Futebol
Com Barreiro lesionado, Marco Silva já escolheu substituto no meio-campo do Benfica
25 Out 2026 | 10:11
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25 Out 2026 | 14:02 |
A lesão de Jhon Durán abriu uma porta a Anísio Cabral no Benfica. O jovem avançado voltou a ser utilizado pela equipa principal esta temporada ao entrar para o lugar de Vangelis Pavlidis no encontro frente ao Omonia, para a Liga Europa, e pode ter agora mais oportunidades para mostrar o seu valor.
Anísio Cabral já tinha dado nas vistas na época passada, sob o comando de José Mourinho, ao marcar dois golos no campeonato, incluindo um decisivo na vitória por 2-1 frente ao Alverca. No entanto, apesar do potencial demonstrado e de ser campeão do Mundo de sub-17, o avançado ainda não conseguiu afirmar-se de forma consistente.
Com Marco Silva no comando técnico, os minutos escassearam. Pavlidis continua a ser a principal referência ofensiva, enquanto Jhon Durán era uma das alternativas habituais para substituir o internacional grego. Com o colombiano lesionado, Anísio pode aproveitar a oportunidade para ganhar espaço.
O início de temporada foi complicado para o jogador, que era convocado para a equipa principal, mas raramente entrava em campo, sem também ter espaço regular na equipa B. Anísio chegou a passar mais de dois meses sem competir, período que coincidiu com a ausência de chamadas às seleções jovens portuguesas.
O golo marcado ao Felgueiras, pela equipa B, representou um importante alívio para o avançado, que procura sobretudo jogar, marcar e sentir-se útil. A utilização na Liga Europa poderá, contudo, ter consequências: caso dispute mais dois jogos na competição, Anísio ficará impedido de jogar na Youth League. O Benfica participa no caminho dos campeões nacionais e terá pela frente o Pafos, primeiro em casa e depois em Chipre, a 4 de novembro.
Jogador não tinha espaço com Marco Silva no emblema encarnado e tem conseguido destaque durante passagem pela nova equipa
25 Out 2026 | 12:27 |
João Rêgo esteve em destaque na vitória do Casa Pia frente ao Estrela da Amadora, de Pepa, por 2-0, ao apontar o primeiro golo do encontro. O médio emprestado pelo Benfica assinou uma exibição de qualidade e foi um dos melhores jogadores em campo.
No dérbi disputado no Estádio José Gomes, na Reboleira, os tricolores entraram mais fortes e criaram várias oportunidades para inaugurar o marcador. Contudo, apesar da pressão e das ameaças junto da baliza adversária, foi a equipa visitante a chegar à vantagem.
Aos 31 minutos, João Rêgo recebeu a bola perto do meio-campo, combinou com um colega e arrancou pelo corredor central antes de finalizar com tranquilidade, após assistência de Mohamed Salah. O lance permitiu ao Casa Pia adiantar-se no marcador, contrariando o domínio inicial do Estrela.
O jovem médio português continuou a demonstrar qualidade ao longo da partida, destacando-se pela capacidade de condução de bola e pela forma como conseguiu ultrapassar os adversários. Em vários momentos, só foi travado através de faltas. Na segunda parte, o Estrela da Amadora voltou a carregar em busca do empate, mas encontrou uma defesa casapiana segura.
Já nos descontos, aos 90+2 minutos, Lawrence Ofori sentenciou o encontro com um remate extraordinário desde o círculo do meio-campo, fixando o resultado em 2-0. O golo de João Rêgo foi o primeiro do médio nesta edição da prova e reforçou o bom momento do jogador cedido pelo Benfica.
Formação encarnada não conseguiu transformar iniciativa em remates certeiros e viu adversário festejar, em lances que acabaram anulados
25 Out 2026 | 12:23 |
O Benfica B, para onde Marco Silva empurrou jogadores, empatou 0-0 na visita ao Feirense, último classificado, num encontro pouco conseguido no Estádio Marcolino Castro. Apesar de ter dominado a posse de bola em vários momentos, a formação encarnada não conseguiu transformar a iniciativa em golos e viu o adversário festejar duas vezes, em lances que acabaram anulados.
O Feirense, orientado por Rui Ferreira, apresentou-se com uma estratégia cautelosa, num sistema de 5x4x1, procurando fechar os caminhos para a baliza e explorar o contra-ataque. A aposta permitiu à equipa da casa somar pontos novamente, depois de sete jornadas sem pontuar, e manter a baliza inviolada.
Os dois golos anulados a Jair Monteiro foram os momentos de maior destaque. No primeiro lance, o avançado cabeceou para a baliza após um cruzamento de André Lopes, mas a jogada foi invalidada por fora de jogo do colega. Mais tarde, Jair voltou a marcar, mas o golo foi anulado por uma falta sobre João Fonseca, a quem puxou o pescoço com as duas mãos antes de finalizar.
O Feirense ainda criou perigo por Gui Meira, mas Voitinovicius conseguiu defender. Do outro lado, o Benfica B teve mais bola, embora sem a intensidade necessária para desbloquear a partida. A ausência de vários jogadores que têm sido chamados à equipa principal, entre eles Tiago Freitas, Gabriel Índio e Anísio Cabral, também condicionou as opções dos encarnados.
Gonçalo Moreira foi uma das figuras mais influentes, acelerando o jogo, criando desequilíbrios e ficando perto de marcar num livre direto. No final, o nulo acabou por deixar sensações distintas: o Feirense conseguiu interromper a série negativa, enquanto o Benfica B desperdiçou uma oportunidade de somar três pontos frente ao último classificado.
Atuação por parte de Luís Godinho foi duramente criticada devido a um erro claro ao expulsar atleta dos galos na vitória dos azul e brancos
25 Out 2026 | 11:35 |
Luís Godinho, que já foi muito criticado após apitar jogo do Benfica, foi alvo de duras críticas de Pedro Henriques pela arbitragem no Gil Vicente - Porto, com especial destaque para a expulsão de Marvin Elimbi, aos 81 minutos. O antigo árbitro considera que o cartão vermelho mostrado ao defesa gilista foi incorreto.
O lance mais controverso aconteceu quando Elimbi cometeu uma falta sobre Pepê. Luís Godinho mostrou cartão vermelho direto ao jogador do Gil Vicente. No entanto, Pedro Henriques discorda da decisão. Na sua análise, a infração justificava apenas cartão amarelo, uma vez que não se tratou de uma entrada grosseira.
"A infração em si, que é só para amarelo, pois não há falta grosseira, apenas uma entrada negligente, o que significa que o jogador atua sem ter em conta o perigo ou as consequências do seu ato para com o adversário (lei 12, página 115); na ocasião, braço esquerdo no ombro esquerdo e perna direita na coxa direita", disse Pedro Henriques.
O especialista analisou também os critérios necessários para determinar se existia uma clara oportunidade de golo. Embora Pepê tivesse o controlo da bola, a posição do lance e, sobretudo, a presença de Jonathan Buatu foram determinantes para a sua conclusão. Segundo Pedro Henriques, o defesa do Gil Vicente encontrava-se por dentro e mais de seis metros à frente do local da infração: "Vermelho incorreto, decisão deveria ser amostragem de cartão amarelo. VAR tinha de intervir", finalizou.
O cartão vermelho deveria ter sido substituído por um amarelo, e o VAR deveria ter intervindo para corrigir a decisão de Luís Godinho. A avaliação de Pedro Henriques não se ficou pela expulsão. O especialista considerou ainda que Santi García deveria ter visto cartão amarelo aos 73 minutos, por um pisão no calcanhar de Jan Bednarek.
Em contrapartida, validou o golo do Porto, aos 64 minutos, e considerou correta a anulação de um golo dos dragões aos 47 minutos, por fora de jogo de Borja Sainz. A principal crítica ficou, assim, centrada na gestão disciplinar de Luís Godinho, com a expulsão de Elimbi a assumir o papel de decisão mais contestada da partida.
Com Barreiro lesionado, Marco Silva já escolheu substituto no meio-campo do Benfica
25 Out 2026 | 10:11
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25 Out 2026 | 09:52
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24 Out 2026 | 15:47