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Futebol
30 Mar 2024 | 09:45 |
Jorge Jesus, antigo treinador do Benfica, e Vítor Pereira, ex-técnico do Porto, tiveram uma rivalidade curta mas memorável na Liga Portuguesa. No dia 30 de março, os dois voltam a defrontar-se na liga saudita, às 19h00, no encontro entre o Al-Hilal e o Al Shabab.
Francisco Alves Tavares, jornalista do jornal A Bola, relembrou o icónico golo que nenhum dos lados se esquece: "Falar de Vítor Pereira (Al Shabab) contra Jorge Jesus (Al Hilal) é, inevitavelmente, relembrar aquele golo de Kelvin. O golo do portista aos 90+2’ daquela jornada 29 do campeonato 2012/13, que praticamente valeu o campeonato aos dragões".
O jornalista destacou as carreiras dos dois treinadores com muita sobreposição, ambos passaram por Portugal, Arábia Saudita, Fenerbahçe, na Turquia, e Flamengo na liga brasileira. Dos cinco duelos disputados em solo luso: "Vítor Pereira venceu dois, no campeonato, e Jorge Jesus apenas um, na Taça da Liga. Nos dois anos em que se encontraram, Vítor Pereira foi, de facto, mais bem-sucedido. O português foi bicampeão pelo FC Porto e ainda juntou duas Supertaças. O Benfica, por seu turno, só adicionou uma Taça da Liga ao seu palmarés".
Jorge Jesus foi, contudo, muito superior fora do país: "Tanto Jorge Jesus como Vítor Pereira foram treinadores do Flamengo, no Brasil, e do Fenerbahçe, na Turquia. Se, no que toca a jogos entre ambos, o antigo comandante do Porto tem superioridade, Jesus leva a melhor quando comparamos as conquistas de ambos nos clubes que têm em comum na sua carreira".
O ex-timoneiro dos encarnados esteve pouco tempo na Turquia mas conseguiu vencer uma taça, já Vítor Baía teve duas oportunidades e foi despedido duas vezes em menos de meia época. No Flamengo, Vítor Pereira não somou o melhor registo comparado com o técnico português, que passou pelo Sporting, sendo que, após três meses, abandonou o comando técnico do emblema do Brasileirão, ao contrário de Jorge Jesus.
"Tornou-se campeão com recorde de pontos no Brasileirão e venceu, 38 anos depois, a Taça Libertadores. Jorge Jesus foi tido como um verdadeiro ídolo, meses antes de sair para voltar ao Benfica", pode-se ler no jornal A Bola.
Médio colombiano continua a somar admiradores além-fronteiras e é um dos nomes mais falados nos bastidores do mercado internacional
19 Jun 2026 | 11:11 |
O futuro de Richard Ríos continua a marcar a atualidade do Benfica. Apesar do forte interesse de vários clubes europeus, os encarnados mantêm uma posição firme relativamente ao médio colombiano, que continua a ser visto como uma das peças mais importantes do plantel para a temporada 2026/27.
Mesmo tendo sido suplente utilizado na vitória da Colômbia frente ao Uzbequistão, na estreia do Mundial, Richard Ríos permanece altamente valorizado no mercado. O internacional colombiano integra o grupo de jogadores considerados essenciais pela estrutura liderada por Rui Costa, numa altura em que o Benfica procura manter a base da equipa para atacar a nova época.
A intenção dos encarnados foi assumida pelo próprio presidente. "Não são todos negociáveis, não pusemos todos os jogadores à venda. Sabemos que o facto de não termos Liga dos Campeões vai obrigar a alguns esforços, mas queremos manter o grosso do plantel, as pedras mais importantes, e retocá-lo", afirmou Rui Costa, em conferência de imprensa realizada há mais de uma semana.
Ainda assim, a SAD admite ouvir propostas caso estas atinjam valores considerados irrecusáveis. Contratado ao Palmeiras por 27 milhões de euros no início da última temporada, Richard Ríos só deverá abandonar a Luz por uma verba superior a 35 milhões. O Nápoles surge como o principal interessado, vendo no colombiano uma possível solução para substituir Zambo Anguissa, enquanto o Inter de Milão também acompanha atentamente a situação.
Aos 26 anos, Richard Ríos terminou a época em excelente plano, com oito golos e seis assistências em 45 jogos, estabelecendo os melhores números da carreira. Em maio, o médio manifestou publicamente a vontade de continuar no Benfica. "Estou num clube que me deu tudo. Tenho muito respeito e amor por eles. Espero poder vestir esta camisola durante mais tempo e ajudá-los a conquistar títulos", falou.
Lateral enfrentou as águias na última época e conversa com o treinador foi crucial para definir sua ida ao clube merengue após contratação do português
19 Jun 2026 | 10:56 |
Marc Cucurella abordou esta quarta-feira a transferência para o Real Madrid, numa conferência de imprensa em que falou sobre a mudança para o Santiago Bernabéu, a conversa mantida com José Mourinho e ainda a preparação da seleção espanhola para o duelo frente à Arábia Saudita, no Mundial de 2026.
Cucurella sobre conversa com Mourinho: "Se lembrava de lances que tive quando joguei contra o Benfica..."
Cucurella confirmou ter falado com José Mourinho e abordou o encontro com o Benfica, esta época, na UEFA Champions League. “Falei com o Mourinho, ele ligou-me e disse-me que tinha vontade de trabalhar comigo. Estou com vontade de estar com ele e de trabalharmos juntos”, disse, acrescentando um detalhe que o impressionou: “A nossa conversa foi muito rápida, o que gostei foi que ele se lembrava de lances que tive quando joguei contra o Benfica. Deu-me confiança para saber que era o passo que tinha de tomar.”
Segundo explicou, o contacto do Real Madrid aconteceu de forma inesperada, mas foi suficiente para o convencer de imediato a dar o próximo passo na carreira: “Foi muito rápido, estou muito contente com a nova etapa que vou começar. Ligaram-me de manhã e perguntaram-me se queria ir para lá. Não tive nenhuma dúvida, pois era um grande passo na minha carreira. Num dia e meio, tínhamos tudo tratado”, revelou.
O internacional espanhol destacou ainda que o forte interesse demonstrado pelo Real Madrid foi determinante para a concretização do negócio: “O melhor que me aconteceu foi o Real Madrid ter surgido com muita força e, para mim, isso foi muito importante. A situação em que me encontrava não era fácil e ter a oportunidade de fechar a transferência antes do início do Mundial foi muito importante”, explicou.
Cucurella admitiu que a dimensão do clube madrileno tornou praticamente inevitável a sua decisão. “Quando uma equipa como o Real Madrid te procura, é muito difícil dizer que não”, afirmou. O defesa considera que a mudança surge no momento certo da sua carreira e acredita que encontrará no Bernabéu o cenário ideal para continuar a evoluir ao mais alto nível.
Lateral direito foi titular mas não evitou derrota pesada frente ao conjunto helvético, comprometendo a qualificação para a fase eliminar
19 Jun 2026 | 10:47 |
A Bósnia deu esta quinta-feira mais um passo atrás no objetivo de apurar-se para a próxima fase do Campeonato do Mundo de 2026, ao perder com a Suíça por 4-1, em jogo disputado em Los Angeles. Amar Dedic, lateral do Benfica, foi titular.
Num encontro que só ganhou verdadeira intensidade na reta final, a seleção helvética acabou por impor-se já nos últimos 15 minutos, desbloqueando um jogo fechado aos 74´, quando Johan Manzambi abriu o marcador.
O mesmo Manzambi, avançado do Friburgo, voltaria a aparecer em destaque ao minuto 90, assinando o segundo golo suíço, pouco depois de Rubén Vargas, que atua no Sevilha, ter ampliado a vantagem aos 84, acabando com as aspirações do conjunto balcânico.
Já no tempo de compensação, o jogo ainda teve mais capítulos. Ermin Mahmic reduziu para a Bósnia aos 90+3, mas a resposta suíça foi imediata e definitiva: Granit Xhaka, aos 90+7, transformou uma grande penalidade e fixou o resultado final.
Com esta vitória, a Suíça - país do St. Gallen - assume provisoriamente a liderança isolada do Grupo B, somando quatro pontos. Do outro lado, a Bósnia de Dedic permanece com apenas um ponto e entra na última jornada obrigada a vencer o Catar. A partida acontece dia 24 de junho, quarta-feira, às 20h.