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Atenção! Benfica vai recuperar camisola icónica 30 anos depois e já se sabe como será (Foto)
29 Set 2026 | 10:28
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30 Set 2026 | 15:40 |
A integração de Francisco Benitez no Unum, projeto apresentado esta terça-feira como uma nova “casa de ideias” dedicada ao universo benfiquista, está a gerar algum desconforto entre elementos ligados ao movimento Servir o Benfica, apurou o nosso jornal. A presença de Benitez no grupo estará a ser recebida com reservas por alguns membros do movimento, sobretudo devido à integração no projeto de personalidades que são apontadas como próximas de Luís Filipe Vieira.
Uma fonte próxima do Servir o Benfica admite existir “muito desconforto” internamente com a decisão do antigo candidato à presidência das águias. “Estar ao lado de figuras proeminentes do vieirismo jamais será servir o Benfica”, avançou o Record.
Francisco Benitez, que foi candidato à presidência do Benfica em 2021 pela lista Servir o Benfica, reagiu entretanto à sua integração no novo projeto através de uma publicação na rede social X, onde explicou as razões que o levaram a aceitar o convite: “Juntei-me ao Unum por uma razão muito simples: quero continuar a servir o Benfica”, escreveu o antigo candidato presidencial.
O Unum foi apresentado esta terça-feira e reúne 32 fundadores ligados ao universo encarnado. O projeto apresenta-se como uma “casa de ideias” destinada a promover ideias e reflexões sobre o presente e o futuro do Benfica. Entre os fundadores encontram-se António Simões, uma das grandes lendas da história do clube, bem como os antigos dirigentes Luís Mendes e João Gabriel.
Este último foi diretor de comunicação do Benfica e tem assumido uma posição crítica em relação à liderança de Rui Costa. A constituição do grupo junta, assim, diferentes figuras e sensibilidades do universo benfiquista, cenário que estará na origem das reservas manifestadas por alguns elementos ligados ao Servir o Benfica relativamente à presença de Francisco Benitez.
Antigo jogador das águias faz agora parte de grupo com ideias opostas ao Presidente e com grandes rivais políticos do atual mandatário
30 Set 2026 | 11:53 |
António Simões, uma das grandes lendas da história do Benfica, é um dos fundadores do UNUM, novo projeto ligado ao universo encarnado que pretende assumir-se como uma “casa de ideias” dedicada à reflexão e discussão sobre o futuro do clube. Apresentado esta terça-feira, o projeto reúne 32 fundadores, entre os quais estão várias figuras conhecidas do universo benfiquista e alguns críticos da atual liderança de Rui Costa.
Além de António Simões, campeão europeu pelo Benfica em 1962, fazem parte do grupo os antigos dirigentes Luís Mendes e João Gabriel, este último antigo diretor de comunicação das águias e crítico da presidência de Rui Costa. Também Vasco Mendonça, ligado à candidatura de João Noronha Lopes, integra o projeto, assim como Francisco Benitez, que já se candidatou à presidência do Benfica.
Segundo o comunicado de apresentação, o UNUM pretende desenvolver um espaço de discussão e reflexão sobre o clube encarnado, assente em quatro princípios: “compromisso, independência, pluralidade e consequência”.
António Simões deixou ainda uma mensagem sobre a sua ligação ao novo projeto e ao próprio Benfica, sublinhando que a intenção passa por contribuir para o futuro do clube: “Do Benfica nunca quis nem quero nada, a não ser contribuir e pensar o seu futuro”, afirmou a antiga glória encarnada.
“Passei uma parte enorme da minha vida neste Clube e continuo a acreditar que todos temos alguma coisa para lhe devolver. No Benfica podemos pensar de maneira diferente sem deixarmos de querer a mesma coisa: um Benfica cada vez maior e melhor”, acrescentou o campeão europeu de 1962.
Antigo candidato à presidência da Federação Portuguesa do Futebol critica a postura do Clube encarnado sobre a retirada de apoio ao ex árbitro
29 Set 2026 | 15:21 |
Nuno Lobo, sócio do Benfica e candidato derrotado por Pedro Proença nas últimas eleições para a presidência da Federação Portuguesa de Futebol, deixou um lamento, esta terça-feira, na sequência do agendamento da próxima assembleia geral dos encarnados, para dia 31 de outubro.
N. Lobo: "Não tem razão para tomar esta decisão"
"Soubemos hoje que o presidente da Mesa da Assembleia Geral do nosso Clube recusou o agendamento da proposta para a retirada do apoio e da confiança política e institucional a Pedro Proença. Não tem razão para tomar esta decisão", começou por dizer, num vídeo enviado à Agência Lusa, criticando José Pereira da Costa.
De seguida, o conhecido adepto das águias diz mesmo que o Glorioso fez um "frete" a Proença. "A conclusão imediata que se pode retirar é que os órgãos sociais do nosso clube fizeram, uma vez mais, um frete a Pedro Proença", referiu. A proposta recusada tinha sido apresentada por Nuno Lobo à Mesa da Assembleia Geral das águias no início de setembro.
No final, Nuno Lobo defende que o Benfica foi contra a posição dos próprios sócios. "Contra a vontade da esmagadora maioria dos sócios do Sport Lisboa e Benfica, há quem prefira dizer sim a Pedro Proença", criticou, considerando existir "um apoio vergonhoso e permanente dos órgãos sociais do Clube" ao presidente da FPF.
O Benfica convocou uma assembleia geral ordinária para 31 de outubro, às 9 horas, no pavilhão n.º 2 do complexo da Luz, tendo como ponto único da ordem de trabalhos a apreciação e votação do Relatório e Contas do clube do exercício de 2025/26. A reunião será transmitida em streaming através da área reservada aos sócios no site oficial e o processo deliberativo decorrerá por voto eletrónico, mantendo-se o voto presencial para quem prefira.
Águias avançaram com uma iniciativa judicial que promete voltar a agitar o caso Football Leaks e há argumentos que estão a dar muito que falar
29 Set 2026 | 11:40 |
O Benfica decidiu avançar para o Tribunal da Relação para contestar a absolvição de Rui Pinto no segundo processo do caso Football Leaks. O Clube encarnado apresentou recurso em junho, por discordar da decisão do Tribunal Criminal de Lisboa, que absolveu o hacker de 241 crimes relacionados com o acesso ilegítimo a emails das águias e de outras entidades.
No recurso apresentado, os representantes jurídicos do Glorioso consideram que a decisão judicial contém "erros jurídicos, processuais e factuais". Os encarnados contestam a fundamentação utilizada pelo coletivo de juízes e defendem que foram ultrapassados limites legais na apreciação de matérias que, na sua perspetiva, caberiam ao Tribunal Constitucional.
A absolvição de Rui Pinto - que falou de dirigentes do Benfica - foi anunciada a 29 de abril. Na altura, o Tribunal Criminal de Lisboa considerou inválida e improcedente a acusação do Ministério Público, entendendo que o arguido tinha sido tratado de três formas distintas ao longo do processo e que não tinha sido respeitada a sua dignidade enquanto pessoa humana. A decisão unânime apontou ainda para alegadas violações de princípios constitucionais e de disposições da Convenção Europeia dos Direitos Humanos, incluindo a dignidade da pessoa humana, o Estado de direito democrático e o direito à tutela jurisdicional efetiva.
É precisamente esta argumentação que o Benfica procura contrariar junto do Tribunal da Relação. O recurso questiona a interpretação feita pelo coletivo de juízes ao artigo 30.º do Código de Processo Penal e a conclusão de que a posição do Ministério Público violava normas constitucionais. As águias entendem que a decisão deve ser reapreciada, num processo que continua a ter como pano de fundo o acesso ilegítimo a correspondência eletrónica do Clube e de várias outras organizações.
Recorde-se que Rui Pinto já tinha sido condenado no primeiro processo do Football Leaks, em setembro de 2023, a quatro anos de pena suspensa, por extorsão na forma tentada, violação de correspondência agravada e acesso ilegítimo. No segundo processo, estava acusado de 201 crimes de acesso ilegítimo qualificado, 22 de violação de correspondência agravada e 18 de dano informático. Os factos envolviam, além do Benfica, a Liga de clubes, sociedades de advogados, juízes, procuradores, a Autoridade Tributária e a Rede Nacional de Segurança Interna. O recurso dos encarnados pretende agora levar a decisão de absolvição a uma nova apreciação judicial.