Futebol
De saída do Benfica, Dedic fez questão de deixar uma garantia aos adeptos
17 Ago 2026 | 10:44
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26 Set 2024 | 09:39 |
Luís Mendes revela que, para lá do caso do saco azul no andebol do Benfica, houve um caso semelhante com o basquetebol dos encarnados. O antigo membro da SAD do Clube da Luz faz duras acusações a Fernando Tavares, responsável pelas modalidades das águias, referindo que o mesmo se devia ter demitido quando foi acusado no caso LEX.
“Acho que se devia ter ido muito mais a fundo relativamente a todos estes acontecimentos [saco azul do andebol]. Além desses acontecimentos no andebol, também houve outros casos noutras modalidades. Recordo-me do basquetebol também”, começa por referir Luís Mendes.
“Fiz uma coisa que foi convocar o Conselho Fiscal e quis dar conhecimento formal, quis entregar os dossiês todos de tudo aquilo que nós estávamos a fazer em termos de investigações, para que o Conselho Fiscal tomasse conhecimento. Infelizmente, o Conselho Fiscal, na pessoa do Presidente [Fonseca Santos], não quis dar continuidade a estes factos”, continua Luís Mendes.
“Entreguei, ou quis entregar, um conjunto de dossiês, conforme lhe referi anteriormente, com tudo aquilo que estava a passar e com todos os trabalhos que nós estávamos a fazer no sentido de descoberta da verdade, no sentido de punirmos os responsáveis por tudo isto. A partir daí, o Conselho Fiscal não deu continuidade, que eu tenha conhecimento”, acrescenta Luís Mendes.
“Penso que foi [Fernando Tavares] acusado e pronunciado. Eu demitia-me imediatamente. Não tenho conhecimento de ter havido absolutamente nada [pressão para que tal acontecesse]. Aliás, tomou-se conhecimento da notícia e foi um tema que nem sequer foi conversado”, defende Luís Mendes.
“O vice-presidente Fernando Tavares não respeita ninguém. Não respeita o orçamento que é determinado para as modalidades. O vice-presidente Fernando Tavares está à frente de uma área que vale 33 milhões de euros no Benfica. Deixe-me que lhe diga, é o responsável pelos resultados negativos que o Clube apresentou este ano”, argumenta Luís Mendes.
“Considero que sim [investimento excessivo nas modalidades]. Um orçamento na ordem dos 29 milhões de euros, penso que é um orçamento que não é suportável a prazo pelo Benfica, na medida em que as receitas que o Benfica gera não são suficientes. Os gastos com as modalidades consomem o total da cotização, mais o lucro bruto do merchandising, que são as duas principais fontes de receita do Clube. Isto, a prazo, não é sustentável”, afirma Luís Mendes.
“Não é uma questão de gostar ou não gostar de modalidades. É uma questão de racional económico, é uma questão de ter a perceção que não é sustentável. A única forma para passar a ser sustentável é começarmos a ir buscar dinheiro ao futebol profissional. Se os Sócios entenderem que querem continuar a investir nas modalidades, tudo bem, mas o próximo caminho é ir buscar dinheiro ao futebol profissional. E estarmos a ir buscar dinheiro ao futebol profissional significa estarmos a retirar dinheiro ao nosso core business. Não é uma boa política”, finaliza Luís Mendes.
Confira outras partes da entrevista de Luís Mendes:
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Jogador faz gesto que, após definição da FIFA, se tornou passível de expulsão automática e acabou por ser o primeiro a sofrer com a regra no Brasil
17 Ago 2026 | 13:02 |
O final do encontro entre o Vitória e o Botafogo, disputado este domingo, ficou marcado por momentos de grande tensão e teve como protagonista Arthur Cabral. O antigo avançado do Benfica viu o cartão vermelho direto já depois do apito final, na sequência de uma discussão acesa com Jair Ventura, treinador da equipa baiana.
A expulsão aconteceu ao abrigo da nova diretriz conhecida no Brasil como “lei Vini Jr.”, criada para penalizar comportamentos insultuosos em que os jogadores utilizam a mão à frente da boca para esconder o que dizem. A medida surgiu na sequência do episódio envolvendo o internacional brasileiro e Prestianni, jogador do Benfica.
O episódio teve origem já nos minutos finais da partida. Santi Rodríguez, médio do Botafogo orientado pelo português Franclim Carvalho, tentou executar um passe longo, mas a bola saiu com demasiada força pela linha lateral. Jair Ventura reagiu de forma irónica, saltando e simulando um cabeceamento à bola. O gesto não agradou a Arthur Cabral, que manifestou de imediato o seu descontentamento ainda com a partida a decorrer.
O avançado acabou por procurar o treinador do Vitória depois do apito final para lhe exigir respeito. A troca de palavras rapidamente subiu de tom e terminou com o árbitro a mostrar vermelho direto ao jogador do Botafogo. Visivelmente irritado, Arthur Cabral deixou o relvado enquanto proferia insultos, num momento que acabou por provocar uma confusão generalizada.
Jogadores das duas equipas envolveram-se na discussão, obrigando os elementos de segurança presentes no relvado a intervir para separar os intervenientes e impedir que a situação assumisse proporções maiores. Arthur Cabral, que passou pelo Benfica antes de regressar ao futebol brasileiro, fica assim associado a um episódio polémico no campeonato brasileiro, num jogo que terminou com um ambiente bastante tenso entre os dois clubes.
Veja Arthur Cabral expulso pela Lei Prestianni:
Treinador analisou o mercado dos encarnados na atual janela e vê erros de planeamento por parte da estrutura das águias caso falhe em contratações
17 Ago 2026 | 12:25 |
Paulo Robles analisou o atual momento do mercado do Benfica e considera que a estrutura encarnada continua com vários problemas por resolver, sobretudo devido ao facto de Marco Silva ainda não ter à disposição o plantel que pretende para implementar plenamente as suas ideias. Para o treinador, a situação é particularmente evidente no eixo central, posição que considera necessitar de reforços e cuja indefinição se arrasta desde o início do mercado.
Paulo Robles: "Isto é culpa da estrutura do Benfica"
“Os problemas mantêm-se. E mantêm-se sobretudo devido ao facto de o Marco Silva não ter ainda o plantel fechado. Já por diversas vezes que o Marco tem feito referência que ainda não tem certos jogadores para aquilo que é o seu estilo de jogar e explicou que, sobretudo em termos de eixo central, há uma necessidade clara, e isto é culpa da estrutura do Benfica, pois este problema não vem de agora".
Paulo Robles: "Qual é o plano B do Benfica se não vierem Palhinha ou Harwood-Bellis?"
Paulo Robles considera que o modelo de jogo de Marco Silva exige um jogador capaz de proteger a zona central do terreno, sobretudo nos momentos em que a equipa perde a posse de bola: “É notório que essa forma de Marco Silva jogar necessita de alguém que faça de tampão ao espaço central. Sobretudo nas transições do adversário. Quando o Benfica perde a bola, fica descompensado no corredor central".
É precisamente por isso que João Palhinha surge, aos olhos de Paulo Robles, como uma contratação particularmente importante para o Benfica. O internacional português poderá oferecer maior capacidade de proteção à defesa e equilíbrio ao meio-campo encarnado.
Com o Benfica ainda a negociar diferentes alvos para reforçar o plantel, Paulo Robles deixa uma questão à estrutura liderada por Rui Costa, sobretudo tendo em conta as dificuldades que envolvem as negociações por Palhinha e Taylor Harwood-Bellis: “Barrenechea, apesar de ter evoluído, não é este jogador que Marco necessita. Por isso que João Palhinha é tão necessário. A pergunta que faço agora é: qual é o plano B do Benfica se não vierem Palhinha ou Harwood-Bellis?".
Atleta das águias destacou-se durante a campanha que terminou em troféu internacional e recebeu reconhecimento como melhor da sua posição
17 Ago 2026 | 11:54 |
Michaely Bihina, guarda-redes da equipa feminina de futebol do Benfica, conquistou, este domingo, a Taça das Nações Africanas (CAN) ao serviço dos Camarões. A internacional camaronesa foi titular na final diante do Maláui e voltou a assumir um papel de destaque na baliza.
A seleção dos Camarões venceu o Maláui por 3-0, num encontro em que Bihina manteve novamente a baliza inviolável e ajudou a equipa a conquistar o título continental. A excelente campanha da jogadora do Benfica não se ficou pela conquista do troféu. Michaely Bihina foi distinguida como a melhor guarda-redes da competição, depois de protagonizar várias exibições decisivas ao longo do torneio.
Um dos momentos de maior destaque aconteceu na meia-final frente a Marrocos. Bihina defendeu quatro grandes penalidades no mesmo encontro — uma durante o prolongamento e outras três no desempate —, permitindo aos Camarões garantir a presença na final.
A exibição de enorme nível colocou a guarda-redes encarnada entre as grandes figuras da competição e valeu-lhe, inclusivamente, a distinção de melhor jogadora em campo nesse encontro. A conquista da CAN representa mais um momento de afirmação para Bihina, que regressará ao Benfica com o estatuto de campeã africana e melhor guarda-redes do torneio.
A internacional camaronesa foi decisiva na caminhada da sua seleção até ao título e terminou a competição como uma das grandes protagonistas, confirmando o excelente momento que atravessa entre os postes. Para o Benfica, trata-se também de uma conquista de relevo, com uma das suas jogadoras a subir ao topo do futebol africano e a destacar-se num dos principais torneios internacionais do continente.
De saída do Benfica, Dedic fez questão de deixar uma garantia aos adeptos
17 Ago 2026 | 10:44
Alvo do Benfica vive pesadelo: desperdiça empate e leva com provocações
17 Ago 2026 | 10:26
Benfica ainda não desistiu de Palhinha e tem 'truque' para fechar contratação
17 Ago 2026 | 09:52