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Expulsão de Durán indigna Diamantino e ex Benfica atira: "Demissão, urgente!"
29 Out 2026 | 10:51
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Futebol
26 Fev 2024 | 06:37 | Por Redação
A vitória do Benfica diante do Portimonense, por 4-0, no passado domingo, dia 25 de fevereiro, contou com a arbitragem de Miguel Nogueira, que fez um bom trabalho, segundo afirmam os especialistas do jornal Record, Jorge Faustino e Marco Ferreira.
"Trabalho discreto e seguro em jogo sem lances difíceis. O mérito esteve em não complicar. Boa arbitragem", começa por afirma Jorge Faustino. "Decidiu bem os lances nas áreas mantendo o controlo do jogo a nível técnico e disciplinar. Beneficiou da correção dos jogadores num jogo onde teve o mérito de não complicar. Bem auxiliado.", sustenta Marco Ferreira.
Jorge Faustino avalia mão dentro da grande área algarvia (43'): "Gonçalo Costa cabeceou a bola para a sua mão esquerda quando o braço estava levantado, mas em posição natural para o movimento que fazia. Situação tipificada como mão não deliberada. Sem penálti". Marco Ferreira partilha da opinião do colega: "Lance na área do Portimonense, com Gonçalo Costa a cabecear a bola com esta a bater no seu braço de forma involuntária e sem infração. O defesa tem o braço em posição normal para o movimento que está a fazer. Boa decisão".
Os especialistas seguem com mais um lance de dúvida na área do Portimonenese (74'): "Tamble Monteiro conseguiu intercetar o cruzamento usando o peito. A bola desceu e bateu na sua mão esquerda quando o braço estava encostado ao corpo em posição natural. Sem penálti", começa Jorge Faustino."Lance na área do Portimonense com Monteiro a intercetar a bola com o seu peito, com esta a descer ao longo do seu corpo e a contactar com o braço de forma involuntária e sem infração. Boa decisão", fundamenta Marco Ferreira.
Terminam sobre uma possível penalidade a favor do Portimonense (77'): "António Silva e Guga tocaram os dois na bola e houve contacto entre os pés de ambos. Atacante aproveitou contacto fortuito para exagerar na queda. Sem penálti", afirma Jorge Faustino. "Lance na área do Benfica, com António Silva a disputar a bola com Guga. Ambos jogaram a bola sendo o contacto posterior perfeitamente normal e sem infração. Boa decisão", termina Marco Ferreira.
No rescaldo do encontro, o treinador das águias apontou aspetos que fizeram a diferença e deixou uma mensagem clara sobre a identidade encarnada
29 Out 2026 | 13:17 | Por Redação
O Benfica foi derrotado pelo Arsenal, por 3-0, na deslocação a Londres, em encontro da terceira jornada da fase de liga da Liga dos Campeões feminina. No final da partida, Ivan Baptista analisou o desempenho das encarnadas e reconheceu que a equipa poderia ter aproveitado melhor as oportunidades de que dispôs, apontando também momentos em que faltou maior serenidade.
I. Baptista: "Devíamos ter tido calma"
"O jogo foi o que esperávamos. Penso que começámos bem e à meia hora de jogo estava equilibrado. Nas poucas oportunidades que tivemos, devíamos ter aproveitado. Devíamos ter tido calma em alguns momentos e não tivemos", afirmou, em declarações à UEFA.
Apesar do desaire, o treinador das águias fez questão de sublinhar a postura das suas jogadoras e a intenção de apresentar uma equipa fiel à sua identidade, mesmo perante um adversário de elevado nível. "Não viemos aqui para defender ou para ficar atrás, mas para mostrar a nossa identidade a toda a Europa. As jogadoras foram fantásticas, mostraram um bom espírito e comprometimento. Agora é seguir em frente", salientou.
F. Drosin: "Defendemos demasiado"
Também Froya Dorsin analisou as dificuldades sentidas pelo Benfica ao longo do encontro. A avançada norueguesa, de 19 anos, considerou que a equipa teve oportunidades para marcar na primeira parte, mas reconheceu que o cenário se tornou mais complicado após o intervalo. "Foi um jogo duro para nós. Sinto que houve um período na primeira parte em que devia ter marcado, porque criámos algumas oportunidades de golo, mas a segunda parte foi dura para nós. Defendemos demasiado", explicou.
A jovem encarnada destacou ainda a importância dos desafios europeus para o crescimento da equipa, apesar da exibição menos conseguida frente ao Arsenal. "Começámos bem contra a Juventus e sinto que fizemos um bom jogo contra o Bayern. Baixámos um bocadinho o nível hoje, mas vamos voltar ainda mais fortes. Como jovem, ganhar experiência a jogar contra tantas grandes equipas é muito bom", frisou.
Vermelho de ponta de lança colombiano no final do encontro frente aos açorianos continua a gerar controvérsia e é alvo de escárnio
29 Out 2026 | 12:39 | Por Redação
A expulsão de Jhon Durán após o apito final do Santa Clara - Benfica continua a ser o principal tema de debate nos programa televisivos. Paulo Cunha, jornalista da BOLA, revela que a estranheza deste caso polémico dá-lhe vontade até de rir.
P. Cunha: "Isto é tão estranho que até dá vontade de rir"
"Alguém que está a ser condenado por uma pessoa que não entendeu as suas palavras é algo inconcebível. Isto é tão estranho que até dá vontade de rir. Como posso condenar alguém por palavras que eu não percebi?", disse, na BOLA TV.
De seguida, o jornalista continuou a criticar a decisão de Cláudio Pereira. "Acho que o árbitro Cláudio Pereira só pode escrever no relatório aquilo que ele ouviu. Se ele não percebe quais foram as palavras, não pode escrever", falou.
No relatório do árbitro, é referido que o avançado colombiano, depois de ter sido provocado por Fernando, jogador dos açorianos, respondeu com "palavras impercetíveis", que terão contribuído para o conflito generalizado no final da partida.
Em comunicado, o Benfica deixa uma acusação forte, defendendo que "a mentira em prejuízo do Benfica não pode continuar a ser um fator de impunidade - nem de promoção - no futebol português", escreveram. As águias acabaram por disparar também para outras direções.
Antigo ponta de lança do emblema encarnado vive grande momento de forma no futebol italiano e pode mudar de ares no início de 2027
29 Out 2026 | 12:00 | Por Redação
Gustavo Varela está a viver um arranque de temporada impressionante ao serviço do Monza e já despertou a atenção de alguns dos principais clubes europeus. O Nápoles posiciona-se como o principal candidato e Giovanni Manna, diretor desportivo do clube napolitano, deixou fortes elogios ao antigo avançado do Benfica.
G. Manna: "Gustavo Varela tem muitas qualidades"
"Eles são poderosos na frente e estão a fazer um bom trabalho. O Gustavo Varela é um jogador forte, está a fazer uma boa época e isso vê-se. Tem muitas qualidades", afirmou à DAZN Itália, antes do jogo entre Monza e Nápoles da última quarta-feira.
Gustavo Varela continua a ser a grande sensação portuguesa no campeonato italiano. Apesar do desaire caseiro do Monza frente ao Nápoles (4-1), o avançado de 22 anos apontou mais um golo e isolou-se no topo da lista dos melhores marcadores da Serie A, com oito golos em nove jornadas.
O interesse do Nápoles para o mercado de janeiro é real e o clube prepara uma proposta ao Monza pelo passe do jogador, numa operação acima dos 10 milhões de euros. O Arsenal é outro clube que segue o jovem ponta de lança.
O Benfica segue o processo com atenção. O avançado de 21 anos saiu da Luz no verão por 2 milhões de euros, mas os encarnados garantiram 20% de uma futura mais-valia e têm direito de preferência (matching right). Ou seja, caso o Monza aceite uma oferta formal, o Benfica pode igualar o valor para recomprar o jogador, dependendo depois do acordo com o atleta e com o clube.
Expulsão de Durán indigna Diamantino e ex Benfica atira: "Demissão, urgente!"
29 Out 2026 | 10:51
Marco Silva prepara no mínimo 5 alterações para o Benfica - Gil Vicente
29 Out 2026 | 10:07
Benfica não teve forças para o Arsenal e leva hat-trick em Londres (3-0)
29 Out 2026 | 09:45