Futebol
Aursnes dá volta por cima na Noruega e recebe grande notícia antes do regresso ao Benfica
07 Out 2026 | 10:25
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07 Jul 2026 | 12:36 |
O Benfica anunciou, esta segunda-feira, a saída de Salomé Prat - depois da mesma ter sido supreendida com o regresso a Lisboa. O Clube e a futebolista francesa chegaram a acordo para a rescisão do contrato, que era válido até junho de 2028, permitindo à jogadora de 24 anos abraçar um novo desafio na carreira.
Prat reforçou as águias no verão passado, depois de se ter destacado ao serviço do Torreense, ao marcar, no último minuto do prolongamento, o golo que valeu a vitória na final da Taça de Portugal de 2024/25, precisamente frente ao Benfica.
Embora tenha iniciado a temporada integrada no plantel principal das encarnadas e somado três jogos oficiais, a avançada foi cedida ao Dux Logroño na segunda metade da época 2025/26. Ao serviço do conjunto espanhol, que terminou a liga no 14.º lugar, apontou dois golos em 15 partidas.
Apesar da curta passagem pela equipa principal, Salomé Prat fica ligada a uma temporada histórica para o Benfica, marcada pela conquista do hexacampeonato nacional e da Taça de Portugal, apesar de não estar no clube quando os troféus foram levantados.
No comunicado em que oficializou a saída da atleta, o Clube da Luz agradeceu o profissionalismo demonstrado ao longo do período em que representou as águias. Salomé Prat teve seu retorno definido ao Benfica após não ter seu empréstimo prolongado, mas agora, terá a chance de definir o próprio futuro como agente livre.
Grande goleador pelas águias garante não estar a defender Jorge Jesus, mas afirma que o avançado do Al Nassr parece só pensar em si
07 Out 2026 | 11:48 |
António Simões, uma das maiores figuras da história do Benfica e antigo internacional português, comentou a polémica que envolve Cristiano Ronaldo e Jorge Jesus e deixou críticas fortes ao capitão da Seleção Nacional. O antigo jogador defende, contudo, que ainda existe espaço para uma reconciliação.
António Simões sobre Cristiano Ronaldo: "ficamos com a sensação de que é um egolátrico, que só pensa nele..."
À margem da apresentação do relatório "O Apito e a Confiança", promovido pelo movimento UNUM, Simões apelou ao bom senso e considerou que o conflito deve ser resolvido através do diálogo: "É melhor encontrar-se forma de criar-se paz do que continuar com a guerra. Não faz sentido isto. Se há condições para que o Cristiano volte, seja bem-vindo", começou por afirmar.
O antigo internacional português considera que Ronaldo deve ter a oportunidade de se despedir da Seleção de forma digna, mas entende que também deve reconhecer os próprios erros. "Não temos de dar razão ao Cristiano Ronaldo, e acho que não tem, agora se ele reconhece que cometeu um erro. Então não tem de ser cristializado, vamos dar-lhe a oportunidade que ele tenha sobretudo um momento de despedida digno à altura e prestígio dele", defendeu.
Simões insistiu ainda na necessidade de uma conversa entre as partes. "Pede-se bom senso. Tolerância. Não estou aqui a defender Cristiano Ronaldo ou o Jesus, ou outra pessoa, estou a defender o bom senso. Que se encontrem, conversem e resolvam. Que bonito ficaria. Essa é a minha grande esperança", afirmou.
Questionado sobre o comportamento do avançado do Al Nassr, a antiga glória das águias foi ainda mais contundente: "Às vezes ficamos com a sensação de que é um egolátrico, que só pensa nele. Tive essa experiência no Campeonato do Mundo na África do Sul e tive a oportunidade de falar com ele. Este jogador tem este trajeto todo, está maduro, é um homem, arranje forma de pensar que não é egolátrico. Não é só o golo, é o jogo."
Goleador da equipa secundária encarnada falou sobre os anos que passou na Luz e afirma que a situação das águias não o ajudou
07 Out 2026 | 11:31 |
Depois de oito anos ao serviço do Benfica, Henrique Araújo deixou os encarnados a custo zero e rumou ao Casa Pia. Satisfeito com a opção, não guarda mágoa da passagem pela Luz, apesar de nunca ter conseguido afirmar-se, 'culpando' o Clube por isso.
H. Araújo: "O Clube vivia numa fase de muitas mudanças e muita contestação"
"São muitos fatores, mas o Clube vivia numa fase de muitas mudanças e muita contestação, o que também não é fácil para os jogadores da formação. E não deu. Comecei na equipa A com Schmidt, mas na altura o Gonçalo (Ramos) lançou-se e esteve muito bem. Acabou por não haver muito espaço e tive alguns empréstimos", começou por dizer, em entrevista exclusiva ao jornal Record.
O melhor marcador da história da equipa B das águias reforçou o seu pensamento. "Na última época foi a mesma coisa: houve mudanças de treinador e isso também não é fácil para os jovens. Notou-se mais no meu caso porque as pessoas estavam à espera que agarrasse o lugar, mas houve outros casos e acho que isso devia-se obviamente a nós, mas a instabilidade no Benfica não ajudou", falou.
H. Araújo: "A situação do Clube não facilitou nada"
Henrique Araújo acredita que não teve mais oportunidades devido à instabilidade na Luz. "Não sei bem. O treinador tenta meter os melhores. Também nunca fui muito opção e vivo bem com isso. O treinador está lá para tomar as decisões. Houve responsabilidades minhas, como é óbvio, mas a situação do Clube não facilitou nada", admitiu.
Acerca das expectativas dos adeptos, o ponta de lança de 24 anos sente que recebeu muito apoio. "Senti sempre muita expectativa e muito carinho dos adeptos. Mas, nas duas épocas em que estive lá, o Gonçalo (Ramos) faz uma excelente temporada, nesta última o Pavlidis também faz um ano fenomenal, por isso também há que dar mérito aos outros", comentou.
Grupo divulga documento com propostas para melhoria no trabalho dos árbitros em Portugal e a ideia passa por mudança em estrutura
07 Out 2026 | 11:06 |
O movimento de benfiquistas UNUM apresentou, esta terça-feira, a versão inicial do relatório "O Apito e a Confiança", documento que propõe uma profunda reforma da arbitragem portuguesa. O plano contempla 17 medidas, distribuídas por seis pilares: independência, profissionalização, transparência e responsabilização, VAR, critérios e tecnologia, e integridade e clubes.
Uma das principais propostas passa pela criação de uma estrutura autónoma para a arbitragem profissional, separada da Federação Portuguesa de Futebol e dotada de direção, orçamento, contas e instalações próprias. Segundo o documento, a implementação desta mudança poderá prolongar-se por uma a três temporadas e seria dividida em duas fases.
Numa primeira etapa, a FPF e a Liga poderiam criar uma estrutura operacional especializada, sustentada por contrato-programa, regulamentos e delegações juridicamente admissíveis. Posteriormente, numa segunda fase, uma revisão dos estatutos e da legislação permitiria consolidar uma autonomia mais abrangente para o organismo responsável pela arbitragem profissional.
O relatório defende ainda alterações no processo de nomeações e na fiscalização, com o objetivo de garantir maior independência e representatividade de todos os intervenientes no futebol, incluindo os próprios árbitros. A profissionalização surge igualmente como um dos principais eixos da proposta. A UNUM pretende criar uma "elite integralmente profissional", com um percurso estruturado desde a formação até ao pós-carreira.
Para aumentar a base de recrutamento, o movimento propõe a criação de uma Escola Nacional de Arbitragem, destinada à formação de árbitros principais, assistentes e VAR. O objetivo passa também por organizar a progressão profissional e estabelecer "um quadro integralmente profissional de árbitros, assistentes e vídeo-árbitros com contrato, remuneração estável, deveres de disponibilidade e apoio multidisciplinar".
Aursnes dá volta por cima na Noruega e recebe grande notícia antes do regresso ao Benfica
07 Out 2026 | 10:25
Do adeus de Messi para o Benfica: Marco Silva já sabe quando pode contar com Prestianni
07 Out 2026 | 09:58
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07 Out 2026 | 09:58