Futebol
Especialista diz que maior desafio de Marco Silva é fora dos relvados e envolve adeptos do Benfica
21 Jun 2026 | 15:33
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Futebol
03 Set 2024 | 17:40 |
Pedro Brinca, adepto do Benfica e professor de Economia, num artigo de opinião publicado no jornal Record, abordou o despedimento de Roger Schmidt dizendo que a 'decisão não podia ser outra'.
"Uma decisão que muito dificilmente poderia ser outra"
"A derrota com o Moreirense precipitou uma decisão que muito dificilmente poderia ser outra. Schmidt cai, como quase sempre que um treinador é despedido, pelos maus resultados. 2024 foi mesmo um ano terrível para o Benfica. Dos 16 jogos oficiais fora de casa, Roger Schmidt conseguiu vencer apenas 37.5%, alguns dos quais deixaram marca não só pelo resultado negativo mas pela forma como aconteceram como a derrota por cinco golos sem resposta no Dragão. Fica apenas uma vitória num jogo contra uma equipa de dimensão europeia – o Glasgow Rangers – em março, pela margem mínima, depois de um empate a duas bolas no primeiro jogo, em casa, dos oitavos de final da Liga Europa", começou por dizer.
O Benfiquista relembrou o primeira ano do treinador alemão: "É bom lembrar que na época de estreia de Roger Schmidt o Benfica venceu 76% dos jogos oficiais, a segunda melhor performance dos últimos dez anos, ficando apenas atrás do Ferrari de Rui Vitória que, à boleia de Jonas, Pizzi, Mitroglou, Gaitan, Renato Sanches e companhia, atingiu os 77% de vitórias. Fez uma das mais brilhantes épocas europeias das últimas décadas, atingindo os quartos de final da Champions depois de ter vencido a fase de grupos onde jogou contra a Juventus e o PSG. Os jornais faziam capas com "Rogerball", enaltecendo não só as vitórias mas a qualidade do futebol jogado."
"Mas se não mudou o treinador, que mudou desde essa primeira época? Há uma resposta óbvia: os jogadores. Dos 18 mais utilizados na época de 22/23, apenas seis ainda se mantêm no plantel, sendo que um deles parece também de saída – João Mário. Dos 16 que jogaram em Moreira de Cónegos, apenas quatro fizeram parte do plantel em 22/23. Que houve erros claros de casting na compra de jogadores, ninguém tem dúvidas. Mas não se pode acertar sempre. Quem comprou Jurásek e Tengstedt também adquiriu Aursnes e Enzo Fernández", disse.
"Fica a ideia que Roger Schmidt teve a arte de montar um plano A perfeito para os jogadores que teve em 22/23 mas nunca foi capaz de sair desse registo, mesmo quando quase tudo o resto já o tinha feito. Sem plano B para um novo naipe de jogadores com características diferentes, Schmidt sai pela porta pequena", finalizou Pedro Brinca.
Internacional galês trabalhou com Marco Silva no Fulham e Clube encarnado já tem as suas pretensões acerca do atleta do Fulham
22 Jun 2026 | 03:00 |
Existem rumores que apontam Harry Wilson como possível reforço do Benfica, porém o atleta não vem para a Luz, sabe o Glorioso 1904. Neste Exclusivo, revelamos as razões pelas quais o extremo do Fulham não tem condições de vestir o manto sagrado em 2026/27.
Harry Wilson destacou-se na última temporada ao serviço do Fulham, sendo o melhor marcador dos Cottagers na Premier League, com 10 golos em 36 jogos, aos quais somou ainda sete assistências. Os números, o facto de ter trabalhado com Marco Silva e a possibilidade de vir a custo zero podiam ser fatores tentadores para Rui Costa avançar com a contratação, algo que não vai acontecer.
O Clube da Luz necessita de reforçar as alas, mas a estrutura das águias pretende outro tipo de perfil. Um extremo rápido, forte em duelos, que participa em golos e que seja jovem - Harry Wilson já tem 29 anos, faixa etária que não agrada muito aos responsáveis do Benfica.
Dado o facto de jogar na Premier League, o avançado de País de Gales aufere um salário muito elevado para a realidade do futebol português e existem clubes ingleses que estão de olho no atleta, equipas com maior poder financeiro do que o Benfica.
Além do objetivo de reforçar os lados do ataque, o Benfica tem como prioridade adquirir pelos menos dois centrais. O falhanço da Liga dos Campeões leva o Clube encarnado a pensar em gerir o seu orçamento de forma cautelosa e precisa.
Apesar do interesse de várias equipas, estrutura do Clube encarnado já tomou uma decisão sobre o futuro de centro-campista das águias
21 Jun 2026 | 17:36 |
O Benfica decidiu manter João Rego junto da equipa principal numa primeira fase da nova temporada desportiva, permitindo que Marco Silva avalie de forma detalhada o potencial de um dos talentos mais promissores do Seixal.
A informação foi avançada por O JOGO, que revela que a decisão já foi tomada pela estrutura liderada por Rui Costa. Apesar das várias abordagens recebidas nos últimos meses para perceber a disponibilidade dos encarnados em negociar o jovem médio ofensivo, o Benfica continua a acreditar fortemente nas qualidades do jogador que celebrou recentemente o seu 21.º aniversário. A intenção passa por dar-lhe espaço para se mostrar durante a pré-temporada antes de qualquer decisão sobre o futuro.
João Rego chega a este momento depois de uma campanha muito positiva ao serviço da Seleção Nacional de sub-21. No prestigiado Torneio de Toulon, o camisola ´84´ destacou-se ao apontar cinco golos, terminando como melhor marcador da competição e sendo igualmente eleito o melhor jogador do torneio.
A confiança da SAD encarnada no médio ficou também evidente no início deste ano, quando o Benfica avançou para a renovação do contrato até junho de 2030. O novo vínculo reforçou a aposta do Clube num atleta que continua a ser visto como um projeto importante para o futuro da equipa principal.
Na temporada passada, João Rego dividiu a sua utilização entre a equipa B e a Youth League, fruto da forte concorrência existente no plantel principal. Agora, com Marco Silva a iniciar funções e vários lugares ainda por definir, o jovem internacional português terá uma oportunidade privilegiada para demonstrar que está preparado para conquistar espaço entre os séniores do Benfica.
Diretor desportivo do Clube encarnado deu uma resposta clara sobre os rumores em volta de um dos principais jogadores das águias
21 Jun 2026 | 17:15 |
O diretor geral do futebol do Benfica, Mário Branco, falou sobre os rumores que, ao longo das últimas semanas, têm vindo a dar conta do interesse do Besiktas em adquirir Vangelis Pavlidis. O dirigente revelou que o grego quer ficar na Luz.
M. Branco: "Pavlidis quer ficar no Benfica e vai ficar"
"Queremos mantê-lo para a próxima temporada, mas, de repente, ouvi propostas da Turquia pelo Pavlidis... Ninguém falou com o Benfica, ninguém. Não temos propostas nem contactos de ninguém. Há apenas muitos rumores por aí. Pavlidis quer ficar no Benfica e vai ficar no Benfica para a próxima temporada. É claro que o mercado está aberto, e não podemos controlar o que acontecer, mas, a 25 de junho, quando começarmos a pré-temporada no Benfica, Pavlidis estará lá", disse, em entrevista ao jornalista turco Yagız Sabuncuoglu.
O ex Fenerbahçe reforçou a sua opinião. "O caso de Pavlidis é muito estranho. É um não-caso. Se na transferência de Kerem Akturkoglu eu teria feito coisas de maneira diferente, no caso de Pavlidis está a acontecer algo do género, mas sem qualquer fundamento, porque ele tem contrato connosco até 2029, estamos muito satisfeitos com ele. Ele marcou mais de 50 golos nas duas últimas temporadas no Benfica, é um jogador importante para nós", atirou.
M. Branco: "Se o fizeram, fizeram mal"
Mário Branco desabafou que se houve conversas sem conhecimento do Clube, foi algo que não devia ter acontecido. "Há muitos rumores vindos da Turquia... Não sei se falaram com o jogador ou com o empresário. Se o fizeram, fizeram mal, porque ele tem contrato connosco, mas ninguém falou com o Benfica, e não acredito que haja hipóteses de Pavlidis ir para a Turquia, na próxima temporada", completou o dirigente dos encarnados.
A tomada de posição pública por parte de Mário Branco surge na sequência de rumores em torno do futuro imediato de Vangelis Pavlidis, sendo que os mais recentes dão conta da possibilidade de o Besiktas fazer mesmo chegar ao Benfica uma proposta concreta na ordem dos 40 milhões de euros pelo passe do internacional grego.