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Futebol
13 Jun 2026 | 17:47 |
Amar Dedic mostrou-se algo insatisfeito após o empate da Bósnia frente ao Canadá (1-1), em encontro referente à primeira jornada do Grupo B do Mundial. O lateral-direito do Benfica reconheceu que o resultado não é negativo no contexto da competição, mas não escondeu que o jogo ficou longe de corresponder às suas preferências individuais e ao estilo de futebol que gosta de praticar.
Dedic, do Benfica, sobre estreia da Bósnia no Mundial: "Não houve muito futebol..."
No final da partida, o internacional bósnio fez uma leitura pragmática do encontro, sublinhando a dificuldade do duelo. “Os bósnios podem ficar satisfeitos com o empate num jogo verdadeiramente difícil e intenso”, começou por afirmar, ainda que rapidamente tenha deixado uma nota crítica ao desenrolar da partida. “Não houve muito jogo. Foi mais luta e faltas. Não foi fácil, mas lidámos bem com isso”, acrescentou o lateral de 23 anos.
Dedic destacou ainda a importância do contexto competitivo, realçando o peso de estrear-se num palco como o Mundial. “Foi o primeiro jogo no Mundial, o ambiente foi espetacular, é o maior palco do futebol. O mais importante foi não perdermos”, argumentou o defesa encarnado, que foi obrigado a assumir várias tarefas defensivas ao longo do encontro, longe das dinâmicas ofensivas que caracterizam o seu jogo.
O jogador do Benfica não escondeu, aliás, alguma frustração pessoal com o papel que desempenhou diante do Canadá, deixando claro que preferia um contexto mais favorável ao ataque. “Todos sabem como é o meu jogo. Isso chateou-me um bocadinho. Não houve muito futebol, foi mais correr, lutar e faltas. O individual, porém, não é importante, a equipa está acima de tudo”, referiu, ainda assim em tom de equilíbrio e maturidade.
Por fim, Dedic abordou também a ausência de duas figuras importantes da seleção bósnia, reconhecendo o impacto dessa falta de opções. “Sentimos a falta do Dzeko e do Tabakovic. Quem jogou no lugar deles fez um trabalho muito bom. Lutaram e acredito que jogámos bem. Podemos melhorar e vamos analisar tudo. Espero que esses jogadores importantes voltem o mais depressa possível”, concluiu.
Jogador não esconde que gostaria de morar noutra cidade parecida com Lisboa, mas afirma gostar da vida na capital portuguesa
14 Jul 2026 | 13:21 |
A preparar a terceira temporada ao serviço do Benfica, Vangelis Pavlidis assumiu-se como uma das principais figuras do plantel encarnado. O avançado grego conquistou esse estatuto depois de duas épocas de grande rendimento na Luz, nas quais somou 60 golos e 17 assistências com a camisola das águias.
Em entrevista ao jornal espanhol Marca, o internacional grego fez um balanço do percurso realizado até ao momento em Lisboa, recordando a evolução registada desde a chegada ao clube e abordando também a experiência de trabalhar com José Mourinho, treinador que deixou o Benfica este verão para regressar ao comando técnico do Real Madrid.
"Os últimos dois anos no Benfica foram os melhores passos que pude dar na minha carreira. Evoluí bastante, joguei na Liga dos Campeões, algo com que sonhava desde criança. Quando começas a ganhar num clube tão grande na Europa, estás sempre feliz", afirmou o avançado de 27 anos.
Pavlidis reconheceu, contudo, que a adaptação ao Benfica não foi imediata: "O início foi um pouco difícil porque não estava a jogar como gostaria. Não estava mal, mas não marcava os golos que queria. Depois, quando começas a sentir-te bem e os companheiros percebem melhor o teu jogo, tudo se torna muito mais fácil", explicou.
V. Pavlidis: "Pode acontecer ou não. Veremos o que o futuro reserva"
O camisola 14 abordou ainda o seu futuro e preferiu não comentar, apesar das garantias de Mário Branco: "Não quero dizer nada sobre isso porque é muito difícil. Vivi em Amesterdão e agora estou em Lisboa. Gostaria de viver noutra cidade boa como Lisboa, mas no futebol nunca se sabe. Pode acontecer ou não. Veremos o que o futuro reserva. Neste momento, sou muito feliz em Lisboa", concluiu.
Após jogo com o Flamengo, esposa de jogador do Rubro-Negro foi às redes sociais para revelar insultos da massa associativa encarnada
14 Jul 2026 | 13:15 |
Os acontecimentos do particular entre Benfica e Flamengo continuam a dar que falar, mas desta vez pelos piores motivos. Estela Braga, mulher de Emerson Royal, recorreu às redes sociais para denunciar uma vaga de insultos e mensagens de teor racista dirigidas à sua família.
A polémica surgiu depois do lance em que Emerson Royal disputou a bola com Jaden Umeh, acabando o jovem extremo benfiquista por sair lesionado. Desde então, a influenciadora brasileira revelou estar a ser alvo de ataques nas plataformas digitais por parte de alguns adeptos, situação que também atingiu o filho do casal, Ravi, de apenas 2 anos.
Através de várias publicações, Estela Braga mostrou parte das mensagens recebidas e explicou que, habitualmente, evita dar importância a este tipo de comentários. "Normalmente nem respondo ao ódio. Evito até olhar. Tenho uma pessoa que gere a minha conta e apaga esse tipo de mensagens", começou por escrever.
Contudo, a dimensão dos ataques levou-a a quebrar o silêncio. "As pessoas de Portugal estão a insultar-me por causa de uma situação que aconteceu num jogo. Eu nem sou jogadora e estou a ser atacada. Estão a falar do meu filho. O que é que eu tenho a ver com isso?", questionou.
A influenciadora divulgou capturas de ecrã de várias mensagens ofensivas, nas quais era apelidada de "maria chuteira" e tanto ela como o marido eram insultados com expressões depreciativas. "O que publiquei foram apenas as mensagens que me ofendem diretamente. Mas também há comentários racistas, em que nos chamam de macacos. Nem vou dizer tudo o que penso sobre este assunto para não perder a razão, mas é triste perceber que ainda existe gente assim. Que nojo", desabafou.
Jogador não teria oportunidades com o treinador na equipa encarnada e foi cedido para assinar pelo emblema da Liga portuguesa
14 Jul 2026 | 11:27 |
É oficial: João Veloso vai representar o Moreirense na temporada 2026/27. O clube de Moreira de Cónegos, emblema sediado no munícipio de Guimarães, confirmou o acordo alcançado com o Benfica para a cedência do jovem médio, que chega por empréstimo válido por uma época.
João Veloso, do Benfica, sobre chegada ao Moreirense: "tudo me agradou..."
Nas primeiras declarações enquanto jogador do Moreirense, João Veloso revelou que a decisão de aceitar o desafio surgiu naturalmente, destacando o projeto apresentado pelo clube minhoto e as referências positivas que recebeu antes de assinar.
"Quando soube que o Moreirense estava interessado em mim, fiquei logo muito entusiasmado. A época que a equipa realizou, o treinador, as pessoas que chegaram ao clube... tudo me agradou. Falei com colegas que passaram por aqui e com outros que trabalharam comigo, e todos me transmitiram excelentes referências. Disseram-me que é um clube muito familiar, com um ótimo ambiente, e isso foi determinante para a minha decisão", afirmou.
O médio deixou ainda claro que pretende aproveitar a oportunidade para somar minutos de competição e continuar a evoluir: "Quero ajudar o clube, jogar o maior número de minutos possível e contribuir para que possamos alcançar os nossos objetivos. Estou convencido de que este desafio será importante para o meu crescimento, tanto a nível pessoal como profissional. Tenho a certeza de que será uma experiência muito positiva para o meu presente e para o meu futuro", referiu.
João Veloso terminou a apresentação com uma mensagem dirigida aos adeptos do Moreirense, prometendo total entrega dentro das quatro linhas: "Sou um jogador que gosta de ter a bola e assumir o jogo. Aos adeptos posso garantir que vou dar sempre o máximo para ajudar a equipa a atingir os seus objetivos e honrar esta camisola", concluiu.