Futebol
Oficial! Avançado espanhol foge ao Benfica e ruma à Bélgica pela cláusula de 12M
09 Ago 2026 | 13:21
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Futebol
07 Abr 2026 | 17:48 |
No último dérbi de Istambul, Kerem Akturkoglu voltou a mostrar toda a sua frieza em momentos decisivos, marcando um penálti aos 90'+11 que deu a vitória ao Fenerbahçe frente ao Besiktas, num jogo carregado de tensão e emoções fortes, sobretudo para os adeptos de ambos os clubes. Porém , o impacto que teve em campo levou a que também tivesse fora dele, mas não pelos melhores motivos.
Pouco depois do apito final, o antigo extremo do Benfica foi alvo de uma avalanche de insultos e comentários ofensivos, incluindo ataques à sua família, comportamento que o jogador considerou inaceitável e que levou à mobilização do seu advogado, Enes Alis. Segundo o comunicado legal, os responsáveis serão alvo de ações criminais, dado que o cyberbullying excedeu os limites da liberdade de expressão e atingiu níveis de perseguição que implicam responsabilidades jurídicas.
"Foi detetado que, recentemente, através de algumas redes sociais, têm sido realizadas publicações de conteúdo insultuoso de forma sistemática contra o nosso constituinte Muhammed Kerem Aktürkoglu e a sua família. Este tipo de publicações efetuadas através das redes sociais acarreta responsabilidade criminal e jurídica. Informamos o público de que serão iniciados procedimentos criminais contra os indivíduos que, nas plataformas de redes sociais, excedam a liberdade de expressão em relação ao nosso constituinte", pode ler-se no comunicado.
O desfecho do dérbi de Istambul e a subsequente reação nas redes sociais abriram um debate sobre os limites da crítica e a proteção dos jogadores contra ataques pessoais online. Para Akturkoglu, a decisão de avançar com ação judicial envia uma mensagem clara: o respeito é obrigatório, e a exposição mediática não deve justificar insultos ou ameaças, reforçando a necessidade de responsabilização em casos de assédio digital no futebol moderno.
Kerem Aktrkoglu — atualmente avaliado em 22 milhões de euros — tem sido um dos destaques no emblema de Istambul. Na presente temporada, com a camisola do Fenerbahçe, o internacional turco completou 37 partidas oficiais. Nos 2.589 minutos em que esteve dentro das quatro linhas, o extremo somou 12 golos e sete assistências.
Central sofre com dificuldade em manter grandes sequências de jogos nos relvados, o que pode forçar uma drástica decisão das águias na janela
10 Ago 2026 | 03:00 |
O Benfica ainda pode voltar ao mercado para reforçar o eixo defensivo. O Glorioso 1904 sabe que, além do defesa que está a caminho da Luz, sendo Josip Sutalo o nome mais bem colocado, a estrutura encarnada admite avançar por mais uma solução para o setor, tendo em conta os problemas físicos de Tomás Araújo.
Ao que o nosso Jornal apurou, a situação do internacional português está a ser acompanhada com especial atenção. As limitações físicas que têm condicionado o camisola 44 levam a SAD a considerar que poderá ser necessário aumentar as opções disponíveis para a defesa.
A possível contratação de outro jogador não coloca, contudo, em causa o reforço que já está a ser preparado. O futebolista do Ajax voltou a ganhar força nas últimas semanas e surge como o principal candidato para reforçar o plantel de Marco Silva.
Mesmo com a chegada do defesa de 26 anos, a estrutura mantém em aberto a possibilidade de contratar mais um jogador para o eixo. A decisão estará diretamente ligada à evolução dlo estado físico de Tomás Araújo e à avaliação das soluções existentes no plantel ao longo das próximas semanas.
Atualmente, além do internacional português, o Benfica conta apenas com Clément Lenglet e Gabriel Índio para a posição, ambos esquerdinos. Caso a oportunidade de mercado surja, as águias admitem uma segunda contratação para dar maior profundidade ao setor.
Águias estiveram duas vezes em vantagem, mas permitiram a reação dos viseenses na segunda parte e levam apenas um ponto do encontro
09 Ago 2026 | 22:33 |
O Benfica empatou 2-2 com o Académico de Viseu, este domingo, no Estádio da Luz, na primeira jornada da Liga Portugal, jogada à porta fechada. As águias estiveram duas vezes na frente do marcador, com golos de Vangelis Pavlidis e Gianluca Prestianni, mas acabaram por permitir a reação da equipa viseense.
As águias entraram determinadas a assumir o controlo da partida e chegaram ao golo inaugural aos 10 minutos. Prestianni levantou a cabeça a partir da esquerda do meio-campo e descobriu Pavlidis com um excelente passe longo. O avançado grego recebeu de peito, aproveitou o adiantamento do guarda-redes e, já à entrada da área, finalizou com um remate colocado para fazer o 1-0.
O Benfica continuou a criar oportunidades para aumentar a vantagem, mas revelou alguma falta de eficácia no momento da finalização. Na segunda parte, o adversário entrou melhor e conseguiu chegar ao empate aos 55 minutos. Kahraman apareceu pela direita e cruzou para a pequena área, onde Rúben Pereira surgiu no sítio certo para desviar a bola para o fundo das redes, fazendo o 1-1. A resposta do Benfica não demorou. Apenas três minutos depois, aos 58 minutos, as águias voltaram para a frente do marcador.
Barrenechea encontrou Gianluca Prestianni no flanco esquerdo e o argentino fez o resto. O extremo fintou Robinho, entrou na área com grande velocidade e, já em posição privilegiada, rematou em arco para o lado direito da baliza, fazendo o 2-1.
O Académico de Viseu voltou, contudo, a responder e chegou ao segundo empate da noite aos 68 minutos. Na sequência de uma reposição lateral no lado direito, Zamora atrasou para Robinho, que teve espaço para cruzar para o coração da área. André Clóvis apareceu para finalizar de primeira, em vólei, não dando qualquer hipótese de defesa e estabelecendo o 2-2. Até ao apito final, o Benfica procurou novamente o golo da vitória, mas não conseguiu voltar a marcar.
Golo de Pavlidis (1-0):
Golo de Prestianni (2-1):
Comentador reforçou incumprimentos do Glorioso em relação a segurança e pede a Marco Silva que fale sobre como resolver o problema
09 Ago 2026 | 16:13 |
A sanção que obriga o Benfica a disputar a primeira jornada à porta fechada continua a gerar debate. No programa Mercado NOW, Vítor Pinto e analisou a decisão e as recentes declarações de Marco Silva sobre a necessidade de encontrar outras formas de evitar episódios de violência no futebol.
Vítor Pinto abordou o enquadramento da decisão das autoridades de segurança e das instâncias judiciais, apontando falhas de segurança e incumprimentos atribuídos ao Benfica. O comentador defendeu uma posição de máxima firmeza perante episódios de violência associados às bancadas.
V. Pinto: "O Benfica tem uma grande dificuldade em lidar com o lado violento dos No Name Boys"
“Tem que se cortar a direito. O Benfica tem uma grande dificuldade em lidar com o lado violento dos No Name Boys, basta ir aos emails e ver lá o que era dito pelos dirigentes do Benfica entre eles sobre o comportamento deste grupo organizado de apoio. Não é preciso estar a citar aqui só nos últimos anos, nos últimos meses, os casos em que a polícia teve de intervir em várias operações envolvendo elementos deste grupo em situações muito graves, muitas delas foras do âmbito desportivo".
As declarações de Marco Silva também foram abordadas. O treinador do Benfica defendeu que existem outras formas de evitar situações de excesso e Vítor Pinto aproveitou para questionar quais seriam essas medidas: “Marco Silva disse, e muito bem, que há outras formas de evitar situações de excessos. Então ele que diga algumas. Ele esteve em Inglaterra tantos anos. Ele quer que se adote em Portugal o mesmo regime de exclusão de Hooligans que era aplicado em Inglaterra e limpou o futebol inglês? É uma excelente sugestão ao Benfica então”.
“O Benfica foi o primeiro também a fomentar que as suas claques, porque os No Name Boys e os Diabos Vermelhos são claques, que não tinham que aderir, com pessoas com canais televisivos, doutores, figuras gradas do Benfica a defender com unhas e dentes que eles eram sócios. Como eram sócios, o Benfica não tinha possibilidade nenhuma de resolver o problema. Como se o Real Madrid e o Barcelona não tivessem excluído os adeptos violentos dos estádios”, finalizou.