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Clube

Aliado de Luís Filipe Vieira fala dos vários "erros" do Benfica District

Antigo candidato a vice-presidente na lista do ex líder do Clube encarnado mostrou-se analítico sobre o grande projeto das águias

Bruno Batista, vice-presidente de Luís Filipe Vieira nas últimas eleições, fez alguns comentários negativos sobre o Benfica District
Bruno Batista, vice-presidente de Luís Filipe Vieira nas últimas eleições, fez alguns comentários negativos sobre o Benfica District

01 Jun 2026 | 16:12 |

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Bruno Batista, ex candidato a vice-presidente na lista de Luís Filipe Vieira nas últimas eleições do Benfica, abordou o projeto do Benfica District, criticando que existe falhas estratégicas, como por exemplo não pensar-se na cobertura do Estádio da Luz.


B. Batista: "Há alguns erros estratégicos"


"O Benfica District trata-se de um projeto que eu não acho que se deva deitar fora, embora considere que há alguns erros estratégicos. O Benfica deveria cobrir o estádio por completo para que se torne na maior sala de espetáculos do país. Estamos a assistir a espetáculos esta semana que são uma gigantesca fonte de receita, que só acontecem nesta janela temporal de final de época e quando o Benfica muda o relvado", analisou, em entrevista ao jornal 'O Jogo'.


Na mesma linha, o empresário deu o exemplo do Real Madrid. "Se nós prepararmos o estádio, como o Real Madrid, que em três horas muda o piso de concertos para o relvado, e o cobrirmos, o Benfica fica com a maior sala de espetáculos do país. E devemos fazer isso antes que outros o façam. Esta é uma fonte de receita que pode valer 20, 30 ou 40 milhões de euros. No ano passado, foram 600 mil euros por dia de aluguer do estádio. Porém, não nos podemos esquecer de que o Benfica é um clube desportivo e tem de gerar títulos", completou.

B. Batista: "Em cada década o Benfica tem de ganhar cinco campeonatos"


Acerca do acordo com a NOS, Bruno Batista acredita que a antecipação de receitas pode ajudar o Clube a ser hegemónico em Portugal. "Podemos antecipar receita da NOS para compensar problemas de tesouraria neste ano, desde que se compense com o aumento de receitas. O futebol não é uma ciência perfeita, mas a qualidade de uma estrutura sustenta, no tempo, os resultados. Pode-se falhar um ano, mas, em cada década, o método tem de dar resultados e o Benfica tem de ganhar cinco campeonatos", falou.

O conhecido adepto também abordou o interesse do fundo norte-americano Entrepreneur Equity Partner nas ações de José António dos Santos. Bruno Batista considera uma boa oportunidade de negócio. "O meu desejo é que os dividendos sejam expressos em resultados desportivos e não em dinheiro. Por isso, defendo que o Clube deve adquirir o máximo de ações da SAD para depois procurar parceiros estratégicos que invistam e acrescentem valor no âmbito desportivo e das infraestruturas", pode ler-se.


Clube

Pedro Brinca aponta o dedo ao Benfica e deixa Rui Costa debaixo de fogo: "Caminho confortável"

Assembleia geral das águias continua a dar que falar e há uma análise que promete alimentar o debate entre os adeptos encarnados

Pedro Brinca, professor de economia, critica Rui Costa por não assumir verdadeiramente a responsabilidade pelos falhanços no Benfica
Pedro Brinca, professor de economia, critica Rui Costa por não assumir verdadeiramente a responsabilidade pelos falhanços no Benfica

29 Jun 2026 | 17:34 |

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A Assembleia geral do Benfica continua a motivar várias análises e, desta vez, foi Pedro Brinca, jornalista do Record, a deixar duras críticas à forma como Rui Costa abordou alguns dos principais problemas do Clube. O professor de economia considera que o presidente encarnado optou por um discurso que agradou aos sócios, mas evitou enfrentar questões estruturais.


P. Brinca: " O presidente escolheu o caminho confortável"


"Houve aplausos na assembleia geral quando Rui Costa prometeu 'tolerância zero' a Pedro Proença e ao Conselho de Arbitragem. Merecidos? Em parte. Mas fiquei com a sensação de que, em dois assuntos centrais, o presidente escolheu o caminho confortável: bater onde as palmas são fáceis e calar-se onde a mudança custaria", escreveu no seu texto de opinião ao jornal Record.


Na análise, Pedro Brinca defende que o verdadeiro problema está na organização do sistema. "Tudo legítimo. Só que é tudo dentro da mesma casa: queixar-se ao Conselho de Arbitragem, pedir contas ao Conselho de Arbitragem, prometer dureza com o Conselho de Arbitragem. O problema não é a malícia, é o desenho. Quem nomeia, avalia e pune os árbitros é a mesma Federação. É juiz e parte. 'Tolerância zero' contra um sistema que se julga a si próprio é energia gasta a empurrar uma parede. O que falta — uma avaliação independente, de fora — não saiu da boca do presidente. Ficou-se pela indignação que rende palmas e não muda nada", atira.

P. Brinca: "o treinador é o fusível: rebenta, troca-se e a corrente segue igual"


Outro dos temas abordados foi a instabilidade no comando técnico do Benfica. "Foram seis treinadores em cinco anos", recorda Pedro Brinca, acrescentando que "o treinador é o fusível: rebenta, troca-se e a corrente segue igual". O economista lembra ainda que foi o próprio Rui Costa quem admitiu que "não houve impacto das aquisições" e que o Benfica falhou "em muitas avaliações", sublinhando que "quem avalia, quem recruta, quem aprova as contratações não é o treinador. Mas, no fim de cada época, é o treinador quem paga a conta", pode ler-se.

Pedro Brinca terminou a análise deixando um forte reparo à estrutura encarnada e ao futuro de Marco Silva. "Numa organização sã, o falhanço repetido tem um dono com nome. No Benfica, não tem. Rui Costa assume 'completamente' a responsabilidade no abstrato e, no concreto, despacha-a para baixo. A culpa, no fim, morre solteira. Demite-se o técnico, mantém-se a estrutura, repete-se a época. Marco Silva merece melhor do que ser mais um fusível. E os sócios mereciam que a próxima época começasse não por outro 'não podemos falhar', mas por dizer, enfim, quem responde quando se falha", concluiu.


Clube

Benfica District continua a avançar e Estádio da Luz pode ter mais lugares

Vice-presidente financeiro faz ponto de situação sobre o projeto das águias e afirma que evolução para reforma progride de forma positiva

Vice-presidente financeiro, Nuno Catarino faz ponto de situação do projeto do Benfica District e ampliação do Estádio da Luz
Vice-presidente financeiro, Nuno Catarino faz ponto de situação do projeto do Benfica District e ampliação do Estádio da Luz

27 Jun 2026 | 17:45 |

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O vice-presidente financeiro do Benfica, Nuno Catarino, fez um ponto de situação sobre o projeto Benfica District, garantindo que o processo continua a evoluir de forma positiva, apesar de ainda aguardar pelas aprovações das entidades competentes. O dirigente revelou que, embora não existam alterações significativas ao projeto, foram dados passos importantes nos últimos meses.


Segundo Nuno Catarino, o Benfica District tem vindo a cumprir todas as etapas previstas, encontrando-se atualmente em análise por diversos departamentos da Câmara Municipal, bem como por várias entidades externas. O responsável encarnado mostrou-se confiante quanto ao desfecho do processo, salientando que a evolução tem correspondido às expetativas.


Relativamente aos custos previstos, explicou que alguns valores sofreram ajustes naturais, com determinadas rubricas a aumentarem e outras a diminuírem, garantindo, no entanto, que não existem desvios relevantes nesta fase do projeto. O vice-presidente financeiro revelou ainda que o Benfica espera obter todas as aprovações necessárias dentro de um ou dois meses. Assim que esse processo estiver concluído, o clube irá apresentar oficialmente o projeto aos sócios.


Apesar de admitir que os procedimentos administrativos nem sempre decorrem à velocidade desejada, Nuno Catarino assegurou que o Benfica District continua plenamente ativo e dentro do calendário inicialmente definido. O vice-presidente financeiro abordou igualmente as obras de ampliação do Estádio da Luz, explicando que o calendário competitivo obrigou o clube a adiar parte da intervenção prevista.

A necessidade de antecipar o início da temporada devido às pré-eliminatórias da Liga Europa reduziu o tempo disponível para os trabalhos, o que levou à criação de menos de 600 novos lugares nesta fase. Ainda assim, o dirigente revelou que o objetivo passa por elevar a capacidade do Estádio da Luz para cerca de 69 mil espectadores durante a presente temporada, ultrapassando posteriormente a marca dos 70 mil lugares na época seguinte.



Clube

Oficial! Fujitsu chega a acordo com o Benfica

Águias chegaram a um parceria com a companhia japonesa de tecnologia com foco na segurança das áreas digitais do clube encarnado

Benfica chega a uma inédita parceria com a Fujitsu para investimento na cibersegurança do clube encarnado
Benfica chega a uma inédita parceria com a Fujitsu para investimento na cibersegurança do clube encarnado

27 Jun 2026 | 15:56 |

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O Benfica anunciou uma nova parceria estratégica com a Fujitsu, que passa a ser Official Cybersecurity Partner do Clube da Luz. O acordo reforça a aposta das águias na modernização e proteção do seu ecossistema digital, num contexto em que o clube gere milhões de interações, dados e serviços considerados críticos.


Em comunicado, a Fujitsu sublinha que a parceria representa uma oportunidade para contribuir ativamente para a segurança digital do Benfica, colocando ao serviço do clube a sua experiência global em cibersegurança, gestão de risco e resiliência operacional.


A empresa tecnológica destaca ainda a crescente importância da cibersegurança no desporto e nas organizações modernas, defendendo que esta área deixou de ser apenas uma questão técnica para se tornar um fator essencial de confiança, crescimento sustentável e adaptação ao ambiente digital.


Alexandre Ferreira, Diretor-Geral da Fujitsu Portugal, reforçou essa ideia ao sublinhar que as organizações dependem cada vez mais dos seus sistemas digitais para operar e tomar decisões. O responsável destacou que, quando ocorre um incidente de cibersegurança, o impacto ultrapassa a vertente tecnológica, afetando também a operação, a reputação, a confiança dos clientes e até os resultados financeiros.

Nesse sentido, defende que a cibersegurança deve ser integrada nas estratégias de gestão de risco e continuidade de negócio, envolvendo não apenas equipas técnicas, mas também administrações e departamentos financeiros, jurídicos e operacionais.


As partes não revelaram os valores envolvidos no acordo estabelecido entre o Benfica e a Fujitsu. A parceria passa assim a integrar a estratégia de digitalização e proteção tecnológica do clube, que continua a apostar em soluções inovadoras para garantir maior segurança e eficiência na sua operação global.


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