Futebol
Colombianos criticam Richard Ríos após fraca exibição do médio do Benfica
31 Mar 2026 | 16:19
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08 Nov 2024 | 15:48 |
Fernando Varela, que atua no Alverca, vai defrontar o filho Gustavo Varela, ponta-de-lança da equipa B do Benfica. Em entrevista ao jornal Record, o antigo central do Casa Pia revelou que vai fazer de tudo para não deixar o herdeiro passar por si.
"Antigamente era um pai mais chato, até ele ter uns 17 anos, estava sempre a corrigi-lo. Agora não. Em casa víamos muito os jogos dele, para o corrigir, mas hoje ele tem quem o aconselhe no Benfica", começou por mencionar. " Ainda vou dando umas dicas, principalmente a explicar-lhe os pormenores das coisas que os defesas não gostam que os avançados lhes façam, dou-lhe a visão de quem o pode ir marca", referiu.
Se tentar passar leva cotoveladas
O experiente central destacou as virtudes do avançado do Benfica: "É muito forte no jogo apoiado, dentro da área movimenta-se muito bem. É um jogador bastante completo, um ponta-de-lança moderno. Se continuar a evoluir assim, vai ter um futuro risonho. Já se estreou na equipa principal do Benfica e tudo isso é mérito dele, pois sabe o que quer e trabalha muito".
"Claro que ele já é mais rápido do que eu, só um pouco [risos], mas a experiência vale mais do que a velocidade dele. Conheço os atalhos todos para o travar", atirou. "Disse-me que se fizer uma entrada dura sobre ele mete-me as malas à porta de casa [risos]. Vai ser um duelo com o máximo respeito, rijinho, mas leal, com cada um a dar o máximo para ganhar", concluiu.
Esta temporada, com a camisola do Benfica, Gustavo Varela - atualmente avaliado em 500 mil euros - foi aposta de Nélson Veríssimo em 13 duelos: quatro na UEFA Youth League e nove na Liga Portugal Meu Super. Nos 994 minutos disputados, o camisola 89 fez o gosto ao pé em oito ocasiões.
Gustavo Varela chegou ao Benfica na época 2021/22, contratado aos gregos do PAOK, clube que representou por seis temporadas. Neste momento, cumpre a quarta época consecutiva de águia ao peito, tendo começado o seu percurso desportivo no Clube Miúdos Talentosos. É de destacar ainda a passagem pelo rival da Segunda Circular, Sporting, entre 2013 e 2016.
Passadas mais de seis décadas, lembra-se agora um dos episódios mais carismáticos e notáveis em toda a história do Clube da Luz
31 Mar 2026 | 17:47 |
Recorda-se hoje um momento vivido há 65 anos, protagonizado por José Augusto, 'lenda viva' do Benfica, numa partida frente ao Aarhus, na Dinamarca, inserida na conquista da Taça dos Campeões Europeus na época 1960/61.
Nesse encontro, o antigo avançado - que foi distinguido recentemente - esteve em destaque ao apontar dois golos na vitória por 4-1, contribuindo para o percurso que viria a culminar na conquista da cobiçada prova. A exibição acabou por marcar também os adeptos da equipa adversária.
No final da partida, os adeptos dinamarqueses invadiram o relvado e levaram José Augusto nos ombros, num gesto raro de reconhecimento ao desempenho do na altura jogador do Benfica. O momento ficou associado à dimensão da atuação nesse jogo.
Anos mais tarde, o antigo internacional português recordou o episódio, referindo ter sido uma situação "inesperada" embora "extraordinária". "Cheguei ao máximo! No Benfica e no meu Barreirense", anotou o glorioso extremo.
O avançado integrou uma geração marcante do Clube, conquistando duas Taças dos Campeões Europeus (1960/61 e 1961/62) e participando em três finais da competição (1962/63, 1964/65 e 1967/68), deixando o nome ligado a uma das fases mais relevantes da história do Benfica.
Ao recordar a sua transferência para o Clube da Luz, antigo atleta encarnado destacou o ambiente no aeroporto na altura, como algo inesquecível
31 Mar 2026 | 17:25 |
O antigo internacional norte-americano Freddy Adu recordou a sua passagem pelo futebol europeu, destacando a chegada ao Benfica - que vê Lukebakio a 'emocionar-se' - como o momento em que percebeu a verdadeira dimensão do desporto. Considerado um pioneiro para jogadores como Pulisic e McKennie, Adu foi um dos primeiros talentos norte-americanos a atravessar o Atlântico.
Freddy Adu: "Nunca tinha vivido nada assim"
"Para mim, quando percebi que era real foi ao estar na MLS. Foi fantástico. Estava a viver o meu sonho como jogador de futebol profissional", começou por dizer, em declarações ao portal 'Goal'. Contudo, foi a sua transferência para Portugal em 2007 que lhe proporcionou a experiência mais marcante.
"Mas foi quando assinei pelo Benfica, saí do avião, entrei no terminal do aeroporto e vi milhares de adeptos reunidos do lado de fora, a cantar. Foi aí que se tornou real para mim. Pensei: 'Meu Deus, isto é uma loucura'. Nunca tinha vivido nada assim. Então, naquele momento, pensei: ‘Uau, isto é real’. Foi aí que senti: ‘caramba, agora tens de dar o teu melhor por esta equipa, porque isto é de loucos’", confessou Adu.
Freddy Adu: "Quando falas dos adeptos, dos cânticos, do volume, da paixão, do Benfica, aquilo foi incrível"
O antigo médio descreveu o choque cultural em comparação com a realidade nos Estados Unidos. "Na América, quando se viaja, mesmo sendo conhecido, não acontece nada disso. Passa-se pelo aeroporto, está tudo tranquilo, pega-se no carro e vai-se embora. Ali, mal nos conseguíamos mexer. O ambiente era de loucos", acrescentou, sublinhando a paixão dos adeptos benfiquistas como algo que o marcou profundamente.
"Estrear-me nos EUA foi tão especial. Foi a coisa mais fixe que já tinha vivido. Mas quando falas dos adeptos, dos cânticos, do volume, da paixão, do Benfica, aquilo foi incrível. Foi simplesmente de loucos. Só quero dizer que foi exatamente como eu imaginava, como via na televisão quando era criança. E foi fantástico. Os cânticos, as bandeiras a ondular, a paixão. Oh, foi incrível", completou.
Ao discutir a recente fase vivida, futebolista do Clube da Luz confessa "que não tem sido fácil", mas que já só olha para o futuro
31 Mar 2026 | 16:53 |
Dodi Lukebakio abriu o coração para partilhar o momento complicado que passou no Benfica. Não apenas pela fratura do tornozelo esquerdo, mas também pela dificuldade em regressar à equipa por culpa da concorrência.
Dodi Lukebakio: "Até me caíram lágrimas depois de ter marcado o meu primeiro golo"
Autor de dois golos na vitória frente aos Estados Unidos (5-2), sábado, em Atlanta, o extremo belga confessou sentir-se "grato e emocional" depois daquele que foi o melhor momento desde que foi operado ao tornozelo esquerdo, depois de lesionar-se num jogo contra o Liechtenstein, em novembro.
"Até me caíram lágrimas depois de ter marcado o meu primeiro golo. Isso significa muito. Os últimos meses não têm sido fáceis", partilhou o avançado que o Benfica contratou ao Sevilha por 20 milhões de euros, em declarações à imprensa belga.
Dodi Lukebakio: "Os outros extremos no Benfica estiveram muito bem durante a minha lesão. Tive de lutar para ter alguns minutos nas últimas semanas"
"Os outros extremos [no Benfica] estiveram muito bem durante a minha lesão. Ainda estão. Tive de lutar para ter alguns minutos nas últimas semanas. Não foi fácil recuperar as boas sensações. Ao mesmo tempo queria mostrar que estava bem para ser chamado à seleção. É por isso que quero agradecer ao selecionador [Rudi Garcia] porque, apesar de tudo, me convocou", acrescentou.
"Espero ter marcado alguns pontos", acrescentou, referindo-se aos golos com os Estados Unidos, para rematar: "Sonho jogar o Mundial com a Bélgica. Jogos como estes são importantes para mostrarmos o que podemos fazer."