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Futebol
23 Jul 2025 | 14:32 |
Lucas Veríssimo, defesa-central que já serviu o Benfica - que teve a aprovação de Infantino recentemente -, foi anunciado oficialmente como reforço do Al Wakrah, na passada terça-feira, dia 22 de julho. O clube qatari apresentou o craque canarinho após conseguir desbloquear uma transferência por empréstimo proveniente do Al Duhail.
Numa publicação das redes sociais do clube, Lucas Veríssimo foi apresentado como novo reforço através das seguintes palavras: "Nova muralha defensiva. O brasileiro Lucas Veríssimo reforça a linha defensiva vindo do Al Duhail, emprestado por uma temporada".
Após sair do Benfica no início de 2023 à procura de maior regularidade, Lucas Veríssimo destacou-se rapidamente no futebol brasileiro ao serviço do Corinthians, o que levou o Al Duhail a investir cerca de 9 milhões de euros na sua contratação. Com contrato válido até 2027, o defesa-central brasileiro optou por manter-se no Qatar, mas muda agora de emblema: deixa o Al Duhail e ruma ao Al Wakrah, num negócio cujos detalhes financeiros ainda não são públicos.
O Al Wakrah terminou a última época na oitava posição da Qatar Stars League, que contrasta com o Al Duhail, que ficou em segundo lugar, a apenas dois pontos do campeão Al Sadd. Lucas Veríssimo, autor de três golos na época passada, abraça agora um novo desafio com o objetivo de levar sua nova equipa rumo a melhores classificações na próxima temporada.
A história de Lucas Veríssimo com o Benfica foi curta, mas impactante para o jogador, já que, antes de sofrer uma lesão grave no joelho, o central era um dos destaques da equipa e chegou até a merecer uma convocatória para a seleção do Brasil. Esteve mais de 320 dias a recuperar de uma rotura parcial dos ligamentos. Ainda assim, de águia ao peito, fez 41 jogos e anotou cinco golos e duas assistências.
Jogador não vai continuar a defender emblema das águias; Transferência em definitivo é a opção mais forte em cima da mesa
14 Jun 2026 | 03:00 |
Rodrigo Rêgo está de saída do Benfica e a transferência será em definitivo, sabe o Glorioso 1904. O extremo de 21 anos não entra nas contas da estrutura para a nova temporada e já trabalha na definição do próximo passo da carreira, depois de uma época em que somou minutos na equipa principal e ganhou alguma visibilidade no contexto sénior.
Ao que o nosso Jornal apurou, Rui Costa e a SAD encarnada pretendem, ainda assim, manter uma percentagem do passe do jogador, cenário habitual quando se trata de futebolistas relativamente jovens e com margem de valorização futura. A intenção do Benfica passa por salvaguardar direitos económicos numa eventual venda posterior, acreditando que Rodrigo Rêgo pode continuar a evoluir fora da Luz e gerar retorno financeiro no futuro.
Rodrigo Rêgo chegou ao Benfica em 2022, proveniente do Famalicão, e assinou contrato como uma das apostas da formação encarnada para o setor ofensivo. Internacional jovem por Portugal, o extremo destacou-se inicialmente nos escalões de formação e conseguiu alcançar a equipa B, antes de somar as primeiras aparições pela formação principal.
Apesar dessa evolução, a concorrência nas alas e o planeamento definido para 2026/27 acabaram por afastar o jogador das opções prioritárias. O próprio percurso recente do atleta revela um contexto de adaptação e crescimento gradual, com passagens pelos sub-23 e pela equipa B até chegar ao patamar sénior.
O objetivo do Benfica é agora encontrar uma solução que permita ao jogador ter continuidade competitiva e maior espaço para afirmar-se, sem perder totalmente o controlo sobre um ativo formado no Seixal. A saída deverá avançar nas próximas semanas, com os encarnados a tentarem incluir uma cláusula de percentagem numa futura transferência.
Jogador não ficou satisfeito com a sua primeira partida na competição, mas acredita que os adeptos terão gostado do que viram
13 Jun 2026 | 17:47 |
Amar Dedic mostrou-se algo insatisfeito após o empate da Bósnia frente ao Canadá (1-1), em encontro referente à primeira jornada do Grupo B do Mundial. O lateral-direito do Benfica reconheceu que o resultado não é negativo no contexto da competição, mas não escondeu que o jogo ficou longe de corresponder às suas preferências individuais e ao estilo de futebol que gosta de praticar.
Dedic, do Benfica, sobre estreia da Bósnia no Mundial: "Não houve muito futebol..."
No final da partida, o internacional bósnio fez uma leitura pragmática do encontro, sublinhando a dificuldade do duelo. “Os bósnios podem ficar satisfeitos com o empate num jogo verdadeiramente difícil e intenso”, começou por afirmar, ainda que rapidamente tenha deixado uma nota crítica ao desenrolar da partida. “Não houve muito jogo. Foi mais luta e faltas. Não foi fácil, mas lidámos bem com isso”, acrescentou o lateral de 23 anos.
Dedic destacou ainda a importância do contexto competitivo, realçando o peso de estrear-se num palco como o Mundial. “Foi o primeiro jogo no Mundial, o ambiente foi espetacular, é o maior palco do futebol. O mais importante foi não perdermos”, argumentou o defesa encarnado, que foi obrigado a assumir várias tarefas defensivas ao longo do encontro, longe das dinâmicas ofensivas que caracterizam o seu jogo.
O jogador do Benfica não escondeu, aliás, alguma frustração pessoal com o papel que desempenhou diante do Canadá, deixando claro que preferia um contexto mais favorável ao ataque. “Todos sabem como é o meu jogo. Isso chateou-me um bocadinho. Não houve muito futebol, foi mais correr, lutar e faltas. O individual, porém, não é importante, a equipa está acima de tudo”, referiu, ainda assim em tom de equilíbrio e maturidade.
Por fim, Dedic abordou também a ausência de duas figuras importantes da seleção bósnia, reconhecendo o impacto dessa falta de opções. “Sentimos a falta do Dzeko e do Tabakovic. Quem jogou no lugar deles fez um trabalho muito bom. Lutaram e acredito que jogámos bem. Podemos melhorar e vamos analisar tudo. Espero que esses jogadores importantes voltem o mais depressa possível”, concluiu.
Internacional ucraniano teve momento mágico ao marcar na Champions em duelo que garantiu a classificação das águias para os playoffs
13 Jun 2026 | 17:44 |
Anatoliy Trubin voltou a falar de uma das noites mais marcantes da sua temporada ao serviço do Benfica, com particular destaque para o encontro diante do Real Madrid, que terminou com triunfo encarnado por 4-2, na última jornada da fase de liga da UEFA Champions League, a 28 de janeiro. O guarda-redes ucraniano participou num podcast do antigo internacional Denys Boyko, onde revisitou o golo que marcou aos 90+8 minutos.
Trubin começou por recordar o contexto competitivo da partida e as indicações vindas do banco, num jogo em que o Benfica vencia por 3-2, mas precisava de mais um golo para garantir o apuramento. “O Mourinho disse que não queria ver resultados, queria que jogássemos”, explicou o guardião, sublinhando a exigência tática e emocional de um duelo de elevado grau de dificuldade frente ao conjunto merengue.
Ainda assim, o próprio jogador admitiu que, naquele momento, não tinha total noção do que estava em causa. “Estávamos a ganhar 3-2, já estava a receber a bola no peito, a queimar tempo. Aliviei a bola e toda a gente disse-me ‘Vamos fazer alguma coisa’. Não percebi o que queriam de mim”, revelou Trubin, evidenciando a confusão que marcou os instantes finais do encontro.
A falha de comunicação acabou por gerar tensão dentro de campo e até fora dele, com o guarda-redes a admitir, em tom leve, a reação da estrutura encarnada. “Acho que não tive direito a muitas palavras bonitas (risos)”, ironizou o internacional ucraniano, referindo-se ao momento em que a equipa técnica e colegas tentaram acelerar a tomada de decisão num lance decisivo. A mais curiosa reação foi do Presidente Rui Costa: “Primeiro, toda a gente estava em choque. Depois ele (Rui Costa) disse: 'vês, o treinador queria outro avançado, agora não precisa”.
O desfecho, contudo, acabaria por ser épico. No último lance relevante da partida, o Benfica beneficiou de um livre direto e Trubin foi chamado a subir no terreno. “O Mourinho disse-me para subir e apercebi-me de que precisávamos de mais um golo. Na minha cabeça precisava de dar um passo atrás. Marquei um bom golo”, concluiu.