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Futebol
16 Mar 2024 | 15:30 |
A equipa feminina do Benfica volta a entrar em ação na Liga dos Campeões para disputar os quartos de final com o Lyon, de França. Em antevisão ao duelo europeu, Kika Nazareth mostrou confiança e deixou uma garantia.
"Eu acredito, mas se não acreditarmos, se não fizermos por isso, de nada serve estarmos aqui a disputar uma 'Champions' como se fosse um jogo de berlinde. É uma Liga dos Campeões, há que querer. A sorte, os resultados, as finais procuram-se. Acho que tudo é possível", começou por dizer a craque encarnada.
Ainda assim, a atleta portuguesa revelou ter os 'pés bem assentes na Terra' e assegurou que as jogadoras das águias estão "conscientes do patamar e do contexto". "Sem desvalorizar qualquer outra equipa, qualquer equipa do campeonato português, é um Lyon. Já tem mais anos do que o Benfica no futebol feminino, já tem muita história, mas nós também somos Benfica e já temos muita história", apontou, ainda.
"Obviamente, estamos conscientes do adversário que nos espera, do contexto que nos espera, mas a acreditar. Sonhar é grátis. Claro que temos de fazer por isso e a sorte também se procura", rematou a estrela da turma de Filipa Patão.
Nesta temporada, Kika Nazareth soma 22 partidas disputadas (1533 minutos), onde marcou 20 golos e fez seis assistências, pelo Benfica. Na época transata, a internacional portuguesa fez 36 jogos, registando 26 tentos e 16 passes para golos efetuados.
Com 662 jogos realizados e sete campeonatos italianos conquistados, ex defesa referiu que encarnados "jogaram com um cigarro na boca"
28 Set 2026 | 16:23 |
Alessandro Costacurta fez uma análise ao arranque de temporada do Milan e admitiu ter ficado preocupado com aquilo que viu diante do Benfica. A antiga glória dos rossoneri considera, ainda assim, que existem sinais positivos na equipa italiana e defende que Ruben Amorim deve ter tempo para implementar as suas ideias.
A. Costacurta: "Os portugueses jogaram com um cigarro na boca"
Em entrevista ao Corriere della Sera, não escondeu a desilusão com a exibição frente às águias: "Contra o Benfica fiquei preocupado porque o Milan não percebeu como podia criar dificuldades aos adversários e não procurava a profundidade. Até eu poderia ter jogado aos 60 anos, visto que os defesas nunca foram obrigados a fazer um sprint. Os portugueses jogaram com um cigarro na boca", analisou.
Costacurta encontrou, contudo, motivos para estar mais otimista depois do encontro com o Lecce (3-0): "Contra o Lecce vi um Milan diferente daquele dos últimos anos, com mais iniciativa, e isso promete. Acho que é um pouco cedo para fazer juízos de valor, mas a equipa enviou mensagens na direção certa. Penso que quer reconquistar San Siro: a verticalidade no jogo, a tentativa de se ajudarem mutuamente e de serem uma equipa, ou seja, todos ou ninguém. Foram mensagens que notei a espaços, mas, no fundo, vejo a luz", afirmou.
O ex defesa também pediu paciência para Ruben Amorim, lembrando que os primeiros tempos de um treinador podem ser particularmente complicados: "Os primeiros dois meses são difíceis. Lembro-me de que até o Sacchi esteve em risco de ser despedido no início. É justo dar-lhe tempo", recordou.
Com 662 jogos realizados pelo Milan e sete campeonatos italianos conquistados, Costacurta deixou ainda críticas a alguns jogadores do plantel. "Se o Estupiñán continuar a cometer estes erros, como no golo do Cancellieri contra a Lazio, não pode ser titular. Primeiro deveria fazer um curso para aprender a marcar na área. O Loftus-Cheek tem um potencial enorme, mas pode fazer melhor. Naturalmente, refiro-me ao presente. Enquanto não recuperarem, é melhor que fiquem no banco", aconselhou.
Jogador está a impressionar cada vez mais e a evolução do pupilo de Marco Silva já não passa despercebida aos próprios companheiros
28 Set 2026 | 13:54 |
Andreas Schjelderup está a impressionar cada vez mais na seleção da Noruega e a evolução do extremo do Benfica já não passa despercebida aos próprios companheiros. O jogador foi titular no lado direito do ataque frente a Portugal, no encontro que terminou com uma vitória lusa por 2-1, e voltou a deixar boas indicações.
Patrick Berg é um dos que melhor conhece a transformação do jogador encarnado e garante que a evolução já era evidente antes da participação no Mundial. O médio recordou os primeiros treinos de preparação para a competição e ficou surpreendido com aquilo que encontrou no jovem extremo.
P. Berg: “Quase extraterrestre! E quando chegámos aos treinos na preparação para o Mundial, pensei imediatamente: 'Uau, algo aconteceu aqui'
“Quase extraterrestre! E quando chegámos aos treinos na preparação para o Mundial, pensei imediatamente: 'Uau, algo aconteceu aqui'. Ele já era ridiculamente bom nessa altura, fez um Mundial fantástico e está a mostrar agora que é um jogador de classe mundial”, afirmou Berg, em declarações à NRK.
Além do mais, destacou ainda duas características que, na sua opinião, ajudam a explicar a transformação: “É um pouco a sua explosividade. Tornou-se mais implacável também. No um contra um, ele mantém um nível nos treinos em que, por vezes, quase não se acredita possível”, explicou, citado pela Nettavisen.
Também Leo Ostigard, defesa do Génova, ficou rendido ao que tem observado nos trabalhos da seleção: “Se o tivessem visto nos treinos, não ficariam chocados com isto. Tivemos um jogo de cinco contra cinco em campo reduzido no outro dia. Muitos acabaram por comer um pouco de relva e outras coisas”, afirmou.
Antigo diretor desportivo das águias, atualmente sem clube depois de ter deixado o Al Ahli, falou sobre realidade do universo encarnado
28 Set 2026 | 13:30 |
Rui Pedro Braz não poupou nos elogios a Marco Silva e deixou uma declaração bastante forte sobre o treinador do Benfica. O antigo diretor desportivo das águias, atualmente sem clube depois de ter deixado o Al Ahli, falou sobre a relação que mantém com o técnico e assumiu uma admiração que, garante, é antiga.
Em entrevista ao jornal A Bola, revelou que a ligação entre ambos vai muito além do futebol e explicou que conhece o técnico há vários anos: “A minha admiração pelo Marco é sobejamente conhecida, nunca a escondi. Somos amigos pessoais há muitos anos, ainda antes de andarmos nestas lides do futebol. Sou um admirador confesso”, afirmou.
R. Pedro Braz: "Os portugueses são dos melhores treinadores do mundo e o Marco é um dos melhores treinadores portugueses, logo, isto faz do Marco um dos melhores do mundo”
Além do mais, comparou Marco Silva a um dos melhores do futebol mundial: “Eu acho que os portugueses são dos melhores treinadores do mundo e o Marco é um dos melhores treinadores portugueses, logo, isto faz do Marco um dos melhores do mundo”, defendeu.
Rui Pedro Braz não deixou igualmente de destacar o momento atual do Benfica e a liderança de Rui Costa, considerando que o Clube está entregue a duas figuras em quem deposita total confiança. “Acho que o Benfica não podia estar em melhores mãos, com o Presidente Rui Costa e com o treinador Marco Silva”, acrescentou.
As palavras ganham ainda maior destaque tendo em conta a relação pessoal assumida por Rui Pedro Braz com Marco Silva. O antigo diretor desportivo encarnado não esconde, assim, a elevada consideração que tem pelo técnico e coloca-o entre a elite dos treinadores portugueses e mundiais.