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Gustavo Varela volta a marcar e iguala recorde de 1968 da Serie A; Benfica continua encantado
31 Out 2026 | 16:03
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01 Nov 2026 | 13:37 | Por Redação
A expulsão de Jhon Durán no encontro entre Santa Clara e Benfica continua a gerar polémica, com Luís Aguilar a recordar alguns episódios controversos envolvendo Cláudio Pereira, árbitro responsável pela exibição do cartão vermelho ao avançado colombiano. Numa análise crítica, o comentador recuperou situações anteriores protagonizadas pelo juiz, levantando questões sobre a forma como este tem conduzido determinados episódios disciplinares.
“Também nos Açores, em abril de 2025, o mesmo árbitro expulsou Conrad Harder. Entre as explicações apareceu um 'yeah’ provocatório. Cláudio Pereira descreveu também um salto sobre um adversário e atribuiu ao então jogador do Sporting o início do conflito. O resto das palavras não lhe foi percetível. Já havia, portanto, dificuldades de receção. A emissão dos cartões funcionava bem”, escreveu no jornal 'A Bola'.
Harder acabou por cumprir um jogo de suspensão, mas o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) viria posteriormente a anular o castigo, por considerar que tinha existido uma violação do direito de defesa do jogador. Luís Aguilar sublinha precisamente a importância desta decisão, recordando que ‘a justiça devolveu-lhe uma presença que já lhe tinha sido tirada’.
O analista recordou ainda um episódio envolvendo Sérgio Conceição e o árbitro Nuno Almeida, no qual o antigo treinador do Porto afirmou ter sido expulso devido à expressão facial. O caso ficou associado à expressão “o olhar fulminante”, embora o próprio árbitro tenha posteriormente negado essa versão.
“Antes disto, houve Sérgio Conceição num jogo do Porto em Paços de Ferreira. E houve Nuno Almeida. Segundo contou o treinador, o árbitro explicou-lhe que o expulsara pela cara. Ficou para a história 'o olhar fulminante'. É preciso atribuir a versão a quem a contou. E, mais tarde, o próprio árbitro negou essa versão. Mas também não é difícil imaginar um futebol em que a expressão facial constitui matéria disciplinar. Alguns treinadores teriam de entrar de costas”, finalizou.
Jovem tem momento de destaque na vitória da segunda equipa das águias e segue na tentativa de tentar impressionar atual treinador
01 Nov 2026 | 10:43 | Por Redação
Gonçalo Moreira voltou a representar a equipa B do Benfica e deixou a sua marca na vitória por 3-1 frente ao Chaves, este sábado, em encontro da 9.ª jornada da Liga 2. O jovem criativo, que recentemente deixou de integrar as opções da equipa principal de Marco Silva, marcou aos 89 minutos e foi decisivo na reta final da partida.
A formação encarnada entrou melhor no encontro e mostrou vontade de assumir o controlo desde os primeiros instantes. Logo aos quatro minutos, Anísio tentou a sua sorte com um remate de pé esquerdo à entrada da área, mas a bola foi desviada por um defesa adversário.
Na sequência do pontapé de canto que se seguiu, o Benfica B chegou à vantagem. A bola foi colocada ao segundo poste e Tiago Freitas apareceu na pequena área para finalizar e fazer o 1-0. O GD Chaves respondeu e conseguiu chegar ao empate aos 21 minutos. Robyn Esajas esteve na origem da jogada, que terminou com André Rodrigues a fazer o 1-1.
As águias não baixaram os braços e continuaram a procurar o segundo golo. Ainda antes do intervalo, Anísio voltou a ameaçar, desta vez com um remate de fora da área que embateu na barra. Peter Edokpolor também criou perigo em duas ocasiões, aos 44 e 45'+4, sendo que a última iniciativa terminou com novo remate de Anísio, desta vez ao lado.
Depois de uma segunda parte equilibrada, o Benfica B conseguiu resolver o encontro na fase final. Gonçalo Moreira apareceu aos 89 minutos para colocar a equipa novamente em vantagem, antes de as águias confirmarem o triunfo com um terceiro golo aos 90'+6.
Extremo é um dos principais jogadores do Glorioso na atual época e já chama a atenção de gigante que procura feito impressionante na Champions
01 Nov 2026 | 10:20 | Por Redação
Gianluca Prestianni continua a destacar-se ao serviço do Benfica, que planeja renovar seu contrato, e já desperta o interesse de alguns dos maiores emblemas europeus. O Paris Saint-Germain pondera avançar com uma proposta pelo extremo argentino, caso este mantenha o atual momento de forma.
O internacional de 20 anos vive uma temporada de grande rendimento, somando 10 golos e seis assistências em 17 jogos. Estes números representam o dobro das contribuições para golo alcançadas na época passada. O PSG, atual bicampeão da Liga dos Campeões, surge assim como um possível interessado no camisola 25 das águias, segundo o CM.
Perante o interesse que Prestianni começa a suscitar no mercado internacional, a SAD encarnada pretende proteger o jogador. De acordo com o Record, já existe um princípio de acordo para prolongar o contrato até 2031, com uma melhoria salarial significativa: o ordenado do argentino mais do que duplica.
A intenção passa por ajustar as condições contratuais ao protagonismo que o extremo tem conquistado na equipa orientada por Marco Silva, uma vez que, apesar da importância crescente no plantel, continua a auferir um dos salários mais baixos do grupo.
Gianluca Prestianni chegou à Luz em janeiro de 2024, proveniente do Vélez Sarsfield, por nove milhões de euros. Atualmente, tem contrato com o Benfica até junho de 2029, com uma cláusula de rescisão fixada nos 100 milhões de euros.
Jogador está, neste momento, emprestado ao Al Ittihad, da Arábia Saudita, e não vai vestir a camisola encarnada com o atual técnico
01 Nov 2026 | 03:00 | Por Redação
Richard Ríos não vai voltar a representar o Benfica enquanto Marco Silva estiver ao comando da equipa técnica, sabe o Glorioso 1904. A saída do médio colombiano, que lesionou-se na última partida da Liga Saudita, por empréstimo está diretamente relacionada com a falta de perspetivas de utilização regular na Luz.
O jogador não se enquadrava totalmente nas preferências e ideias de jogo do treinador, pelo que a continuidade no plantel não era vista como a melhor solução para esta fase da carreira. Apesar deste cenário, não existe qualquer polémica entre Marco Silva e Richard Ríos. A decisão não resulta de um desentendimento pessoal ou de problemas disciplinares, mas sim de uma questão de opções técnicas.
O próprio futebolista tinha consciência de que poderia ter poucas oportunidades caso permanecesse no Benfica. Por esse motivo, a possibilidade de sair por empréstimo ganhou força, uma vez que Ríos pretendia encontrar um contexto onde pudesse competir com maior regularidade.
A prioridade do médio passava por somar minutos e manter-se em atividade, em vez de continuar numa posição secundária nas opções encarnadas. A saída acabou, assim, por representar uma solução para ambas as partes. O Benfica permitiu ao jogador procurar maior protagonismo, enquanto Marco Silva ficou com um grupo de trabalho mais ajustado às suas ideias.
Como o Glorioso 1904 já tinha acompanhado, a cedência foi antecedida por um processo em que a vontade do colombiano e as perspetivas de utilização tiveram peso na decisão. Desta forma, o regresso de Richard Ríos à equipa encarnada não está nos planos enquanto Marco Silva permanecer no banco.