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Pedro Brinca aponta o dedo ao Benfica e deixa Rui Costa debaixo de fogo: "Caminho confortável"
29 Jun 2026 | 17:24
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16 Dez 2022 | 08:44 |
Com nove equipas dos encarnados atualmente envolvidas em competições europeias, o Glorioso 1904 falou com Tiago Godinho de modo a perceber e refletir sobre o tema da possibilidade real destas equipas vencerem um título europeu na presente temporada e no futuro a curto prazo.
Quando questionado acerca desta possibilidade, Tiago Godinho – comentador do Glorioso 1904 e seguidor assíduo das modalidades do Benfica – começou por referir que “no desporto feminino o objetivo passa por, mais que ambicionar a conquistar títulos, continuar a evoluir”.
Mulheres cada vez mais vencedoras
No futebol feminino, o Benfica tem dominado nos últimos anos no panorama nacional. Desde que o Clube subiu à principal divisão já conquistou seis títulos no espaço de três temporadas – dois Campeonatos Nacionais (estando muito bem encaminhado para conquistar o terceiro consecutivo esta temporada), duas Supertaças (sendo finalista na época em que não venceu) e duas Taças da Liga – faltando apenas o salto para o sucesso europeu.
“Este ano, a equipa feminina de futebol repetiu a presença na fase de grupos, já venceu dois jogos na fase de grupos e esteve à beira de derrotar o Bayern de Munique, no Seixal. Neste momento ainda existe a possibilidade de lutar pelo apuramento para a fase seguinte, mas o trabalho desenvolvido pelo clube tem sido notável.”, refere o conhecido Sócio Benfiquista.
Nas modalidades, temos os casos do basquetebol e do andebol, que estão em muito boa fase tanto a nível nacional como europeu. Tiago Godinho avançou que “o Basquetebol tem feito uma surpreendente campanha, conseguindo o apuramento para a fase seguinte ao vencer os quatro primeiros jogos na fase de grupos”, referindo que a passagem no primeiro lugar do grupo é mais que possível, sendo algo que “excede, em muito, as expectativas iniciais”. O comentador do Glorioso concluiu que, no andebol “objetivo agora será tentar alcançar os quartos-de-final da competição”.
Concluindo o desporto feminino, no hóquei em patins do Benfica, “o objetivo será chegar à final four da competição”, mas vencer não será fácil, dado que “o desinvestimento do Sporting, dificilmente permitirá sonhar com a conquista do título, que já foi conquistado em 2015”. Importa lembrar que, nesta temporada, o rival das águias não apostou nesta modalidade, o que reduz drasticamente a competição interna e complica a tarefa das encarnadas.
Fortes possibilidades no hóquei e no futsal
Mudando a análise para a vertente masculina, há uma certeza no Clube. “No Hóquei em Patins e Futsal – que já garantiu o apuramento para a final four da UEFA Futsal Champions League – o Sport Lisboa e Benfica, pela história que tem nas modalidades e pelo investimento efetuado, terá que encarar ambas as competições para as conquistar”.
A equipa de basquetebol, que atingiu esta temporada a fase de grupos da Liga dos Campeões da modalidade pela primeira vez na história do Clube, está bem encaminhada para seguir em frente na competição, mas é certo que “a equipa está claramente a exceder o que era esperado nesta fase, sendo que, neste momento, depende de si para conquistar o grupo, o que garantirá automaticamente o apuramento para a fase seguinte”.
O desempenho no andebol tem sido satisfatório, mas está muito abaixo da performance na última temporada devido, principalmente, a “saídas de dois dos principais elementos da campanha, que culminou com a inédita e extraordinária conquista da EHF. Por outro lado, este facto tornou também o clube mais conhecido dos adversários, retirando o efeito surpresa que, na época passada, em muitos momentos, foi importante para derrotar adversários de nível superior”.
A equipa de voleibol alcançou novamente a presença na fase de grupos da Liga dos Campeões, mas parece ser vítima do seu próprio sucesso, uma vez que agora que se foi longe “sentimos naturais dificuldades face ao poderio dos adversários”.
É aguardar muito boas novas lá nos primeiros seis meses de 2023. Um ano que promete.
Fotografia de Benfica
Futebolista que representou o Clube Vermelho e Branco perdeu a vida após um acidente de viação, ocorrido na noite do último sábado
12 Jul 2026 | 11:20 |
O antigo futebolista Manú morreu aos 43 anos, vítima de acidente de viação, na noite deste sábado, em Vermões, Sobral de Monte Agraço. A notícia foi avançada pelo portal Flashscore e confirmada pelo Alverca, clube onde se formou. O ex atleta passou pelo Benfica.
Emanuel Jesus Bonfim Evaristo nasceu a 28 de agosto de 1982 em Setúbal. Manú, como era mais conhecido, foi formado no Vitória Futebol Clube, Grupo Desportivo O Sindicato e Alverca. O extremo estreou-se na Liga ao serviço dos ribatejanos a 5 de maio de 2002, contra o Braga e disputou o primeiro de 130 jogos na prova. Manú representou os italianos do Modena e do Carpenedolo (2004/05) e o Estrela da Amadora (2005/06), antes de integrar o plantel do Benfica em 2006.
O antigo extremo rubricou 17 jogos pelas águias em 2006/07, antes de rumar ao AEK por empréstimo, na temporada seguinte. Manú representaria Marítimo, Légia de Varsóvia (Polónia), Beijing Guoan (China) e Ermis Aradippou (Chipre) antes de regressar ao Vitória de Setúbal em 2014.
14 jogos pelo clube da terra natal depois, Manú regressou ao Ermis Aradippou. O extremo terminou a carreira em 2018/19, após passagens por Cartaxo e Vilafranquense. O sadino chegou a jogar ao lado de Rui Costa, atual presidente dos encarnados.
O Benfica - que também perdeu Silvino este ano - reagiu à morte de Manú através de uma nota de pesar divulgada no site oficial. "O Sport Lisboa e Benfica manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Manú, antigo jogador do Clube. Manú representou o Benfica com dedicação e orgulho durante a temporada de 2006/07, onde completou 17 jogos. Neste momento de dor, o Sport Lisboa e Benfica endereça à família, aos amigos e a todos os que com ele privaram as mais sentidas condolências", escreveram as águias.
Veja a publicação do Clube:
Artista foi detido pela PSP na sequência da operação KickOff devido a incidentes ocorridos após uma partida entre as águias e o Sporting
10 Jul 2026 | 17:37 |
Kiari Flores, um dos autores do novo hino do Benfica apresentado em abril na Benfica FM, foi detido pela PSP no âmbito da operação 'KickOff', que investiga os incidentes ocorridos a 19 de fevereiro nas imediações do Pavilhão João Rocha, antes do dérbi de futsal entre Sporting e Benfica.
O jovem cantor, que compôs o tema em conjunto com o pai, o músico Paulo Flores, integra o grupo de 10 membros dos No Name Boys detidos esta semana pelas autoridades. Os suspeitos já tinham sido identificados e detidos na sequência dos confrontos registados em fevereiro, mas acabaram libertados pelo tribunal no dia seguinte.
Segundo explicou o comissário Tiago Costa, da PSP de Lisboa, a operação pretende assinalar o arranque da nova temporada desportiva com uma mensagem de tolerância zero para a violência: "A operação KickOff serve para dar o pontapé de saída da nova época desportiva, com uma mensagem clara: a violência não tem lugar nos nossos recintos desportivos."
O responsável revelou ainda que a investigação permitiu recolher novos indícios relativamente à atuação de dez dos suspeitos inicialmente detidos: "Na sequência da investigação, apercebemo-nos de que dez desses adeptos tinham cometido condutas muito mais gravosas do que aquelas que tínhamos pensado. Estamos a falar de uma tentativa de homicídio, pontapés na cabeça de uma vítima que estava indefesa no chão, agressões com barras de ferro, tochas deflagradas junto ao corpo desta vítima.”
Os 10 arguidos agora detidos já estavam referenciados pelas autoridades por alegado envolvimento noutros episódios de violência entre claques. Apesar disso, não possuem qualquer condenação transitada em julgado. Os incidentes ocorreram nas imediações do Pavilhão João Rocha, quando dezenas de adeptos do Benfica terão lançado tochas e outro material pirotécnico na direção da zona conhecida como "Casinha", sede da claque Juventude Leonina. No final da operação policial, foram detidas 125 pessoas: 64 adeptos do Benfica e 61 do Sporting.
Projeto causa divisão e associados querem anulação da AG que votou a aprovação, já que consideram que Estatuto do Clube foi violado pela Mesa
04 Jul 2026 | 13:32 |
Seis sócios do Benfica avançaram com uma ação judicial para pedir a anulação da deliberação aprovada na Assembleia Geral Extraordinária de 3 de janeiro de 2026, reunião em que os associados deram luz verde ao projeto Benfica District.
Os juristas Gonçalo Almeida Ribeiro, João Ferreira Leite, Pedro Cardigos, Cristina Santos Silva, João Marecos e Márcia Vala contestam a atuação da Mesa da Assembleia Geral (MAG), presidida por José Pereira da Costa, considerando que foram violadas as regras de funcionamento previstas nos Estatutos do clube.
Em comunicado, os autores da ação explicam os fundamentos da iniciativa: "Seis juristas e sócios do Sport Lisboa e Benfica intentaram ação judicial para anular a deliberação da Assembleia Geral Extraordinária de 3 de janeiro de 2026, por violação das regras de funcionamento da Assembleia Geral do Sport Lisboa e Benfica, consagradas nos Estatutos, pela qual é responsável a MAG."
A Assembleia Geral em questão foi dedicada à aprovação do projeto Benfica District, que recolheu 59,24% dos votos favoráveis dos sócios. Recorde-se que Gonçalo Almeida Ribeiro e João Ferreira Leite foram candidatos à presidência da Mesa da Assembleia Geral nas últimas eleições do Benfica, integrando, respetivamente, as listas de Noronha Lopes e do Movimento Servir o Benfica.
Segundo os autores da ação, três semanas antes da reunião magna foi enviada uma carta ao presidente da MAG com 12 perguntas relacionadas com a legalidade do modelo de participação e de votação previsto para a Assembleia. De acordo com o comunicado, esses pedidos de esclarecimento nunca obtiveram resposta. Os seis sócios criticam ainda a utilização de urnas eletrónicas e de uma aplicação móvel para votação, alegando que o sistema não oferecia garantias suficientes quanto à fiabilidade e ao controlo do exercício do direito de voto.