Futebol
Real Madrid 'mexe cordelinhos' para que Prestianni seja castigado e não jogue pelo Benfica
21 Fev 2026 | 10:18
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Futebol
08 Nov 2024 | 15:48 |
Fernando Varela, que atua no Alverca, vai defrontar o filho Gustavo Varela, ponta-de-lança da equipa B do Benfica. Em entrevista ao jornal Record, o antigo central do Casa Pia revelou que vai fazer de tudo para não deixar o herdeiro passar por si.
"Antigamente era um pai mais chato, até ele ter uns 17 anos, estava sempre a corrigi-lo. Agora não. Em casa víamos muito os jogos dele, para o corrigir, mas hoje ele tem quem o aconselhe no Benfica", começou por mencionar. " Ainda vou dando umas dicas, principalmente a explicar-lhe os pormenores das coisas que os defesas não gostam que os avançados lhes façam, dou-lhe a visão de quem o pode ir marca", referiu.
Se tentar passar leva cotoveladas
O experiente central destacou as virtudes do avançado do Benfica: "É muito forte no jogo apoiado, dentro da área movimenta-se muito bem. É um jogador bastante completo, um ponta-de-lança moderno. Se continuar a evoluir assim, vai ter um futuro risonho. Já se estreou na equipa principal do Benfica e tudo isso é mérito dele, pois sabe o que quer e trabalha muito".
"Claro que ele já é mais rápido do que eu, só um pouco [risos], mas a experiência vale mais do que a velocidade dele. Conheço os atalhos todos para o travar", atirou. "Disse-me que se fizer uma entrada dura sobre ele mete-me as malas à porta de casa [risos]. Vai ser um duelo com o máximo respeito, rijinho, mas leal, com cada um a dar o máximo para ganhar", concluiu.
Esta temporada, com a camisola do Benfica, Gustavo Varela - atualmente avaliado em 500 mil euros - foi aposta de Nélson Veríssimo em 13 duelos: quatro na UEFA Youth League e nove na Liga Portugal Meu Super. Nos 994 minutos disputados, o camisola 89 fez o gosto ao pé em oito ocasiões.
Gustavo Varela chegou ao Benfica na época 2021/22, contratado aos gregos do PAOK, clube que representou por seis temporadas. Neste momento, cumpre a quarta época consecutiva de águia ao peito, tendo começado o seu percurso desportivo no Clube Miúdos Talentosos. É de destacar ainda a passagem pelo rival da Segunda Circular, Sporting, entre 2013 e 2016.
Clube da Luz tem sido visado devido às polémicas envolvendo Gianluca Prestianni e o alegado insulto racista a Vinícius Júnior
21 Fev 2026 | 11:54 |
O Benfica tem sido alvo de críticas devido às polémicas envolvendo Gianluca Prestianni e o alegado insulto racista a Vinícius Júnior, durante o jogo da Liga dos Campeões frente ao Real Madrid. Luís Pedro Sousa alerta que a reação do Clube foi insuficiente e que os dirigentes encarnados precisam de defender os valores históricos da instituição, como inclusão, igualdade e respeito.
O chefe de redação do jornal 'Record' sublinha que a Direção tem responsabilidades que vão além do futebol: “Quem está, à data de hoje, à frente do Benfica tem o dever moral e o desígnio histórico de pugnar pelo respeito e pela veneração desses valores”.
L.P. Sousa: "Tratou-se o alegado insulto racista de Prestianni como se estivessem a falar de um penálti sonegado"
Luís Pedro Sousa criticou a forma como o caso foi tratado pelas águias: “Recentemente, tratou-se o alegado insulto racista de Prestianni como se estivessem a falar de um penálti sonegado”, afirmou, evidenciando a falta de seriedade e sensibilidade na comunicação institucional.
O cronista insistiu que a condução do caso deve primar pela integridade: “O Benfica é excelência e é com excelência que tem de ser conduzido. Não pode ser mais uma vítima do retrocesso civilizacional a que o mundo parece estar sujeito”.
Concluindo, defende que o Clube da Luz não pode tolerar comportamentos desrespeitosos: “Quem está à frente do Benfica não pode tolerar o que aconteceu nos últimos dias”, referindo-se às agressões a jornalistas e à forma superficial como a polémica foi comunicada.
Reação das águias ao alegado caso de racismo envolvendo o jogador argentino, no encontro da UEFA Champions League, foi considerada "superficial"
21 Fev 2026 | 11:05 |
A reação do Benfica ao alegado caso de racismo envolvendo Gianluca Prestianni, no encontro da UEFA Champions League frente ao Real Madrid, demonstrou uma “falta de compreensão do que é o racismo”, segundo Luís Vaz Fernandes, responsável pela comunicação de organizações não-governamentais antirracistas.
Radicado em Inglaterra há cinco anos, onde trabalha com entidades que intervêm em contextos de pobreza e vulnerabilidade social, o antigo jornalista classificou como “superficial” a posição assumida pelas águias, sobretudo quando o Benfica referiu que “apoia e acredita plenamente na versão apresentada pelo jogador Gianluca Prestianni”.
L. V. Fernandes: “Ao pôr-se ao lado de alguém que está a ser acusado de racismo, o Benfica mostra que não está preparado para compreender ainda os debates sociais"
Na sua ótica, “ao pôr-se ao lado de alguém que está a ser acusado de racismo, o Benfica mostra que não está preparado para compreender ainda os debates sociais. E reflete muito o que se passa no país”. Luís Vaz Fernandes apontou ainda exemplos do que considera ser uma abordagem redutora.
“A questão superficial nota-se, por exemplo, quando o Benfica diz que o melhor jogador de sempre no clube foi o Eusébio ou que tem jogadores negros. Parece quase aquela máxima: ‘Até tenho um amigo que é negro, portanto não sou racista'. Isso mostra uma falta de compreensão do que é o racismo e revela falta de sensibilidade”, disse ao jornal 'Record'.
No seu entender, apesar de reconhecer que hoje se veem “mais pessoas negras em trabalhos que exigem estudos e graus universitários” e “mais anúncios televisivos com pessoas negras”, sublinhou que “cada vez que há um caso de racismo público, é tudo muito superficial” e que ainda não foi feito “esse trabalho de compreender o passado do país”.
SAD dos dragões entende que situações como esta têm um enorme impacto mediático e afetam a imagem do futebol português além-fronteiras
21 Fev 2026 | 10:38 |
Na sequência da polémica entre Gianluca Prestianni e Vinícius Júnior, o Porto entrou em contacto com a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), bem como com a Liga Portugal para exigir tolerância zero neste tipo de situações em casos futuros.
A missiva dos dragões teve como principal objetivo pedir a aplicação de castigos pesados em qualquer tipo de discriminação, exigindo ainda que sejam conhecidas as medidas que estão a ser tomadas para que situações idênticas não se repitam nos estádios portugueses.
Os dragões solicitaram ainda que a Liga representasse a posição tomada pelas Sociedades Anónimas Desportivas contra o racismo e à FPF que, dentro da jurisdição que lhe cabe, auxilie a UEFA na investigação que o organismo europeu está a fazer ao caso do momento.
O objetivo dos azuis e brancos é que haja uma resposta institucional que funcione como mecanismo de avaliação e também de prevenção, uma vez que a SAD dos dragões entende que casos como estes têm um enorme impacto mediático e afetam a imagem do futebol português.
A Liga Portugal não se vai pronunciar publicamente, até porque o jogo em causa é da alçada da UEFA, mas está atenta ao caso que envolve Gianluca Prestianni e Vinícius Júnior. Por outro lado, o Real Madrid quer que a UEFA aplique um castigo ao jogador argentino antes da segunda mão do play-off de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões.
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