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Futebol
12 Jan 2023 | 15:17 |
Nuno Marques, antigo guarda-redes que fez a sua formação no Benfica e que atualmente vive na Noruega, conhece bem os novos reforços de Roger Schmidt – um deles já confirmado (Saiba mais AQUI) – e analisou os craques com “olhos de ver”, garantindo que apenas “precisam que alguém lhes explique o que é o Benfica” e a sua grandiosidade enquanto Clube.
“É interessante o Benfica estar a olhar para os jovens cá de cima. Não acontecia desde o tempo de Eriksson, dos suecos. Já era altura de o Benfica vir à pesca”, começa por dizer.
“Schjelderup, se evoluiu como evoluiu, é porque é mesmo bom. Faz lembrar Di María. E há algo muito importante na atitude e mentalidade pela origem do norte da Noruega. É terra fria, de pescadores, as pessoas são rijas”, começou por dizer o ex-Benfica, agora professor e autarca, na Noruega, sobre o craque que deverá ser anunciado dentro em breve, no Benfica (Saiba mais AQUI).
Já sobre Casper Tengstedt, o antigo guardião do Glorioso acha que “tem um bocadinho de Harry Kane. Não estou a vê-lo a ser logo titular, há a adaptação, mas joga bem de costas para a baliza e movimenta-se bem”.
“Espero que tenha uma boa estrutura de apoio, precisam de acompanhamento da família, dos colegas, do treinador. Precisam que alguém lhes explique o que é o Benfica. Tudo é diferente, o clima, a alimentação, é outra realidade e mentalidade”, sublinha.
Sobre Roger Schmidt e a importância que terá na carreira e rotina dos nórdicos, Nuno Marques também tem uma palavra a dizer. “É muito importante para o Benfica ter um treinador alemão, a mentalidade é muito parecida com a dos jogadores nórdicos, que apreciam a educação e o respeito, a forma como um treinador lida com eles. Não gostam de treinadores que estejam sempre aos gritos”, concluiu o português.
Nuno Marques, agora com 41 anos, fez parte dos escalões de formação do Benfica, onde alinhou 28 vezes, entre 1999/2000 e 2001/2002. Como jogador, o último clube por onde passou foi o Notodden, da Noruega, onde mais tarde assumiu funções como treinador de guarda-redes.
Lateral que pertence às águias continua na mira do clube italiano, mesmo após não exercer cláusula de compra estipulada no empréstimo
22 Jun 2026 | 15:30 |
O Torino continua atento à situação de Rafael Obrador e não abandonou a intenção de garantir a contratação definitiva do lateral-esquerdo espanhol do Benfica. Apesar de ter optado por não ativar a cláusula de compra de 9 milhões de euros prevista no acordo de empréstimo, o clube italiano mantém contactos com o entorno do jogador e procura uma solução que permita concluir o negócio em condições mais favoráveis.
A passagem de Obrador pelo futebol italiano foi considerada positiva e convenceu os responsáveis do Torino quanto ao potencial do defesa de 22 anos. No entanto, o valor estipulado para a aquisição definitiva continua a ser visto como elevado pela administração do clube transalpino, que procura agora encontrar uma fórmula financeira que torne a operação mais acessível.
Segundo informações avançadas pelo Tuttosport, o diretor desportivo Gianluca Petrachi tem trabalhado nos bastidores para apresentar uma nova proposta ao Benfica. Entre os cenários equacionados surge a possibilidade de um novo empréstimo, desta vez acompanhado por uma cláusula de compra obrigatória.
Nesse modelo, o Torino avançaria já com o pagamento de 25 por cento do valor inicialmente definido, o equivalente a cerca de 2,25 milhões de euros, ficando o montante restante liquidado durante o ano de 2027. A solução permitiria ao clube italiano diluir o investimento e, ao mesmo tempo, assegurar a permanência de um jogador que deixou boas indicações durante a última temporada.
Do lado encarnado, a situação de Rafael Obrador continua a ser acompanhada com atenção numa fase em que o Benfica procura definir o plantel para a temporada 2026/27. O lateral espanhol regressou à Luz após o período de empréstimo, mas o seu futuro permanece em aberto, podendo voltar a sair caso surja uma proposta considerada vantajosa para todas as partes envolvidas.
Argentino não vive momento esperado com a camisola do Atlético de Madrid e pode rumar a Arábia Saudita para seguir a carreira
22 Jun 2026 | 14:00 |
Thiago Almada poderá estar a caminho da Arábia Saudita. O Al Ahli está interessado na contratação do médio argentino e prepara uma proposta na ordem dos 26 milhões de euros para tentar convencer o Atlético de Madrid a libertar o jogador. O internacional argentino volta assim a agitar o mercado de transferências, depois de ter sido um dos nomes mais falados no universo benfiquista durante o verão passado, avançou o jornalista Germán García Grova, da TyC Sports.
Recorde-se que Thiago Almada esteve na mira do Benfica antes de rumar à capital espanhola. Na altura, os encarnados acompanharam atentamente a situação do médio, mas acabaram por perder a corrida para o Atlético de Madrid. Os colchoneros avançaram com uma proposta de cerca de 25 milhões de euros por 50 por cento do passe do jogador, que representava então o Botafogo, garantindo a contratação de um dos talentos mais promissores do futebol sul-americano.
Apesar das expectativas criadas em torno da transferência, Almada não conseguiu afirmar-se de forma consistente na equipa orientada por Diego Simeone. Ao longo da temporada, o argentino participou em 40 encontros oficiais, nos quais marcou quatro golos e somou duas assistências. Ainda assim, os números de utilização revelam uma realidade menos positiva para o jogador.
Segundo informações avançadas pela imprensa internacional, Almada tem vindo a perder protagonismo no Atlético de Madrid, sendo atualmente um dos atacantes menos utilizados do plantel. A substituição ao intervalo no mais recente encontro frente ao Osasuna terá reforçado a perceção de que o argentino atravessa um período de menor influência na equipa madrilena.
Perante este cenário, o Al Ahli procura aproveitar a oportunidade para reforçar o plantel com um jogador de reconhecida qualidade técnica e experiência internacional. A confirmar-se o interesse e uma eventual proposta formal, Thiago Almada poderá tornar-se mais um dos nomes sonantes a rumar ao futebol saudita, numa fase em que vários clubes da liga local continuam a investir fortemente na contratação de jogadores provenientes das principais competições europeias.
Maria Krivopishina dirige academia das águias na Ucrânia e foi incluída em lista de procurados internacionalmente após denúncia recente
22 Jun 2026 | 13:21 |
Maria Krivopishina, diretora da Academia do Benfica na Ucrânia, foi incluída na lista de pessoas procuradas internacionalmente pela Interpol no âmbito de uma investigação relacionada com a morte de uma criança de 10 anos durante um estágio de jovens futebolistas realizado em agosto de 2023.
A informação foi avançada pelo portal ucraniano Sport.ua, que cita uma notificação alegadamente recebida por Svitlana Honcharuk, mãe da criança falecida, por parte das autoridades policiais. Segundo a mesma fonte, a responsável encontrar-se-á fora da Ucrânia, circunstância que levou as autoridades a avançarem com procedimentos destinados à sua eventual extradição.
De acordo com documentos da Procuradoria-Geral da Ucrânia citados pelo portal football24.ua, Maria Krivopishina é suspeita da prática de infrações previstas no artigo 271.º, n.º 2, do Código Criminal ucraniano, referente à violação de normas de segurança laboral que resulte na morte de uma pessoa.
Segundo a investigação, terão sido identificadas alegadas falhas graves no cumprimento de medidas de segurança durante a realização do acampamento da Academia do Benfica, conclusões que, de acordo com as autoridades, terão sido sustentadas por perícias forenses. Entretanto, um tribunal ucraniano ordenou a detenção da suspeita na sua ausência, decisão que viria a ser posteriormente confirmada pelo Tribunal de Recurso de Kiev.
O caso remonta a agosto de 2023, durante um estágio realizado nas instalações da Vila Olímpica, nos arredores de Kiev, onde funciona a Academia do Benfica na Ucrânia. Segundo a investigação, um treinador terá levado um grupo de crianças para nadar num lago com cerca de nove metros de profundidade, alegadamente sem assegurar a supervisão adequada de adultos. Entre os participantes encontrava-se Ivan Honcharuk, de 10 anos, que, segundo as autoridades, não sabia nadar e acabou por se afogar.
De acordo com os relatos divulgados pela imprensa ucraniana, os pais da criança tentaram contactar repetidamente a administração do acampamento no dia do incidente, mas alegam não ter obtido resposta. Ainda segundo essas informações, a confirmação da morte do filho teria chegado apenas através das autoridades policiais.