É preciso ter lata
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10 Dez 2022 | 08:20
As razões porque fui convidado para representar o Benfica são simples: o Paulo Sousa, o Pacheco e o João Pinto foram aliciados para destruir o vínculo que os ligava ao Benfica.
Começarei pelo princípio.
Sou o Sócio n.º 10.257 e representei o SLB em Tribunais Nacionais e Internacionais desde 1993.
Deixei de representar o SLB em 2021 (por causas e vicissitudes não reveláveis).
As razões porque fui convidado são simples, e resumem-se no seguinte:
O Paulo Sousa, o Pacheco e o João Pinto, em Junho de 1993, foram aliciados para destruir o vínculo que os ligava ao Benfica e celebrarem Contratos de Trabalho desportivos com o Sporting.
Os Drs. Francisco Cunha Leal e Alberto Silveira procuraram-me para impugnar as rupturas destes três atletas.
A do João Pinto não foi necessário, embora tenha sido criminalmente acionado pelo Sporting por se ter retratado e por manter o vínculo desportivo com o SLB.
A do Paulo Sousa e do Pacheco foram impugnadas e resolveram-se após uma dura batalha nos órgãos jurisdicionais nacionais e na própria FIFA.
E foi assim que começou a representação forense do SLB.
Para o que por ora (eu repito, por ora) interessa, a minha relação profissional com o Benfica terminou em 2021.
Feita esta declaração introdutória, impõe-se perguntar: porquê o Benfica? Qual terá sido a causa remota para ser adepto do Benfica e não aderir afectivamente a outro emblema?
Muita há para falar, para dizer e escrever sobre o Benfica.
Não abusarei das questões jurídicas, mas aproveitarei este palco – que honrosamente me foi facultado – para dissertar sobre os claros e escuros do direito no Desporto e da Justiça no Desporto.
Até para daqui a duas semanas.
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