Ensaio sobre a coragem (ou a falta dela)
Novo deslize da parte dos encarnados confirma período conturbado que águias vivem desde eleições, que decorreram em 2025
07 Abr 2026 | 03:00
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O empate frente ao Casa Pia AC voltou a afundar a nação benfiquista na depressão, mesmo que a esperança fosse já pouco mais do que uma ilusão. Mas o que me pesa não é isso. O meu desalento não vem daqui. Ou melhor, não vem só daqui.
Vem de 2025. Vem de uma escolha.
Os benfiquistas tiveram a oportunidade de abrir um novo capítulo — e decidiram não o fazer. Preferiram continuar exatamente no mesmo caminho, conhecendo de antemão os seus limites, em vez de arriscar um futuro diferente. Um futuro incerto, sim. Mas necessariamente diferente. E, por isso, com potencial para ser melhor.
E é aqui que a questão deixa de ser apenas desportiva.
Porque é que preferimos o certo — mesmo quando o certo nos desilude — ao incerto que exige mudança? Porque é que escolhemos a continuidade de um caminho esgotado em vez da coragem de iniciar outro?
Não me parece que seja ignorância. Nem sequer falta de informação. É, sobretudo, falta de coragem. Coragem para aceitar que mudar pode implicar um primeiro momento de rutura. Coragem para trocar o conforto do conhecido pelo risco do desconhecido. Coragem para errar — porque sem esse risco, também não há possibilidade de acertar.
A história de qualquer mudança relevante faz-se assim: primeiro a incerteza, depois — com tempo, convicção e consistência — a possibilidade de algo melhor. Mas isso exige um passo que nem sempre estamos dispostos a dar. Preferimos o certo, mesmo quando é insuficiente. Porque o incerto obriga-nos a decidir, a assumir, a arriscar.
Sem correr esse risco, dificilmente o Sport Lisboa e Benfica será mais do que isto a que assistimos, semana após semana. Não por falta de meios. Mas por falta de coragem.
“A coragem não é a ausência de medo, mas a capacidade de o vencer.” – Nelson Mandela.
Viva o Benfica!
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