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Benfica tem ‘carrasco’ do Bayern: Extremo do Glorioso é dono de marca impressionante
19 Out 2026 | 14:52
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19 Set 2026 | 14:02 | Por Redação
O Benfica vai cumprir o seu sétimo jogo pela Liga Portugal Betclic neste domingo, dia 20 de setembro e é nada menos que o jogo mais antecipado da época: o clássico com o Porto. Marco Silva, que prepara algumas mudanças na equipa titular, analisou o duelo em antevisão.
Análise do Porto
"Antecipamos um jogo difícil, como todos os Clássicos. Um jogo que, pela grandeza e pelos objetivos das equipas, acaba por ter uma importância muito grande, por tudo o que acarreta, não só em termos de pontos, mas por tudo o que está em volta do jogo. Sendo dois candidatos, tem uma importância muito grande e um jogo muito difícil. Jogando fora de casa é um acréscimo para nós, como se fosse ao contrário teria um acréscimo para o adversário. Será um jogo muito difícil, como sempre".
Aursnes e quarteto ofensivo
"Não vou responder diretamente, se não, estaria a dar parte do onze, e, como devem calcular, não o vou fazer. Amanhã, já irão saber. O Fredrik tem vindo a melhorar, jogou o último jogo a titular, e no anterior 30 minutos. Era o plano que tínhamos, e teremos de tomar uma decisão em relação a ele. Está muito melhor, a ganhar a condição que queremos que ganhe. No último jogo, não jogou como lateral nem nada do género. Sabemos que pode ser um bom lateral, mas será sempre um excelente médio. Se o pudermos usar na melhor posição, faremos de tudo para que aconteça, porque, se temos um jogador que é excelente que faz, não iremos usar um bom noutra posição, apesar da polivalência. Está preparado para isso, e o último jogo do campeonato é exemplo disso. Irão ver, amanhã, qual será a maneira como iremos compor o meio-campo. Quanto ao resto dos jogadores, terão de esperar por amanhã."
Pontos fortes do Porto
"Estamos a falar de uma equipa muito forte, que foi a última campeã nacional, que é muito sólida, muito agressiva com e sem bola, com caraterísticas muito próprias que podem ferir o adversário no momento ofensivo. É muito claro aquilo que pretendem fazer e fazem-no bem. É uma equipa que tem resolvido muitos jogos em lances de bola parada, basta ver os golos que fizeram este ano, em jogos normalmente muito bloqueados. É um momento de jogo em que têm jogadores com a agressividade certa para atacar. É uma equipa sólida, que não sofre muitos golos, independentemente de o adversário criar muito ou não. Tem um guarda-redes sempre a um nível muito alto, que acaba por ter um papel decisivo. É uma equipa forte, que respeitamos, mas olhamos muito para nós, para aquilo que é a nossa qualidade, podemos e queremos fazer".
Desgaste e excesso de confiança
"Não pode ser por termos tido um jogo a meio da semana que haverá favoritismo ou não do adversário. Disse que havia duas condicionantes um pouco diferentes, que é o fator casa e a semana de preparação, mas não é por termos tido um jogo a meio da semana que haverá favoritismo do adversário. Não me parece, de todo. Não vejo Clássicos dessa forma. Vejo uma equipa que tem o fator do apoio dos adeptos como uma condicionante, e, depois, será o valor das duas equipas que se vai sobrepor, quem estiver numa melhor noite, mais coeso, concentrado... O jogo irá por aí. Este tipo de jogos define-se muito no detalhe. É uma equipa que ainda não perdeu pontos no campeonato. Nós tivemos um empate na primeira jornada, tivemos muitos jogos para chegar à Liga Europa. Eles tiveram só um jogo de Liga dos Campeões, contra uma grande equipa europeia, onde não conseguiram um resultado positivo. Não vejo por que haveria euforia, não fizemos nada de especial. Simplesmente, temos vindo a crescer, num processo novo, com muitos jogadores novos e muitas mudanças. Há uma equipa que vai começar o jogo sem ter mudado praticamente nenhum jogador do onze titular, que não teve de vender nenhum dos jogadores mais importantes. E, depois, há uma equipa num processo diferente. Isso não dá vantagem ou desvantagem nenhuma, são situações diferentes, e não sei porque haveríamos de estar com qualquer tipo de euforia, sinceramente. Fizemos um grande jogo em termos de adversário, que foi histórico, porque o Benfica nunca tinha obtido um resultado daqueles, mas foram mais três pontos. Temos vindo a ganhar os jogos do campeonato, depois daquele tropeção em circunstâncias muito próprias, diferentes, para não dizer estranhas... Por culpa nossa, não ganhámos. A partir daí, ganhámos os nossos jogos, como tem sido a nossa obrigação. Estamos satisfeitos com o rendimento e o crescimento da equipa, mas não vejo por que razão pode haver qualquer tipo de euforia".
Igualdade na arbitragem
"Teria de lhe perguntar o que são coisas estranhas de arbitragem... Tem de perguntar, na próxima semana, ao mister Farioli. Não queria muito entrar por essa questão da arbitragem. Vou repetir o que foi dito há meia hora, pelo mister Farioli. Espero igualdade em todos os momentos do jogo para as duas equipas. Que haja equilíbrio em todas as decisões, e vou copiar as palavras. Esperamos igualdade em todos os momentos de jogo."
Situação de Enzo
"Há essa ligeira vantagem, mas não adianta muito falar sobre ela. É o calendário e estava mais do que definido. Nós não sabíamos, na altura em que saiu o calendário, qual seria o adversário que teríamos na Liga Europa. Acaba por ser uma coincidência fazermos o quinto num curto espaço de tempo, praticamente em 15 dias, praticamente todos fora de casa. Tem sido viagem após viagem e tudo o que isso acarreta, mas, se começasse a falar muito, soava já a desculpa. Não há desculpa nenhuma, fizemos a preparação com menos tempo e isso é uma realidade. Não tivemos a semana limpa. Quando temos é melhor para nós, mas nem sempre é perfeito. Gozámos o tempo da melhor forma que conseguimos, para estarmos preparados para a exigência de um jogo desta dimensão. Não será por aí. É uma ligeira vantagem, como o fator casa. Não consigo dizer se há alguém indisponível para o jogo. Estamos a analisar. Todos os outros jogadores estão prontos para o jogo."
Empate satisfaz?
"Percebo a questão. Pensamos em ganhar o jogo e não há jogo que preparamos para empatar, mas há momentos que acontecem no jogo. Mas o nosso objetivo é claramente ganhar o jogo."
Fisicalidade do Porto
"É uma das características deles. É uma equipa agressiva com e sem bola. Os três homens do meio-campo têm essas características, a capacidade física dos centrais, a resistência dos alas... Temos de estar preparados para o que o jogo pede e dar as respostas que temos capacidade. Sei que nem sempre será possível manter a nossa identidade e jogar da forma que queremos, é uma luta a dois. Tentamos levar o jogo para onde podemos ser fortes e responder ao que o jogo pede."
Quem marcar primeiro ganha?
"É uma bela questão que não sei responder. Podemos pensar numa coisa e prepará-la e depois ir para outro caminho. O jogo coloca-nos questões e temos de estar preparados para responder da melhor forma possível num jogo mais aberto ou menos aberto. Eu gostava de ganhar sem sofrer golos, mas essa será sempre a minha resposta todas as semanas."
Variabilidade no jogo do Benfica
"É importante termos vários caminhos. Esperemos a pressão forte e individual do FC Porto, mas temos caminhos para bater essa pressão, seja mais curto ou com outros caminhos. Podemos ajustar. Não há só uma forma de lá chegar. Temos de ser corajosos e respeitar a nossa identidade."
Jogador das águias tem fama de problemático e antigo futebolista acabou por comentar aquilo que considera que este pode acrescentar
19 Out 2026 | 17:38 | Por Redação
Jhon Durán continua a dar que falar na Colômbia, com Iván René Valenciano, antigo internacional colombiano, a defender que o avançado do Benfica merece uma nova oportunidade na seleção, apesar das polémicas relacionadas com o seu comportamento.
Em declarações à Radio Caracol, o antigo jogador do Junior Barranquilla e do Millonarios, que somou 29 internacionalizações e 13 golos pela Colômbia, considerou que os problemas entre o ponta de lança e a estrutura da seleção podem ser ultrapassados através do diálogo.
Iván René Valenciano: "É um jogador com muita capacidade"
“Um bom jogador só tens de sentá-lo, falar, sentá-lo com o grupo, pô-los a falar e a explicar. Porque são jogadores que fazem a diferença, que te vão marcar algo de que precisas e ambos têm de dar as mãos”, afirmou Valenciano, defendendo uma aproximação entre as partes.
Apesar de reconhecer a qualidade futebolística de Durán, o antigo avançado também deixou críticas à postura do jogador de 21 anos. Ainda assim, acredita que o comportamento do atacante pode ser corrigido com o acompanhamento adequado: “Eu acho que Jhon Durán é um jogador com muita capacidade, muito talento, talvez não tenha nada na cabeça, mas podes aproximar-te, falar com ele, tentar encaminhá-lo e corrigi-lo”, declarou.
Valenciano sublinhou ainda a importância do papel dos treinadores na gestão de situações deste género, defendendo que uma das suas principais responsabilidades passa por manter os jogadores tranquilos e integrados no grupo. Durán representa atualmente o Benfica, por empréstimo do Al Nassr, da Arábia Saudita, válido até ao final da temporada.
Plantel encarnado tem demonstrado característica importante que privilegia o trabalho do treinador no que às suas escolhas diz respeito
19 Out 2026 | 17:30 | Por Redação
O Benfica atravessa uma fase positiva, com bons resultados e exibições que alimentam a ambição dos encarnados para esta temporada. Para além da qualidade do plantel e do trabalho desenvolvido pela equipa técnica de Marco Silva, há outro fator que poderá estar a contribuir para o sucesso: a união no balneário, visível até entre jogadores que disputam diretamente os mesmos lugares na equipa.
Um dos exemplos mais recentes surgiu após a vitória frente ao Celtic, por 4-1, na Liga Europa. Jhon Durán foi uma das figuras do encontro, ao apontar dois golos, mas não deixou que o destaque individual se sobrepusesse ao reconhecimento do trabalho de Vangelis Pavlidis, concorrente direto na luta pela titularidade.
“Dou tudo para ajudar a minha equipa, mas toda a gente sabe que Pavlidis é o primeiro. Ele merece tudo, jogou mais do que eu, estou a chegar aqui, mas nos minutos que jogo tento dar tudo à equipa”, afirmou o avançado colombiano no final da partida.
As palavras de Durán ganham relevância tendo em conta o contexto da sua chegada ao Benfica. Emprestado pelo Al Nassr, o ponta de lança procura conquistar espaço numa equipa em que Pavlidis tem sido a principal referência ofensiva. O grego soma 15 golos em 15 jogos nesta temporada e atravessa um momento de grande eficácia.
Apesar da concorrência, Durán tem aproveitado as oportunidades concedidas por Marco Silva. O colombiano contabiliza quatro golos em 412 minutos, distribuídos por 14 encontros, dos quais apenas três como titular. É, assim, o quarto melhor marcador do plantel, atrás de Pavlidis, Prestianni e Rafa.
Águias têm interesse na contratação de jovem destaque, mas argentinos não pretendem liberá-lo e protegem-se com cláusula astronómica
19 Out 2026 | 16:57 | Por Redação
O River Plate está a tomar medidas para proteger o futuro de Lautaro Pereyra, jovem médio ofensivo de 18 anos que estará a despertar o interesse do Benfica. Segundo o jornal argentino El Intransigente, o emblema de Buenos Aires pretende salvaguardar a sua posição negocial perante a possibilidade de surgirem propostas europeias já em janeiro.
Pereyra tem vindo a ganhar espaço na equipa principal do River Plate e soma, este ano, 14 jogos, um golo e uma assistência. O clube argentino já assegurou a continuidade do jogador através de um contrato profissional válido até 2028, com uma cláusula de rescisão fixada nos 100 milhões de euros.
De acordo com a mesma fonte, as águias acompanham atentamente a evolução do jovem talento. Ainda assim, até ao momento, não terá existido qualquer abordagem formal nem uma proposta concreta por parte dos encarnados.
Na Argentina, a possibilidade de o Benfica avançar pelo jogador é vista com atenção, tendo em conta o histórico do clube da Luz na contratação e valorização de jovens talentos sul-americanos. Enzo Fernández e Gianluca Prestianni são apontados como exemplos dessa estratégia.
Recorde-se que o plantel orientado por Marco Silva já conta com outro médio ofensivo argentino: Claudio Echeverri, de 20 anos. O jogador está emprestado pelo Manchester City ao Benfica, que garantiu uma opção de compra no valor de 21 milhões de euros. Para já, Lautaro Pereyra continua ligado ao River Plate, que procura acautelar os seus interesses perante um eventual assédio de clubes europeus.
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19 Out 2026 | 14:52
Goleador na mira do Benfica continua a brilhar e participa em seis golos em quatro jogos
19 Out 2026 | 13:03
Futebolista que trocou o Sporting pelo Benfica atira: “Dia mais feliz da minha vida”
19 Out 2026 | 13:18