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Futebol
21 Mar 2025 | 06:58 | Por Redação
Mesmo tendo passado grande tempo na enfermaria do Benfica, Renato Sanches pode mesmo vir a permanecer com o Manto Sagrado do Glorioso e tudo porque Rui Costa continua a acreditar no potencial do médio formado no Seixal, querendo assim manter o camisola 85 no plantel de Bruno Lage em 2025/26.
O jornal desportivo Record assegura que o desejo de continuar a ver Renato Sanches de águia ao peito parte de Rui Costa, não sendo, de todo, um pedido de Bruno Lage. "Renato conta 15 jogos realizados, apenas dois como titular, mas Rui Costa acredita que ainda pode ser figura esta época, pois as águias lutam pela conquista da Liga e da Taça de Portugal. Além disso, considera que o médio pode assumir maior protagonismo no futuro", pode ler-se no diário acima referido.
Assim sendo, o principal 'culpado' da continuidade de Renato Sanches, caso o Benfica avance mesmo para a contratação em definitivo do internacional português, é mesmo o Presidente do Glorioso. A fonte mencionada anteriormente revela que o Maestro da Catedral acredita que o número 85 pode 'atingir o pico' com o Manto Sagrado, mantendo a esperança que seja uma das grandes figuras da próxima temporada desportiva.
Vale, contudo, recordar que para que Renato Sanches permaneça na Catedral, o Benfica terá de abrir os cordões à bolsa. Depois de terem visto o PSG encher os cofres da Luz, com a compra de João Neves, os encarnados podem 'retribuir o favor', acionando a cláusula de compra do atual suplente de Bruno Lage, pagando 10 milhões de euros pelo passe do luso.
Renato Sanches, esta temporada, com o Manto Sagrado do Benfica – atualmente com um valor de mercado fixado nos 5 milhões de euros – marcou presença em apenas 15 encontros pelos encarnados: cinco na Liga dos Campeões, sete na Liga Portugal Bectlic e três na Taça da Liga. Ao todo, o craque soma 367 minutos dentro das quatro linhas, não tendo apontado qualquer golo ou assistência de águia ao peito em 2024/25.
Na visão do especialista em arbitragem, as águias deveriam ter ficado com um jogador a mais em lance que envolveu Schjelderup
27 Out 2026 | 12:51 | Por Redação
Jorge Coroado considera que o Santa Clara deveria ter ficado reduzido a dez jogadores no encontro frente ao Benfica, que terminou com uma vitória das águias por 2-1, nos Açores. O especialista em arbitragem analisou o lance envolvendo Schjelderup, reclamado pelo Clube encarnado, e entendeu que a infração justificava a exibição do cartão vermelho, uma decisão que poderia ter tido impacto no decorrer da partida.
“Schjelderup tinha bola controlada, dirigia-se para a baliza, com a qual estava enquadrado. Cartão correto seria o vermelho”, afirmou Jorge Coroado, considerando que estavam reunidas as condições para a expulsão do jogador do Santa Clara.
O lance surge numa altura em que o Benfica voltou a questionar publicamente os critérios de arbitragem. Através das redes sociais, o clube encarnado comparou este episódio com a expulsão de Elimbi no encontro entre Gil Vicente e Porto, levantando dúvidas sobre a coerência das decisões disciplinares.
A polémica em torno da arbitragem no duelo com o Santa Clara também ficou marcada pela expulsão de Jhon Durán, já depois do apito final. Pedro Henriques manifestou dúvidas quanto a essa decisão, afirmando: “Nas imagens não se vê nada de anormal, talvez palavras. Só o relatório do árbitro poderá esclarecer".
O Benfica prepara-se para contestar o cartão vermelho mostrado ao avançado colombiano, procurando que a sanção seja anulada. Assim, os lances ocorridos nos dois encontros voltam a alimentar o debate sobre os critérios utilizados pelas equipas de arbitragem no futebol português.
Antigo diretor das águias volta a criticar a atual Direção do Clube e acredita que apenas o treinador trabalha em prol dos interesses encarnados
27 Out 2026 | 12:17 | Por Redação
João Gabriel, antigo diretor de comunicação do Benfica e atual comentador da CMTV, voltou a apontar críticas à estrutura encarnada, desta vez através de uma publicação no LinkedIn. O antigo dirigente questiona a estratégia de comunicação do clube e considera que Marco Silva tem assumido sozinho a defesa pública das águias.
João Gabriel sobre direção do Benfica: "Dão-se alvíssaras a quem encontre a estrutura do clube..."
Na sequência da vitória encarnada por 2-1 frente ao Santa Clara, nos Açores, João Gabriel atualizou uma publicação anterior para voltar a censurar a ausência de uma intervenção institucional em momentos polémicos: “O Benfica vence nos Açores e mais uma vez Marco Silva fica sozinho na defesa do clube! Dão-se alvíssaras a quem encontre a estrutura do clube!”, escreveu.
O antigo responsável pela comunicação encarnada dirigiu críticas particularmente duras a Pedro Pinto, diretor de comunicação do Benfica desde 2020, questionando a estratégia seguida pelo departamento: “Há seis anos que o Benfica tem um diretor de comunicação cuja principal característica é a invisibilidade. Não se conhece uma estratégia, não se identifica uma linha de comunicação coerente, não se percebe uma narrativa capaz de defender, valorizar e projetar a instituição”, afirmou.
João Gabriel considera que o clube se tem limitado a “comunicados previsíveis” e a publicações nas redes sociais, que entende serem insuficientes para defender a posição institucional do Benfica. Apesar de garantir que não tem “nada contra Pedro Pinto enquanto pessoa ou jornalista”, sustenta que a responsabilidade pela situação também recai sobre quem mantém o diretor no cargo.
No final da publicação, o antigo dirigente elogiou o trabalho de Marco Silva, mas defendeu que o treinador precisa de maior apoio institucional: “Marco Silva está a devolver ao Benfica uma identidade dentro das quatro linhas. Mas o treinador e a equipa precisam de um clube que saiba afirmar-se também fora delas.”
Especialista em arbitragem acredita que lance não teve nenhuma evidência que resultaria em cartão vermelho para o avançado das águias
27 Out 2026 | 11:46 | Por Redação
A expulsão de Jhon Durán após o apito final do Santa Clara-Benfica continua a dar que falar. Pedro Henriques, especialista em arbitragem, analisou os principais lances do encontro e deixou dúvidas sobre o episódio que levou à exibição do cartão vermelho ao avançado colombiano, considerando que as imagens disponíveis não permitem perceber o que aconteceu.
Pedro Henriques: "Nas imagens não se vê nada de anormal..."
"Já depois do final do jogo, Jhon Durán foi expulso. Nas imagens não se vê nada de anormal, talvez palavras. Só o relatório do árbitro poderá esclarecer", escreveu o especialista na sua análise à arbitragem de Cláudio Pereira, que recebeu nota 6.
A análise deixa em aberto os motivos que levaram à expulsão de Durán, uma vez que, na perspetiva de Pedro Henriques, as imagens não mostram qualquer comportamento que permita compreender a decisão disciplinar. O relatório do árbitro será, por isso, determinante para esclarecer o sucedido.
Recorde-se que o Benfica pretende contestar a expulsão junto do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, procurando a despenalização do avançado colombiano. Pedro Henriques considerou ainda correta a decisão de João Vasconcelos ao mostrar cartão amarelo a João Vasconcelos? Não: o especialista analisou o lance dos 90+3 minutos e entendeu que a infração justificava apenas advertência, por não impedir uma clara oportunidade de golo.
"A infração não anula uma clara oportunidade de golo, apenas um ataque prometedor. A rasteira é junto à linha lateral, com possibilidade de intervenção de Emanuel Moreira pelo meio. João Vasconcelos foi bem advertido", explicou.
Benfica volta à carga contra arbitragem e compara lance do Porto: "Alguém pode vir explicar?"
27 Out 2026 | 09:55