Futebol
Arbitragem, agressividade do Porto e tática do Benfica: Tudo que disse Marco Silva
21 Set 2026 | 09:43
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30 Mai 2024 | 08:56 |
Agustín Giay está de volta aos planos do Benfica para a janela de verão, com Rui Costa a ter a lateral-direita, novamente, como uma das prioridades no ataque ao mercado. Contudo, a preferência acaba por estar em Marc Pubill.
Segundo informações adiantadas pelo jornal Record, esta quinta-feira, dia 30 de maio, o lateral do Almería é visto como o 'preferido' a reforçar o plantel de Roger Schmidt, contudo o negócio não parece estar a ter os contornos mais fáceis, pelo que Rui Costa aponta já para o lateral do San Lorenzo como uma 'solução'.
Com o craque na lista de alvos desde o mercado passado, a estrutura encarnada pretende mesmo encontrar um concorrente para Alexander Bah neste próximo defeso de transferências, pelo que Agustín Giay surge em bom plano, ganhando forças, tendo em conta as dificuldades enfrentadas pelo Benfica nas negociações por Marc Pubill.
Importa referir que a mesma fonte avançou com a informação de que Agustín Giay poderá despedir-se do San Lorenzo já esta quinta-feira, face aos interesses europeus (Confira mais AQUI). O lateral argentino não conta só com a atenção do Benfica, tendo ainda tubarões europeus 'à espreita'.
Agustín Giay - avaliado em 8 milhões de euros -, na recente época, alinhou em 21 partidas: 13 na Copa da Liga da Argentina, cinco na Copa Libertadores, duas na Primeira Divisão e uma na Taça da Argentina, somando um total de 1.685 minutos. O jovem apontou ainda um golo e realizou duas assistências.
O lateral-direito está ao serviço do San Lorenzo desde 2019, altura em que chegou do Club Atlético Argentino de San Carlos para representar os juvenis. Desde então, Agustín Giay passou pelos vários escalões de formação, antes de se cimentar como membro da equipa principal do San Lorenzo, na época passada.
No que toca a Marc Pubill - avaliado em 3 milhões de euros - já foi aposta em 23 encontros, onde apontou um remate certeiro e protagonizou cruzamentos para a grande área por três ocasiões, nos 1.889 minutos totalizados, esta temporada. O camisola 18 é um dos nomes fortes da formação dos rojiblancos.
Ao todo, na temporada transata, ao serviço do Levante, Marc Pubill contabiliza 31 partidas, onde registou dois golos e uma assistência. Refira-se que o craque acabou por abandonar o clube espanhol, rumando ao Almería, onde se estreou-se nesta época.
Dragões gozam com as águias após o final da 7.ª jornada e utilizam citação de Francesco Farioli sobre a arbitragem para criarem nova polémica
21 Set 2026 | 11:37 |
O FC Porto venceu o Benfica por 3-1 no Estádio do Dragão e, logo após o apito final, os dragões deixaram uma provocação nas redes sociais, recuperando uma expressão utilizada por Francesco Farioli antes do Clássico. Na conta oficial do X, surgiu a mensagem “Coisas normais”, com a palavra “estranhas” riscada. A publicação surgiu depois de Farioli ter sido questionado, na flash interview à Sport TV, sobre a arbitragem do encontro.
O treinador italiano respondeu de forma curta e direta: “Hoje, não houve coisas estranhas.” A frase acabou por ser recuperada por Marco Silva após o encontro, numa altura em que o técnico do Benfica foi confrontado com a expulsão de Clément Lenglet, ainda durante a primeira parte.
Apesar da referência às palavras do treinador portista, Marco Silva recusou entrar numa discussão sobre a arbitragem e deixou a questão nas mãos dos jornalistas: “Não vou entrar por aí. Isso não me cabe a mim responder. Ele falou de coisas estranhas, portanto entrem vocês nessa conversa com ele”, afirmou o treinador das águias.
Marco Silva preferiu, por isso, centrar o discurso naquilo que considera ser uma necessidade da equipa: maior controlo emocional perante os diferentes momentos de um jogo de elevada intensidade. “Em relação à expulsão, quero é que os meus jogadores sejam mais maduros e tenham capacidade de, havendo ou não provocações, manter o equilíbrio emocional”, acrescentou.
O Benfica acabou por sair derrotado do Dragão por 3-1, num encontro marcado pela expulsão de Lenglet e pelas críticas à arbitragem após o apito final. As águias agora voltam a campo apenas após os jogos das seleções, no dia 11 de outubro, quando recebe o Vitória de Guimarães no Estádio da Luz.
Central encarnado viu o segundo amarelo ainda na primeira parte do clássico e o especialista em arbitragem acredita em erro que prejudicou os encarnados
21 Set 2026 | 11:00 |
A equipa de Marco Silva ficou reduzida a 10 jogadores ainda na primeira parte do clássico com o Porto após Lenglet ver o segundo amarelo. Contudo, na visão de Jorge Coroado, a expulsão do central do Benfica foi uma má decisão por parte de Miguel Nogueira.
“O comportamento foi antidesportivo e não violento ou grosseiro. Contudo, André Silva, pela provocação, justificava cartão amarelo. Face à gestão disciplinar efetuada, para ambos justificava-se uma chamada de atenção".
O presidente do Benfica, Rui Costa, fez muitas reclamações em relação à arbitragem após o jogo. De acordo com o dirigente, há uma dualidade de critérios nas decisões envolvendo o seu Clube e o Porto, onde não vê tamanho rigor com os Dragões.
“Há uma dualidade tremenda onde o Benfica foi extremamente punido nisso, porque a quantidade de faltas que o FC Porto faz, para além da falta normal e que não é punida com amarelo, vai dando força a uma equipa e vai tirando a outra. Há uma série de entradas, há uma série de faltas de jogadores do FC Porto que têm de ser punidas, mesmo antes da expulsão do Lenglet”.
Já Marco Silva falou em condicionamento da arbitragem durante a semana: “Em relação à expulsão, não vou fazer qualquer comentário. Se o clube tiver de dizer alguma coisa em relação ao jogo, deve dizê-lo. Não sei se irei conseguir continuar assim até ao final da época. Venho de uma cultura diferente. Aqui, infelizmente, consegue-se condicionar os árbitros antes dos jogos, depois dos jogos e durante a semana, de todas as formas possíveis, e por vezes dá resultado”.
Presidente acredita em critérios diferentes nas decisões da arbitragem durante o Clássico com os dragões e vê rigor maior com as águias
21 Set 2026 | 10:23 |
Rui Costa não escondeu a insatisfação com a arbitragem de Miguel Nogueira após a derrota do Benfica por 1-3 diante do FC Porto, no Estádio do Dragão. O presidente encarnado apontou uma alegada "dualidade de critérios", sobretudo no capítulo disciplinar, embora tenha reconhecido também os erros cometidos pela própria equipa.
Rui Costa sobre o Porto - Benfica: "acho que há uma dualidade tremenda..."
À saída do estádio, o líder das águias começou por destacar a entrada forte do Benfica no encontro, lamentando que a expulsão de Lenglet, aos 35 minutos, tenha condicionado o resto da partida: "O Benfica entrou muito bem neste jogo. Entrou a mandar no jogo como estrategicamente o Marco Silva tinha pedido aos jogadores. Fizemos uma primeira meia hora muito boa, apesar de, no único deslize que tivemos, acabar por sofrer um golo", começou por dizer.
Rui Costa considera que a igualdade numérica poderia ter alterado o desenrolar do encontro, tendo em conta aquilo que o Benfica conseguiu produzir nos primeiros minutos: "Claro que jogar aqui com 10 elementos não é a mesma coisa que jogar 11 para 11, e acredito que, se assim fosse, o resultado tinha sido diferente, ou o jogo tinha sido diferente, por aquilo que estávamos a fazer", afirmou.
Sobre o cartão vermelho mostrado a Lenglet, o presidente encarnado não quis contestar diretamente a decisão de Miguel Nogueira, mas considerou que o defesa francês, já amarelado, deveria ter evitado o contacto: "Não vou estar a discutir a expulsão do Lenglet, apesar de, se vocês analisarem, o André Silva queixar-se da cara quando é uma pequena, uma ligeira pancada na nuca - nem sequer é na cara. Mas não vou estar a discutir o lance, porque sobretudo aqui, depois de ter um amarelo, não pode arriscar uma ação daquelas", explicou.
"Em relação à dualidade de critérios, sobretudo no fator disciplinar, acho que há uma dualidade tremenda. Há uma dualidade tremenda onde o Benfica foi extremamente punido nisso, porque a quantidade de faltas que o FC Porto faz, para além da falta normal e que não é punida com amarelo, vai dando força a uma equipa e vai tirando a outra. Há uma série de entradas, há uma série de faltas de jogadores do FC Porto que têm de ser punidas, mesmo antes da expulsão do Lenglet. Vejo o Prestianni levar um amarelo por mostrar a cara cheia de sangue ao árbitro, numa pancada que levou quase sem bola e que nem sequer sancionada foi", referiu.
Apesar das críticas à arbitragem, o presidente do Benfica fez questão de reconhecer que a equipa também cometeu erros durante o encontro: "Não eliminando os erros que nós cometemos - porque depois acabámos por cometer erros -, a dualidade de critérios, sobretudo no critério disciplinar, foi por demais exagerada", concluiu.
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