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Futebol
01 Mar 2026 | 09:53 |
Nos últimos dias, o Observatório do Futebol publicou mais um estudo, que visa os atletas que atuam fora das cinco principais ligas europeias. Pelo que foi apurado, segundo esta entidade, Georgiy Sudakov, contratado este verão pelo Benfica, surge no pódio das possíveis transferências mais lucrativas, ficando apenas atrás de uma dupla do Porto.
Segundo o estudo partilhado pelo CIES Football Observatory, o médio ucraniano, que tem dado nas vistas com o Manto Sagrador, surge no terceiro lugar deste ranking, com um valor de mercado estimado na ordem dos 49,4 milhões de euros, ficando então apenas atrás de nomes como Victor Froholdt e Rodrigo Mora, atletas do Porto - que recentemente visou os rivais de Lisboa.
O centrocampista dinamarquês, que lidera o meio-campo portista, surge no primeiro lugar do estudo apresentado pelo CIES, com um valor de mercado estimado em 69 milhões de euros, não ficando muito à frente do colega de equipa. A promessa portuguesa, por sua vez, ocupa o segundo posto, com uma estimativa de 62,9 milhões de euros.
No entanto, não é apenas o Benfica e o Porto que aparecem representados neste estudo. A completar o top-10, o Observatório do Futebol deu conta também de João Simões. O jovem formado pelo Sporting e aposta regular de Rui Borges ocupa o sexto lugar, com uma cotação estimada em 38,7 milhões de euros.
Na presente temporada, ao serviço do Benfica, Georgiy Sudakov - avaliado em 30 milhões de euros - já realizou o total de 33 jogos oficiais: 18 na Liga Portugal Betclic, nove na Liga dos Campeões, três na Taça de Portugal e dois na Taça da Liga. Nos 2.268 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o camisola 10 registou quatro golos e cinco assistências.
Antigo dirigente do emblema vermelho e branco não ficou indiferente ao que está a acontecer e apontou principais erros cometidos pelos encarnados
01 Mar 2026 | 09:24 |
Têm sido várias as reações ao caso de Gianluca Prestianni, que despoletou durante o encontro da primeira mão da Liga dos Campeões, contra o Real Madrid. Recentemente, foi a vez de João Gabriel, antigo homem de confiança de Luís Filipe Vieira, comentar o caso e, segundo o mesmo, a reação do Benfica ao tema ficou aquém das expectativas.
João Gabriel: "A reação foi lenta, fragmentada, feita aos soluços. Não houve uma mensagem clara, imediata e inequívoca"
"Acaba sem aviso prévio, de forma brusca, e obriga-nos a reagir. Perante uma crise reputacional sem precedentes, que o episódio entre Prestianni e Vinícius trouxe, o tempo deixou de ser apenas um detalhe. Tornou-se o fator crítico", começou por escrever, no artigo de opinião publicado no jornal Record.
"Quem hesita, corre atrás dela. O Benfica hesitou. A reação foi lenta, fragmentada, feita aos soluços. Não houve uma mensagem clara, imediata e inequívoca. Perante esse vazio, a narrativa foi assumida por outros, dispersou-se e radicalizou-se (Luisão incluído) sem que o clube tivesse assumido a sua liderança", apontou João Gabriel, que, tal como Luisão, criticou a postura das águias.
João Gabriel: "O erro não foi apenas de tempo. Foi também de formato e de voz"
"O erro não foi apenas de tempo. Foi também de formato e de voz. Em crises desta natureza, o público procura um porta-voz com autoridade. Procura alguém que represente a instituição, credível e que transmita segurança. Ninguém reunia essas condições melhor do que o Presidente do clube", acrescentou.
"Nada disto resolveria a crise. Mas teria minorado os estragos, defendido a instituição, o treinador, o jogador e, acima de tudo, colocado o Benfica no comando da narrativa. As crises não são apenas momentos de risco. São momentos de prova. Testam estruturas, expõem falhas e revelam se existe preparação estratégica ou improviso", concluiu João Gabriel.
Treinador português está perto de fazer 40 encontros oficiais pelas águias e, pelo meio, tem um registo que está muito perto de quebrar
01 Mar 2026 | 08:52 |
José Mourinho está perto de bater um recorde ao serviço do Benfica. Pelo que foi apurado, nunca numa época dos encarnados um treinador tinha utilizado tantos jogadores da formação. Se o Special One continuar neste ritmo, esses números vão ser ultrapassados em breve.
Segundo deu conta o jornal A Bola, na edição de hoje, 1 de março, o Clube da Luz, em 44 jogos oficiais, 10 com Bruno Lage e os restantes 34 com José Mourinho, já viu 15 jogadores formados no Seixal a somarem minutos no plantel principal do Benfica no decorrer de 2025/26.
O número corresponde ao total de jogadores que, nos últimos anos, cumpriram formação no Benfica e que, até ao momento, já contam com minutos no plantel principal. Assim, em 2025/26, juntando-se aos nomes de António Silva, Tomás Araújo, Samuel Soares, entre outros, os dois treinadores setubalenses ainda apostaram em Rodrigo Rêgo, José Neto, Tomás Freitas, Daniel Banjaqui, Anísio Cabral - que renovou até 2031 - e Ivan Lima.
O recorde atual - que é de 16 jogadores formados - foi estabelecido na temporada de 2024/25, quando Bruno Lage lançou oito estreantes: Diogo Prioste, André Gomes, Hugo Félix, Gerson Sousa, Joshua Wynder, Nuno Félix, João Veloso e Leandro Santos, que se juntaram aos oito atletas que já estavam estabelecidos no plantel A do Benfica.
Com 11 jogos por disputar, número importante para tentar salvar da melhor forma possível a época do Benfica, José Mourinho está apenas a dois atletas de conseguir estabelecer um novo registo com a formação dos encarnados. Vale a pena recordar que o recorde pode vir a ser quebrado já esta segunda-feira, 2 de março, na visita ao Gil Vicente.
Dirigente máximo dos azuis e brancos não poupou nas palavras contra alegado tratamento contra portistas e frisa que rivais são beneficiados
01 Mar 2026 | 08:29 |
André Villas-Boas não deixou ficar a polémica em suspenso. No último dia, o presidente do Porto assinou um artigo na revista 'Dragões' onde deixou uma dura crítica aos comentadores desportivos, acusando-os de serem parciais contra os azuis e brancos. Além disso, o portista também deixou farpas aos rivais Benfica e Sporting.
André Villas-Boas: "O Porto continua a ter de travar, diariamente, um combate contra uma sucessão de insinuações e narrativas fabricadas"
"Fora do campo, o Porto continua a ter de travar, diariamente, um combate contra uma sucessão de insinuações e narrativas fabricadas que tantas vezes se afastam da isenção, do rigor e da deontologia que devem orientar quem informa, interpreta e comenta o fenómeno desportivo. Frases como: 'Aquela reação do Francisco Moura quando viu que era penálti vale...'; 'Se calhar Francisco Moura também quer ser apanha-bolas'", começou por escrever Villas-Boas.
"É parte de um padrão: um padrão que procura criar um ambiente disruptivo, condicionar perceções, fabricar suspeitas e reduzir o Porto à caricatura que lhes parece conveniente", atira Villas-Boas, apontando para casos recentes ligados aos rivais Sporting e Benfica, numa altura em que as águias reagiram à polémica no Dragão.
André Villas-Boas: "Um clube negou a entrada a um jornalista para cobertura de um jogo no seu pavilhão, violando uma série de princípios básicos de liberdade de imprensa"
"E o contraste com a realidade é, no mínimo, revelador. Nos dias seguintes a estas patéticas intervenções, vieram a público episódios que deveriam mobilizar a consciência coletiva da sociedade e do futebol português e que, ainda assim, receberam um tratamento muitas vezes tímido, seletivo ou convenientemente ignorado", constatou o dirigente dos dragões.
"Ora vejamos: um clube negou a entrada a um jornalista para cobertura de um jogo no seu pavilhão, violando uma série de princípios básicos de liberdade de imprensa e acesso à informação; um capitão de um clube pontapeou um adversário na cabeça, num ato de selvajaria, com as imagens desse lance a desaparecerem de forma enigmática", enumerou André Villas-Boas.