Futebol
Silaidopoulos critica exibição do Rio Ave e atira: "Respeitámos demasiado o Benfica"
18 Jan 2026 | 10:22
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26 Mar 2024 | 05:00 |
O Benfica continua a agitar as águas nos mercados de transferências e, segundo apurou o nosso Jornal, em exclusivo, há mais um investimento a caminho. Rui Costa pretende ativar a cláusula de compra de Álvaro Carreras, que está neste momento emprestado ao Clube da Luz, pelo Manchester United.
Ao que o Glorioso 1904 conseguiu apurar, apesar do camisola 3 ainda não se ter conseguido afirmar na formação de Roger Schmidt, os dirigentes encarnados veem no lateral espanhol um plano para o futuro do Benfica, garantindo já um reforço para a ala esquerda, que tem sido uma verdadeira dor de cabeça para o treinador alemão, devido à falta de opções.
Importa recordar que, no negócio entre as águias e os red devils ficou estabelecido que se o jogador alinhasse como titular em metade dos encontros os encarnados teriam de desembolsar 6 milhões de euros, obrigatoriamente. Porém, mesmo que o defesa de 21 anos não alcance este objetivo, Rui Costa pretende mantê-lo no Clube, estando assim a venda apontada para os tais 6 milhões de euros.
Assim sendo, à semelhança da situação de Benjamín Rollheiser, Gianluca Prestianni e ainda Andreas Schjelderup, Álvaro Carreras é visto como um investimento para o futuro, podendo também 'encher os cofres' do emblema da Catedral, caso atinja o rendimento esperado. Recorde-se que, no momento da apresentação, o craque revelou que o seu pé esquerdo é a sua "maior arma".
É importante destacar que o plantel de Roger Schmidt tem apenas dois laterais-esquerdos de raiz: o jogador cedido pelo Manchester United e, ainda, Juan Bernat, que, neste momento, é baixa na equipa do Benfica, dado que continua a recuperar de uma lesão. David Jurásek, contratado no verão, está a cumprir empréstimo no Hoffenheim, da Alemanha.
Ao todo, ao serviço do Benfica, Álvaro Carreras - avaliado em 7 milhões de euros pelo portal Transfermarkt - foi aposta em 10 jogos, onde não contabilizou qualquer golo ou assistência. Ainda este ano, no Granada, o defesa alinhou em 14 encontros.
Na temporada transata, Álvaro Carreras esteve emprestado ao Preston North End, da Inglaterra, onde marcou presença num total de 42 partidas, tendo concretizado seis assistências. É importante, ainda, referir que o lateral espanhol nunca se estreou na equipa principal do Manchester United, clube que o foi buscar ao Real Madrid, em 2020/21.
Clube da Luz continua na pista do atacante italiano, contudo, entraves e vários interessados à mistura têm complicado negócio entre aguias e Nápoles
18 Jan 2026 | 11:46 |
O futuro de Lorenzo Lucca pode passar mesmo por Itália, mas não por uma equipa de renome. Pelo que foi apurado, as notícias apontam para o alegado interesse do Pisa, formação que subiu este ano à Serie A, em assegurar a contratação do atleta, que tem estado a ser negociado pelo Benfica.
Segundo adiantou Alfredo Pedullà, o emblema transalpino é o mais recente interessado no camisola 27 do Nápoles, que procura dar um novo rumo à sua carreira. Assim, a ideia de permanecer em Itália ganha ainda mais força, o que pode fazer cair as intenções do Benfica em contar com o futebolista de 25 anos.
A mesma fonte explica que o atleta vê a ida para o Pisa como uma grande oportunidade, tendo a certeza de que será uma primeira opção no plantel da formação italiana, em vez de ter de competir por uma vaga com Vangelis Pavlidis, caso aceitasse rumar ao Clube da Luz.
Porém, o Pisa tem a difícil tarefa de superar a concorrência de alguns nomes de peso do futebol europeu. Em Itália, clubes como a Juventus e a Lazio também suscitaram algum interesse. Já em Inglaterra, o Nottingham Forest tenta contratar Lucca. No entanto, a cobiça não fica por aqui: o Al Hilal pretende ter o futebolista por empréstimo.
Na presente temporada, ao serviço do Nápoles, Lorenzo Lucca — avaliado em 25 milhões de euros — realizou 22 jogos oficiais: 16 na Serie A, quatro na Liga dos Campeões, um na Supertaça e um na Taça de Itália. Nos 585 minutos disputados, o avançado, que tem contrato válido até junho de 2028, apontou dois golos.
Internacional português e capitão dos citizens não ficou satisfeito com exibição apresentada em Old Trafford e frisou que resultado poderia ter sido pior
18 Jan 2026 | 11:24 |
Bernardo Silva não escondeu a desilusão no final do dérbi de Manchester. Em conversa com a imprensa local, o antigo craque do Benfica, que entrou para o top-10 dos atletas com mais jogos pelos citizens, o internacional português reconheceu que a equipa de Pep Guardiola não esteve à altura do rival.
Bernardo Silva: "Um jogo mau da nossa parte, um excelente jogo deles"
"Um jogo mau da nossa parte, um excelente jogo deles", começou por dizer o craque do Manchester City, em declarações à DAZN. Vale a pena recordar que a partida, que decorreu em Old Trafford, terminou com um triunfo dos Red Devils por 2-0, na estreia de Michael Carrick, que sucedeu a Ruben Amorim.
"Até acabamos por sair com alguma sorte deste jogo com 0-2, porque podiam ter sido mais. Eles mereceram ganhar hoje. Tinham mais energia e intenção. Parecia que estavam sempre perto de marcar e nós nunca estávamos lá. Desde que cheguei aqui à Inglaterra, sempre fomos uma equipa muito controlada", reconheceu Bernardo Silva, cujo futuro tem dado muito que falar.
Bernardo Silva: "Depois de um dia como hoje, acho que não temos desculpas"
"Levámos a partida para o tipo de jogo que eles gostam de jogar, conhecemos bem esta equipa do United desde há muitos anos. É um clube que historicamente gosta de atacar rápido, de criar este jogo de transição, e nós somos totalmente o oposto. Gostamos de criar os momentos de jogo, meter calma no jogo para que não se transforme neste jogo partido de transições, e hoje fizemos isso de uma forma terrível", assumiu.
"Depois de um dia como hoje, acho que não temos desculpas. Foi um desempenho muito mau da nossa parte. Vi a falta, é o que é. Nesta época, todas as decisões 50-50 são contra nós. Todas são a favor dos nossos rivais. No final das contas, essa não foi a razão", concluiu Bernardo Silva, no rescaldo do 198.º dérbi de Manchester.
Ttreinador português marcou presença na conferência de imprensa, em Vila do Conde, onde analisou estratégias adotadas na partida vitoriosa das águias
18 Jan 2026 | 10:42 |
José Mourinho não ficou por meias palavras na conferência de imprensa. No rescaldo da vitória do Benfica, que derrotou o Rio Ave por 2-0, o treinador português, que já tinha analisado a exibição das águias, respondeu às perguntas colocadas pelos jornalistas. Confira tudo o que foi dito pelo Special One.
Concorda com a ideia de que esta é a melhor 1.ª parte do Benfica esta época no campeonato? "Acredito que sim, mas não esqueço de tantos jogos bons que o Benfica tem feito no campeonato fora de casa. Se na Luz temos feito alguns bons jogos e outros que, apesar de não termos perdido, não fomos convincentes, acho que a nossa carreira fora de casa tem sido muito convincente. A maneira como se ganhou em Guimarães, em Moreira de Cónegos, hoje. Obviamente não quero falar de um empate em Braga ou no Dragão porque empates não são vitórias, mas o que a equipa tem feito fora de casa tem sido muito convincente. Hoje foi uma 1.ª parte muito, muito, muito boa e forte, onde o 2-0 era curto para o que tínhamos feito. Contra uma equipa boa. Super satisfeito com o que os jogadores fizeram".
Muito se tem falado que o Benfica joga sem extremos, que o Leandro Barreiro não tem qualidade para jogar a 10 e que tem de ser o Sudakov. Hoje isso tudo aconteceu. O que tem sido dito teve efeito hoje? "Tem de perguntar a quem fala. Eu, de táticas e dinâmicas, não percebo nada. Quem fala dessas coisas é gente que sabe muito. É melhor falar com eles. Eu percebo pouco disso".
O que guarda deste jogo? A forma como a equipa entrou muito motivada depois de duas derrotas, ou estas pequenas alterações táticas? "A coisa mais importante é que depois da tristeza de uma derrota conseguimos ter a energia mental, crença, autoestima para chegar aqui e fazer o que se fez. Jogando 90 e tal minutos na quarta-feira passada no norte, viagem triste, longa. Decidimos internamente viajar só hoje e viajar de avião no dia do jogo, que é um bocadinho contranatura. Tentar transformar a tristeza e a frustração de uma derrota em positividade, em vez de se agarrarem à derrota. Agarrarem-se ao que fizeram, que foi tudo menos merecedor de uma derrota. Em função de tantas lesões que temos, a presença do Enzo no banco é duvidosa. O próprio Manu também não está ainda bem. O Bruma está longe de estar bem. Fizemos dois jogos fora de casa contra duas equipas difíceis depois de viagens para cima, para baixo, para cima. Praticamente com os mesmos jogadores, mudando um ou dois mas com pouca coisa para mudar. Acho que os jogadores às vezes também merecem palavras positivas. E, da minha parte, um respeito tremendo por aquilo que fizeram nestes últimos jogos. E principalmente hoje, com gente obviamente fatigada, conseguir chegar aqui e ganhar de maneira expressiva. O resultado não o é, mas o modo como eles jogaram, dominaram e controlaram é expressivo".
O Benfica encontrou muitos espaços nos três corredores hoje. Quão importante foi tudo isto, bem como o papel do Sudakov? E as triangulações no corredor direito, o quão importantes foram? "O Rio Ave é uma equipa que defende com os dois alas a fechar por dentro. Mas quando a bola entra no corredor lateral, são eles que saltam. Às vezes com um bocadinho de atraso. E tendo dois jogadores abertos em cada corredor, Dahl e Schjelderup de um lado, Dedic e Prestianni do outro, ter o Sudakov ou o Pavlidis a baixar torna difícil para o adversário se as coisas saírem bem. Corremos esse risco, porque da maneira como lemos a coisa o Rio Ave cria maior perigo na bola recuperada e transição. Foi assim que na Luz marcaram, em Barcelo também, ao Casa Pia... Tem risco. Quando se tem tanta bola e se perde, existe sempre esse risco. Mas a equipa foi muito sólida. O Barreiro e o Aursnes, por detrás dessa estrutura ofensiva, deram sempre um equilíbrio muito bom à equipa no girar de bola. É um jogo muito bem conseguido pelos rapazes, principalmente com a dificuldade que é ter jogado quarta-feira e voltar a jogar, sempre os mesmos. Foi só o Schjelderup e o Otamendi que se podem dizer frescos. O Sudakov jogou 50 minutos na quarta-feira. Foram muito fortes mentalmente, todo o crédito para eles".
Que forma encontrou para motivar o grupo nesta altura? "A forma de motivar e de preparar a equipa para este jogo é seguindo um princípio muito básico, que há pessoas que não percebem ou não querem perceber. Há pessoas a falar de mim, a criticar. Mas o princípio é muito básico: o da justiça. E quem joga como o Benfica jogou no Dragão, com o jogo que os jogadores fizeram, com a entrega, coragem... Tratei-os com justiça. Justiça é carinho, empatia, conversar, dialogar. Não ir para o lado de 'resultado, derrota, eliminação'. Ir na direção de 'grande jogo, personalidade, grande domínio'. Simplesmente foi ir pelo lado da justiça. Depois, analisámos o Rio Ave como analisamos qualquer equipa. Encontrámos um modo, com os jogadores que tínhamos à disposição, de dominar o jogo e criar perigo. Com os jogadores que tínhamos e com o que estava no banco... Estavam três jogadores não incapacitados, mas limitados. Manu, Bruma e Enzo. Depois, o Rego e o Neto. O senhor António Silva com o senhor Tomás e o senhor Otamendi, estamos perfeitamente tranquilos. Jogue quem jogar é uma grande dupla de centrais. E com estas limitações, tentar partir para um jogo onde era muito importante dominar e equilibrar. Ter atenção à organização. Não perdemos muito a bola, mas quando perdemos a equipa estava organizadinha. Muito bem o Dahl e o Dedic no controlo dos alas. Os jogadores foram muito bravos. O que é que foi feito? Nada de especial. E não só da minha parte. O próprio presidente, quando falou com os jogadores hoje antes do jogo, o Mário Branco ontem, o Simão Sabrosa há dois dias, toda a gente foi justa. E eles responderam a essa justiça com, acho, uma grande performance individual e coletiva".
O que achou da exibição do André Luiz? Aumenta ou diminui o interesse? "Não vou comentar jogadores do Rio Ave individualmente. Primeiro porque são do Rio Ave, e segundo porque quando se está no banco e se olha para a globalidade do jogo, não se está a seguir especificamente um jogador. Sabíamos que o Rio Ave era boa equipa, conseguimos definir bem o que são, sabemos como conseguiram empatar na Luz, e tentamos levá-lo numa direção. O resultado ao intervalo era curto e era importante continuar a controlar na 2.ª parte. Tendo uma boa coesão no sentido de 'bola perdida, equipa organizada e equilibrada'".
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