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Regresso, Circati, Palhinha e mercado: Tudo o que disse Marco Silva antes do Benfica - Aarhus
19 Ago 2026 | 15:59
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09 Jun 2023 | 14:34 |
O Benfica de Roger Schimdt diferenciou-se esta temporada pelo seu futebol ofensivo, um verdadeiro deslumbre para os adeptos Benfiquistas. No entanto, basta recuar alguns anos para se encontrar um estilo de jogo tão ou mais apelativo que o do técnico alemão.
A época 2009/10, lembrada com carinho por todos, teve início imediatamente bombástico com a contratação de Jorge Jesus, que vinha de passagens bem sucedidas no Belenenses e no Braga. Contratado por Luís Filipe Vieira, a sua apresentação não desiludiu as expectativas, afirmando sem medo algum que “o Benfica vai jogar o dobro da época passada”.
Poucas semanas bastaram para provar que estava em construção um ciclo diferente na Luz, que uniu resultados e a chamada nota artística; que fez evoluir o Clube para potência, iniciando percurso em que repartiu a glória com o rival azul e branco. Cedo ficou esclarecido que o Glorioso era mesmo candidato a ser Campeão. E tinha armas para não ficar por ali.
Com estrelas como David Luiz, Di María, Aimar, Saviola, Ramires e Javi García, as águias eram uma fonte inesgotável de ataque, que não se limitava a ganhar e queria sempre mais, em constantes demonstrações de poder. A equipa tornou-se dominadora e, apesar de só ter garantido o título na última jornada, em casa, com o Rio Ave (2-1), a verdade é que esteve quase sempre à frente na Liga.
Dos 51 jogos disputados nessa temporada, registaram-se 38 vitórias, sete empates e apenas seis derrotas, com uns incríveis 124 golos marcados. Para estas estatísticas, contribuiu de forma soberba Óscar ‘Tacuara’ Cardozo, com 38 golos em todas as competições.
Por sua vez, Jorge Jesus deu o pontapé de saída para a expressão de treinador histórico no Clube da Luz e no futebol português, perfil que acabou a construir a partir de então. Com JJ ao leme, as águias foram campeãs através de um modelo ofensivo de elevada qualidade, construindo riqueza para investir em equipas ainda mais fortes.
É verdade que o técnico português viria a perder três títulos consecutivos para o Porto (de André Villas-Boas e Vítor Pereira), dois dos quais em épocas nas quais discutiu o primeiro lugar até final. Mas, em sentido inverso, também ganhou mais duas vezes a Liga, alcançando no processo duas finais europeias. Pode mesmo dizer-se que existe um Benfica antes de Jesus e outro depois dele.
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Guarda-redes está insatisfeito com a sua situação na Luz e fez publicação nas redes sociais que deixou os adeptos curiosos com o significado
19 Ago 2026 | 17:31 |
Trubin perdeu a titularidade da baliza do Benfica para Samuel Soares e recorreu às redes sociais para deixar uma mensagem reflexiva sobre o momento que atravessa na Luz. O guarda-redes internacional ucraniano, de 25 anos, parece não esconder a fase difícil que vive no clube, depois de três temporadas como dono indiscutível da baliza encarnada.
Trubin: "Acredito que a força está nas ações, não nas palavras..."
“Estou sempre a definir novos objetivos para mim. Mas nenhum deles faz sentido se, pelo caminho, deixamos de ser quem somos. Para mim, é importante não evoluir apenas como futebolista, mas também continuar a ser uma pessoa em quem os outros podem confiar e encontrar apoio. É por isso que acredito que a força está nas ações, não nas palavras”, escreveu o guardião.
A publicação surge depois de outras mensagens enigmáticas partilhadas pelo jogador nas últimas semanas, que têm sido interpretadas como sinais de algum desconforto relativamente ao atual momento no Benfica. Questionado sobre a postura de Trubin, Marco Silva garantiu, contudo, que não identificou qualquer sinal de insatisfação no trabalho diário do plantel. O técnico português mantém, assim, a confiança no ambiente vivido dentro do balneário encarnado.
Ao mesmo tempo, o futuro do internacional ucraniano continua em aberto. Trubin não tem a continuidade assegurada na Luz e, nesta fase do mercado, aguarda por propostas que possam ser financeiramente vantajosas tanto para o jogador como para o Benfica.
Contratado ao Shakhtar Donetsk no verão de 2023, por 10 milhões de euros, Trubin tem contrato com as águias até 2028 e está protegido por uma cláusula de rescisão de 100 milhões de euros. A perda da titularidade para Samuel Soares poderá, assim, ter impacto não apenas no presente, mas também nas decisões do Benfica relativamente ao futuro do guarda-redes.
Confira a publicação:
Antigo médio acredita que o jogador poderá fazer a diferença a nível desportivo, mas vê a contração como um absurdo para os padrões financeiros
19 Ago 2026 | 17:07 |
O Benfica está disposto a fazer um esforço financeiro significativo para garantir a contratação de João Palhinha. As águias pretendem investir, entre salários, bónus e o valor a pagar ao Bayern Munique, cerca de 40 milhões de euros no internacional português.
Maniche sobre a contratação de Palhinha pelo Benfica: "Financeiramente é um desastre..."
A possibilidade de um investimento desta dimensão, contudo, não reúne consenso. Maniche, antigo médio internacional português, deixou duras críticas à estratégia encarnada e considera que o problema não está na qualidade do jogador, mas sim nos valores envolvidos.
“A crítica que se faz ao Benfica não é aquilo que o Palhinha pode oferecer enquanto jogador para aquela posição, pois é um dos melhores, no meu ponto de vista. A crítica ao Benfica é que tem um histórico recente que não se compadece com algumas contratações com falta de critério. É fácil esbanjar dinheiro, e é certo que o Benfica tem vendido muitíssimo bem, mas tem comprado muito mal”, afirmou.
Apesar das críticas à operação financeira, Maniche não esconde a admiração pelas qualidades de Palhinha e acredita que, do ponto de vista desportivo, o médio seria uma excelente contratação para as águias: “Obviamente que, desportivamente, podemos criticar ou não, isso é no futuro, conforme a época vai decorrer, até a nível pessoal e individual de João Palhinha. Aí poderemos tirar ilações se foi uma boa contratação desportiva e eu estou a antecipar que é uma excelente contratação desportivamente”, reconheceu.
O antigo internacional português mantém, contudo, uma posição bastante diferente quando analisa o negócio do ponto de vista financeiro: “Financeiramente é um desastre. O Benfica está na Liga Europa e não na Champions, não tem dinheiro de Champions. Estes valores são exorbitantes no futebol português”, concluiu Maniche.
Apesar de ter feito história com a camisola dos leões, atleta deixa claro que a emoção sempre esteve ligada às águias, apesar de ter rejeitado proposta
19 Ago 2026 | 16:17 |
Patrícia Morais, guarda-redes de 34 anos do Galatasaray e 104 vezes internacional por Portugal, é a protagonista do novo podcast Final Cut, da Sports Tailors, onde revelou alguns episódios marcantes da carreira e falou abertamente sobre a ligação ao Benfica.
“Sou benfiquista do coração”, assumiu a guardiã, antes de revelar que chegou a recusar uma proposta das águias quando o clube criou a equipa feminina e competia na II Divisão. Na altura, Patrícia Morais representava o Sporting, que considerava ser “a melhor equipa” do futebol feminino português.
A guarda-redes vestiu a camisola das leoas entre 2016/17 e 2020/21, período no qual realizou 83 jogos pelo Sporting. Depois da passagem por Alvalade, prosseguiu a carreira longe do clube, tendo representado o Braga antes de rumar ao estrangeiro. Atualmente ao serviço do Galatasaray, onde tem a companhia de ex-atletas das águias, Patrícia Morais continua a ser uma presença regular na Seleção Nacional, contabilizando já 104 internacionalizações por Portugal.
A partir da Turquia, a internacional portuguesa também comentou o atual momento do Benfica e mostrou-se satisfeita com a escolha de Marco Silva para assumir o comando técnico da equipa principal. A ligação ao clube da Luz permanece forte e Patrícia Morais deixou uma promessa caso as águias consigam conquistar o campeonato: vai ao Marquês de Pombal festejar o título.
A guarda-redes foi ainda mais longe e lançou um desafio ao futebol português, questionando a possibilidade de uma mulher assumir o comando técnico de uma equipa masculina: “Por que não uma mulher a treinar uma equipa masculina em Portugal?”
Veja Patrícia Morais assumir que é benfiquista:
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