Futebol
Futebolista que passou pelo Benfica 'preso' no Qatar por causa do conflito no Médio Oriente
09 Mar 2026 | 16:21
Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
09 Mar 2026 | 17:41 |
O clássico entre Benfica e Porto terminou empatado (2-2), depois de os encarnados recuperarem de uma desvantagem de dois golos registada ao intervalo. Um dos momentos do encontro ocorreu aos 40 minutos, quando Oskar Pietuszewski marcou o segundo golo dos dragões, após ultrapassar Otamendi numa jogada em velocidade.
O lance rapidamente gerou reações nas redes sociais, não apenas pelo desfecho da jogada, mas também pela presença do árbitro João Pinheiro no enquadramento da ação ofensiva. O juiz acompanhou o lance em corrida e acabou por ganhar terreno a vários jogadores do Benfica.
Durante a recuperação defensiva, João Pinheiro deixou para trás atletas como Enzo Barrenechea e Tomás Araújo. A situação foi também visível na disputa com Richard Ríos, que iniciou a corrida praticamente no mesmo ponto do árbitro.
O médio colombiano acabou por ultrapassar o árbitro apenas quando este reduziu a velocidade, já numa fase posterior da jogada. Desse modo, o momento protagonizado pelo juiz da AF Braga tornou-se um dos mais comentados do encontro nas plataformas digitais.
Recorde-se que após a partida, João Pinheiro continuou no centro das atenções. Ambos os emblemas ficaram 'presos' for mais de duas horas na Luz, devido à demora do árbitro relativamente à conclusão do relatório de jogo.
Antigo candidato à presidência do Clube da Luz mostrou-se insólito em reação ao momento, que numa primeira visão, protagonizou o pós-Clássico
09 Mar 2026 | 17:18 |
João Diogo Manteigas, antigo candidato à presidência do Benfica, reagiu, esta manhã de segunda-feira, à notícia de que o Porto deixou o Estádio da Luz mais de duas horas após o final do Clássico (2-2), devido a uma reunião de João Pinheiro com Lucílio Baptista sobre o trabalho efetuado na partida — sendo recentemente confirmado que não foi essa a razão pela demora.
J. D. Manteigas: "Pareceu mais uma consulta de psicologia imediata para dar conforto nos erros e moral para o futuro"
"Nem todos os árbitros precisam de mentores pós-jogos. Aos árbitros mais novos, até se pode aceitar que faça sentido. Até determinado ponto. Mas para árbitros internacionais, já com experiência de jogos de nível (e risco) elevado, isto mais parece uma consulta de psicologia imediata para dar conforto nos erros e moral para o futuro", começou por escrever, na rede social 'LinkedIn'.
Em consequência, João Diogo Manteigas, apontou: "Em pós-jogos, a pressão que os árbitros sofrem por erros cometidos VS a sua eventual satisfação pessoal pelo trabalho realizado e o escrutínio a que vão ser sujeitos com influência mediática, fazem parte da sua preparação e molda-os para se assumirem como verdadeiros “profissionais”."
J. D. Manteigas: "Falta mais vigilância. Sobretudo, de fora para dentro"
Para o advogado, a participação 'exterior' também deve contar: "Falta mais vigilância. Sobretudo, de fora para dentro. Dos Clubes e Sociedades Desportivas. Não só dos membros do Conselho de Arbitragem ou dos diretores técnicos da Federação ou da Liga nomeados para aquele efeito. Todos têm uma palavra para ajudar a definir o sistema (num sentido não pejorativo).
Ao concluir, o antigo candidato à presidência do Benfica foi bastante direto: É necessário que o público em geral - sócios, adeptos, jornalistas, demais interessados - tenham acesso aos relatórios dos observadores dos árbitros, às avaliações que determinam as descidas e subidas de categorias (árbitros e VAR), à justificação para a nomeação em determinados jogos para se apurar a existência de "desvios padrão”, às comunicações “VAR” para detetar em debate, livremente e sem rodeios."
Professor de Economia e adepto das águias analisou empate com os dragões (2-2) deixando algumas críticas a jogadores da equipa encarnada
09 Mar 2026 | 17:10 |
O empate entre Benfica e Porto (2-2) originou algumas críticas a jogadores da equipa encarnada. O professor de Economia e adepto das águias, Pedro Brinca, realçou os erros individuais que marcaram a primeira parte, destacando especialmente os de Nicolás Otamendi.
P. Brinca: "Nicolás Otamendi a cometer erros individuais graves na origem dos dois golos”
“Durante 45 minutos, o Benfica foi uma sombra de si próprio, sem critério na construção, sem capacidade de travar as transições portistas e com Nicolás Otamendi a cometer erros individuais graves na origem dos dois golos”, escreveu no jornal 'Record'.
Sobre Oskar Pietuszewski, frisou a classe do adversário: “O capitão, campeão do Mundo em título mas que chegou ao clássico fisicamente condicionado, viu Pietuszewski - o mais jovem de sempre a marcar ao Benfica num clássico com apenas 17 anos - driblá-lo e sentá-lo no relvado antes de bater Trubin”.
O cronista elogiou a reação do Benfica na segunda parte, que considerou decisiva para o empate: “As substituições de Mourinho, em particular a entrada de Lukebakio e depois de Barreiro, alteraram a dinâmica do jogo. Schjelderup, figura do encontro, deu o mote com o 2-1. E Leandro Barreiro, assistido por Ivanovic, selou o empate com uma finalização de primeira que nos devolveu a esperança”.
No entanto, Pedro Brinca alertou que o resultado continua a ser insuficiente para as ambições do Benfica: “Estamos a sete pontos do Porto, com nove jornadas por disputar. A matemática ainda permite sonhar, como insiste Otamendi, mas a realidade é que este Benfica de Mourinho soma zero vitórias frente aos rivais diretos: duas derrotas e quatro empates em seis jogos contra Porto, Sporting e Braga”.
Por fim, o adepto encarnado criticou também o ambiente fora das quatro linhas: “Acresce a tudo isto o espetáculo lamentável fora das quatro linhas: pirotecnia que interrompeu o jogo logo aos quatro minutos, uma pedrada no roupeiro portista, e Mourinho expulso por, segundo o próprio, o árbitro ter considerado que rematou uma bola para o banco do Porto, o que é falso, já que a bola foi para o público”.
Antigo internacional português mostrou-se bastante crítico em relação ao desempenho das águias em 2025/26 e não poupou nas críticas a José Mourinho
09 Mar 2026 | 16:38 |
Álvaro Magalhães analisou, esta segunda-feira, dia 9 de março, a temporada do Benfica na sequência do empate frente ao Porto (2-2). O antigo internacional português mostrou-se bastante crítico em relação ao desempenho das águias em 2025/26, considerando que a campanha da equipa tem sido um "desastre".
Álvaro Magalhães: "O Benfica, acho que ainda tem uma eterna esperança no campeonato, mas é uma época que é um desastre, totalmente”
“Uma época que não é para esquecer. É preciso fazer uma análise daquilo que se está a fazer, este ano. O Benfica, acho que ainda tem uma eterna esperança no campeonato, mas é uma época que é um desastre, totalmente”, afirmou numa entrevista concedida à Antena 1.
O ex-defesa, que representou o clube da Luz enquanto jogador e também integrou a equipa técnica na altura de Gianluca Trapattoni, reforçou que os resultados da temporada estão longe daquilo que era esperado no início do ano. “Com o investimento que foi feito para esta época, o objetivo era ganhar o campeonato, ganhar a Taça de Portugal... Ir, também, o mais longe possível, na Liga dos Campeões", acrescentou.
Sobre o Clássico, Álvaro Magalhães considerou que houve várias falhas na exibição encarnada: “Muitos espaços nos três setores, defesa, meio-campo e ataque. Havia muitos espaços, e claro que o Porto tem jogadores de grande nível”, explicou.
Por fim, deixou críticas à gestão do treinador encarnado, José Mourinho, sobretudo no que diz respeito às substituições: “As alterações foram tardias, mas é normal. O Mourinho tem-nos habituado a isso mesmo. Temos de afirmar que as alterações foram tarde demais”, concluiu.