Futebol
Médio que ainda não convenceu Marco Silva desceu à equipa B do Benfica e marca aos 89'
01 Nov 2026 | 10:18
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Futebol
01 Nov 2026 | 17:34 | Por Redação
Alejandro Balde deve sair Barcelona já no próximo mercado de transferências de janeiro, numa situação que não passa despercebida ao Benfica. O lateral-esquerdo espanhol perdeu espaço nas opções de Hansi Flick e a direção catalã estará disponível para negociar o jogador de 23 anos.
Segundo avança o jornal espanhol Marca, o Barcelona pretende contratar um defesa-central, uma vez que considera necessário aumentar as alternativas para o eixo defensivo. Atualmente, Pau Cubarsí e Gerard Martín formam a dupla titular, enquanto Andreas Christensen surge como principal alternativa, embora o histórico de problemas físicos do dinamarquês represente uma preocupação.
A necessidade de reforçar o centro da defesa tem provocado várias adaptações na equipa de Hansi Flick. Frenkie de Jong chegou mesmo a desempenhar funções de defesa-central na goleada por 6-1 frente ao Alavés. Além disso, jogadores como Jules Koundé e Eric García, apesar de terem características para atuar no eixo defensivo, são atualmente utilizados sobretudo como laterais-direitos.
Neste cenário, Alejandro Balde acabou por perder protagonismo. O internacional espanhol é atualmente uma das últimas opções para as laterais, apesar de ser o único defesa-esquerdo de raiz do plantel. Os números demonstram essa quebra de importância: soma apenas uma titularidade, precisamente na derrota por 2-1 frente ao Real Madrid, e contabiliza somente 116 minutos de utilização em toda a temporada.
A direção blaugrana pretende aproveitar a eventual transferência do jogador para conseguir maior margem financeira e avançar para a contratação de um defesa-central. Ferran Olivé, vice-presidente financeiro do Barcelona, já tinha explicado que o clube precisa de vender para contratar, devido às limitações impostas pela regra financeira conhecida como '1:1'.
Treinador esteve na conferência de imprensa de antevisão do duelo das águias com os ribatejanos, no Estádio da Luz, em duelo da 10.ª jornada
01 Nov 2026 | 14:02 | Por Redação
Marco Silva - que não pode contar com Leandro Barreiro - esteve na conferência de antevisão ao jogo do Benfica nesta segunda-feira com o Alverca, na Luz, a contar para a 10.ª jornada da Liga Portugal Betclic. Confira tudo o que disse o treinador encarnado antes do duelo do campeonato.
Lukebakio titular?
"Terão de esperar por amanhã. O Rafa teve um excelente início de época numa posição que jogava há algum tempo. Jogam na mesma posição, mas são muito diferentes. Não vou entrar numa hierarquia sobre a posição. No futuro, iremos acrescentar mais um jogador para essa luta porque queremos acrescentar competitividade. O Lukebakio fez dois golos e uma exibição muito boa. Fez 90 minutos, o que não tem sido muito normal porque faz muitas acelerações. Mas é importante ganhar essa capacidade, pois só assim irá jogar de início. Ele vive muito um contra um, mas essa não é a nossa primeira, nem segunda forma de chegar à baliza. O Lukebakio fez mais coisas bem, com ligações com o Sudakov. Os golos são importantes, mas falo também se servir mais. Foi uma exibição, mas não significa que esteja à frente. O Rafa também entrou para outra posição. Não há hierarquias nesta equipa. Nem sempre o que está melhor, vai jogar. Depende também do que queremos fazer e o que queremos explorar no adversário."
Arbitragem
"É difícil dizer o que farei daqui para a frente. Sou humano. Tento ter calma, mas por vezes não tenho. Quando analiso as minhas ações e o meu comportamento, às vezes não fico satisfeito comigo mesmo. Sou o primeiro a criticar-me. Por vezes, não faço melhor porque não consigo. Quando disse que não queria falar de arbitragem foi porque queria falar de outras coisas. Na conferência, vieram oito perguntas e acabei por falar. O meu objetivo era não falar, mas não consegui. Se todos conseguirmos ter um comportamento consistente, melhor. Mas o futebol tem muita emoção por detrás. A emoção do jogo leva-me para outros lados e sou o primeiro a reconhecer quando erro.
Rui Costa
"Não vou comentar declarações do presidente. Estamos aqui porque acreditamos que o Benfica tem condições de ganhar. Cada um no seu papel, tem de trabalhar nesse sentido. Staff, jogadores, treinadores. Acreditamos muito em nós mesmos."
Reforços para o meio-campo
"Estamos em diálogo permanente com a direção. Não precisamos de um dia específico para falar. O Enzo [Barrenechea] está quase de volta. Valorizamos muito a capacidade com bola nessa posição. Tem uma concorrência forte, mas quem concorre com ele também tem a vida difícil. Nos últimos dois, três treinos tem estado bem. Vamos ver se já está em condições nos próximos jogos. Não querendo colocar pressão no departamento médico, mas colocando, acreditamos que estará de volta antes do final do ano. Ainda falta muito tempo para janeiro, não é o momento para falar nisso."
Como reduzir os golos sofridos
"Não conseguimos mudar as características dos jogadores. Compete-nos trabalhar de forma coletiva, por vezes de forma passiva porque não temos tempo. Em semanas limpas, é mais fácil. Mas há outras formas de lá chegar, com vídeos por exemplo. Mas o treino precisa de intensidade para adquirirem esse comportamento. Precisamos de tempo. Os aspetos individuais têm muita importância até porque várias equipas defendem cada vez mais homem a homem. Nós também fazemos isso em alguns momentos, mas não tanto. É fundamental vencer duelos individuais e não apenas na linha mais recuada."
Melhor plantel que já teve?
"É difícil avaliar. É injusto comparar com outros que tive. São contextos diferentes e clubes diferentes. Acreditamos no plantel. Temos uma mescla de jovens e experiência, com muita qualidade e conhecemo-nos cada vez melhor. É importante o Kaminski, por exemplo, perceber a competitividade que tem aqui. Nem sempre gosto de ter plantéis muito grandes, mas têm de ser muito competitivos. Ele sabe a concorrência que enfrente. É importante todos sentirem que, mesmo estando a jogar, há aguém pronto para ficar com o lugar deles. São boas dores de cabeça para o treinador."
Dificuldades que o Alverca pode criar
"Tem jogadores muito jovens, mas muito irreverentes e qualidade técnica. Joga com três atrás, dois laterais muito ofensivos. Depois fecha a cinco. Com bola, conseguem criar alguns problemas. Não olhamos para a tabela, temos de respeitar todos os adversários e temos de estar sempre a top. Temos a obrigação de fazer tudo aquilo que conseguimos para vencer os nossos jogos e é o que faremos amanhã."
Treinador está certo de quem será o titular das águias para partida, mas avalia de forma positiva a competitividade entre a dupla
01 Nov 2026 | 13:46 | Por Redação
A baliza do Benfica continua a ser um dos temas em destaque na preparação da equipa para os próximos compromissos. Marco Silva pretende manter a concorrência entre Anatoliy Trubin e Samuel Soares, deixando claro que nenhum dos atletas tem a titularidade garantida e jogará quem estiver em melhor forma.
O técnico está satisfeito com a resposta que tem recebido dos jogadores, mas já transmitiu ao plantel que não pretende ninguém acomodado. A mensagem é transversal a todas as posições, incluindo a baliza, onde a concorrência promete continuar intensa.
Samuel Soares começou a temporada como primeira escolha e chegou a somar 10 partidas consecutivas como titular. No entanto, Trubin voltou entretanto a ganhar espaço nas opções de Marco Silva, tendo sido titular em três dos últimos quatro encontros, entre a Liga Europa e a Allianz Cup. O guarda-redes português, por sua vez, foi utilizado no compromisso do campeonato frente ao Santa Clara.
Apesar desta alternância, o treinador não pretende estabelecer uma hierarquia definitiva. O princípio que orienta as escolhas continua a ser simples: joga quem estiver melhor. A condição física, o rendimento nos treinos e as exibições em competição serão fatores determinantes para decidir quem merece ocupar a baliza encarnada.
Assim, para o próximo encontro frente ao Alverca, a contar para a Liga, Samuel Soares deverá assumir a titularidade, enquanto Trubin estará reservado, à partida, para os compromissos das competições europeias e taças.
Comentador analisa situações polémicas nas quais árbitro se envolveu em episódios de expulsão similares aos do colombiano
01 Nov 2026 | 13:37 | Por Redação
A expulsão de Jhon Durán no encontro entre Santa Clara e Benfica continua a gerar polémica, com Luís Aguilar a recordar alguns episódios controversos envolvendo Cláudio Pereira, árbitro responsável pela exibição do cartão vermelho ao avançado colombiano. Numa análise crítica, o comentador recuperou situações anteriores protagonizadas pelo juiz, levantando questões sobre a forma como este tem conduzido determinados episódios disciplinares.
“Também nos Açores, em abril de 2025, o mesmo árbitro expulsou Conrad Harder. Entre as explicações apareceu um 'yeah’ provocatório. Cláudio Pereira descreveu também um salto sobre um adversário e atribuiu ao então jogador do Sporting o início do conflito. O resto das palavras não lhe foi percetível. Já havia, portanto, dificuldades de receção. A emissão dos cartões funcionava bem”, escreveu no jornal 'A Bola'.
Harder acabou por cumprir um jogo de suspensão, mas o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) viria posteriormente a anular o castigo, por considerar que tinha existido uma violação do direito de defesa do jogador. Luís Aguilar sublinha precisamente a importância desta decisão, recordando que ‘a justiça devolveu-lhe uma presença que já lhe tinha sido tirada’.
O analista recordou ainda um episódio envolvendo Sérgio Conceição e o árbitro Nuno Almeida, no qual o antigo treinador do Porto afirmou ter sido expulso devido à expressão facial. O caso ficou associado à expressão “o olhar fulminante”, embora o próprio árbitro tenha posteriormente negado essa versão.
“Antes disto, houve Sérgio Conceição num jogo do Porto em Paços de Ferreira. E houve Nuno Almeida. Segundo contou o treinador, o árbitro explicou-lhe que o expulsara pela cara. Ficou para a história 'o olhar fulminante'. É preciso atribuir a versão a quem a contou. E, mais tarde, o próprio árbitro negou essa versão. Mas também não é difícil imaginar um futebol em que a expressão facial constitui matéria disciplinar. Alguns treinadores teriam de entrar de costas”, finalizou.