Futebol
Juventus está em contactos por Trubin e Benfica já definiu valor para vender guarda-redes
15 Jul 2026 | 16:56
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16 Set 2024 | 13:45 |
A um dia do duelo entre o Real Madrid e o Estugarda, a contar para a Liga dos Campeões, Fernando Meira, antigo futebolista que passou pelo Benfica e vestiu, durante cinco temporadas e meia, a camisola do clube alemão, recorda a saída do Clube da Luz e revela que ela não foi assim tão difícil de fazer.
“Foi fácil tomar a decisão porque o Benfica atravessava um momento complicado [n.d.r. sob a liderança de João Vale e Azevedo]. Era capitão, mas havia muita instabilidade. O diretor desportivo do Estugarda veio várias vezes a Lisboa para tentar contratar-me, senti-me muito querido pelo clube. Também queria um novo desafio. A Alemanha foi importante para mim porque cresci como jogador e como pessoa. É um país bem organizado, muito disciplinado, há muita organização dentro e fora do campo. Foi uma grande aprendizagem", explicou o antigo defesa ao jornal espanhol “As”.
Sobre o panorama do futebol, o antigo jogador aponta as mudanças na individualidade dos atletas. “Fisicamente os atletas são mais resistentes. Há cada vez mais equilíbrio, as equipas são organizadas. No entanto, penso que ao protótipo do futebolista atual falta liderança. Antes tínhamos jogadores com mais personalidade, mais líderes, que traziam mística aos clubes que representavam. Na minha geração e nas anteriores, viveu-se de outra maneira. Hoje temos muitas redes sociais e é mais difícil para um treinador criar e reforçar um balneário”, disse Fernando Meira.
Sobre o encontro desta terça-feira, Fernando Meira não tem dúvidas sobre quem é o favorito: "O Real Madrid. O Estugarda não tem nenhuma responsabilidade de ganhar no Bernabéu. Mas também não será fácil para os 'blancos'. É um novo Real Madrid e já têm complicações, com os lesionados e o seu estilo de jogo”, disse o agora comentador e empresário.
De recordar que Meira vestiu a camisola da equipa principal do Benfica em 2000/2001 e em 2001/2002. O antigo futebolista contou com um total de 55 partidas ao serviço das águias, nas quais somou dois golos.
Conhecido ator e adepto encarnado analisou possível saída de pupilo de Marco Silva, que tem sido muito cobiçado neste mercado
16 Jul 2026 | 03:00 |
Joaquim Nicolau afirma que o valor de mercado de Andreas Schjelderup está acima dos 50 milhões de euros. Neste Exclusivo Glorioso 1904, o ator e conhecido adepto do Clube encarnado analisou a exibição da equipa de Marco Silva contra o Flamengo, abordou a iminente saída de António Silva, destacou o perfil do central que Rui Costa deve contratar para o eixo da defesa e comentou os rumores de mercado sobre o extremo norueguês.
J. Nicolau: "Coletivamente o Benfica vai jogar melhor, mas individualmente há muita mexida para fazer"
"Jogo contra o Flamengo? Gostei dos posicionamentos da equipa. Coletivamente o Benfica deve jogar melhor, mas individualmente há muitas mexidas para fazer, caso contrário não acredito. Falta um '6' de qualidade e o José Neto é melhor do que Samuel Dahl", começou por dizer ao nosso Jornal.
António Silva já tomou uma decisão quanto ao seu futuro e pretende deixar o Benfica durante o atual mercado de verão. Sobre este desfecho, o ator foi muito claro em relação ao jovem atleta: "António ou renova ou sai", comentou.
J. Nicolau: "O perfil deve ser de central experiente, mas com margem de progressão"
Relativamente ao perfil do substituto, Joaquim Nicolau pede um reforço com experiência mas ainda com potencial. "O perfil deve ser de central experiente, mas com margem de progressão. No entanto, o titular deve ser Tomás Araújo ao lado de Clément Lenglet".
Para concluir, o adepto benfiquista sustentou que a Direção liderada por Rui Costa deve subir a parada para libertar Andreas Schjelderup, sobretudo após as exibições no Mundial. "Schjelderup vale mais do que 50 milhões de euros depois do Mundial, até porque a sua cláusula de rescisão é de 100 milhões", finalizou.
Clube encarnado somou mais um jogo sem triunfar em jogo de preparação diante de adversário da terceira divisão nacional, no Seixal
15 Jul 2026 | 17:39 |
Depois do empate (0-0) contra o Sintrense, o Benfica B voltou a não conseguir vencer, esta quarta-feira (1-1) frente ao Lusitano de Évora, da Liga 3, no segundo jogo de preparação para a época 2026/27, disputado no Benfica Campus, no Seixal.
O avançado Gustavo Ferreira inaugurou o marcador para as águias, aos 24 minutos, mas na segunda parte os comandados de Nélson Veríssimo não conseguiram evitar o empate dos alentejanos à passagem dos 61', por Ousmane Diagne.
Os benfiquistas atuaram de início com Arnas Voitinovicius, Duarte Soares, Martim Ferreira, Guilherme Gaspar, João Capucho, Rafael Quintas, Stevan Manuel, Tiago Freitas, Peter Edokpolor, Tiago Rodrigues e Gustavo Ferreira.
No encontro, o treinador da equipa secundária do Benfica utilizou ainda Luiz Xavier, Diogo Coelho, João Fonseca, Ricardo Neto, Tiago Parente, Nuno Félix - que está de saída - , Isaac Ferreira, Francisco Neto, Ruben Correia, Diego Castel Branco, João Afonso e Tomás Soares.
Os próximos jogos de preparação do Benfica B, cuja estreia na 2.ª Liga será diante do Leixões, no fim de semana de 8 e 9 de agosto, realizam-se no sábado, dia 18, pelas 10:30, no Seixal, com o Torreense, e às 19:00, em São Brás de Alportel, com o Farense, clubes que também competem na segunda divisão.
Jogador garante não ter nenhum motivo para querer voltar atrás de suas decisões, mesmo que não aconteça da forma como imaginava
15 Jul 2026 | 17:37 |
Cher Ndour recordou a passagem pelo Benfica quando fez uma retrospetiva da carreira e explicou as razões que o levaram a trocar a Atalanta pelo Clube da Luz ainda em idade de formação. Aos 21 anos, o médio italiano prepara-se para iniciar a segunda temporada completa ao serviço da Fiorentina, depois de uma época de afirmação em que somou 47 jogos, sete golos e três assistências pelo conjunto viola.
O futebolista aproveitou ainda a conversa para revisitar os momentos mais marcantes da sua ainda curta carreira, que já passou por Benfica, saindo a custo zero para o PSG. Formado durante sete anos na Atalanta, revelou que chegou a recusar uma proposta da Juventus antes de optar pelo projeto do Benfica, decisão que, garante, nunca colocou em causa. A entrevista foi dada para o Gazzetta dello Sport.
"Pelo meu caráter, tenho tendência a estagnar, preciso de estímulos. O Benfica trabalha bem com os jovens, e aceitei também graças aos meus pais, que me apoiaram. Os primeiros meses foram difíceis, havia a pandemia de Covid-19 e fazíamos tudo por videochamada...", afirmou.
O médio explicou ainda que nunca se arrependeu da mudança para Lisboa, apesar de reconhecer que a opção mais confortável teria sido permanecer em Bérgamo: "Nunca me arrependo das escolhas que faço. Naquela altura, era certo ficar na Atalanta, onde tinha entrado na formação aos 10 anos. Era demasiado novo para me mudar para um internato", confessou.
Durante a entrevista, Ndour recordou também um dos momentos mais marcantes da passagem pelo Benfica: a qualificação para a final da UEFA Youth League, depois de eliminar a Juventus nas grandes penalidades: "Depois, venci a Juventus nos penáltis na meia-final da Youth League com o Benfica e, este ano, marquei em Turim: a maior alegria, a par do golo contra o Inter, talvez um pouco mais por causa da rivalidade histórica entre as claques".