estabilidade do Clube, considerando que o melhor para ambas as partes seria seguirem caminhos diferentes.
“Mourinho continua sem saber se vai continuar no Benfica e agora até está, desta vez mesmo, numa lista do Real Madrid”, escreve no jornal 'Record', destacando que a indefinição não ajuda a criar um ambiente sólido para o desenvolvimento do projeto encarnado.
Bernardo Ribeiro: “Acredito hoje que o melhor para treinador e clube era separarem destinos”
Perante este contexto, o diretor do diário desportivo defende que a melhor solução poderá passar por um ponto final na ligação entre as duas partes: “Acredito hoje que o melhor para treinador e clube era separarem destinos”, sugerindo uma mudança de rumo.
Bernardo Ribeiro justifica essa posição com o ambiente que se vive atualmente, marcado por alguma instabilidade: “Dificilmente se constrói uma relação saudável com tanta desconfiança pelo caminho”, acrescenta, reforçando a ideia de que a continuidade pode não ser benéfica.
Ainda assim, termina com uma reflexão mais ampla sobre o futuro de Mourinho, deixando em aberto novos desafios: “Há muitas formas de ser feliz. Além de que o técnico merece ter as coisas mais quentes”, concluiu. O Real Madrid tem o Special One referenciado.