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Futebol
26 Mar 2024 | 05:00 | Por Redação
O Benfica continua a agitar as águas nos mercados de transferências e, segundo apurou o nosso Jornal, em exclusivo, há mais um investimento a caminho. Rui Costa pretende ativar a cláusula de compra de Álvaro Carreras, que está neste momento emprestado ao Clube da Luz, pelo Manchester United.
Ao que o Glorioso 1904 conseguiu apurar, apesar do camisola 3 ainda não se ter conseguido afirmar na formação de Roger Schmidt, os dirigentes encarnados veem no lateral espanhol um plano para o futuro do Benfica, garantindo já um reforço para a ala esquerda, que tem sido uma verdadeira dor de cabeça para o treinador alemão, devido à falta de opções.
Importa recordar que, no negócio entre as águias e os red devils ficou estabelecido que se o jogador alinhasse como titular em metade dos encontros os encarnados teriam de desembolsar 6 milhões de euros, obrigatoriamente. Porém, mesmo que o defesa de 21 anos não alcance este objetivo, Rui Costa pretende mantê-lo no Clube, estando assim a venda apontada para os tais 6 milhões de euros.
Assim sendo, à semelhança da situação de Benjamín Rollheiser, Gianluca Prestianni e ainda Andreas Schjelderup, Álvaro Carreras é visto como um investimento para o futuro, podendo também 'encher os cofres' do emblema da Catedral, caso atinja o rendimento esperado. Recorde-se que, no momento da apresentação, o craque revelou que o seu pé esquerdo é a sua "maior arma".
É importante destacar que o plantel de Roger Schmidt tem apenas dois laterais-esquerdos de raiz: o jogador cedido pelo Manchester United e, ainda, Juan Bernat, que, neste momento, é baixa na equipa do Benfica, dado que continua a recuperar de uma lesão. David Jurásek, contratado no verão, está a cumprir empréstimo no Hoffenheim, da Alemanha.
Ao todo, ao serviço do Benfica, Álvaro Carreras - avaliado em 7 milhões de euros pelo portal Transfermarkt - foi aposta em 10 jogos, onde não contabilizou qualquer golo ou assistência. Ainda este ano, no Granada, o defesa alinhou em 14 encontros.
Na temporada transata, Álvaro Carreras esteve emprestado ao Preston North End, da Inglaterra, onde marcou presença num total de 42 partidas, tendo concretizado seis assistências. É importante, ainda, referir que o lateral espanhol nunca se estreou na equipa principal do Manchester United, clube que o foi buscar ao Real Madrid, em 2020/21.
Numa publicação na rede social X, comentador deixou ainda uma leitura particular sobre posicionamento do jogador argentino das águais
03 Nov 2026 | 15:44 | Por Redação
Tomás da Cunha encontrou em Prestianni uma característica que considera importante para o Benfica e que o distingue de Schjelderup. Após o triunfo encarnado frente ao Alverca (1-0), o comentador destacou a capacidade do argentino para jogar em inferioridade numérica e criar espaços para os colegas, numa análise publicada na rede social X.
T. da Cunha: "Prestianni, às vezes, faz falta por dentro"
O analista começou por explicar que, em determinadas ocasiões, o atacante pode ser mais útil a partir de zonas interiores, mas que, diante do Alverca, a equipa precisava dele aberto no terreno: "Prestianni, às vezes, faz falta por dentro. Desta vez, fazia falta por fora".
Tomás da Cunha estabeleceu ainda uma comparação com Schjelderup, sublinhando a forma como o argentino lida com situações de inferioridade numérica. Na sua perspetiva, esse traço acabou por ser importante na partida frente à formação ribatejana.
O comentador destacou também a influência do jovem encarnado na criação de condições para Echeverri, que foi lançado por Marco Silva numa partida em que o Benfica encontrou dificuldades para desmontar a organização defensiva do adversário: "Ao contrário de Schjelderup, a inferioridade numérica não o assusta. Criou espaços para Echeverri, lançado por Marco Silva contra o bloco baixo do Alverca".
A fechar a análise, Tomás da Cunha deixou uma reflexão sobre a consistência da equipa encarnada ao longo da temporada, considerando que o Benfica tem vivido períodos de bom futebol, mais do que exibições completas: "O Benfica tem períodos, mais do que exibições".
Na avaliação de músico fanático pelas águias, argentino ainda precisa entender intensidade que o futebol europeu exige hoje em dia
03 Nov 2026 | 15:35 | Por Redação
A vitória do Benfica frente ao Alverca, por 1-0, não convenceu totalmente alguns adeptos encarnados, apesar da conquista dos três pontos. No rescaldo do encontro, várias figuras conhecidas do universo benfiquista destacaram a importância do resultado.
António Manuel Ribeiro sobre Echeverri: "Ele vai ter de se adaptar a isso..."
Entre os comentários esteve o de António Manuel Ribeiro, músico e líder dos UHF, que considerou a partida complicada e pouco atrativa do ponto de vista do espetáculo. O conhecido adepto encarnado destacou as dificuldades sentidas pela equipa de Marco Silva perante um Alverca que não se limitou a defender.
“Foi um jogo difícil, muito complicado, perante uma equipa que não veio à Luz para defender. O resultado esteve com um ponto de interrogação até o fim. Uma vitória magra, com muita ansiedade, num jogo que tem um golo e talvez duas ou três defesas complicadas. É daqueles jogos que não gostamos, pois apreciamos golos e espetáculo. Foi muito embrulhado", analisou ao jornal 'Record'.
António Manuel Ribeiro deixou ainda uma observação sobre Claudio Echeverri, jovem argentino que entrou na segunda parte e acabou por ter influência decisiva no resultado. Apesar de reconhecer qualidade ao jogador emprestado pelo Manchester City, considerou que terá de adaptar-se às exigências físicas do futebol europeu.
A. Manuel Ribeiro: "Ele vai ter de se adaptar a isso"
"Parece-me mais um daqueles argentinos que tem muita qualidade, é artista, mas agora está no futebol europeu e nós aqui jogamos muito com o físico. Ele vai ter de se adaptar a isso", aconselhou. Apesar da crítica, Echeverri acabou por ser uma das figuras da partida. Foi o argentino quem conquistou a grande penalidade que Vangelis Pavlidis converteu aos 51 minutos, garantindo o único golo do encontro.
Águias querem trazer de volta jogador formado no Seixal, mas cenário deverá ficar ainda mais complicada com a entrada de uma nova equipa na luta
03 Nov 2026 | 15:30 | Por Redação
O futuro de João Félix continua envolto em incerteza e o cenário de um regresso à Europa poderá estar a tornar-se mais complicado. O Al Hilal está atento à situação do internacional português e pretende mantê-lo no futebol saudita, podendo intrometer-se nos planos das águias e do Barcelona para recuperar o avançado de 26 anos.
João Félix chegou ao Al Nassr em julho de 2025 e tem contrato com o clube de Riade até junho de 2027. Apesar das notícias que apontam para a vontade do jogador em deixar a equipa, o interesse de outros emblemas sauditas poderá dificultar uma eventual saída para o futebol europeu.
O Benfica também surge associado ao nome do avançado, com a possibilidade de um regresso à Luz em 2027/28 a ganhar destaque. As águias estarão atentas à situação do jogador e poderão procurar aproveitar uma eventual mudança de planos. No entanto, a concorrência promete ser forte.
O tema foi abordado no programa televisivo saudita Al-Mansa, que contou com a participação de Tarek Al-Tuwaijri, antigo diretor desportivo do Al Hilal. O ex-dirigente defendeu que João Félix deveria continuar na Arábia Saudita: "Espero, acima de tudo, que o Félix não abandone a Liga Saudita. Se o Al Hilal o conseguir contratar, seria bom, e o mesmo se pode dizer do Al Ittihad e do Al Ahli", afirmou.
As declarações deixam claro que o Al Hilal poderá ser um dos pretendentes à contratação do português, juntando-se a outros emblemas sauditas interessados em garantir os seus serviços. Para já, o futuro de Félix permanece em aberto, mas a possibilidade de continuar na Arábia Saudita ganha força.