Futebol
Médio do Benfica sofreu entrada assassina na Liga das Nações e preocupa Clube da Luz
03 Out 2026 | 10:38
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03 Out 2026 | 12:26 |
Desde as primeiras conversas com o Benfica para assumir o comando técnico, Marco Silva deixou bem claro que tinha algumas prioridades para a construção do plantel. O treinador identificou jogadores que considerava fundamentais para atacar a temporada e deixou uma indicação clara: não queria perder determinadas peças. Entre elas estava Vangelis Pavlidis, que deve renovar o seu contrato.
O avançado grego foi, desde o primeiro momento, considerado uma peça essencial pelo técnico português. A aposta acabou por se revelar acertada, com Pavlidis a assumir um papel de destaque na frente de ataque e a justificar a confiança depositada pelo treinador.
A importância do ponta-de-lança também ficou evidente durante o último mercado de transferências. Pavlidis despertou o interesse de vários emblemas europeus e foi associado a clubes como Fenerbahçe, Tottenham, Aston Villa, Milan, Roma, Juventus e Barcelona. O Besiktas foi, contudo, quem avançou de forma mais concreta e procurou efetivamente encontrar uma solução para a contratação do internacional grego. Ainda assim, o Benfica manteve-se firme e não abriu a porta à saída de um dos seus principais goleadores.
A posição da SAD encarnada era sustentada também pelo contrato do jogador. Pavlidis, de 27 anos, tem vínculo com o Benfica até 2029 e está protegido por uma cláusula de rescisão de 100 milhões de euros, valor que ofereceu tranquilidade à administração liderada por Rui Costa durante o mercado de verão.
Não foi, aliás, a primeira vez que o avançado despertou forte cobiça internacional. Em anteriores janelas de transferências, clubes da Premier League também chegaram a ponderar avançar pelo jogador. Porém, Marco Silva deixou clara a sua posição: Pavlidis fazia parte dos jogadores que queria manter a todo o custo.
Antigo internacional português vive hoje uma realidade bem diferente daquela que conheceu nos grandes palcos e a história surpreendeu os adeptos
03 Out 2026 | 12:06 |
Hugo Porfírio é um nome que ainda estará presente na memória de muitos adeptos do Benfica. Além das águias, o antigo extremo acabou por vestir também a camisola do Sporting, numa carreira que passou ainda por Inglaterra, Espanha, Marítimo e Al-Nassr.
Mas é precisamente longe dos grandes palcos que surge um dos detalhes mais surpreendentes sobre a vida atual do antigo internacional português: Porfírio terá sido reconhecido enquanto trabalhava como motorista da Uber. Dois jovens que viajaram com o antigo jogador pela plataforma aperceberam-se de quem estava ao volante, numa situação que rapidamente despertou a curiosidade dos adeptos.
A ligação ao Benfica começou em 1998/99, depois de uma época de afirmação no Racing Santander, onde disputou 23 jogos, marcou dois golos e fez três assistências. De regresso a Portugal, Porfírio foi cedido pelo Benfica ao Nottingham Forest, onde realizou nove partidas, marcou um golo e fez duas assistências, antes de regressar à Luz. Na temporada seguinte, 1999/00, voltou a representar as águias e somou seis jogos, um golo e duas assistências - na qual foi colega de Paulo Madeira.
O percurso encarnado prolongou-se pelas épocas seguintes. Em 2000/01, foi emprestado ao Marítimo, participando em 21 encontros, com dois golos e uma assistência, enquanto pela equipa B do clube insular disputou ainda uma partida. Em 2001/02, regressou ao Glorioso e realizou seis jogos, marcando um golo. Depois disso, continuou ligado aos encarnados, tendo representado a equipa B em 2002/03 e 2003/04, antes de passar pelo Oriental em 2006/07.
A carreira de Porfírio começou, porém, muito antes da passagem pela Luz. Pelo Sporting, onde fez toda a formação, chegou à equipa principal em 1992/93 e disputou dois encontros, antes de realizar 13 partidas e marcar um golo na época seguinte. Seguiram-se empréstimos ao Tirsense e à União de Leiria, antes da aventura no West Ham, onde somou quatro golos e três assistências em 27 jogos. Depois do Racing Santander e do Benfica, terminou a carreira no Al-Nassr, em 2007/08. Mais tarde, regressou ao Sporting para integrar as equipas técnicas de Ricardo Sá Pinto e Oceano. Atualmente, longe do futebol profissional e sem redes sociais ativas, o episódio relacionado com a Uber é uma das poucas pistas públicas sobre a vida do antigo jogador.
Confira o vídeo sobre a "nova vida" de Porfírio:
Jogador é uma das prioridades das águias para extensão de vínculo, mas mesmo novidade nos bastidores não teve o impacto esperado
03 Out 2026 | 11:31 |
Andreas Schjelderup continua a ser um dos processos por resolver na estrutura do Benfica. Apesar dos contactos já estabelecidos entre as duas partes, o extremo norueguês mantém-se resistente à renovação do contrato, que atualmente o liga aos encarnados até junho de 2028.
A SAD liderada por Rui Costa considera prioritário garantir a continuidade do jogador e está disponível para melhorar as condições apresentadas na primeira proposta. Contudo, as negociações continuam sem avanços significativos, permanecendo num ponto de impasse. A situação ganhou ainda maior interesse depois de Schjelderup, de 22 anos, ter passado a ser representado por Jorge Mendes.
Durante a mais recente concentração da seleção da Noruega, o extremo foi questionado diretamente por jornalistas portugueses sobre o estado das conversações com o Benfica, mas preferiu não revelar detalhes e remeteu o assunto para os seus representantes.
"Estou apenas focado em jogar e desfrutar todos os dias do futebol e dos jogos. É bom ter agentes e outras pessoas à tua volta para te focares apenas no futebol. Estou muito feliz no Benfica e estou a desfrutar lá e na seleção nacional", afirmou. Apesar da ausência de acordo, o Clube não desistiu de assegurar a renovação. A administração encarnada pretende voltar a melhorar a proposta apresentada anteriormente e aproximar os valores das pretensões do internacional norueguês.
Ainda assim, Rui Costa e a restante estrutura não estão dispostos a entrar numa corrida financeira que ultrapasse os parâmetros definidos pelo clube. Assim, enquanto Schjelderup mantém a posição, as negociações continuam estagnadas, sem que exista, para já, uma solução à vista.
Futebolista do emblema vermelho e branco cometeu um erro crucial na derrota da sua seleção e admitiu lapso após o final de encontro
03 Out 2026 | 11:29 |
Fredrik Aursnes ficou ligado à derrota da Noruega diante do País de Gales (2-1), na 3.ª jornada do grupo A4 da Liga das Nações, ao cometer um passe errado que originou o primeiro golo da formação de Craig Bellamy, apontado por Daniel James. O médio do Benfica não escapou a algumas críticas e no final da partida veio a público assumir a responsabilidade e a quota parte de culpa pelo desfecho da partida.
F. Aursnes: "A culpa é minha"
"A culpa é minha. Recebi a bola e talvez devesse ficar de frente em vez de fazer um passe de apoio. Foi intercetada e depois deu golo, é da minha responsabilidade, a este nível és punido e por isso a culpa é minha", admitiu, em declarações à TV2.
Ao contrário das duas jornadas inaugurais da competição, frente a Dinamarca (3-2) e Portugal (2-1), onde foi utilizado como lateral, Aursnes voltou ao miolo, formando a tripla no meio-campo com Sander Berge e Martin Odegaard - polémica com Bernardo Silva.
Porém, a ligação entre os três também não surtiu efeito. "Não funcionou muito bem, pelo menos para mim, na primeira parte do jogo. Temos de trabalhar nisso e ver o que podemos fazer melhor"...Deviámos ter resolvido melhor a situação", falou.
Depois de duas derrotas consecutivas, a Noruega, na 3.ª posição do grupo A4 com três pontos, desloca-se este domingo ao Estádio do Dragão para medir forças frente a Portugal, que precisa de uma vitória para garantir automaticamente a passagem à próxima fase da Liga das Nações.