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Futebol
31 Mar 2026 | 17:25 |
O antigo internacional norte-americano Freddy Adu recordou a sua passagem pelo futebol europeu, destacando a chegada ao Benfica - que vê Lukebakio a 'emocionar-se' - como o momento em que percebeu a verdadeira dimensão do desporto. Considerado um pioneiro para jogadores como Pulisic e McKennie, Adu foi um dos primeiros talentos norte-americanos a atravessar o Atlântico.
Freddy Adu: "Nunca tinha vivido nada assim"
"Para mim, quando percebi que era real foi ao estar na MLS. Foi fantástico. Estava a viver o meu sonho como jogador de futebol profissional", começou por dizer, em declarações ao portal 'Goal'. Contudo, foi a sua transferência para Portugal em 2007 que lhe proporcionou a experiência mais marcante.
"Mas foi quando assinei pelo Benfica, saí do avião, entrei no terminal do aeroporto e vi milhares de adeptos reunidos do lado de fora, a cantar. Foi aí que se tornou real para mim. Pensei: 'Meu Deus, isto é uma loucura'. Nunca tinha vivido nada assim. Então, naquele momento, pensei: ‘Uau, isto é real’. Foi aí que senti: ‘caramba, agora tens de dar o teu melhor por esta equipa, porque isto é de loucos’", confessou Adu.
Freddy Adu: "Quando falas dos adeptos, dos cânticos, do volume, da paixão, do Benfica, aquilo foi incrível"
O antigo médio descreveu o choque cultural em comparação com a realidade nos Estados Unidos. "Na América, quando se viaja, mesmo sendo conhecido, não acontece nada disso. Passa-se pelo aeroporto, está tudo tranquilo, pega-se no carro e vai-se embora. Ali, mal nos conseguíamos mexer. O ambiente era de loucos", acrescentou, sublinhando a paixão dos adeptos benfiquistas como algo que o marcou profundamente.
"Estrear-me nos EUA foi tão especial. Foi a coisa mais fixe que já tinha vivido. Mas quando falas dos adeptos, dos cânticos, do volume, da paixão, do Benfica, aquilo foi incrível. Foi simplesmente de loucos. Só quero dizer que foi exatamente como eu imaginava, como via na televisão quando era criança. E foi fantástico. Os cânticos, as bandeiras a ondular, a paixão. Oh, foi incrível", completou.
Centro-campista nórdico está a viver dias especiais longe da Luz e recebeu um reconhecimento antes do duelo com o Brasil
02 Jul 2026 | 17:28 |
Fredrik Aursnes continua a somar reconhecimento dentro e fora dos relvados. Enquanto prepara o duelo entre a Noruega e o Brasil, a contar para os oitavos de final do Mundial, o médio do Benfica foi alvo de uma sentida homenagem na sua terra natal, Hareid, onde o orgulho pela carreira do internacional norueguês está bem evidente.
A poucos dias do encontro diante da seleção brasileira, o site oficial da Comuna de Hareid destacou o papel de Aursnes na caminhada da Noruega até aos oitavos de final. Na publicação, o médio encarnado foi amplamente elogiado, sendo descrito como "um jogador fundamental na seleção, graças à sua dedicação, calma com a bola e experiência internacional", palavras que refletem a importância que o atleta conquistou ao serviço da equipa nacional.
O orgulho da população local vai muito além das exibições dentro das quatro linhas. A autarquia fez questão de sublinhar que "para nós, é ainda mais especial ver um jogador da nossa cidade competir contra os melhores do mundo no maior palco do futebol. Eles mostram que não estão lá apenas para participar, estão lá para vencer", pode ler-se.
Para assinalar este momento histórico, os habitantes de Hareid terão oportunidade de acompanhar o encontro entre Noruega e Brasil através de um ecrã gigante instalado numa escola da região. A expectativa é enorme em torno daquele que é considerado um dos grandes símbolos desportivos locais, uma referência para os mais jovens e já foi denominado como o jogador mais subestimado do planeta.
Aos 30 anos, Fredrik Aursnes continua a afirmar-se como uma das peças mais importantes da seleção norueguesa e também do Benfica. Depois de ter sido titular nos três jogos da fase de grupos do Mundial, o médio voltou a dar o seu contributo frente à Costa do Marfim e prepara-se agora para enfrentar o Brasil, procurando ajudar a Noruega a prolongar o sonho na maior competição de seleções do mundo.
Apesar de estar focado no presente, o mesmo admite que Clube continua a ser uma referência para si e não esconde o desejo pessoal de um possível regresso
02 Jul 2026 | 17:09 |
Iuri Tavares vive um dos melhores momentos da carreira ao serviço do Varazdin, na Croácia, mas não esconde o carinho pelo passado ligado ao Benfica. O extremo luso-cabo-verdiano, formado no Seixal, admite que o Clube encarnado continua a ser uma referência para si.
I. Tavares: "Claro que, se tivesse a oportunidade de regressar ao Benfica, com certeza não hesitaria"
Apesar de estar focado no presente, o atacante, que esteve ligado aos escalões de formação das águias entre 2010 e 2020, não esconde o desejo de um possível regresso: "Claro que, se tivesse a oportunidade de regressar ao Benfica, com certeza não hesitaria. É o clube do meu coração... se acontecer eu estarei preparado, se não acontecer também está tudo certo".
Na mais recente temporada, o jogador de 25 anos somou 36 jogos, seis golos e duas assistências: "Sim, a nível profissional foi a época em que fui mais consistente, joguei quase todos os jogos bem. Então acredito que foi a melhor época que eu tive até agora", afirmou ao jornal 'A Bola'.
O percurso no Varazdin tem sido marcado por crescimento e adaptação a uma realidade diferente, num campeonato onde a consistência coletiva fez a diferença para uma época de sucesso. "Foi uma época muito difícil, desgastante. Tivemos bons resultados contra as maiores equipas... Foi uma época formidável", explicou.
Individualmente, Iuri Tavares reconhece que a mudança de contexto ajudou a potenciar o seu rendimento: "Não foi fácil... A cultura é completamente diferente daquilo a que estava habituado. Mas ao longo do tempo fui ganhando confiança, fui ganhando força também", concluiu. Relativamente ao mercado de transferências, Clément Lenglet tem sido elogiado.
Ex funcionário das águias analisou o amigável frente ao Mengão e deixou várias declarações que prometem aumentar a expetativa
02 Jul 2026 | 16:33 |
O Benfica continua a preparar a nova temporada e tem agendado um dos encontros mais mediáticos da pré-época frente ao Flamengo no próximo dia 11 de julho. Antes desse duelo, José Boto, ex dirigente dos encarnados e atual diretor desportivo do emblema brasileiro, admitiu que será um verdadeiro teste para a sua equipa.
J. Boto: "Vai colocar-nos à prova em que estado estamos"
"São três jogos em que um poderia ser a final da Libertadores, com Flamengo e River Plate. O outro é o Lausanne, uma equipa suíça com algum valor. Depois o Benfica, que é uma equipa habituada a ser campeã, com participações na Champions. Vai colocar-nos à prova em que estado estamos", afirmou, em declarações à televisão oficial do Flamengo.
Apesar da importância do encontro frente às águias, José Boto fez questão de relativizar o peso do resultado, explicando que o principal objetivo passa por retirar indicações para o futuro da equipa. "O importante não é o resultado, porque aqui não se ganha nada. Ganha-se em dezembro. Mas é importante para ver em que estado estamos, ver como alguns desses meninos que vieram vão integrar", sublinhou.
J. Boto: "Todos os clubes que fazem pré-temporada aqui são campeões no ano"
O antigo responsável do Benfica mostrou-se ainda muito satisfeito com as condições encontradas no Algarve para preparar a temporada. "Tem todas as condições para ser uma intertemporada benéfica para todos. Curiosamente, todos os clubes que fazem pré-temporada aqui são campeões no ano, as pessoas do hotel falaram. As condições são excelentes, a calma, a paz, sem ninguém a perturbar", destacou José Boto.
O particular entre Benfica e Flamengo está marcado para o próximo dia 11 de julho, às 19h30, no Estádio Algarve. Será um dos testes mais exigentes da pré-temporada encarnada. Além de colocar frente a frente duas equipas históricas, o encontro permitirá a Marco Silva avaliar o crescimento da equipa.
Além do Trabzonspor, há mais clubes que querem tirar Gianluca Prestianni do Benfica
02 Jul 2026 | 15:21