Futebol
R. Dias tresloucado com pérola do Benfica: "Está a crescer sem limites"
23 Set 2026 | 16:47
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Futebol
22 Jul 2024 | 20:47 |
Após ter falado sobre a saída de Rafa Silva, Roger Schmidt, em conversa com Toni no programa MísticaADois, divulgado esta segunda-feira, 22 de julho, na Bplay, falou sobre a estratégia de mercado do Benfica, tecendo largos elogios aos reforços Vangelis Pavlidis, Leandro Barreiro e Niklas Beste.
"O que tentamos é encontrar no mercado jogadores como o Pavlidis, como o Beste, como o Barreiro, que também têm armas num estilo diferente. O Pavlidis é um jogador que mostrou, sobretudo nas duas últimas épocas no Alkmaar, que é um avançado muito completo, com muita qualidade na finalização, a marcar golos e a fazer assistências, mas também um jogador muito trabalhador. Penso que é um jogador que tem o perfil para jogar este tipo de futebol ativo e de alta pressão e o que já demonstrou nas duas primeiras semanas, que também tem a mentalidade necessária para mostrar isso em campo", começou por afirmar relativamente ao ponta-de-lança grego.
"Com o Barreiro temos um jogador que é muito fiável, muito semelhante ao Florentino. Penso que ambos os jogadores, no que diz respeito à concentração tática, à qualidade, à força física, são capazes de jogar este tipo de futebol. E são muito bons a recuperar bolas, e penso que, por vezes, isso também é algo que é necessário na equipa para criar o equilíbrio certo. É claro que são necessários alguns artistas, alguns jogadores que façam a diferença no ataque, mas também precisamos de jogadores que nos ofereçam a estabilidade necessária para jogar um bom futebol tático", disse em relação ao jovem médio luxemburguês.
"E o Niklas Beste é um jogador que jogou as duas últimas épocas a um nível muito elevado, tem um pé esquerdo fantástico na finalização, nas bolas paradas, nos cruzamentos, e é muito poderoso também nos sprints e nas corridas de alta intensidade. Acho que estes jogadores são capazes de jogar o futebol que nós queremos jogar. Foi por isso que os escolhemos para o Benfica", concluiu Roger Schmidt, analisando por fim o lateral alemão.
Importa recordar que, Roger Schmidt falou ainda sobre a mudança de 2022/23 para 2023/24, onde o Benfica passou de um futebol champanhe para um futebol menos ofensivo. Para esta temporada, o treinador garante que os encarnados estão prontos para ir à luta.
Treinador do Clube encarnado não está totalmente feliz com o setor da equipa das águias e quer fortalecê-lo no mercado de inverno
24 Set 2026 | 03:00 |
Benfica pode avançar para a contratação de um guarda-redes em janeiro de 2027, sabe o Glorioso 1904. O nosso Jornal revela, em exclusivo, que Marco Silva não descarta reforçar a baliza das águias já no próximo mercado de janeiro.
Apesar de contar com Anatoliy Trubin - que pode ganhar a titularidade - e Samuel Soares no plantel, as exibições recentes não têm convencido o técnico e os adeptos. A baliza tem sido apontada como um dos pontos menos estáveis da equipa nesta fase. De acordo com informações apuradas pelo Glorioso 1904, a continuidade da dupla está dependente do rendimento até dezembro. Caso nem Trubin nem Samuel Soares consigam afirmar-se como solução fiável, o dossiê será reaberto.
A exigência para a posição de titular é neste momento muito elevada no Clube. Neste cenário, Marco Silva já terá definido o seu plano de ação junto da direção. Se nenhum dos guardiões convencer, o treinador pedirá a Rui Costa uma intervenção imediata no mercado. O objetivo passa por trazer um nome capaz de assumir a titularidade sem período de adaptação.
O perfil pretendido está já traçado pela estrutura encarnada e é muito específico. A SAD procura um guardião experiente, habituado a grandes palcos e com rendimento imediato. Alguém que chegue à Luz para ser titular indiscutível desde o primeiro dia.
Para já, Trubin e Samuel Soares continuam a ter oportunidades para mostrar serviço. No entanto, o mercado de inverno surge como uma alternativa real caso o nível não suba. A decisão final ficará nas mãos de Marco Silva e Rui Costa nos próximos tempos.
Escolha das marcas está a gerar opiniões distintas e as águias acabaram envolvidas numa análise que não passou despercebida
23 Set 2026 | 17:25 |
Os clubes europeus têm apostado cada vez mais na criação de diferentes equipamentos para os vários momentos da temporada, aumentando a variedade de camisolas disponíveis para os adeptos. Além dos tradicionais equipamentos principal e alternativo, existem atualmente versões para a Liga dos Campeões, aniversários, viagens, aquecimento e até para utilizar fora dos estádios.
O Benfica foi um dos clubes analisados pela ESPN neste início de temporada devido à camisola de aquecimento utilizada antes dos jogos. A publicação norte-americana decidiu avaliar os equipamentos de vários emblemas europeus, dando particular atenção às escolhas de padrões e cores feitas pelas diferentes marcas.
A ESPN destacou precisamente a liberdade que as marcas assumem neste tipo de equipamentos, com desenhos mais arrojados e combinações de cores que dificilmente seriam utilizadas nas camisolas oficiais. Foi neste contexto que a camisola do Benfica acabou por receber uma avaliação particularmente negativa por parte da publicação norte-americana.
ESPN: "Parece um erro de produção terrível"
"Um forte candidato a ser a camisola mais feia de 2026/27. Horrível padrão manchado, agravado por tons agressivos e de vermelho e roxo, que não funcionam. Parece um erro de produção terrível. Talvez não seja tarde demais para recolher?", escreveram, colocando o manto sagrado entre os menos apelativos da análise realizada aos clubes europeus.
Do outro lado da avaliação, o Barcelona - de João Cancelo - acabou por ser a escolha preferida, com as duas camisolas pré-jogo dos catalães a figurarem entre as mais bonitas. A análise demonstra, assim, como os equipamentos de aquecimento permitem às marcas assumir riscos maiores ao nível dos padrões e das cores, ainda que nem todas as apostas consigam convencer.
Clube vermelho e branco perdeu diante do rival azul e branco na sétima jornada do Campeonato Nacional, partida marcada pela expulsão de Lenglet
23 Set 2026 | 17:23 |
Clément Lenglet deixou uma baixa importante para a sua equipa após ter sido expulso no Clássico frente ao Porto. O central foi mandado para a rua na primeira parte e condicionou a estratégia das águias para o resto da partida, algo que foi bem aproveitado, segundo Nuno Vieira.
N. Vieira: " O Porto aproveitou uma espécie de força extra"
"Como disse o técnico do Benfica, foi uma questão de maturidade, ou falta dela, com o Porto a aproveitar uma espécie de força extra que emergiu ao longo da última época e que parece transportada para a campanha atual. E, como é natural nos clássicos, não faltou uma pitada de polémica", escreveu, no jornal 'O Jogo'.
De seguida, o diretor do jornal aproveitou para fazer uma semelhança com a época passada. "A arbitragem é tema incontornável nas discussões do futebol português e ao longo da semana haverá muitos comentários a fazer, mas a análise objetiva nas primeiras sete jornadas é simples: o Porto vai para a pausa do campeonato a contemplar o primeiro lugar e a sorrir perante os despistes dos rivais. Onde é que já se viu este filme", completou.
O internacional francês viu o primeiro cartão amarelo aos 25 minutos, na sequência de uma falta sobre Victor Froholdt junto à área do Benfica. 10 minutos mais tarde, Miguel Nogueira voltou a adverti-lo, desta vez com vermelho por acumulação, depois de Lenglet ter atingido André Silva com a mão esquerda na zona da nuca.
A expulsão terá ainda consequências no próximo compromisso do campeonato: Lenglet vai falhar o encontro entre Benfica e Vitória de Guimarães, marcado para 11 de outubro, às 18h00, no Estádio da Luz. Alessandro Circati deverá, assim, voltar a ter uma oportunidade no onze e formar dupla com Tomás Araújo.