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12 Dez 2022 | 09:22
Os focos de resistência existem e tentam sobreviver. Domingos Soares de Oliveira, João Salgado ou Sílvio Cervan transitam da estrutura que idolatrava Vieira.
Quais retornados da guerra, os Benfiquistas tentam recompor-se do Vietname que foi o "vieirismo". Apanham-se cacos de uma ambição de outrora, de um orgulho em ser honesto, independente e democrático. Vencedor em toda a linha.
Como em qualquer rescaldo, os focos de resistência existem, e tentam sobreviver.
No Benfica, são os que acham a ambição desmedida, a abertura desnecessária, os estatutos um capricho ou a auditoria uma fantasia.
Alguns dos resistentes estão, naturalmente, dentro do próprio Benfica.
Domingos Soares de Oliveira, João Salgado ou Sílvio Cervan, entre outros que transitaram da mesma estrutura que idolatrava Vieira. O mesmo Vieira que, conforme os "abutres e garotões" tanto disseram, se estava a aproveitar do Benfica.
Tomemos o exemplo de Cervan: o vice-presidente para a área jurídica do Benfica muda de fundamentação como quem muda de camisa. Na Assembleia Geral (AG) de junho deste ano alegava que a já famosa auditoria prometida visava apenas a alguns contratos porque os advogados assim tinham dito. O mesmo se aplicava à constituição do Benfica como assistente no processo Cartão Vermelho. Na AG de setembro dizia o mesmo Cervan, cara a cara perante os Associados, que a constituição de assistente se devia, segundo o próprio, à impossibilidade de o fazer na fase de inquérito – o que qualquer jurista facilmente desmentirá, por ser falso.
Entretanto, os advogados do Clube dizem que tal se deve a uma questão de estratégia.
É este vice-presidente, vieirista dos sete costados, que nada viu e nada sabia, que ainda lidera os destinos do clube nos casos que mais mancharam o seu nome.
Falta exigência, transparência e limpeza a estes iluminados da nossa direção.
Para um grande Benfica, não podemos ter figuras tão pequenas.
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