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Clube
16 Dez 2022 | 08:44 | Por Redação
Com nove equipas dos encarnados atualmente envolvidas em competições europeias, o Glorioso 1904 falou com Tiago Godinho de modo a perceber e refletir sobre o tema da possibilidade real destas equipas vencerem um título europeu na presente temporada e no futuro a curto prazo.
Quando questionado acerca desta possibilidade, Tiago Godinho – comentador do Glorioso 1904 e seguidor assíduo das modalidades do Benfica – começou por referir que “no desporto feminino o objetivo passa por, mais que ambicionar a conquistar títulos, continuar a evoluir”.
Mulheres cada vez mais vencedoras
No futebol feminino, o Benfica tem dominado nos últimos anos no panorama nacional. Desde que o Clube subiu à principal divisão já conquistou seis títulos no espaço de três temporadas – dois Campeonatos Nacionais (estando muito bem encaminhado para conquistar o terceiro consecutivo esta temporada), duas Supertaças (sendo finalista na época em que não venceu) e duas Taças da Liga – faltando apenas o salto para o sucesso europeu.
“Este ano, a equipa feminina de futebol repetiu a presença na fase de grupos, já venceu dois jogos na fase de grupos e esteve à beira de derrotar o Bayern de Munique, no Seixal. Neste momento ainda existe a possibilidade de lutar pelo apuramento para a fase seguinte, mas o trabalho desenvolvido pelo clube tem sido notável.”, refere o conhecido Sócio Benfiquista.
Nas modalidades, temos os casos do basquetebol e do andebol, que estão em muito boa fase tanto a nível nacional como europeu. Tiago Godinho avançou que “o Basquetebol tem feito uma surpreendente campanha, conseguindo o apuramento para a fase seguinte ao vencer os quatro primeiros jogos na fase de grupos”, referindo que a passagem no primeiro lugar do grupo é mais que possível, sendo algo que “excede, em muito, as expectativas iniciais”. O comentador do Glorioso concluiu que, no andebol “objetivo agora será tentar alcançar os quartos-de-final da competição”.
Concluindo o desporto feminino, no hóquei em patins do Benfica, “o objetivo será chegar à final four da competição”, mas vencer não será fácil, dado que “o desinvestimento do Sporting, dificilmente permitirá sonhar com a conquista do título, que já foi conquistado em 2015”. Importa lembrar que, nesta temporada, o rival das águias não apostou nesta modalidade, o que reduz drasticamente a competição interna e complica a tarefa das encarnadas.
Fortes possibilidades no hóquei e no futsal
Mudando a análise para a vertente masculina, há uma certeza no Clube. “No Hóquei em Patins e Futsal – que já garantiu o apuramento para a final four da UEFA Futsal Champions League – o Sport Lisboa e Benfica, pela história que tem nas modalidades e pelo investimento efetuado, terá que encarar ambas as competições para as conquistar”.
A equipa de basquetebol, que atingiu esta temporada a fase de grupos da Liga dos Campeões da modalidade pela primeira vez na história do Clube, está bem encaminhada para seguir em frente na competição, mas é certo que “a equipa está claramente a exceder o que era esperado nesta fase, sendo que, neste momento, depende de si para conquistar o grupo, o que garantirá automaticamente o apuramento para a fase seguinte”.
O desempenho no andebol tem sido satisfatório, mas está muito abaixo da performance na última temporada devido, principalmente, a “saídas de dois dos principais elementos da campanha, que culminou com a inédita e extraordinária conquista da EHF. Por outro lado, este facto tornou também o clube mais conhecido dos adversários, retirando o efeito surpresa que, na época passada, em muitos momentos, foi importante para derrotar adversários de nível superior”.
A equipa de voleibol alcançou novamente a presença na fase de grupos da Liga dos Campeões, mas parece ser vítima do seu próprio sucesso, uma vez que agora que se foi longe “sentimos naturais dificuldades face ao poderio dos adversários”.
É aguardar muito boas novas lá nos primeiros seis meses de 2023. Um ano que promete.
Fotografia de Benfica
Professor era membro do grupo político das águias, mas recebeu chamada onde foi informado de sua exclusão e questionou a decisão
19 Out 2026 | 17:00 | Por Redação
O movimento Servir o Benfica decidiu expulsar Pedro Brinca do seu quadro de membros, numa decisão que motivou uma reação contundente do professor de Economia. O episódio surge depois de ter sido confirmada a saída de Francisco Benitez. Numa coluna de opinião publicada no jornal Record, o agora ex-membro criticou o processo que levou ao seu afastamento, apontando alegadas irregularidades e contradições face aos princípios defendidos pelo movimento.
“É irónico que um movimento que sempre apresentou a bandeira da transparência, respeito pelos processos, pelos estatutos, pela verdade, e que criticou sempre duramente Luís Filipe Vieira por não o fazer, marcou uma reunião em que o ponto da ordem de trabalhos era a discussão do futuro do movimento”, começou por escrever.
O sócio do Benfica contestou ainda a votação da sua expulsão, alegando que o assunto não constava da ordem de trabalhos e que não lhe foi concedida a possibilidade de apresentar a sua defesa. Pedro Brinca revelou ter sido informado da decisão através de um telefonema, no sábado, e associou o afastamento ao facto de não ter apoiado, há mais de um ano, a lista de João Leite à Mesa da Assembleia Geral.
O professor considerou que o movimento está a reproduzir comportamentos que anteriormente criticava, deixando uma mensagem particularmente dura: “Não existe maior tragédia do que nos transformarmos naquilo que mais abominamos”, afirmou, questionando ainda se Luís Filipe Vieira teria adotado um procedimento semelhante durante a sua presidência.
Pedro Brinca terminou com uma referência a uma frase de Luiz Felipe Scolari, antigo selecionador nacional, lançando uma provocação aos responsáveis do movimento: “Hoje Luís Filipe Vieira deve estar a olhar para isto, a rir-se e a parafrasear Scolari: e o ditador era eu?”
Antigo candidato à presidência do Clube vermelho e branco reagiu à sua saída do grupo político encarnado e deixou várias críticas
19 Out 2026 | 10:51 | Por Redação
A vida associativa do Benfica continua marcada por movimentações e divergências. Este domingo, o movimento Servir o Benfica anunciou, através de um comunicado oficial, o fim da ligação a Francisco Benitez. Nas suas redes sociais, o antigo candidato à presidência do Clube lamentou a sua saída.
F. Benitez: "Há dias que custam"
"Há dias que custam. Hoje é um desses dias. Hoje chegou ao fim a minha ligação ao movimento Servir o Benfica. Seis anos depois de ter ajudado a criar este projeto, de lhe ter dedicado tempo, energia, convicção e uma parte importante da minha vida, vejo este percurso terminar da forma que menos esperava: por decisão de outros", começou por escrever.
De seguida, o conhecido adepto revelou que irá juntar-se ao grupo UNUM. "E porquê? Porque decidi juntar-me ao UNUM. Porque entendi que, num Benfica tantas vezes dividido, valia a pena construir pontes em vez de alimentar trincheiras. Porque acredito que pessoas com opiniões diferentes podem sentar-se à mesma mesa, conversar, encontrar soluções e trabalhar por aquilo que verdadeiramente as une: o amor ao Sport Lisboa e Benfica", pode ler-se.
F. Benitez: "Deixa-me uma mágoa profunda"
Francisco Benitez não esconde a sua desilusão. "Nunca pensei que querer unir pudesse ser motivo para excluir. Durante seis anos dei tudo o que podia ao movimento. Fi-lo de forma desinteressada, com entrega, lealdade e, sobretudo, com a consciência de estar a fazer aquilo em que acreditava...Não escondo a tristeza. Ser afastado de um projeto que ajudei a criar, não por ter traído os seus princípios, mas por continuar a acreditar na liberdade de pensar e de participar, deixa uma mágoa profunda. Mais do que a decisão, dói perceber que, afinal, a diferença de pensamento pode valer mais do que seis anos de dedicação.
Para concluir, o benfiquista defende que ninguém pode impedir as suas convicções. "Podem afastar-me de um movimento. Não podem afastar-me das minhas convicções, da minha liberdade de pensamento ou do meu amor ao Benfica. Saio triste, naturalmente...Hoje termina um capítulo de seis anos. Não termina, nem nunca terminará, a minha vontade de servir o Benfica. Porque os movimentos passam, as pessoas seguem os seus caminhos, mas o Benfica fica. E o Benfica, para mim, estará sempre acima de tudo", finalizou.
Veja o "tweet" de Francisco Benitez:
Dupla importante acaba em divórcio com grupo político encarnado com antigo candidato à presidência entre os membros a desligar-se
18 Out 2026 | 15:16 | Por Redação
A vida associativa do Benfica continua marcada por movimentações e divergências. Este domingo, o movimento Servir o Benfica anunciou, através de um comunicado oficial, o fim da ligação a Francisco Benitez e Guilherme Fontes.
Francisco Benitez foi uma das figuras de destaque do movimento, tendo sido o candidato à presidência do Benfica nas eleições de 2021, nas quais acabou derrotado por Rui Costa. Um ano antes, integrou também o processo eleitoral encarnado, ao ser proposto para a liderança da Mesa da Assembleia Geral na lista encabeçada por João Noronha Lopes, em 2020.
A decisão agora anunciada surge na sequência da integração de Benitez na plataforma UNUM, um grupo independente criado em setembro de 2026 por 32 adeptos e figuras ligadas ao universo benfiquista. Apresentada como uma "casa de ideias", a iniciativa está associada ao movimento Benfica de Todos.
Perante este novo envolvimento, o Servir o Benfica esclareceu que não faz parte de outras iniciativas promovidas por sócios, nem presta apoio institucional a esses projetos. No comunicado, o movimento oficializa, assim, o afastamento de Francisco Benitez e Guilherme Fontes, sublinhando que a decisão do antigo rosto da candidatura presidencial foi tomada a “título individual”.
Esta separação representa mais um episódio na dinâmica associativa do clube da Luz, num contexto em que diferentes grupos, como o recém formado UNUM, e plataformas procuram afirmar as suas ideias e posições sobre o futuro do Benfica.
Fernando Tavares 'explode' e aponta o que falta para Benfica ser um clube de topo mundial
15 Out 2026 | 10:24