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Futebol
08 Nov 2023 | 11:26 |
Mais de um mês depois de ser demitido do cargo de Selecionador da Polónia, onde orientou Robert Lewandowski, Fernando Santos, antigo treinador do Benfica, prestou declarações ao jornal A Bola. Entre os vários temas abordados durante a entrevista, o ex-timoneiro da formação das Quinas destacou a relação especial que tem com a Grécia ao abordar a ligação ao Glorioso.
"Eu já era grande em Portugal, não era reconhecido. Talvez assim. Mas eu sei porquê. Primeiro eu estava identificado com o Benfica. Toda a gente sabia isso, e depois fui treinar primeiro o FC Porto. E fiquei com uma ligação fortíssima ao FC Porto. Tenho dois primos que são Benfica e deixaram de me falar. Não aceitaram que eu fosse treinar o FC Porto", revelou, confidenciando detalhes polémicos.
"Eu tenho uma paixão enorme por esse país [Grécia]. Toda a gente sabe. Eu nunca escondo nada. Portugal é o meu país, é pelo qual eu sofro, mas este é o meu segundo país… Eu nem sou capaz de dizer segundo país, tenho alguma dificuldade em pronunciar o segundo, percebe o que eu estou a dizer? Para mim também é o meu país. É outro, mas sinto-me lá em casa como em Portugal", disse, recordando ainda a sua passagem pelo Porto.
Recorde-se que, em setembro, a Federação Polaca anunciou o despedimento do técnico luso depois da derrota por 2-0 diante da Albânia na qualificação para o Europeu 2024 que se realiza na Alemanha. O treinador assumiu o leme em janeiro de 2023, pouco depois de ser confirmada a saída da Seleção portuguesa, mas somou apenas três vitórias e três derrotas e a última pareceu ser a 'gota de água'.
Importante realçar que Fernando Santos treinou o Benfica entre 2006 e 2007, tendo sido despedido após a primeira jornada da época 2007/2008 depois de uma derrota no Bessa, diante do Boavista. Luís Filipe Vieira, presidente das águias na altura, já veio dizer que foi uma decisão precipitada e hoje tinha feito de forma diferente.
Números revelam que atleta, apesar da aus pouca utilização, tem demonstrado que pode ser uma mais-valia nas opções de José Mourinho
14 Mar 2026 | 12:26 |
Anísio Cabral tem sido uma lufada de ar fresco no ataque do Benfica. Pelo que foi apurado, o jovem de 18 anos - que recentemente renovou com as águias - tem tido um impacto impressionante no plantel principal, que tem deixado todos rendidos ao seu talento.
Apesar do seu impacto nos jogos do Benfica, a utilização do camisola 72 tem sido cirúrgica no plantel principal das águias, porém, os seus números não deixam de impressionar. Até ao momento, o campeão do Mundo de sub-17 regista dois golos em 28 minutos.
Assim, fazendo as contas, Anísio Cabral marca em média um golo em cada 14 minutos, correspondendo aos 28 minutos em que esteve em campo no plantel principal. No entanto, depois do tento da vitória contra o Alverca, o atleta não foi opção frente ao Real Madrid, Gil Vicente e Porto, com o jornal A Bola a apontar para uma questão de tática.
Tal como a mesma fonte dá conta, o estilo de jogo de Anísio Cabral é mais posicional, dentro da área e com uma capacidade notável de jogar de costas para a baliza. Contudo, estas características não seriam as ideaiss para os encontros mais recentes, o que explica a sua ausência, mas isso não invalida o seu impacto imediato quando é lançado no terreno de jogo.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Anísio Cabral - avaliado em 5 milhões de euros - já realizou quatro partidas oficiais no plantel principal, todas a contar para a Liga Portugal Betclic. Nos 28 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o português apontou dois golos.
Treinador dos encarnados deu a conhecer lista de eleitos para encontro da 26.ª jornada e futebolista de 17 anos foi o grande destaque
14 Mar 2026 | 11:44 |
A convocatória do Benfica para o duelo frente ao Arouca contou com mais uma novidade. Apesar das más notícias acerca das ausências de Nicolás Otamendi e de Enzo Barrenechea, José Mourinho surpreendeu todos ao chamar Miguel Figueiredo, de apenas 17 anos.
Segundo revelou o jornal A Bola, trata-se de mais um campeão do Mundo pela seleção de sub-17 de Portugal, a par de nomes como Anísio Cabral, Daniel Banjaqui e José Neto. Miguel Figueiredo é natural de Aveiro e foi, na sua cidade natal, que deu os primeiros toques na bola, já com a camisola do Benfica.
Na temporada de 2014/15, o jovem atleta passou a integrar o Centro de Formação e Treino do Glorioso, localizado em Aveiro, onde permaneceu até 2020/21, altura em que se mudou para o Seical, para continuar o seu percurso no Benfica Campus, a sua residência até à data.
"Gostava muito de ir jogar à bola para o parque da cidade, em Aveiro. Ia com o meu irmão, com os meus pais, e foi a partir daí que veio a paixão. Houve a possibilidade de os meus pais me colocarem nas Escolas de Futebol do Benfica em Aveiro, e comecei a minha aventura", revelou Miguel Figueiredo, na entrevista que tinha concedido à BTV.
A dar cartas na formação do Benfica, Miguel Figueiredo já andava no radar de José Mourinho e passa a ser o mais recente 'projeto' do Special One, que tem tido uma aposta forte na formação. Entre os eleitos para o duelo da 26.ª jornada da Liga Portugal Betclic, o futebolista de 17 anos pode ser a mais recente estreia, a par dos seus colegas de seleção.
Futebolista encontrava-se a jogar num clube da região e, face ao esclar de tensões, acertou contrato com um novo emblema e já deixou país
14 Mar 2026 | 11:20 |
Lucas Veríssimo já está no Brasil para representar o Santos. Depois do seu regresso a São Paulo, o antigo jogador do Benfica, que se encontrava a jogar no Qatar, revelou como têm sido as últimas semanas depois do escalar de tensões entre o Irão, Estados Unidos da América e Israel.
"É uma situação ímpar, nunca achei que ia passar por isso, mas o país está a tentar passar essa tranquilidade para os seus cidadãos, e para os estrangeiros também, que são muitos", começou por dizer o antigo jogador do Benfica, à imprensa local, depois de regressar ao Brasil.
"De vez em quando você ouve um 'bum', as crianças vêm perguntar. Os primeiros dias foram de muita tensão, conseguiram avisar antes de os ataques, e isso tranquilizou o povo", recordou Lucas Veríssimo, ao abordar o clima de insegurança no Médio Oriente.
"Estou muito feliz, dez dias nessa expectativa de poder vir. Demorou um pouco, mas correu tudo bem. Lá está difícil a situação, sempre remarcando passagens, trocando datas, mas hoje, estar aqui com a minha família, bem, seguro, é o mais importante", assumiu o canarinho, feliz por regressar.
"Já havia procura [do Santos] desde janeiro, havia conversas. Esperar não esperamos, porque eu estava a trabalhar. Quando apareceu o Santos, o coração balançou um pouco. Fico feliz que as coisas acabaram por acontecer. Agora é uma nova história que vamos fazer", concluiu Lucas Veríssimo.