Futebol
A dias do dérbi frente ao Sporting, craque do Benfica faz furor no Seixal
15 Abr 2026 | 15:02
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19 Jul 2025 | 22:34 |
João Vieira Pinto, que faz parte da estrutura da FPF, liderada por Pedro Proença, recordou o momento em que participou no Europeu de 2000. Em entrevista, o antigo jogador do Benfica falou da sua saída do Clube da Luz e como isso não o impediu de marcar presença no torneio de seleções, que decorreu no virar do milénio.
João Vieira Pinto: “Quando saí do Atlético de Madrid e vim para Portugal, também estive dois meses na mesma situação”
À margem de um evento promocional feito pelo Sindicato de Jogadores de Futebol, João Vieira Pinto recordou o momento em que ficou sem clube: “Em 2000, quando saí do Benfica e fui fazer o Europeu sem clube, não foi a primeira vez que aconteceu comigo, já tinha acontecido aos 20 anos. Quando saí do Atlético de Madrid e vim para Portugal, também estive dois meses na mesma situação e, naquela altura, fui treinar sozinho com o meu irmão para o Parque da Cidade, no Porto. Ia voltar ao Boavista, mas ainda lá não estava”.
No entanto, afirmou que na altura, não existiam este modelos para jogadores em equipa: “Obviamente que se tivesse o Sindicato naquela altura, era aqui que vinha estagiar e fazer os meus treinos, com treinadores profissionais. Felizmente, correu tudo bem comigo, mas esta é uma grande oportunidade para qualquer jogador. Não está fechado apenas aos jogadores em dificuldades, está aberto a todos e tem ótimas condições de trabalho, para quem quer manter a forma é uma grande oportunidade”.
No evento que decorreu durante o dia de ontem, o antigo Benfiquista destacou a integração atletas do futebol feminino: “É o primeiro ano em que as mulheres vêm jogar futebol aqui no Sindicato e é sinal do próprio desenvolvimento que este Estágio tem tido, agora também com as mulheres. Não é apenas um estágio com jogadoras desempregadas, é um estágio para quem quer ou gosta de jogar futebol, que tem a oportunidade de treinar aqui com outros jogadores e jogadoras”.
Entre os participantes esteve Hildeberto Pereira, atleta que foi formado no Benfica. O futebolista recordou a sua passagem e frisou que a felicidade é o mais importante: “O Renato, o Ruben Dias, o Nelson Semedo e o Ivan Cavaleiro, que era o meu ídolo quando eu estava na formação… Sei que não cheguei lá mas nunca se sabe o dia de amanhã mas fico muito contente por eles porque joguei com eles, são meus amigos e a felicidade deles é a minha felicidade”.
Recentemente enfrentado com determinadas perguntas relativamente a alguns ícones do futebol, antigo internacional brasileiro respondeu 'em encarnado'
15 Abr 2026 | 17:39 |
Romário, antigo futebolista, confessou recentemente que duas determinadas lendas do Benfica foram dos jogadores mais difíceis que alguma vez já enfrentou. Ora, o campeão do Mundo pelo Brasil em 1994 referiu o "melhor guarda-redes" com que já deparou, e o "defesa mais duro".
Nesse mesmo sentido, presente no videocast apresentado por Iker Casillas, 'Bajo los Palos', Romário destacou respetivamente "Michel Preud'homme" e "Mozer". Adicionalmente, o atual senador brasileiro, apontou Johan Cruyff como melhor treinador que teve na carreira.
Questionado sobre o jogador atual mais parecido com o seu estilo de jogo, Romário pensou e acabou por responder Mbappé, embora tendo apontado "alguma diferenças". Dentro da área, o antigo avançado não teve dúvidas ao dizer ter sido melhor que Messi e Maradona. O seu maior arrependimento foi não ter marcado presença no Mundial 2002.
De referir que, Michel Preud'homme foi um dos guarda-redes mais marcantes da história do Benfica - vê Pavlidis a ser deixado para trás - , tendo representado o Clube entre 1994 e 1999. Tornou-se o primeiro guarda-redes a vencer o prémio de Melhor Jogador do Mundial (1994), após exibições de alto nível nos Estados Unidos. Ao serviço dos encarnados conquistou uma Taça de Portugal (1995/96) e ficou ligado a uma geração em que foi sempre uma das figuras mais respeitadas do plantel.
Relativamente a Carlos Mozer, mais conhecido por Mozer, foi um dos grandes centrais da história do Benfica, com duas passagens pela águias (1987-1992 e 1995-1996). Ao serviço dos encarnados venceu três campeonatos nacionais, uma Taça de Portugal e uma Supertaça, além de ter participado na caminhada até à final da Taça dos Campeões Europeus em 1989/90. O glorioso central deixou uma marca duradoura na história vermelha e branca.
Avançado internacional grego antes que se destacava nas estatísticas do futebol internacional, vê-se excluído de determinadas conversas
15 Abr 2026 | 17:01 |
Vangelis Pavlidis já não integra o top-10 da corrida à Bota de Ouro, tendo caído para a 15.ª posição numa altura decisiva da temporada. O avançado do Benfica soma atualmente 21 golos, pontuação que já não é suficiente para acompanhar os principais candidatos.
Na frente da lista segue Harry Kane, com 31 golos marcados na Bundesliga, liderando destacado a classificação. Logo atrás surgem Kylian Mbappé e Erling Haaland, ainda que ambos tenham perdido algum ritmo nas últimas semanas.
Entre os jogadores que ultrapassaram Pavlidis está Luis Suárez, avançado do Sporting, que ocupa o sétimo lugar com 24 tentos. Apesar da desvantagem no coeficiente — já que a liga portuguesa atribui 1,5 pontos por golo — o colombiano conseguiu ganhar vantagem direta sobre o ponta de lança encarnado.
Este fator tem pesado nas contas, uma vez que os golos marcados nas principais ligas europeias valem dois pontos, dificultando a recuperação de jogadores que atuam em campeonatos com menor coeficiente. E nesse mesmo sentido, infelizmente para o internacional grego, este acabou por sair do grupo dos dez primeiros.
Depois de ter figurado no top-10 ao longo da época, o camisola 14 do Benfica vê agora a concorrência afastar-se, numa fase em que cada jornada pode ser determinante. A recuperação ainda é possível, mas exige uma reta final com maior eficácia para voltar a entrar na discussão.
Dois atletas que antes representavam Clube da Luz, agora em busca por glória nacional, deparam-se com panorama bastante difícil
15 Abr 2026 | 15:54 |
O Celtic entra na fase de apuramento de campeão da Scottish Premiership ainda na luta pelo título, numa corrida a três que inclui também Hearts e Rangers. A equipa onde alinham os antigos encarnados Paulo Bernardo e Jota Filipe ocupa atualmente o terceiro lugar, com 67 pontos, quando faltam seis jornadas para o final.
Apesar da atual posição na tabela, o cenário permanece em aberto, já que todos os clubes do top-6 ainda se vão defrontar nesta fase decisiva. O Celtic soma 21 vitórias, quatro empates e oito derrotas, com um saldo de 59 golos marcados e 35 sofridos, mantendo-se próximo dos lugares cimeiros.
À entrada para esta fase, o Hearts lidera com 70 pontos, seguido de perto pelo Rangers, com 69. Ainda assim, a margem curta entre os três candidatos mantém o Celtic na discussão, sobretudo tendo em conta os confrontos diretos que podem alterar rapidamente a classificação.
Um dos fatores que poderá ser determinante é a diferença de golos. Em caso de igualdade pontual no final, este critério pode decidir o campeão. Neste momento, o Rangers apresenta vantagem nesse capítulo, enquanto o Celtic surge em desvantagem face aos rivais diretos.
Assim, a equipa de Paulo Bernardo - que falou sobre futuro no Benfica - e Jota Filipe entra na reta final com margem reduzida, mas ainda dependente do seu desempenho e de eventuais deslizes dos adversários. O título escocês permanece em aberto e poderá ser decidido nos detalhes.
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15 Abr 2026 | 14:57