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Futebol
09 Ago 2026 | 22:33 |
O Benfica empatou 2-2 com o Académico de Viseu, este domingo, no Estádio da Luz, na primeira jornada da Liga Portugal, jogada à porta fechada. As águias estiveram duas vezes na frente do marcador, com golos de Vangelis Pavlidis e Gianluca Prestianni, mas acabaram por permitir a reação da equipa viseense.
As águias entraram determinadas a assumir o controlo da partida e chegaram ao golo inaugural aos 10 minutos. Prestianni levantou a cabeça a partir da esquerda do meio-campo e descobriu Pavlidis com um excelente passe longo. O avançado grego recebeu de peito, aproveitou o adiantamento do guarda-redes e, já à entrada da área, finalizou com um remate colocado para fazer o 1-0.
O Benfica continuou a criar oportunidades para aumentar a vantagem, mas revelou alguma falta de eficácia no momento da finalização. Na segunda parte, o adversário entrou melhor e conseguiu chegar ao empate aos 55 minutos. Kahraman apareceu pela direita e cruzou para a pequena área, onde Rúben Pereira surgiu no sítio certo para desviar a bola para o fundo das redes, fazendo o 1-1. A resposta do Benfica não demorou. Apenas três minutos depois, aos 58 minutos, as águias voltaram para a frente do marcador.
Barrenechea encontrou Gianluca Prestianni no flanco esquerdo e o argentino fez o resto. O extremo fintou Robinho, entrou na área com grande velocidade e, já em posição privilegiada, rematou em arco para o lado direito da baliza, fazendo o 2-1.
O Académico de Viseu voltou, contudo, a responder e chegou ao segundo empate da noite aos 68 minutos. Na sequência de uma reposição lateral no lado direito, Zamora atrasou para Robinho, que teve espaço para cruzar para o coração da área. André Clóvis apareceu para finalizar de primeira, em vólei, não dando qualquer hipótese de defesa e estabelecendo o 2-2. Até ao apito final, o Benfica procurou novamente o golo da vitória, mas não conseguiu voltar a marcar.
Golo de Pavlidis (1-0):
Golo de Prestianni (2-1):
Comentador reforçou incumprimentos do Glorioso em relação a segurança e pede a Marco Silva que fale sobre como resolver o problema
09 Ago 2026 | 16:13 |
A sanção que obriga o Benfica a disputar a primeira jornada à porta fechada continua a gerar debate. No programa Mercado NOW, Vítor Pinto e analisou a decisão e as recentes declarações de Marco Silva sobre a necessidade de encontrar outras formas de evitar episódios de violência no futebol.
Vítor Pinto abordou o enquadramento da decisão das autoridades de segurança e das instâncias judiciais, apontando falhas de segurança e incumprimentos atribuídos ao Benfica. O comentador defendeu uma posição de máxima firmeza perante episódios de violência associados às bancadas.
V. Pinto: "O Benfica tem uma grande dificuldade em lidar com o lado violento dos No Name Boys"
“Tem que se cortar a direito. O Benfica tem uma grande dificuldade em lidar com o lado violento dos No Name Boys, basta ir aos emails e ver lá o que era dito pelos dirigentes do Benfica entre eles sobre o comportamento deste grupo organizado de apoio. Não é preciso estar a citar aqui só nos últimos anos, nos últimos meses, os casos em que a polícia teve de intervir em várias operações envolvendo elementos deste grupo em situações muito graves, muitas delas foras do âmbito desportivo".
As declarações de Marco Silva também foram abordadas. O treinador do Benfica defendeu que existem outras formas de evitar situações de excesso e Vítor Pinto aproveitou para questionar quais seriam essas medidas: “Marco Silva disse, e muito bem, que há outras formas de evitar situações de excessos. Então ele que diga algumas. Ele esteve em Inglaterra tantos anos. Ele quer que se adote em Portugal o mesmo regime de exclusão de Hooligans que era aplicado em Inglaterra e limpou o futebol inglês? É uma excelente sugestão ao Benfica então”.
“O Benfica foi o primeiro também a fomentar que as suas claques, porque os No Name Boys e os Diabos Vermelhos são claques, que não tinham que aderir, com pessoas com canais televisivos, doutores, figuras gradas do Benfica a defender com unhas e dentes que eles eram sócios. Como eram sócios, o Benfica não tinha possibilidade nenhuma de resolver o problema. Como se o Real Madrid e o Barcelona não tivessem excluído os adeptos violentos dos estádios”, finalizou.
Jogador esteve na lista dos encarnados, mas optou por dar continuidade a sua carreira em solo belga, onde deverá ter mais tempo entre os titulares
09 Ago 2026 | 13:51 |
É oficial. Jan Virgili já tem novo destino e não será o Benfica. O extremo espanhol, de 20 anos, despede-se do Maiorca ao fim de apenas uma temporada e vai prosseguir a carreira no Club Brugge, que decidiu pagar a cláusula de rescisão de 12 milhões de euros.
O jovem formado no Barcelona não passou despercebido durante a passagem pelo emblema insular. Apesar da boa temporada, Virgili não conseguiu evitar a despromoção e prepara agora a primeira aventura fora de Espanha. O avançado esteve associado ao Benfica durante este mercado. As águias acompanharam de perto a situação do jovem extremo.
O próprio Barcelona chegou a ser apontado como possibilidade para um regresso do jogador, mas foi o Club Brugge a convencer Virgili a mudar-se para a Bélgica. O emblema belga decidiu avançar pelo jogador e pagar os 12 milhões de euros.
Apesar de ter permanecido apenas uma época no clube insular, Virgili conseguiu causar impacto e estabeleceu uma ligação particularmente produtiva com Vedat Muriqi. Os dois jogadores acabaram, porém, por seguir caminhos diferentes. Enquanto Virgili vai continuar a carreira na Bélgica, o avançado turco rumou ao Fenerbahçe.
O Benfica chegou a estar atento ao extremo e ponderou a possibilidade de avançar pelo jogador, mas acabou por não concretizar a operação. Virgili foge assim às águias e escolhe o Club Brugge, depois de ter chamado à atenção durante a última temporada.
Millonarios seguem num péssimo momento e nem mesmo a chegada do ex Benfica ajudou a melhorar a situação do clube argentino
09 Ago 2026 | 13:48 |
Nicolás Otamendi voltou a ser titular, mas não conseguiu evitar mais uma derrota do River Plate. O emblema argentino perdeu por 1-0 frente ao Tigre, em partida da 4.ª jornada do Clausura, e atingiu uma marca histórica pela negativa. O antigo capitão do Benfica cumpriu os 90 minutos no centro da defesa e esteve em campo quando Ignacio Russo, aos 78 minutos, marcou o único golo da partida, garantindo os três pontos para a equipa da casa.
A derrota diante do Tigre teve consequências particularmente pesadas para o histórico do clube. O River Plate somou a sexta derrota consecutiva em competições argentinas, estabelecendo a pior sequência da história do emblema. A série começou a 24 de maio, com a derrota caseira por 3-2 diante do Belgrano, no playoff do Apertura.
Seguiu-se uma vitória por 3-0 frente ao Blooming, na Taça Sul-Americana, mas esse triunfo não interrompe a sequência negativa por ter sido disputado numa competição internacional. Depois da paragem para o Mundial, o River voltou a perder, desta vez por 3-1 frente ao Aldosivi, na Taça da Argentina.
A partir daí, a situação agravou-se no Clausura. O conjunto argentino perdeu as quatro primeiras jornadas do campeonato, diante de Barracas Central, Gimnasia La Plata, Rosario Central e Tigre. E há ainda um dado particularmente impressionante: todas as quatro derrotas no Clausura terminaram com o mesmo resultado, 0-1.
A presença do antigo jogador do Benfica não tem sido, contudo, suficiente para travar a crise de resultados. O River Plate atravessa assim o pior momento da sua história nas competições argentinas, enquanto Otamendi procura ajudar a equipa a dar a volta à série negativa.