Futebol
Rui Pedro Braz aponta figura-chave do Benfica como "um dos melhores do mundo"
28 Set 2026 | 13:30
Receba as principais notícias do Glorioso 1904 no seu WhatsApp!
Futebol
28 Set 2026 | 17:26 |
Jakub Kaminski sofreu uma lesão muscular no adutor ao serviço da seleção da Polónia e deixou uma explicação que coloca a pouca utilização sob o comando de Marco Silva na origem da questão. O extremo foi titular no empate 0-0 frente à Bósnia, mas abandonou o relvado aos 25 minutos, depois de sentir dores na região.
J. Kaminski: "Faço tudo o que posso para me manter em forma, mas não é fácil quando te faltam minutos de jogo"
Questionado sobre se a lesão poderia estar relacionada com a falta de minutos, o atacante não escondeu a ligação. "É uma boa pergunta, e tem algo a ver com isso. Quando jogo regularmente, a minha condição física é melhor e sinto-me melhor. Fora do campo, faço tudo o que posso para me manter em forma, mas não é fácil quando te faltam minutos de jogo. O treino é outra coisa", afirmou à TVP Sport.
Kaminski explicou ainda que decidiu sair do encontro assim que percebeu que estava em dificuldades físicas. "Em determinado momento, senti que estava com problemas no músculo adutor e decidi que permanecer em campo só pioraria a lesão", revelou.
O extremo tem procurado ganhar espaço nas escolhas de Marco Silva e recordou o desempenho diante do Milan: "Farei tudo o que puder para dar ao treinador um motivo, como fiz contra o Milan em San Siro, quando marquei e dei uma assistência. Pretendo lutar pelo meu lugar. Essa é a única maneira de provar o meu valor. Os começos costumam ser difíceis, e acredito que no Benfica o melhor ainda está por vir. Estou a desfrutar de cada momento neste clube e estou convencido de que estou a evoluir. Só o facto de representar uma equipa como esta já é um desafio; saber que tenho de estar constantemente pronto para enfrentar a pressão dá-me força. Gosto destes desafios e dou-me tempo para ganhar mais minutos. A paciência e o trabalho duro são fundamentais", disse.
Apesar da concorrência, garante que continua determinado a conquistar o seu espaço: "Todos querem jogar, todos querem minutos, e a qualidade dos jogadores é enorme. Este é o balneário mais forte em que já estive", reconheceu. O polaco terá agora de recuperar do problema no adutor, depois de admitir que a reduzida utilização no Benfica, onde procura convencer Marco Silva, poderá ter pesado na condição física que apresentou.
Jogador tem demonstrado fragilidades neste aspecto do jogo, o que faz com que treinador tenha mais cautelas com oportunidades
28 Set 2026 | 17:02 |
Souffian El Karouani ainda tem aspetos a melhorar no Benfica. Segundo o Correio da Manhã, Marco Silva tem puxado pelo atleta a nível físico, mas sobretudo corrigir determinados posicionamentos defensivos, confirmando assim um Exclusivo Glorioso 1904 do passado dia 16 de setembro.
O novo jogador esteve nos Países Baixos, onde desenvolveu grande parte da carreira. O contexto competitivo neerlandês é conhecido pela valorização da componente ofensiva e pela liberdade dada aos laterais para participar na construção e no último terço, algo que ajudou El Karouani a apresentar números de destaque nas assistências para golo.
No entanto, a realidade encontrada na Luz é diferente. Marco Silva pretende que o lateral seja mais consistente nos momentos sem bola, aumentando o compromisso defensivo e a capacidade de cumprir as tarefas exigidas pela equipa.
Apesar da qualidade que El Karouani já demonstrou no capítulo ofensivo, o treinador do Benfica entende que o jogador precisa de se adaptar a uma nova realidade. Na Luz, a exigência é superior e todos os elementos têm de apresentar maior equilíbrio entre aquilo que fazem com e sem bola.
A ideia passa por potenciar as suas qualidades ofensivas sem descurar um capítulo considerado fundamental no modelo de jogo. El Karouani tem, assim, pela frente um período de adaptação ao futebol português e às exigências da equipa.
Com 662 jogos realizados e sete campeonatos italianos conquistados, ex defesa referiu que encarnados "jogaram com um cigarro na boca"
28 Set 2026 | 16:23 |
Alessandro Costacurta fez uma análise ao arranque de temporada do Milan e admitiu ter ficado preocupado com aquilo que viu diante do Benfica. A antiga glória dos rossoneri considera, ainda assim, que existem sinais positivos na equipa italiana e defende que Ruben Amorim deve ter tempo para implementar as suas ideias.
A. Costacurta: "Os portugueses jogaram com um cigarro na boca"
Em entrevista ao Corriere della Sera, não escondeu a desilusão com a exibição frente às águias: "Contra o Benfica fiquei preocupado porque o Milan não percebeu como podia criar dificuldades aos adversários e não procurava a profundidade. Até eu poderia ter jogado aos 60 anos, visto que os defesas nunca foram obrigados a fazer um sprint. Os portugueses jogaram com um cigarro na boca", analisou.
Costacurta encontrou, contudo, motivos para estar mais otimista depois do encontro com o Lecce (3-0): "Contra o Lecce vi um Milan diferente daquele dos últimos anos, com mais iniciativa, e isso promete. Acho que é um pouco cedo para fazer juízos de valor, mas a equipa enviou mensagens na direção certa. Penso que quer reconquistar San Siro: a verticalidade no jogo, a tentativa de se ajudarem mutuamente e de serem uma equipa, ou seja, todos ou ninguém. Foram mensagens que notei a espaços, mas, no fundo, vejo a luz", afirmou.
O ex defesa também pediu paciência para Ruben Amorim, lembrando que os primeiros tempos de um treinador podem ser particularmente complicados: "Os primeiros dois meses são difíceis. Lembro-me de que até o Sacchi esteve em risco de ser despedido no início. É justo dar-lhe tempo", recordou.
Com 662 jogos realizados pelo Milan e sete campeonatos italianos conquistados, Costacurta deixou ainda críticas a alguns jogadores do plantel. "Se o Estupiñán continuar a cometer estes erros, como no golo do Cancellieri contra a Lazio, não pode ser titular. Primeiro deveria fazer um curso para aprender a marcar na área. O Loftus-Cheek tem um potencial enorme, mas pode fazer melhor. Naturalmente, refiro-me ao presente. Enquanto não recuperarem, é melhor que fiquem no banco", aconselhou.
Jogador está a impressionar cada vez mais e a evolução do pupilo de Marco Silva já não passa despercebida aos próprios companheiros
28 Set 2026 | 13:54 |
Andreas Schjelderup está a impressionar cada vez mais na seleção da Noruega e a evolução do extremo do Benfica já não passa despercebida aos próprios companheiros. O jogador foi titular no lado direito do ataque frente a Portugal, no encontro que terminou com uma vitória lusa por 2-1, e voltou a deixar boas indicações.
Patrick Berg é um dos que melhor conhece a transformação do jogador encarnado e garante que a evolução já era evidente antes da participação no Mundial. O médio recordou os primeiros treinos de preparação para a competição e ficou surpreendido com aquilo que encontrou no jovem extremo.
P. Berg: “Quase extraterrestre! E quando chegámos aos treinos na preparação para o Mundial, pensei imediatamente: 'Uau, algo aconteceu aqui'
“Quase extraterrestre! E quando chegámos aos treinos na preparação para o Mundial, pensei imediatamente: 'Uau, algo aconteceu aqui'. Ele já era ridiculamente bom nessa altura, fez um Mundial fantástico e está a mostrar agora que é um jogador de classe mundial”, afirmou Berg, em declarações à NRK.
Além do mais, destacou ainda duas características que, na sua opinião, ajudam a explicar a transformação: “É um pouco a sua explosividade. Tornou-se mais implacável também. No um contra um, ele mantém um nível nos treinos em que, por vezes, quase não se acredita possível”, explicou, citado pela Nettavisen.
Também Leo Ostigard, defesa do Génova, ficou rendido ao que tem observado nos trabalhos da seleção: “Se o tivessem visto nos treinos, não ficariam chocados com isto. Tivemos um jogo de cinco contra cinco em campo reduzido no outro dia. Muitos acabaram por comer um pouco de relva e outras coisas”, afirmou.
Schjelderup endiabrado contra Portugal: