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Pedro Brinca aponta o dedo ao Benfica e deixa Rui Costa debaixo de fogo: "Caminho confortável"
29 Jun 2026 | 17:24
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07 Jun 2024 | 15:49 |
O Benfica divulgou, esta sexta-feira o Orçamento para a época 2024/25, exclusivo para Sócios registados, e Rui Costa acabou por deixar uma mensagem a todos os adeptos do Glorioso.
"Ganhar é uma prioridade permanente no Benfica! As épocas sucedem-se e a ambição mantém-se. É inerente ao benfiquismo apontar a voos tão altos quanto o possível e tudo fazer para elevar o Clube ao patamar que tanto merece. Vencer em todas as modalidades, em ambos os géneros, é tarefa de enorme ambição, mas é o que perseguimos, assumindo-o sem reservas. Toda e qualquer equipa do Benfica está obrigada a honrar o nosso emblema e a estar à altura dos nossos pergaminhos", pode ler-se.
"A exigência é, assim, enorme, mas bem-vinda. Encaramo-la com entusiasmo redobrado e insuperável empenho. Incorporar e praticar valores tão benfiquistas como a união, a raça, o querer e a ambição é essencial para alcançar a vitória. Quem tem a honra e o privilégio de representar o Benfica sente o dever de tudo dar de si para figurar na gloriosa história do nosso querido Clube. São valores imprescindíveis ao sucesso, mas nada garantem por si só. Têm de ser suportados por condições de excelência potenciadoras do rendimento dos atletas, assim como da máxima competitividade possível dos plantéis, de acordo com os recursos disponíveis. O Sport Lisboa e Benfica é o mais eclético clube português, o que mais promove o desporto, nomeadamente o feminino, e o que assume um papel mais ativo e distinto na formação. Assim continuará a sê-lo, obedecendo à permanente exigência ganhadora sempre que compete", afirma o Presidente.
"Tal implica um esforço orçamental significativo, sem paralelo na realidade nacional, traduzido numa presença forte em todas as modalidades e em ambos os géneros. Uma filosofia para manter ou até ampliar, desde que assegurada a sustentabilidade financeira. O orçamento que apresentamos para a nova temporada está subordinado a estas premissas. Reflete a imensa vontade de vencer, no masculino e no feminino, mas mantém-se fiel a um rumo e a uma trajetória de estabilidade em matéria económica e financeira. É um orçamento que maximiza o investimento no potencial ganhador dos nossos plantéis e procura reduzir os custos não essenciais à competitividade desportiva. Um planeamento orçamental que reforça igualmente a captação de receitas, pretende dignificar a história do Clube e intensificar a vivência benfiquista, bem como o apoio às nossas equipas", refere ainda, Rui Costa.
O antigo camisola 10 do Benfica acabou por enaltecer ainda o trabalho da equipa de futebol feminino, que conseguiu conquistar os quatro troféus nesta temporada, alcançando algo histórico: "Neste contexto, deixo uma palavra de especial apreço às nossas Inspiradoras, protagonistas de um trajeto de excelência na Europa e uma consagração singular em Portugal com a conquista do inédito pleno. A nossa ambição é ainda maior para o futuro, pelo que acreditamos que a passagem do futebol feminino para a esfera da Benfica SAD, vai criar as condições ideais para continuarmos a vencer internamente e sermos ainda mais fortes na Europa. Explícito neste orçamento está um aumento das receitas de Quotização e Merchandising, o que sublinha a vitalidade do fervor benfiquista, cuja aposta procuramos potenciar com o alargamento das lojas do Clube e uma envolvente digital crescente, com cada vez mais vantagens para os nossos Sócios mas também para os nossos adeptos".
"Um orçamento que enquadra ainda os extraordinários contributos das Casas do Benfica e da Fundação Benfica, ambos fundamentais, embora de natureza diferente, para o engrandecimento do Sport Lisboa e Benfica. Queremos, em simultâneo, um Benfica ganhador no presente e preparado para continuar a ganhar no futuro. Agora e em diante, sem hipotecar ou arriscar a estabilidade financeira do Clube. Vencer, sempre! Para honra e glória do nosso Benfica. Viva o Sport Lisboa e Benfica!", concluiu o Maestro do Benfica.
Importa recordar que, o Orçamento apresentado para 2024/2025 será discutido na Assembleia Geral Extraordinária do Benfica agendada para dia 15 de junho, no sábado, pelas 15h00. No mesmo dia, mas pelas 10h30, haverá outra Assembleia com vista à discussão de alteração de estatutos.
Futebolista que representou o Clube Vermelho e Branco perdeu a vida após um acidente de viação, ocorrido na noite do último sábado
12 Jul 2026 | 11:20 |
O antigo futebolista Manú morreu aos 43 anos, vítima de acidente de viação, na noite deste sábado, em Vermões, Sobral de Monte Agraço. A notícia foi avançada pelo portal Flashscore e confirmada pelo Alverca, clube onde se formou. O ex atleta passou pelo Benfica.
Emanuel Jesus Bonfim Evaristo nasceu a 28 de agosto de 1982 em Setúbal. Manú, como era mais conhecido, foi formado no Vitória Futebol Clube, Grupo Desportivo O Sindicato e Alverca. O extremo estreou-se na Liga ao serviço dos ribatejanos a 5 de maio de 2002, contra o Braga e disputou o primeiro de 130 jogos na prova. Manú representou os italianos do Modena e do Carpenedolo (2004/05) e o Estrela da Amadora (2005/06), antes de integrar o plantel do Benfica em 2006.
O antigo extremo rubricou 17 jogos pelas águias em 2006/07, antes de rumar ao AEK por empréstimo, na temporada seguinte. Manú representaria Marítimo, Légia de Varsóvia (Polónia), Beijing Guoan (China) e Ermis Aradippou (Chipre) antes de regressar ao Vitória de Setúbal em 2014.
14 jogos pelo clube da terra natal depois, Manú regressou ao Ermis Aradippou. O extremo terminou a carreira em 2018/19, após passagens por Cartaxo e Vilafranquense. O sadino chegou a jogar ao lado de Rui Costa, atual presidente dos encarnados.
O Benfica - que também perdeu Silvino este ano - reagiu à morte de Manú através de uma nota de pesar divulgada no site oficial. "O Sport Lisboa e Benfica manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Manú, antigo jogador do Clube. Manú representou o Benfica com dedicação e orgulho durante a temporada de 2006/07, onde completou 17 jogos. Neste momento de dor, o Sport Lisboa e Benfica endereça à família, aos amigos e a todos os que com ele privaram as mais sentidas condolências", escreveram as águias.
Veja a publicação do Clube:
Artista foi detido pela PSP na sequência da operação KickOff devido a incidentes ocorridos após uma partida entre as águias e o Sporting
10 Jul 2026 | 17:37 |
Kiari Flores, um dos autores do novo hino do Benfica apresentado em abril na Benfica FM, foi detido pela PSP no âmbito da operação 'KickOff', que investiga os incidentes ocorridos a 19 de fevereiro nas imediações do Pavilhão João Rocha, antes do dérbi de futsal entre Sporting e Benfica.
O jovem cantor, que compôs o tema em conjunto com o pai, o músico Paulo Flores, integra o grupo de 10 membros dos No Name Boys detidos esta semana pelas autoridades. Os suspeitos já tinham sido identificados e detidos na sequência dos confrontos registados em fevereiro, mas acabaram libertados pelo tribunal no dia seguinte.
Segundo explicou o comissário Tiago Costa, da PSP de Lisboa, a operação pretende assinalar o arranque da nova temporada desportiva com uma mensagem de tolerância zero para a violência: "A operação KickOff serve para dar o pontapé de saída da nova época desportiva, com uma mensagem clara: a violência não tem lugar nos nossos recintos desportivos."
O responsável revelou ainda que a investigação permitiu recolher novos indícios relativamente à atuação de dez dos suspeitos inicialmente detidos: "Na sequência da investigação, apercebemo-nos de que dez desses adeptos tinham cometido condutas muito mais gravosas do que aquelas que tínhamos pensado. Estamos a falar de uma tentativa de homicídio, pontapés na cabeça de uma vítima que estava indefesa no chão, agressões com barras de ferro, tochas deflagradas junto ao corpo desta vítima.”
Os 10 arguidos agora detidos já estavam referenciados pelas autoridades por alegado envolvimento noutros episódios de violência entre claques. Apesar disso, não possuem qualquer condenação transitada em julgado. Os incidentes ocorreram nas imediações do Pavilhão João Rocha, quando dezenas de adeptos do Benfica terão lançado tochas e outro material pirotécnico na direção da zona conhecida como "Casinha", sede da claque Juventude Leonina. No final da operação policial, foram detidas 125 pessoas: 64 adeptos do Benfica e 61 do Sporting.
Projeto causa divisão e associados querem anulação da AG que votou a aprovação, já que consideram que Estatuto do Clube foi violado pela Mesa
04 Jul 2026 | 13:32 |
Seis sócios do Benfica avançaram com uma ação judicial para pedir a anulação da deliberação aprovada na Assembleia Geral Extraordinária de 3 de janeiro de 2026, reunião em que os associados deram luz verde ao projeto Benfica District.
Os juristas Gonçalo Almeida Ribeiro, João Ferreira Leite, Pedro Cardigos, Cristina Santos Silva, João Marecos e Márcia Vala contestam a atuação da Mesa da Assembleia Geral (MAG), presidida por José Pereira da Costa, considerando que foram violadas as regras de funcionamento previstas nos Estatutos do clube.
Em comunicado, os autores da ação explicam os fundamentos da iniciativa: "Seis juristas e sócios do Sport Lisboa e Benfica intentaram ação judicial para anular a deliberação da Assembleia Geral Extraordinária de 3 de janeiro de 2026, por violação das regras de funcionamento da Assembleia Geral do Sport Lisboa e Benfica, consagradas nos Estatutos, pela qual é responsável a MAG."
A Assembleia Geral em questão foi dedicada à aprovação do projeto Benfica District, que recolheu 59,24% dos votos favoráveis dos sócios. Recorde-se que Gonçalo Almeida Ribeiro e João Ferreira Leite foram candidatos à presidência da Mesa da Assembleia Geral nas últimas eleições do Benfica, integrando, respetivamente, as listas de Noronha Lopes e do Movimento Servir o Benfica.
Segundo os autores da ação, três semanas antes da reunião magna foi enviada uma carta ao presidente da MAG com 12 perguntas relacionadas com a legalidade do modelo de participação e de votação previsto para a Assembleia. De acordo com o comunicado, esses pedidos de esclarecimento nunca obtiveram resposta. Os seis sócios criticam ainda a utilização de urnas eletrónicas e de uma aplicação móvel para votação, alegando que o sistema não oferecia garantias suficientes quanto à fiabilidade e ao controlo do exercício do direito de voto.