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Pedro Brinca aponta o dedo ao Benfica e deixa Rui Costa debaixo de fogo: "Caminho confortável"
29 Jun 2026 | 17:24
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25 Jul 2026 | 11:38 |
Rui Costa, que foi embora imediatamente após a derrota diante do St. Gallen (2-1), foi incluído na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, vulgarmente conhecida como a "lista negra" do regulador, na sequência de um incumprimento relacionado com um financiamento superior a 20 milhões de euros junto do Banco Montepio. O caso liga-se ao empreendimento residencial de luxo Dream Living, em Carnaxide.
Segundo o Observador, o presidente do Benfica é acionista do projeto e assumiu ainda o papel de fiador de vários financiamentos concedidos pelo Montepio, num montante superior a 20 milhões de euros. Os créditos destinavam-se a suportar a construção do empreendimento, apresentado em 2018 em parceria com o JPS Group e avaliado em cerca de 45 milhões de euros.
A situação de incumprimento terá começado em maio deste ano. Desde então, terão sido amortizados cerca de 7 milhões de euros, mas a dívida permanece acima dos 15 milhões de euros, valor que inclui juros de mora e outros encargos. A mesma publicação refere que Rui Costa estará, nesta altura, a negociar uma reestruturação da dívida com o Banco Montepio.
Esta não é a primeira vez que o investimento imobiliário do presidente do Benfica é alvo de notícias relacionadas com questões financeiras. Em abril, a revista Sábado revelou que Luís Mendes, antigo vice-presidente do Clube, tinha avançado com uma ação judicial contra a empresa 10 Invest para reclamar uma dívida de 500 mil euros. Contudo, o montante em causa acabou por ser posteriormente liquidado.
Na altura, Luís Mendes fez ainda questão de esclarecer que a sua saída da administração da SAD do Benfica não teve qualquer ligação ao diferendo relacionado com o referido empreendimento imobiliário, que gerou a atual situação de Rui Costa.
Futebolista que representou o Clube Vermelho e Branco perdeu a vida após um acidente de viação, ocorrido na noite do último sábado
12 Jul 2026 | 11:20 |
O antigo futebolista Manú morreu aos 43 anos, vítima de acidente de viação, na noite deste sábado, em Vermões, Sobral de Monte Agraço. A notícia foi avançada pelo portal Flashscore e confirmada pelo Alverca, clube onde se formou. O ex atleta passou pelo Benfica.
Emanuel Jesus Bonfim Evaristo nasceu a 28 de agosto de 1982 em Setúbal. Manú, como era mais conhecido, foi formado no Vitória Futebol Clube, Grupo Desportivo O Sindicato e Alverca. O extremo estreou-se na Liga ao serviço dos ribatejanos a 5 de maio de 2002, contra o Braga e disputou o primeiro de 130 jogos na prova. Manú representou os italianos do Modena e do Carpenedolo (2004/05) e o Estrela da Amadora (2005/06), antes de integrar o plantel do Benfica em 2006.
O antigo extremo rubricou 17 jogos pelas águias em 2006/07, antes de rumar ao AEK por empréstimo, na temporada seguinte. Manú representaria Marítimo, Légia de Varsóvia (Polónia), Beijing Guoan (China) e Ermis Aradippou (Chipre) antes de regressar ao Vitória de Setúbal em 2014.
14 jogos pelo clube da terra natal depois, Manú regressou ao Ermis Aradippou. O extremo terminou a carreira em 2018/19, após passagens por Cartaxo e Vilafranquense. O sadino chegou a jogar ao lado de Rui Costa, atual presidente dos encarnados.
O Benfica - que também perdeu Silvino este ano - reagiu à morte de Manú através de uma nota de pesar divulgada no site oficial. "O Sport Lisboa e Benfica manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Manú, antigo jogador do Clube. Manú representou o Benfica com dedicação e orgulho durante a temporada de 2006/07, onde completou 17 jogos. Neste momento de dor, o Sport Lisboa e Benfica endereça à família, aos amigos e a todos os que com ele privaram as mais sentidas condolências", escreveram as águias.
Veja a publicação do Clube:
Artista foi detido pela PSP na sequência da operação KickOff devido a incidentes ocorridos após uma partida entre as águias e o Sporting
10 Jul 2026 | 17:37 |
Kiari Flores, um dos autores do novo hino do Benfica apresentado em abril na Benfica FM, foi detido pela PSP no âmbito da operação 'KickOff', que investiga os incidentes ocorridos a 19 de fevereiro nas imediações do Pavilhão João Rocha, antes do dérbi de futsal entre Sporting e Benfica.
O jovem cantor, que compôs o tema em conjunto com o pai, o músico Paulo Flores, integra o grupo de 10 membros dos No Name Boys detidos esta semana pelas autoridades. Os suspeitos já tinham sido identificados e detidos na sequência dos confrontos registados em fevereiro, mas acabaram libertados pelo tribunal no dia seguinte.
Segundo explicou o comissário Tiago Costa, da PSP de Lisboa, a operação pretende assinalar o arranque da nova temporada desportiva com uma mensagem de tolerância zero para a violência: "A operação KickOff serve para dar o pontapé de saída da nova época desportiva, com uma mensagem clara: a violência não tem lugar nos nossos recintos desportivos."
O responsável revelou ainda que a investigação permitiu recolher novos indícios relativamente à atuação de dez dos suspeitos inicialmente detidos: "Na sequência da investigação, apercebemo-nos de que dez desses adeptos tinham cometido condutas muito mais gravosas do que aquelas que tínhamos pensado. Estamos a falar de uma tentativa de homicídio, pontapés na cabeça de uma vítima que estava indefesa no chão, agressões com barras de ferro, tochas deflagradas junto ao corpo desta vítima.”
Os 10 arguidos agora detidos já estavam referenciados pelas autoridades por alegado envolvimento noutros episódios de violência entre claques. Apesar disso, não possuem qualquer condenação transitada em julgado. Os incidentes ocorreram nas imediações do Pavilhão João Rocha, quando dezenas de adeptos do Benfica terão lançado tochas e outro material pirotécnico na direção da zona conhecida como "Casinha", sede da claque Juventude Leonina. No final da operação policial, foram detidas 125 pessoas: 64 adeptos do Benfica e 61 do Sporting.
Projeto causa divisão e associados querem anulação da AG que votou a aprovação, já que consideram que Estatuto do Clube foi violado pela Mesa
04 Jul 2026 | 13:32 |
Seis sócios do Benfica avançaram com uma ação judicial para pedir a anulação da deliberação aprovada na Assembleia Geral Extraordinária de 3 de janeiro de 2026, reunião em que os associados deram luz verde ao projeto Benfica District.
Os juristas Gonçalo Almeida Ribeiro, João Ferreira Leite, Pedro Cardigos, Cristina Santos Silva, João Marecos e Márcia Vala contestam a atuação da Mesa da Assembleia Geral (MAG), presidida por José Pereira da Costa, considerando que foram violadas as regras de funcionamento previstas nos Estatutos do clube.
Em comunicado, os autores da ação explicam os fundamentos da iniciativa: "Seis juristas e sócios do Sport Lisboa e Benfica intentaram ação judicial para anular a deliberação da Assembleia Geral Extraordinária de 3 de janeiro de 2026, por violação das regras de funcionamento da Assembleia Geral do Sport Lisboa e Benfica, consagradas nos Estatutos, pela qual é responsável a MAG."
A Assembleia Geral em questão foi dedicada à aprovação do projeto Benfica District, que recolheu 59,24% dos votos favoráveis dos sócios. Recorde-se que Gonçalo Almeida Ribeiro e João Ferreira Leite foram candidatos à presidência da Mesa da Assembleia Geral nas últimas eleições do Benfica, integrando, respetivamente, as listas de Noronha Lopes e do Movimento Servir o Benfica.
Segundo os autores da ação, três semanas antes da reunião magna foi enviada uma carta ao presidente da MAG com 12 perguntas relacionadas com a legalidade do modelo de participação e de votação previsto para a Assembleia. De acordo com o comunicado, esses pedidos de esclarecimento nunca obtiveram resposta. Os seis sócios criticam ainda a utilização de urnas eletrónicas e de uma aplicação móvel para votação, alegando que o sistema não oferecia garantias suficientes quanto à fiabilidade e ao controlo do exercício do direito de voto.