Futebol
Benfica na corrida pelo "Haaland do Equador”; Porto também quer avançado
14 Mai 2026 | 16:19
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09 Out 2024 | 08:12 |
Miguel Sousa Tavares considera inaceitáveis os constantes adiamentos dos jogos realizados na Choupana. Num artigo de opinião no jornal ‘Record’, o conhecido adepto do Porto comentou a não realização do Nacional – Benfica, considerando que os encarnados foram os grandes prejudicados. De resto, a remarcação da partida continua a dar que falar.
Miguel Sousa Tavares: "Mandaria a justiça que fosse o Nacional a ter de responder pelas despesas extraordinárias"
“Muito gostaria de saber como é que o Nacional foi construir o seu estádio da Choupana a 600 metros de altitude no clima da Madeira sem que nenhum projetista, engenheiro, arquiteto, dirigente do clube ou entidade licenciadora tivesse previsto a inevitabilidade de o local ficar coberto de nevoeiro várias vezes por ano. Mas fê-lo e, tendo-o feito, é apenas o Nacional que deve pagar as consequências disso e não os outros clubes que têm de lá jogar”, começa por referir Miguel Sousa Tavares.
“No mínimo, mandaria a justiça que fosse o Nacional a ter de responder pelas despesas extraordinárias que esses outros clubes fazem, com estadia acrescida ou nova deslocação, quando os jogos ali não são completados ou são adiados. E quando, como na época passada, os madeirenses andam pela segunda divisão, essas despesas acrescidas devem pesar e bem no orçamento dos pequenos clubes do continente chamados a pagar pelo nevoeiro na Choupana”, afirma Miguel Sousa Tavares.
Miguel Sousa Tavares: "Desta vez e por enquanto, a vítima foi o Benfica"
“Mas haveria outra medida ainda mais eficaz: digamos que quatro a seis horas antes da hora prevista para o jogo, o clube apresentaria à Liga e ao adversário uma previsão do IPMA sobre a possibilidade de nevoeiro à hora do jogo. E, sendo essa possibilidade elevada, teria de deslocar a partida para um estádio alternativo, que era obrigado a ter de reserva, sob pena de derrota por falta de comparência. Agora, assim, como as coisas continuam, mesmo ao fim de 17 adiamentos por força do nevoeiro neste século, sem que a Liga tenha dado um passo para encarar este problema surreal, é insustentável”, argumenta Miguel Sousa Tavares.
“Desta vez e por enquanto, a vítima foi o Benfica, como na época passada foi o Porto, obrigado a deslocar-se outra vez para cumprir o que restava do jogo contra o Santa Clara para os quartos-de-final da Taça – num estádio dos Açores onde não é o nevoeiro, mas a chuva, ali abundante, que num instante transforma o relvado numa piscina. No final dessa época, tive até ocasião de lamentar aqui que, a par da despromoção do Portimonense, dono de um dos melhores relvados do campeonato, a primeira divisão recebesse de volta o Nacional e o Santa Clara – não pelo mérito dos clubes, obviamente, mas pelas condições e condicionantes dos campos em que jogam e recebem”, considera Miguel Sousa Tavares.
“Mesmo para os interesses do futebol português, é inadmissível que o Benfica, muito bem lançado na Champions, tenha sido obrigado a inventar uma data num já saturado calendário, para voltar a testar o nevoeiro da Choupana. E se a cena se repete a 19 de Dezembro?”, finaliza Miguel Sousa Tavares.
Recorde o nevoeiro que obrigou o adiamento do Nacional - Benfica:
Relembrando a posição que tomou na altura face ao polémico caso com Gianluca Prestianni, ex jogador das águias recorda críticas de que foi alvo
14 Mai 2026 | 16:32 |
Luisão, antiga glória do Benfica, recordou os insultos de que foi alvo por parte de alguns adeptos encarnados a propósito do caso entre Vinícius Jr. e Gianluca Prestianni. O ex defesa defendeu-se das críticas e recordou o estado em que o Clube da Luz se encontrava quando foi contratado, em 2003.
Luisão: "Tenho cem por cento de convicção que tinha que tomar essa posição. Fiquei contra o ato em si"
"Tenho cem por cento de convicção que tinha que tomar essa posição. Não foi fácil porque foi um jogo contra o meu ex-clube, mas em nenhum momento estive contra a instituição. Fiquei contra o ato em si. Foi duro porque levei porrada de tudo quanto é lado nas minhas redes sociais e inclusive gente de dentro do Benfica colocou o meu caráter em dúvida indevidamente", disse, em declarações ao 'Flashscore'.
O antigo internacional brasileiro salientou que tomar esse tipo de posição era uma questão de "orgulhar" os pais: "Mas eu tenho que orgulhar o meu pai e a minha mãe eu não tenho que orgulhar o adepto, ou ficar em cima do muro só porque estive 15 anos como jogador [no Benfica] e 26 contando com o tempo como diretor", salientou o antigo internacional brasileiro."
Luisão: "Isto foi uma maneira da UEFA não se expor e camuflar o que foi mais grave, que foi o racismo. Na minha opinião, a UEFA foi infeliz"
Sobre o castigo aplicado a Gianluca Prestianni, Luisão considerou que a UEFA foi um "pouco mentirosa" e que, neste caso, não ajudou a combater o racismo no desporto. "Antes de ser insuficiente, eu acho que foi um pouco mentirosa. A UEFA não puniu o Prestianni por racismo e sim por homofobia com seis jogos. Então foi uma maneira de camuflar e tudo continua igual", apontou.
Nesse mesmo sentido, o ex Benfica considerou a decisão como "infeliz": "Vai acontecer de novo. Isto foi uma maneira da UEFA não se expor e camuflar o que foi mais grave, que foi o racismo. Na minha opinião, a UEFA foi infeliz. A causa tinha que ficar clara e não ficou, não ficou porque quis subestimar a nossa inteligência, a dos adeptos e a dos jogadores, e eu não concordo com isso."
Luisão: "Uma coisa são as redes sociais, quando estive no país respeitaram-me"
Luisão contou ainda que foi muito insultado por adeptos benfiquistas por ter tomado esta posição: "[Recebi] um ou outro apoio e o resto foram insultos. Chamaram-me 'macaco', Judas, 'não voltes mais ao clube, sai do mural'. Só que os números dizem tudo, não é? Não querendo ser orgulhoso, mas sou o segundo jogador com mais jogos e o primeiro com mais títulos", destacou, de seguida relembrando os primeiros tempos na Luz.
"Quando cheguei lá, o Benfica estava entregue aos bichos. Mas depois em Lisboa tudo foi diferente. Quando fui lá, andava pelas ruas e toda a gente dizia: 'Eu sou benfiquista, parabéns pelo teu comportamento. Foste corajoso'. Uma coisa são as redes sociais, quando estive no país respeitaram-me", concluiu.
Após o Rosario Central - Racing Club, em resposta ao que foi dito por Diego Milito, presidente da equipa visitante, antigo extremo encarnado não ficou calado
14 Mai 2026 | 16:24 |
O Rosario Central recebeu e venceu o Racing Club, por 2-1, nos quartos de final do Torneio Apertura da Argentina, na madrugada desta quinta-feira. Após a partida, Diego Milito, antigo avançado e agora presidente do emblema de Avellaneda, considerou que a sua equipa foi "roubada". Ángel Di María - que foi protagonista em reviravolta épica - não gostou do que ouviu e respondeu.
Diego Milito: "Sentimo-nos roubados. Estou triste e cansado destas coisas. Foi mais uma partida vergonhosa"
"Sentimo-nos roubados. Estou triste e cansado destas coisas. Foi mais uma partida vergonhosa. (...) Temos de fazer alguma coisa. Estou disposto a começar a reconstruir de uma vez por todas o futebol argentino", atirou Milito, em declarações aos jornalistas.
Nesse mesmo sentido, o agora presidente considerou que o futebol argentino está "podre" e que "não dá para mais". O Racing, que foi eliminado no prolongamento, terminou a partida com apenas nove elementos e sugeriu que o campo estava inclinado.
Ángel Di María: "Hipócritas. Muitos dos que querem mudar o futebol não conseguem sequer gerir o seu clube"
Foi então que surgiu, através das redes sociais, a resposta de Di María. "Como incomoda que o Central lute por tudo; como incomoda que ganhem as equipas do interior. Ninguém assume a responsabilidade pelas derrotas. Hoje é mais fácil atacar o Central do que fazer o 'mea culpa' (minha culpa) e corrigir os próprios erros", escreveu, de seguida destacando a "hipocrisia" sentida.
"Da quantidade de vezes que o Central foi prejudicado por decisões de arbitragem ninguém disse nada, mas hoje as decisões são todas erradas... que loucura, não é? Antes debatiam-se tanto os penáltis e os cartões amarelos? Hipócritas. Muitos dos que querem mudar o futebol não conseguem sequer gerir o seu clube", referiu, continuando a criticar a realidade do futebol argentino.
Ángel Di María: "Depois querem que os campeões do mundo venham jogar para a Argentina"
"Não nos calamos mais; o interior cresce e isso dói, incomoda e chateia (...) Depois querem que os campeões do mundo venham jogar para a Argentina. Para quê? Para que digam apenas que somos ajudados? Que o futebol está manchado? O futebol não está manchado. Agora somos todos iguais e é isso que incomoda", concluiu o antigo extremo do Benfica.
Emblema parisiense pretende incluir avançado internacional português em proposta que promete tomar conta do próximo mercado de verão
14 Mai 2026 | 16:21 |
Julián Álvarez promete ser um dos nomes mais quentes do próximo mercado de transferências e Gonçalo Ramos pode acabar envolvido numa das operações mais mediáticas do verão. O avançado ex Benfica surge como possível moeda de troca num eventual negócio entre PSG e Atlético de Madrid pelo internacional argentino.
Segundo o jornal espanhol 'As', o campeão francês está fortemente interessado em garantir a contratação de Julián Álvarez e prepara uma proposta de grande dimensão para tentar convencer os 'colchoneros'. Além de uma oferta financeira superior a 100 milhões de euros, o PSG admite incluir Gonçalo Ramos e Kang In-Lee nas negociações.
A mesma fonte explica que Gonçalo Ramos agrada bastante à estrutura do Atlético Madrid, sobretudo ao diretor desportivo Mateu Alemany. O avançado internacional português continua bem referenciado em Espanha e poderá encaixar no perfil ofensivo pretendido pelos madrilenos para a próxima temporada.
Apesar de ter contrato válido até 2028 com o PSG, Gonçalo Ramos nunca conseguiu impor-se de forma absoluta no onze de Luis Enrique. A forte concorrência no ataque parisiense tem dificultado a afirmação do antigo avançado do Benfica - que está interessado num jogador do Vit. de Guimarães - , cenário que poderá abrir portas a uma mudança já no próximo verão.
Na presente temporada, ao serviço do PSG, Gonçalo Ramos - avaliado em 35 milhões de euros - já realizou 43 partidas oficiais: 29 na Ligue 1, 10 na Liga dos Campeões, duas na Taça de França, uma na Supertaça Europeia e uma na Supertaça de França. Nos 1.672 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o português registou 12 golos e uma assistência.
Benfica na corrida pelo "Haaland do Equador”; Porto também quer avançado
14 Mai 2026 | 16:19
Benfica, Sporting e Porto aconselhados a comprar lateral do Casa Pia: "Vejo-o preparado"
14 Mai 2026 | 15:46
Atenção, Benfica! Schjelderup varre tudo e faz 'hat-trick' fora dos relvados
14 Mai 2026 | 14:13